Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.





Eu não vi a versão antiga dos Gatchaman, então essa resenha não é comparativa! Analisei apenas a obra moderna desse grupo de heróis.

Eu confesso que no começo eu quase desisti e só não fiz isso por dois motivos: eu sempre tento terminar o que eu vejo e a direção do anime é muito boa, fazendo que os finais de cada episódio me deixassem curiosa para saber sobre o próximo!

Gatchaman Crowds é um anime que fala de um grupo de heróis, liderados por Paiman, que mais parece um ursinho Panda, que recebem instruções de JJ, um alienígena que mal se comunica com eles. O grupo tem a função de proteger a terra, mas tudo muda quando a novata Hajime aparece! Hajime é uma garota extremamente enérgica e feliz, que antes de lutar com qualquer um, tenta entender antes o motivo da luta e da violência. Tanto que no começo consegue transformar o primeiro inimigo em um ser super inocente.



O grupo ainda é composto por mais duas pessoas estranhas, OD , um alienígena que não pode se transformar em Gatchaman porque seu poder é muito forte e destruiria a terra e Utsutsu, uma garota que diz que está sempre triste, mas que possui poderes surpreendentes. Além disso, temos Jou, um humano que trabalha no departamento de segurança da prefeitura local e Sugane Tachibana, um senpai da escola da Hajime.

No decorrer do anime descobrimos Rui, um garoto super inteligente que criou o GALAX, uma espécie de programa que faz com que as pessoas se conheçam e se ajudem. Para isso, ele usa o poder dos Crowds, que são criaturas poderosas, criadas por um alienígena que tenta destruir a terra. 



Gatchaman é um anime de super heróis extremamente diferente dos demais, não só por ter uma protagonista que prefere conversar e não lutar, mas também porque Hajime não se preocupa em nenhum momento em esconder sua identidade, algo bastante incomum em heróis. Hajime é irritantemente feliz, mas está sempre disposta a ajudar os outros. Já Sugane é sério demais, o oposto de Hajime. Devo dizer que ter um líder covarde como Paiman me surpreendeu, além de não entender por que diabos o Rui se veste de mulher! Enfim, é um anime com no mínimo personagens interessantes! Não chega a ser um super anime, uma história inesquecível ou algo do tipo, mas tem um enredo bem atraente que pode agradar a alguns. Entretanto, já vou avisando que o final é daqueles que quando termina você se pergunta: que negócio foi esse?

Pers


Ledo é um piloto de maquinas de calibre da Aliança Galáctica da Humanidade, que luta por muitos anos contra os Hideous no espaço. No entanto, sua vida muda completamente ao cair com seu robô, Chamber, numa Terra habitada por humanos que possui uma tecnologia mais atrasada que a de Ledo!

Por muitos anos a Terra ficou congelada e os humanos fugiram para o espaço, mas isso hoje é lenda na Terra, até a chegada de Ledo comprovar que tudo que parecia ser apenas contos era pura verdade!

Ledo a princípio tem muita dificuldade, primeiro porque todos o consideram inimigo e depois precisa se adaptar a essa nova sociedade, bem diferente da dele. Ledo não entende muito de sentimentos e nem sabe o que é uma família, mas Amy que se dá bem com ele desde o começo, explica pouco a pouco como é ser novamente um humano, já que Ledo mais parece uma máquina. Aos poucos o protagonista vai se envolvendo com Gangantia, a frota de navios em que ele está, já que agora a Terra é só mar. Porém, Ledo acaba entendendo melhor aqui na Terra o motivo da Aliança Galáctica lutar contra os Hideous e percebe que seu antigo modo de vida não era tão perfeito como imaginava.



“Suisei no Gargantia” tem personagens bem trabalhados e complexos, desenvolvidos em uma trama que aparentemente é simples e leve, mas que aos poucos vai se tornando mais complicada. Talvez a única falha seja não ter mostrado mais sobre o passado de Ledo, mas é interessante ver sua mudança e seu envolvimento com Amy, já que a garota consegue influenciá-lo positivamente. Aliás, Amy merece destaque, já que como pode uma garotinha com atos tão puros dançar uma dança do ventre do modo que ela dança?



Além de tudo isso, o anime tem excelentes cenas de lutas e outros personagens cativantes, como o Pinion, que aparentemente é um personagem bobo, mas que ganha destaque depois na série. E de todos, claro, destaco Chamber, que não é um simples robô, apenas o melhor herói de todos!

Resumindo pra quem gosta de ação, ficção futurista e drama super recomendo!

Pers


Ultimamente ando assistindo a muitos animes que não são shoujo! O que fazer se no mercado está faltando shoujo bom, né? “Hataraku Maou-sama” é um anime que envolve magia e demônios, que me divertiu bastante nos seus 13 episódios.

