Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



"Chihayafuru" é um shoujo do tipo "slice of life" e começa com a protagonista Chihaya tendo um flashback da sua infância, ao encontrar seu amigo Taichi. Assim, logo nos primeiros capítulos descobrimos como Chihaya começou a gostar do jogo Karuta (um jogo tradicional de cartas) e dos motivos de Taichi nunca ter gostado muito do amigo Arata. 

Chihaya é uma garota bastante animada que não possui um sonho próprio, apenas quer que sua irmã tenha sucesso como modelo, mas ao se encontrar com Arata, um rapaz tímido que sofre bullying na escola, ela fica encantada com suas habilidades em Karuta  e passa a gostar muito do jogo! No entanto, Taichi começa a morrer de ciúmes dessa amizade. 



O tempo passa e os três amigos se separam, mas Chihaya e Taichi voltam a estudar juntos na mesma escola e quando Chihaya finalmente muda de nível no Karuta, resolve entrar em contato com Arata, que a atende de maneira fria, dizendo que não joga mais. Isso porque Arata tem sérios motivos para ter desistido de seu sonho, mas Chihaya e Taichi não se dão por vencidos e resolvem abrir um clube da Karuta na escola e entrar para o torneio nacional. 

Os episódios de modo geral mostram os integrantes do clube, Nishida, Komano, Kana, Chihaya e Taichi participando de torneios e treinando na escola. Com o passar do tempo eles vão ficando mais fortes, ao mesmo tempo em que as competições vão ficando mais difíceis. Já Arata continua aparecendo no anime, uma vez que a Chihaya não desiste do rapaz. 



É terrível ver o pobre Taichi apaixonado por Chihaya, já que a garota só quer saber de Karuta e manter contato com o Arata, não percebendo os sentimentos do amigo. Senti tanta pena por ele e tanta antipatia pelo Arata! Igualmente perturbador é ver a personalidade egoísta da irmã de Chihaya, extremamente diferente dela. Entretanto, acho que “Chihayafuru” não é bem um anime sobre romance e sim sobre determinação, por isso é interessante ver os personagens em busca de seus sonhos, como isso afeta a vida deles e o grande valor da amizade. 



Apesar de ser um drama, o anime também possui pitadas de romance (com o triângulo Arata, Chihaya e Taichi) e cenas de alívio cômico com a personalidade maluquinha de Chihaya. Em suma, “Chihayafuru” me agradou bastante, pena que o final não teve muita conclusão, mas esperamos por uma segunda temporada.

Eu tinha decidido não colocar mais opening e ending no blog, já que toda hora o Youtube tira os vídeos do ar, mas no caso de "Chihayafuru” vale a pena. Porém, só achei a abertura do anime.

             



Final: Terminou mais ou menos da maneira que começou, além de pedir desesperadamente por uma segunda temporada! 

Pers
Esses dias eu fiz minha lista de aberturas preferidas, então, agora faço minha lista de encerramentos favoritos e confesso que muitas vezes eu gosto mais dos encerramentos do que das aberturas! 

10. Vampire Knight – Still doll - É um ending tão sombrio e dramático! A cara do anime! 

                     

9. Kaichou wa Maid Sama – Loop – Eu nem acho a música muito boa, mas eu gosto do segundo encerramento porque mostra um pouco da vida do Usui, algo que fica a desejar no anime.

                   

 8. Kare Kano - Yume no Nakae – Acho que eu gosto desse encerramento principalmente pelo fato de não ser uma animação, isso me pareceu na época bastante original. E é claro, eu gosto da música!

                  

7. Zoku Natsume Yuujinchou – Aishiteru – Eu sinceramente acho que a trilha sonora da série “Natsume” possui músicas muito parecidas umas com as outras, mas “Aishiteru” é bem diferente das demais e por isso, eu gostei bastante!