Sadao é um deus demônio que depois de tentar dominar o mundo (Ente Isla) que era ocupado por humanos, acaba sendo derrotado por um herói (Emi), mas consegue fugir. O problema é que na sua fuga ele acaba parando no nosso mundo, que é completamente desconhecido por ele e por seu servo Ashiya. No entanto, Sadao é bastante inteligente e acaba dominando não só o idioma japonês, como também as regras da nossa sociedade.



É bastante divertido ver Sadao e Ashiya descobrindo o novo mundo e se deparando com a tecnologia. Mais interessante ainda é ver como eles se adaptam rápido a nossa rotina! Eu senti uma semelhança com o filme “Um príncipe em Nova York”, já que Sadao é bem abusado no começo e começa a trabalhar numa lanchonete que é igualzinha ao Mc Donald’s! No entanto, apesar do rei demônio se adaptar a vida humana, a heroína que sempre quis matá-lo e foi motivo de sua fuga, aparece no Japão pra persegui-lo e acabar com seu sossego.

Emi Yusa, o herói como a chamam, passou a vida toda se dedicando a matar demônios pela Igreja, mas ao viver no Japão conhece um Sadao que nunca havia visto antes, já que o rapaz passa a ter uma vida tranquila como um funcionário excelente na lanchonete em que trabalha, se preocupando, inclusive, com a vida dos outros. Isso faz com que Emi acabe dando uma trégua na tentativa de matá-lo. 



Além de conhecermos outros demônios e habitantes da Ente Isla, conhecemos também a humana Chiho Sasaki, colega de trabalho de Sadao, que é apaixonada pelo rei demônio, mesmo depois de saber da identidade dele. 

Eu acho que além da comédia, o mais interessante do anime é o paradoxo entre o bem e o mal, já que os demônios não são tão ruins assim e a Igreja não é tão boa como aparenta. Por isso, gostei bastante do anime, por não ser mais uma comédia sem muito sentido, mas ainda assim me fez rir muito!


Pers


Quem me conhece sabe que eu AMO Yu yu Hakusho! Eu assisti mais de 10 vezes cada episódio e quando passava na Manchete eu saia da escola correndo para não perder nenhum episódio! No entanto, apesar desse meu amor eu nunca tinha assistido ao OVA da série: Yu yu Hakusho: A Batalha de Meikai - Laços de Fogo. Acho que era uma forma de não ficar "doente" de novo pelo anime! Porém, esses dias eu resolvi quebrar essa barreira e baixei o filme. 

Obviamente que a sensação de nostalgia me dominou por completo, mas eu confesso que apesar de estar totalmente acostumada a ver animes legendados e com o original em japonês, eu estranhei a voz do Yusuke. Marco Ribeiro fez um trabalho tão bom com a dublagem do anime que todos que assistiam naquela época sabiam que a dublagem de Yu yu no português era uma das melhores. Frases como “Chupa cabra”, "Ah eu sou Toguro" ficaram hilárias, assim como "Tô mais quebrado que arroz de terceira". Por isso, ouvir a verdadeira voz dos personagens me causou certa estranheza, claro que isso não me impediu de continuar vendo o filme, mesmo porque depois de 30 minutos eu já havia me acostumado com a dublagem japonesa. 



Quanto ao filme, imagino que os fãs já o devem ter assistido faz tempo, mas se você é fã da série como eu e ainda não viu, vale a pena ver e matar a saudade!

Pers


Godou Kusanagi é um adolescente de 16 anos que ao viajar para a Itália muda completamente sua vida. Godou precisa devolver um objeto a uma amiga de seu avô, mas sem saber carrega um objeto poderoso que o faz se envolver na luta entre deuses! Com o apoio e a ajuda de Erica, uma amazona, Godou acaba matando o deus “Verethragna” e com isso se torna um Campione, ou seja, alguém que consegue matar os deuses. A partir de então, Godou acaba se envolvendo em muitas lutas contra seres poderosos. 

Por ter matado Verethragna, Godou obtém as habilidades do antigo deus, e com isso ganha poderes diferentes, que às vezes nem o próprio corpo de Godou aguenta. Por outro lado, ao se tornar um Campione, o rapaz começa a atrair mulheres poderosas, o que faz, infelizmente, do anime uma harém. E assim, além de Erica, aparecem na vida do protagonista a meiga Yuri, a forte Liliana e a engraçada Ena, transformando tudo numa enorme confusão. 


O anime tem alguns saltos temporais, fatos rapidamente explicados, algumas incoerências e histórias absurdas envolvendo deuses antigos. Até mesmo Rick Riordan (autor da série de Percy Jackson) ficaria incrédulo com a história! Eu, particularmente, não me importo em misturar fantasia com História, o problema é que o enredo e as explicações de “Campione” passam do absurdo e depois de um tempo eu desisti de tentar entender! E dessa vez nem vou citar o harém como outro ponto negativo, porque quando decidi assistir ao anime eu já sabia que era desse gênero. Porém, o fato de Erica ter mudado completamente de personalidade e passar a se rastejar por Godou me irritou bastante! Uma pena que conseguiram estragar uma personagem que poderia ser bem mais interessante. 



Resumindo a minha humilde opinião: “Campione” tem boas cenas de lutas e só. Não me agradou as confusões do enredo, as personagens femininas e muito menos a história apresentada. Sem contar o erotismo forçado! Assim, se tiver segunda temporada não assistirei!

Pers


Ultimamente não estou com tempo para ver doramas por terem um tempo maior do que animes por episódios. Porém, meu caro amigo Eiti, anda vendo bem mais doramas do que eu. Por isso, com a permissão dele, vou postar sua resenha sobre o Dorama GTO, que eu morro de vontade de assistir! 

Abaixo a resenha do Eiti do blog Our OtakuLife 

Neste post vou falar sobre o remake em dorama do mangá de GTO. Lembrando que ele já teve outro dorama em 1998. 

Pers

GTO 2012 - Dorama





GTO é sobre um professor ex-delinquente que começa a das aulas numa classe que é conhecida por expulsar os professores fazendo várias pegadinhas e até fazendo bullying. O mangá original é shounen de comédia com slice of life e um pouco de drama. No dorama eles misturaram a versão original e pegou alguns casos do Shonan 14 days. 

Esta versão dá a impressão que o Onizuka perdeu um pouco o lugar para os alunos. O foco do dorama está mais voltado aos casos pessoais dos alunos e menos na caracterização do professor. Claro que o Onizuka continua sendo o personagem mais importante, mas comparando com as outras versões, ele ficou mais fraco. 

Os casos são basicamente iguais, mas se compararmos com o primeiro dorama, a ordem dos casos está diferente e adicionaram outros casos. A grande mudança está no fim do dorama. A atual pega mais influência do anime do GTO. Sim, esta versão virou uma mistureba. 


Nesta versão também colocaram mais cenas de lutas. Ao menos são divertidas, mas também não acrescenta muita coisa 

O ator que faz o Onizuka está mais puxado para o lado cômico do que ao cool, como era o antigo. Só com essa parte já dá para notar que o foco está diferente. Lembro que quando eu vi o primeiro GTO e outros doramas com um professor como protagonista, eles ti dão vontade de ser professores, já que o personagem é algo que quem assiste quer ser. O ator do atual é mais cômico e mais próximo do Onizuka em momentos cômicos do mangá. Não acho que a escolha seja ruim, mas o Onizuka fica menos cool e assim fica menos marcante. 

Resumindo Tudo: Esta versão do dorama é divertida, mas não me cativou tanto quanto o primeiro dorama e outros que trazem um professor como protagonista. Então é um dorama que indicaria para os fãs de GTO, mas que não deve ficar comparando com as outras versões. Agora se quiser conhecer este tipo de mangá, então é melhor dar pesquisada em outros. 

Comentários: Eu gosto desses mangás que tem um professor cool que resolve a vida dos alunos (será que já criaram um nome específico para isso?), mas ao mesmo tempo eu fico em dúvida se isso é realmente algo que eu quero. Não acho que os alunos realmente queiram professores tão calorosos quanto eles. Será que na verdade os alunos querem um professor mais próximo dos alunos? Na verdade acho que esses mangás servem para que os leitores fiquem com vontade de se tornar um professor, querendo ou não essa profissão não é tão almejada pelos alunos. O que vocês acham? (principalmente os que já são professores =)). 

Eiti



Taito é um adolescente que acha que sua vida é normal e simples, mas isso porque ele esqueceu que há nove anos ele conheceu uma vampira que deu à ele o poder da imortalidade, já que ambos se amavam. Depois de ser atropelado, Taito tem seu corpo recomposto, porque é imortal e então se lembra de que Saitohimea (ou somente Himea) ainda o esperava!

Himea foi aprisionada pela Igreja com a ajuda de Hinata, irmão gêmeo de Kurenai Gekkou, que estuda na mesma escola que Taito e é presente do conselho estudantil. Depois de aparentemente terem derrotado Hinata, com a ajuda de Gekkou, Taito se torna “escravo” do presente do conselho e acaba se envolvendo em várias confusões por conta disso, afinal, a escola é a união de vários portais com vários monstros, feiticeira e demônios!



Gekkou tem como objetivo de vida matar seu irmão, que matou seus pais e ainda o jurou de morte! Tarefa nada fácil, já que Hinata é bastante poderoso e quer aprisionar novamente Himea, que é uma personagem misteriosa com várias personalidades e que por conta de sua solidão pode, inclusive, acabar com o mundo.