                 

6. Kimi ni Todoke – “Kimi ni Todoke” - O encerramento da segunda temporada não é melhor do que o da primeira, a meu ver, mas me emocionou também!

               

5. Kimi ni Todoke – Kataomoi – Vamos combinar que a voz da cantora Chara é extremamente fofa! Assim como tudo relacionado a Kimi ni Todoke! Lindo encerramento da primeira temporada, pena que não encontrei nenhum vídeo dele! Mas fiquem com a música....

               

4. Toshokan Sensou – Changes. O som da guitarra do ending desse anime é viciante! Sem contar que acho a banda Base Ball Bear ótima!

             

3. Fushigi Yuugi – Tokimeki na Doukasen - O encerramento em si não tem nada demais, mas confesso que gostava muito de escutar a voz da cantora e assim que comecei a ver o anime já sabia cantar toda a música!

           

2. Bakemonogatari – Kimi No Shiranai Monogatari – Este é um ending maravilhoso! Fiquei bastante surpresa por descobrir que Supercell é uma banda com 11 membros e que eles usavam vocaloid! Enfim, é um encerramento lindo, com uma música ótima que, aliás, nunca mais saiu da minha cabeça!

           

1. Nodame Cantabile – Konna ni Chikaku de..." - O ending é o primeiro da primeira temporada e nenhum outro conseguiu superar este! Só de ouvir o violino eu começo a me lembrar de todo o anime!

           

Por enquanto este é o meu top 10, mas à medida que assisto aos animes minhas preferências vão mudando, por isso, não se assustem se um dia eu fizer uma nova lista bem diferente dessa!

Pers


Kodaka é um garoto que após ser transferido de escola não consegue arrumar nenhum amigo, já que por conta de um mal entendido, em seu primeiro dia de aula, todos acham que ele é uma espécie de bad boy, um yankee! No entanto, tudo muda quando um dia Kodoka vê Yozora falando sozinha com sua amiga imaginária e depois de conversar com o rapaz sobre a dificuldade de se conseguir amigos, a garota resolve montar um clube, “O clube da Aproximação”, na tentativa de ajudar as pessoas a fazerem amizades. 


Aos poucos o clube vai ganhando novos integrantes, quase todos do sexo feminino, sendo então o anime do tipo harém, o que mais me irrita! Entretanto, a comédia é boa e por isso assisti até o final! A primeira integrante do clube que aparece é Sena, uma garota loira, peituda e super popular, mas não possui amigos de verdade. Claro que Sena e Yozora não se dão nada bem, mas é divertido vê-las brigando porque as falas de Yozora são bem ácidas, sem papas na língua. Logo em seguida temos Yukimura, que mais parece uma menina, mas é um rapaz que quer se tornar um homem igual a Kodaka, pois ele acredita que o rapaz é mesmo um delinquente. No final das contas, Yozora faz o pobre do Yukimura se vestir de empregada para servi-la. Alguns episódios depois conhecemos a pervertida Rika, uma menina super inteligente com dificuldade de arrumar amigos, mas é super pervertida, assediando sempre que pode Kodoka. Além dos integrantes do grupo, Maria, uma garotinha de 10 anos é a orientadora do clube e Kobato é a irmã de Kodoka; ambas lutam pela atenção do rapaz para ser a irmã ideal dele. 

O clube não tem muitas atividades, apenas jogam vídeo games, às vezes até do tipo erótico, já que Sena é viciada neles. Eles também tentam parecer normais e vão ao karaokê, à praia, etc. No entanto, todos permanecem com dificuldades em conseguir um amigo de verdade. 



De todos os personagens, Yozora é minha preferida por ter uma personalidade bastante egocêntrica. A menina também guarda um grande segredo que envolve Kodoka, mas confesso que esperava mais do final do anime, quando o segredo foi revelado. 

Enfim, “Boku wa Tomodachi ga Sukunai” é um anime de comédia bem tranquilo, sem grandes novidades, mostrando muitos peitos e bundas, mas me divertiu em seus 12 episódios. 