O anime está repleto de ecchi, fanservice e eu só continuei até o final porque queria saber o fim da história maluca, já que o enredo apresenta alguns ministérios a serem revelados. Não gostei da protagonista Himea e muito menos da Haruka, a amiga de infância de Taito; todos são bem fraquinhos no quesito construção de personagem, mas torci pra que Himea tivesse um final feliz com o Taito. Acho que a única coisa que achei realmente interessante foi tentar entender a personalidade mais obscura da Himea, mas o anime não trabalhou essa questão de maneira satisfatória, uma pena.



Resumindo, não se pode esperar muito de “Itsuka Tenma no Kuro Usagi”, já que o anime não mostra nada que possa realmente fazer com que ele se destaque dos demais, mas apresenta algumas situações interessantes, uma vez seu enredo mistura vampiros, demônios, anjos com romance, ação e comédia.

Pers




Eu não jogo mais vídeo games como antes, pra falar a verdade quase não jogo e nem sou fã de realidade virtual, mas falaram tanto de “Sword Art Online” (SAO) que eu resolvi conferir e gostei do que vi, até um determinado ponto. 

Em 2022 a humanidade conseguiu criar um ambiente completamente virtual e é neste ambiente chamado de “Sword Art Online”, que é na verdade um jogo, que 6 mil pessoas vivem atualmente tentando sobreviver. Milhões de pessoas foram aprisionadas nesse misterioso game, mas nem tudo por lá é realmente virtual, exemplo: a morte. Quando alguém morre no jogo, morre também na vida real. Os jogadores têm os cincos sentidos ativados e sentem tudo que se passa na realidade virtual, mas só poderão sai de lá se conseguirem chegar ao 100º andar da torre do jogo e derrotar o chefe final. 



O anime mostra a vida de Kirito como jogador, como ele se esforça pra sair de lá e junto com ele somos apresentados a Asuna, uma excelente heroína, diga-se de passagem, entre outros tantos personagens. Asuna e Kirito formam o casal de protagonistas da série, apesar do relacionamento deles não começar de imediato. 

No começo do anime eu fiquei com a impressão que Kirito tinha problemas para se relacionar, já que ele diz que se sentia mais vivo no jogo do que na vida real. Achei isso um pouco clichê, já que todo mundo tem essa ideia: nerds com problemas sociais gostam de vídeo games, RPG, mas depois gostei do fato de Kirito decidir sair do jogo, pois ele poderia passar a vida toda lá, mas o amor e amizade o fazem querer uma vida de verdade! Talvez a vida real seja assim mesmo, muitas pessoas só começam a querer viver quando acham que não podem mais! 



Eu diria que SAO é um excelente anime até o primeiro arco da história, do segundo arco pra frente é uma tristeza! Parece que trocaram de personagens no meio do caminho porque a Asuna vira objeto sexual e quase é estuprada, desaparecendo quase por completo a grande heroína do começo da série! E ainda tem a história da irmã do Kirito (que não é irmã, é prima) que é apaixonada por ele! Não sei o que aconteceu, só sei que SAO se tornou uma das minhas maiores frustrações, já que é um anime tão bom, tão original, com personagens tão cativantes, não deveria ter ficado ruim no meio do caminho! Não deveria! 

Enfim, se você for fisgado como eu fui, você pode ter estômago para ver até o final, mas com toda certeza poderá se decepcionar. 

Pers 



Esses dias eu publique no Japanholic's Hyperdimension, no Facebook, uma resenha sobre os OVAS de “Mahou Tsukai Tai!”. Como eu gostei bastante da história acho justo publicar a resenha aqui também! 

“Mahou Tsukai Tai!” tem apenas 6 OVAs e 13 episódio para uma serie de TV. Até agora eu só vi os OVAs e é sobre eles que irei falar. 

Eu não gosto muito de ecchi, mas neste caso o ecchi não é o ponto principal do enredo, aparecendo apenas nos momentos de comédia ou em momentos mais sérios, quebrando o clímax e deixando as coisas mais leves. 



Na história os alienígenas, chamados de Bell, invadiram a terra, mas vivem pacificamente com os humanos. Porém, nem todos acreditam que isso durará para sempre. 

Sae Sawanoguchi é uma estudante que incentivada pelo seu senpai, Takakura, começa a usar magia, na tentativa de enfrentar os alienígenas. Sua amiga Nanaka, mesmo não gostando muito da ideia, acaba se juntando ao clube, que além desses três personagens é composto por Ayanojyo Aburatsubo (um garoto que sempre tentar flertar com Takakura) e Akane, a garota sensual da história, que é excelente em magia! 

Nos 6 ovas vemos o grupo escolar tentando aprender a fazer feitiços mais complexos, mas sempre acabam entrando em confusão, pois os Bells não são tolos e começam a investigar o uso de magia, enquanto dois jornalistas também começam a investigar o grupo escolar. 



De modo geral “Mahou Tsukai Tai!” é um excelente anime para descontrair e dar risada, as situações absurdas, muitas vezes misturadas com Ecchi, são ótimas e ainda tem romance, trabalhado melhor no anime, entre Sae e Takakura. Além disso, devo dizer que adorei o "não casal" Aburatsubo e Nanaka, já que mesmo gostando de Takakura, Aburatsubo demonstra carinho e afeto por Nanaka. 

Como são apenas 6 OVAs e bastante divertido, Mahou Tsukai Tai! fica como dica para quem não tem muito tempo livre! 

Final: Feliz 

Pers 



Eu já disse anteriormente em “Hakuouki Shinsengumi Kitan”, que animes históricos não me atraem muito, mas eu li muitos comentários positivos sobre “Oda Nobuna no Yabou” e resolvi encarar o anime. 

Tenho que dizer logo de cara que uma das coisas que me fizeram ter dúvidas sobre o anime é o enredo. Como assim os samurais são mulheres? Que inversão histórica é essa? Parece muito bizarro e não vou mentir é bizarro e nonsense. 

Sagara Yoshiharu é um garoto de 17 anos que adora jogar vídeos games e um dia acaba voltando no tempo para o período das guerras civis (Sengoku), mas ao invés de encontrar os famosos samurais acostumados a ver seus jogos, Sagara encontra belas samurais e uma delas, a líder, é Oda Nobuna, a versão feminina do samurai Oda Nobunaga. Sagara não sabe o que fazer para voltar no tempo e para seu mundo, então fica no bando de Oda, servindo-a no lugar de Kinoshita Toukichirou, que faleceu em suas mãos no campo de batalha. 



Além de Sagara e Oda, a equipe da líder é composta por outras mulheres: Katsuie Shibata, também conhecida como Riku, é a encarregada das batalhas, sendo uma das guerreiras mais fortes; Nagahide Niwa é a mais inteligente de todas e por isso uma das melhores estrategistas de Oda; Goemon, uma garotinha, serva de Sagara, que corta as palavras ao falar, mas uma excelente ninja, líder de alguns bandidos; Hisahide Matsunaga é a “feiticeira” do grupo e também serva de Sagara, Akechi Mitsuhide (ou somente Jubei), uma estrategista um tanto cruel, que morre de inveja de Sagara, entre outras guerreiras e aliados que Oda faz ao longo do anime. 

Eu imagino que quem gosta de História de verdade e principalmente de História sobre o Japão, deve ter achado um ultraje Oda ser mulher! Confesso que eu mesma achei muito forçado, principalmente por conta de algumas cenas ecchi. Sem contar que a história do anime deturpa de todas as formas a história real! No entanto, se você for capaz de deixar esse detalhe de lado é possível apreciar a obra e dar boas risadas com as situações apresentadas. 



Além da comédia, o anime apresenta cenas de ação, lutas com espadas e um suspense por conta das estratégias tomadas pelos grupos inimigos e pelo próprio grupo de Oda. Muitas vezes me sentia dentro de um jogo de vídeo game, já que Sagara usa suas estratégias de jogo para conquistar territórios. Por isso, apesar de algumas bizarrices acredito que “Oda Nobuna no Yabou” tem mais aspectos positivos do que negativos e para quem gosta de ação com comédia essa é uma boa indicação de anime.

Pers


"Allison & Lilian” é um anime bem diferente por mostrar duas histórias em uma, já que se divide em duas partes: a primeira conta a história de Allison e Will e a segunda de Lillia e Treize. 

Na primeira fase temos a história dos primeiros protagonistas. Allison é uma jovem loira, espontânea e aventureira, que trabalha na aviação do seu reino, Roxche, que após muitos anos de guerra, está em trégua com outro reino, Sou Beil. Enquanto Allison sonha em pilotar um caça, Will é um jovem mais tranquilo, muito inteligente, com uma excelente memória, além de ser um bom atirador. Apesar de ser bastante calmo, Allison sempre o leva para alguma aventura.



Depois de algumas dessas aventuras envolvendo a guerra entre os reinos e o descobrimento da Princesa Fi, os dois protagonistas passam a morar juntos e Allison fica grávida. Porém, Will acaba se tornando um agente duplo, deixando Allison sozinha com a filha. Entretanto, Will não some por completo, volta como um novo nome, como se fosse outra pessoa e ele e Allison voltam a namorar. 

Na segunda parte do anime somos apresentados a Lillia, uma garota que se parece muito com a mãe, principalmente por ser sempre bastante enérgica. Nessa fase da história, 15 anos depois do nascimento de Lillia, ela e Treize, que na verdade é um príncipe, tornam-se protagonistas da história. 

O anime é completo no sentido de mostrar bem o desenvolvimento dos personagens, Allison muda quando se torna mãe, apesar de continuar bastante impulsiva e gostei muito de ver a passagem de tempo, mostrando bem a vida dos personagens. No entanto, as coisas sempre se resolvem de maneira muito rápida, sem muita complexidade.