                 

Final: Esperava mais e é um tanto aberto no quesito relacionamento. 

Pers


Kazuya Kujo está estudando na Academia Santa Margarida, lugar onde as lendas urbanas e histórias de terror são assuntos bem comuns. Lá, Kujo conhece Victorique, uma garota misteriosa que nunca frequenta as aulas, passando todo o tempo na biblioteca lendo livros e resolvendo mistérios que os detetives não conseguem resolver. 



O enredo do anime, que se passa em 1924, em um país fictício, Saubure, se concentra a princípio em Kujo e Victorique resolvendo casos misteriosos. Kujo é filho de um militar japonês bastante rigoroso e vive nas sombras dos feitos de seus irmãos. Como ele chega à escola na primavera, acaba ganhando o apelido de “Cefeitador negro”, já que na Academia Santa Margarida existe a lenda que diz que quem chega na primavera traz a morte com ele. No entanto, o rapaz é bem diferente do resto da sua família, sendo bastante gentil e se preocupando bastante com Victorique, por isso, não é à toa que a garota acaba se envolvendo com ele. 


“Gosick” é um shoujo que envolve mistérios e ao longo dos 24 episódios acompanhamos Victorique desvendando vários casos e às vezes se envolvendo neles, ficando em perigo. O anime também se foca bastante no passado de Victorique, do tanto que sofreu por estar sempre isolada dos demais, sua importância em questões políticas do país e por causa disso, os últimos episódios do anime são bastante dramáticos. Além disso, vale destacar, além dos protagonistas, outros personagens do anime, como por exemplo, o detetive irmão de Victorique, Grevil, que leva toda a fama dos casos resolvidos por ela, o que irrita profundamente Kujo. Avril, uma garota que acaba se tornando amiga de Kujo, pois claro, sempre tem que existir uma rival, e a professora maluquinha que sempre ajuda Victorique. 

                  

Apesar dos culpados serem um tanto óbvios e eu adivinhar quem eram antes de Victorique dizer, eu nunca conseguia explicar nada, muito mesmo da maneira tão lógica que ela usa! De qualquer forma, achei “Gosick” bastante interessante, às vezes me fez rir e outras vezes me deixou apreensiva por conta dos mistérios e suspense, por isso, acredito que o anime pode agradar a todos de modo geral! 

               O anime teve dois encerramentos, mas eu prefiro o segundo
                

Final: Pode arrancar algumas lágrimas, mas é feliz. 

Pers
A resenha abaixo é da minha querida amiga Jaci do blog "Uma Pandora e sua Caixa".

Pers

A escadaria, a desastrada, o guarda-chuva e o anime: sobre Another!


Bem, acho que todo mundo que me conhece um pouco sabe que eu moro nas áreas elevadas de Recife, eu brinco que sou uma highlander e não, não é uma referencia ao filme e sim ao sentido da palavra. Eu li em algum lugar que highlander: 

"ao pé da letra significa morador das terras altas, ou que vive ou provem das terras altas, é pq na Escócia a região de montanha é conhecida como hilands, ou terras altas."


Para quem mora na parte alta de Recife as escadarias são uma realidade constante, elas formam um labirinto que assusta e acolhe; o quintal de casa é o lugar de socializar, brincar e se você for um desastre em forma de gente como eu, é também o lugar de quedas assim perfeitas.

Uma das minhas quedas mais fabulosas envolveu justamente um guarda-chuva, eu simplesmente rolei por cima de um guarda-chuva escadaria abaixo e pasmem: "quem saiu quebrado foi o guarda-chuva e não eu!" 

Foi justamente pela memória dessa fabulosa queda que eu acabei assistindo "Another". O Euller do Our Otaku Life comentou que em um dos episódios umas das personagens caia de uma escada com um guarda-chuva e eu fiquei mega curiosa por ver em qual lugar essa queda daria.