Apesar de ter muitas aventuras e ação, o anime possui um toque de romance e é divertido ver Allison tentando conquistar Will na primeira fase, assim como é interessante ver o relacionamento de Treize e Lillia, que é uma garota bastante teimosa, principalmente em admitir seus sentimentos. 

De modo geral “Allison & Lillia” me agradou e por conta da falta de complexidade em alguns pontos o anime acaba sendo leve e agradável de assistir. 

                

Final: Feliz, mas poderia ter tido um final mais detalhado.

Pers



Acho que ando muito nostálgica ultimamente, já que logo depois de Yuyu Hakusho eu fiquei pensando nos animes da minha adolescência e claro, “Shurato” era um deles. 

Como já disse antes “Os cavaleiros dos Zodíacos” não era um anime que eu gostasse muito, essa coisa de armadura nunca me empolgou, mas com “Shurato” foi diferente e acho que o motivo era o enredo: dois amigos que se tornam inimigos. 



Tudo começa na final de um torneio de artes marciais, em que Shurato Hidaka e Gai Kuroki são subitamente transportados para um mundo paralelo, o Mundo Celestial, durante a luta deles. Shurato e Gai são dois melhores amigos de infância, mas são totalmente diferentes no quesito personalidade e no Mundo Celestial, (lugar em que as pessoas possuem Souma, uma forma de energia espiritual) Shurato descobre que ele é, na verdade, a reencarnação de um rei e um dos Hachibushu, um grupo de oito guardiões lendários com alta quantidade de Souma. Tanto ele como Gai foram levados para aquele mundo para lutar contra os deuses de Asura, uma legião de guerreiros destrutivos. Entretanto, por razões desconhecidas, Gai tenta matar Shurato repetidas vezes, confundindo Shurato, uma vez que o Gai real é um pacifista e a pessoa com mais compaixão que ele conhece.



No novo mundo Shurato conhece Rakesh, que se diz apaixonada por ele, mas é uma sacerdotisa de Vishnu. Ao longo da história conhecemos os oito guardiões, cada um com sua personalidade e Shurato vai ganhado, aos poucos, a confiança de cada um, unindo-se a eles. Juntamente com suas armaduras, Shurato e seus companheiros lutam para proteger o Mundo Celestial, sempre tentando descobrir porque Gai não o reconhece mais como amigo, sendo uma pessoa ruim. 

O anime tem um total de 38 episódios e um OVA que finaliza a história. Talvez para muitos “Shurato” tenha sido só mais um anime em que meninos usam armaduras, sem muita originalidade, mas eu gostava da história e tentava ignorar os exageros que grande parte dos animes que abordam ação e lutas tem! 

PS: Adoro a abertura original!

                

 Pers


Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

Pers


“To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma animação do diretor Shindo Jun, (de “Saiunkoku Monogatari”) e do roteirista Okudera Satoko (de “Summer Wars”). O filme não é do meu amado Hayao Miyazaki, mas achei bom mesmo assim! 

Fana del Moral está prometida ao príncipe herdeiro do trono de Levamme, mas não mostra nenhuma paixão nesse relacionamento, apenas está conformada com seu destino. Já o príncipe Carlo está verdadeiramente apaixonado pela moça e promete se casar com ela dentro de 1 ano, prazo estipulado por ele mesmo para acabar com a guerra que está destruindo seu reino. 



No entanto, com a proximidade do prazo, o reino de Fana sobre um terrível ataque que culmina na morte de seu pai. Como o alvo era mesmo a futura imperatriz, o príncipe resolve mandar buscá-la e é assim que Fana parte com o piloto Charles em uma perigosa missão. 

Charles Karino é piloto de avião mercenário do império de Levamme, apesar de ser considerado um simples bastardo pelos pilotos oficiais, Charles é um excelente piloto e por isso recebe a missão de atravessar o oceano, em plena guerra, para levar Fana ao príncipe. 



Obviamente os dois encontram grandes problemas durante a viagem e passam a se conhecer melhor, o que os aproxima bastante. Fana tenta ajudar Charles o máximo possível e é evidente que o rapaz a admira, tratando-a sempre gentilmente, mostrando ternura. No entanto, a trama pode frustrar os mais românticos, por não apresentar um romance de verdade, apesar de existir um certo interesse amoroso, principalmente por parte de Fana. Aliás, acho que Charles representa para a futura imperatriz uma fuga, um refúgio, pois afinal é com ele que ela vive uma grande aventura e enxerga uma possibilidade verdadeira de fugir de seu status. 

De modo geral “To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma ótima animação, com boas sequências de ação. Particularmente, eu gostei do filme e apesar de desejar um final diferente acho que ele foi condizente com o enredo, já que um grande amor pode mudar nossas vidas de muitas maneiras, mas nem sempre pode mudar o nosso destino.