"Another" é um anime de 12 episódios que conta a misteriosa história de uma turma da 3ª classe do 9º ano de uma escola japonesa. Trata-se de um suspense cheio de ação, uma dose de terror psicológico, algumas cenas de deixar você sem ar e um conjunto de personagens extremamente cativantes.

Como trata-se de um suspense falar sobre o anime se torna extremamente difícil, mas posso dizer que a turma da 3ª classe do 9º ano tem uma peculiar relação com a morte. Há anos atrás o estudante mais carismático da turma morreu antes da formatura e o trauma foi tão grande que os alunos e professores se recusaram a aceitar e mesmo após a morte dessa criança continuaram a agir como se ele estivesse ali, de forma que até mesmo na hora de tirar a foto da formatura havia uma cadeira para ele e quando a foto foi revelada advinha quem apareceu na foto?!? Pois é, a criança morta apareceu na foto e essa experiência com a morte afetou de forma definitiva todos os estudantes que viriam a frequentar essa sala.



Através do anime nós nos encontramos com essa turma quando Sakakibara Kouichi se muda de Tokyo para Yomiyama, a cidade na qual se situa a escola, e é transferido para a escola Yomiyama e cai justamente classe 3! Com ele nós vamos conhecendo os outros alunos, os professores, os caminhos e descaminhos de cada personagem dessa história e seu desenlace.




Com ele nós também conhecemos Misaki Mei, uma das personagens mais cativantes que já conheci através de animes e vivemos as emoções de uma história completa. Porque sim, "Another" é uma história completa, redonda. Em 12 episódios a narrativa da conta de tudo o que se propõe sem tirar nem por, tanto que ao terminar de ver tudo vale a pena voltar ao primeiro episódio e dizer: "Uau! Estava tudo aqui e eu não vi!". 

Eu amei tudo em "Another", até a trilha sonora. Ah, sobre a escadaria e o guarda-chuva, se você assistir até o episódio 5 você vai descobrir porque depois de assistir "Another" eu comecei a preferir andar na chuva.


Jacilene



Depois de assistir ao final de “Zero no Tsukaima”, parti quase que imediatamente para a terceira e última temporada de “Shakugan no Shana”. Puxa, agora que esses dois animes acabaram ficarei sem as tsunderes de Rie Kugimiya fazendo par com Satoshi Hino, acho que eles fazem um casal tão legal! 

Enfim, “Shakugan no Shana” tem um enredo não muito complicado, mas possui denominações difíceis, até mesmo eu que acompanhei as duas primeiras temporadas às vezes me sinto perdida. No entanto, nada disso atrapalha a trama, que nesta última temporada esteve um pouco mais lenta que o normal. 



O anime começa com Shana e Yuji lutando, ninguém sabe o que aconteceu, pois logo em seguida voltamos ao ponto em que a segunda temporada havia acabado, entre a escolha de Yuji: Shana ou Kazumi, mas Yuji some da cidade naquele mesmo dia, como se sua existência finalmente tivesse acabado. Porém, Shana e os amigos de Yuji ainda se lembram dele, o que mostra que o rapaz não deixou realmente de existir. O que de fato é verdade, já que logo no primeiro episódio vemos Yuji se tornar líder do Bal Masqué, unindo-se ao Deus da Criação para criar Xanadu, uma espécie de paraíso, só que para os inimigos. 



Gostei de o Yuji ter conseguido ficar mais forte e também gostei do final, só acho que merecíamos um pouquinho mais do “depois do final feliz”, mas nem tudo é perfeito, principalmente no mundo dos animes. Também gostei da Margery ter suas respostas finalmente esclarecidas, dela ter se acertado com Satou (uma das cenas mais lindas da temporada) e do triangulo Shana, Kazumi e Yuji ter chegado ao final. Entretanto, quando comecei a assistir a última temporada pensei que a Shana e o Yuji começariam juntos, mas não foi isso que aconteceu e as complicações no meio do anime, com o Yuji sendo o vilão, fez com que a parte do “romance” ficasse a desejar. 