Pers


Depois de assistir ao final de “Zero no Tsukaima”, parti quase que imediatamente para a terceira e última temporada de “Shakugan no Shana”. Puxa, agora que esses dois animes acabaram ficarei sem as tsunderes de Rie Kugimiya fazendo par com Satoshi Hino, acho que eles fazem um casal tão legal! 

Enfim, “Shakugan no Shana” tem um enredo não muito complicado, mas possui denominações difíceis, até mesmo eu que acompanhei as duas primeiras temporadas às vezes me sinto perdida. No entanto, nada disso atrapalha a trama, que nesta última temporada esteve um pouco mais lenta que o normal. 



O anime começa com Shana e Yuji lutando, ninguém sabe o que aconteceu, pois logo em seguida voltamos ao ponto em que a segunda temporada havia acabado, entre a escolha de Yuji: Shana ou Kazumi, mas Yuji some da cidade naquele mesmo dia, como se sua existência finalmente tivesse acabado. Porém, Shana e os amigos de Yuji ainda se lembram dele, o que mostra que o rapaz não deixou realmente de existir. O que de fato é verdade, já que logo no primeiro episódio vemos Yuji se tornar líder do Bal Masqué, unindo-se ao Deus da Criação para criar Xanadu, uma espécie de paraíso, só que para os inimigos. 



Gostei de o Yuji ter conseguido ficar mais forte e também gostei do final, só acho que merecíamos um pouquinho mais do “depois do final feliz”, mas nem tudo é perfeito, principalmente no mundo dos animes. Também gostei da Margery ter suas respostas finalmente esclarecidas, dela ter se acertado com Satou (uma das cenas mais lindas da temporada) e do triangulo Shana, Kazumi e Yuji ter chegado ao final. Entretanto, quando comecei a assistir a última temporada pensei que a Shana e o Yuji começariam juntos, mas não foi isso que aconteceu e as complicações no meio do anime, com o Yuji sendo o vilão, fez com que a parte do “romance” ficasse a desejar. 

                    Essa temporada teve mais de um op e end, mas fico com o primeiro de cada.
               

De modo geral “Shakugan no Shana” é um anime de ação, com muitas lutas, mas também mostra o relacionamento de Shana com Yuji e seus amigos. Shana era fria, quase como um robô, sem sentimentos e indiferente ao mundo, mas Yuji a fez mudar, fez com que ela tivesse amigos, passasse a trabalhar em grupo e lutar pela vida de alguém. Shana evoluiu nas três temporadas do anime e nada mais do que justo ela ter um final feliz! Apesar dos pesares da última temporada, “Shakugan no Shana” deixará saudades. 

                
Final: Feliz 


Pers


“Durarara” é um anime que mostra as histórias de vários personagens na cidade de Ikebukuro. Um dos protagonistas do anime é Mikado Ryugamine, que se muda para Tóquio por conta do incentivo de seu amigo Masaomi. No entanto, nem todas as histórias estão centradas em Mikado, na verdade, a cada episódio um personagem narra os acontecimentos e com isso vamos descobrindo que Ikebukuro não é um lugar muito normal. Mais do que perigosa, Ikebukuro habita seres estranhos como o “motoqueiro negro”, Celty Sturluson, que não tem cabeça e nem coração, mas possui uma força anormal, manipula as sombras e tem uma moto que relincha! A cidade também tem um homem violento vestido de barman, Shizuo (meu personagem preferido), além de Izaya Orihara que é um informante perigoso (personagem mais detestável), uma misteriosa gangue chamada "Dollars" e um estranho retalhador.


 A cada episódio conhecemos um pouco dos personagens excêntricos do anime como Shinra Kishitani, que vive com o “motoqueiro negro”, na verdade motoqueira e que a ama do modo como ela é, ou seja, sem cabeça. Aliás, Celty não tem cabeça, mas enxerga perfeitamente, não tem coração, mas ama Shinra, agora como tudo isso é possível eu não sei, só sei que é assim. Também conhecemos Masaomi, melhor amigo de Mikado, que se declara para qualquer garota, inclusive para Sonohara, por quem Mikado gosta. Sonohara é amiga de Harima Mika, uma perseguidora, que se apaixonou por Seiji Yagiri. Seiji tem uma irmã que possui um enorme complexo de irmão, é farmacêutica e usa humanos para seus experimentos. Além desses personagens, temos Erika Karisawa, Walker Yumasaki amigos de Kyohei Kadota, todos membros da gangue Dollars e Simon, um estranho homem que trabalha no Russia Sushi.


 Em “Durarara” tudo está interligado em uma grande rede de personagens enigmáticos, já que neste anime ninguém é normal, a começar por Shizuo e sua força enorme e incontrolável. Como é que alguém que não gosta de violência pode ser tão violento? Shizuo era colega de escola de Kishitani e Izaya, mas sempre detestou o informante e para piorar a situação, Izaya é uma das poucas pessoas do mundo que conseguem fugir dele! É impossível dizer que existe algum personagem simples, mas acho que Izaya é um dos mais complexos. O informante diz que gosta dos humanos, adora testá-los e aparentemente sabe de tudo e de todos, é bastante irônico, arrogante e difícil de descrevê-lo, sendo, sem dúvida, o grande vilão de “Durarara”. No entanto, o anime me surpreendeu com as personalidades de Mikado, Sonohara e Masaomi, pois o trio de amigos guarda secretos reveladores! Além disso, se Izaya é o vilão, Celty é a mocinha e mesmo sem cabeça ela é encantadora!


Não tem como se entediar assistindo aos 24 episódios de “Durarara” (e mais dois especiais), pois a cada episódio temos uma história diferente e certos avanços nas histórias principais. Ikebukuro é um lugar sombrio, cheio de mistérios, mas, por isso, extremamente interessante. Ninguém é o que parece ser e as revelações de alguns personagens me deixaram perplexa, por isso, “Durarara” é altamente recomendável para quem gosta de animes de ação, mas com pitadas de romance e mistérios sobrenaturais.

                     O anime tem duas aberturas, mas eu prefiro a segunda.

               

PS: Um dos especiais se passa entre o episódio 12 e 13, mas o outro seria uma espécie de episódio 25, que mostra um pouco da família de Izaya e é bastante engraçado, pois é feriado em Ikebukuro e eles tentam aproveitar o dia como pessoas normais, mas nada nessa cidade é normal!

                Assim como a abertura, o anime possui dois encerramentos, mas neste caso eu prefiro o primeiro.
                 

Final: Todos os mistérios foram desvendados, mas faltou ser um pouco mais conclusivo para alguns personagens, como por exemplo, para Celty. 


Pers


“Ga Rei Zero” é um anime shounen baseado no mangá “Ga Rei”, com bastante ação envolvendo o sobrenatural.

Demorei três episódios para entender bem o enredo, isso porque alguns sites contavam a sinopse do mangá que é diferente do anime e a sinopse do anime mesmo demorou bastante para ser mostrada! No entanto, deu para entender bem que o anime mostra o surgimento da primeira inimiga que aparece no mangá: Yomi.

Yomi e Kagura são amigas quase irmãs e pertencem a famílias de exorcistas famosas, ainda que Yomi seja adotada. A mãe de Kagura morreu quando ela ainda era uma criança e como seu pai precisa selar o Ga-rei Byakuei (um tipo de espírito que ajuda exorcizar os espíritos ruins), Kagura acaba morando com a família de Yomi e se apega demais a garota. Acho que como Yomi foi adotada, ela acaba também adotando a Kagura, tornando-se uma mãe para ela. Yomi gosta tanto de Kagura que muitas vezes negligencia seu próprio noivo, Noriyuki Izuna. Porém, ainda que seja um noivado arranjado é visível que Yomi se esforça para que o casamento seja realizado e os dois apesar das brigas se gostam bastante.



Com o passar do tempo, Kagura começa a trabalhar para o governo, assim como Yomi sempre fez. Juntas, as duas acabam com os espíritos vingativos que tentam destruir os humanos. No entanto, infelizmente, Yomi é transformada em um espírito maligno, graças a uma sesshouseki, uma pedra espiritual poderosa, deixando assim de ser humana, tornando-se uma inimiga poderosa. Entretanto, a maior parte dos episódios de “Ga Rei Zero” mostra o passado das protagonistas e só vemos Yomi como inimiga no começo e no fim do anime.

“Ga-Rei-Zero” é repleto de cenas de lutas, com diversos tipos de armas, inclusive espadas e demônios, isso porque Yomi possui uma besta controlada por sua espada e aprecem vários espíritos malignos durante o anime. 
 

Quem for ler o mangá vai perceber várias diferenças, por exemplo, o personagem principal é Kensuke Nimura, um rapaz que vê espíritos e ao ser perseguido por eles tromba com Kagura e a beija sem querer. No outro dia Kagura aparece como aluna transferida para sua escola e ele já interessado nela, passa a trabalhar para o governo. No entanto, no anime Kensuke aparece somente alguns segundo no episódio final.


 Apesar de saber o que acontece com Yomi logo no segundo episódio, os próximos que contam a história dela nos prendem, nos envolvem e nos enchem de expectativas para saber como ela se tornou o que se tornou. Além disso, a cada passo dado por Yomi e Kagura para estreitar a amizade e a cada movimento de Yomi em seu relacionamento com Noriyuki, meus sentimentos de pena por ela aumentavam. Tanto que em um determinado episódio (que precisei de lencinhos) me perguntei se estava realmente assistindo a um shounen!

              

 Enfim, “Ga Rei Zero” tem bastante ação e emoção e eu que, particularmente, não sou muito fã de animes do gênero, adorei!

               

Final: O anime tem um final até que conclusivo e apesar do que acontece com Yomi, é de certa forma feliz.  

Pers