                    Essa temporada teve mais de um op e end, mas fico com o primeiro de cada.
               

De modo geral “Shakugan no Shana” é um anime de ação, com muitas lutas, mas também mostra o relacionamento de Shana com Yuji e seus amigos. Shana era fria, quase como um robô, sem sentimentos e indiferente ao mundo, mas Yuji a fez mudar, fez com que ela tivesse amigos, passasse a trabalhar em grupo e lutar pela vida de alguém. Shana evoluiu nas três temporadas do anime e nada mais do que justo ela ter um final feliz! Apesar dos pesares da última temporada, “Shakugan no Shana” deixará saudades. 

                
Final: Feliz 


Pers

Essa foi uma indicação do blog Angel Girls, resenha da Onigiri-chan e assim que li fiquei morrendo de vontade de assistir ao anime.

Em “Otome Youkai Zakuro” humanos e youkai vivem juntos e aparentemente em harmonia. Porém, a harmonia começa a querer se romper quando os humanos mudam o calendário, passando a usar o ocidental, conhecido como calendário gregoriano. Como os youkais não gostam nada da ideia, os militares instauram o “Ministério de Assuntos Espirituais”, com a união entre os militares e espíritos. O problema é que as mulheres youkais, principalmente Zakuro, não gostam muito da ideia de ter que trabalhar com humanos.


Desde o primeiro episódio fica evidente que haverá um certo romance entre os militares e as meninas youkais, por conta disso, o enredo se desenvolve mostrando a convivência deles. Zakuro é a personagem principal, juntamente com Kei Agemaki e obviamente pelo fato dela ser meio humana e meio youkai, acaba não aceitando muito bem ter Agemaki como parceiro, principalmente depois de saber que ele tem medo de espíritos. Zakuro acredita que eles não devem ceder tão facilmente às mudanças do ocidente e que deveriam manter suas tradições. Já Agemaki é um lorde, bastante dócil, mas isso porque ele faz de tudo para não ter que enfrentar um youkai! Acaba se dando melhor com Zakuro por conta de sua aparência humana, mas se pressiona bastante para poder conviver com os espíritos.



Eu diria que o casal protagonista é ótimo, mas o anime tem outros personagens também interessantes, como Susukihotaru e seu par Riken, Ganryu e as gêmeas Bonbori e Hozuki. Além desses, outros personagens aparecem como o tenente Hanadate, que encanta Zakuro com sua maneira gentil, irritando Agemaki. A cada episódio vemos o grupo de Assuntos Espirituais trabalhando para manter a ordem entre humanos e youkais, tentando a todo custo fazer com que as novas inovações do mundo não desrespeitem os espíritos, que estão sendo tratados como animais selvagens, sem voz, sem lar e sem poder diante da nova sociedade.


“Otome Youkai Zakuro” é um anime curto, com 13 episódios, mas bastante leve, romântico e divertido. O casal Susukihotaru e Riken são responsáveis pelas cenas mais românticas e a timidez deles fazem com que se tornem um casal lindo. No entanto, o enredo que envolve Zakuro e Agemaki é mais interessante, uma vez que Zakuro tem uma personalidade difícil e seu passado é bem misterioso, o que nos faz querer ver até o final do anime para entender a história. Enfim, super recomendo “Otome Youkai Zakuro” para aqueles que gostam de um shoujo com sobrenatural.


Final: Feliz


Pers


Como eu demorei para ver esse anime! Comecei e parei várias vezes, até que finalmente terminei!

“Karin” (2003) não é um anime ruim, já vi animes sobre vampiros piores, é só que eu não tenho muita paciência para história com ecchi, mesmo contendo romance. Além disso, “Karin” começa a ficar bom mesmo a partir da metade do anime, pois começa ter uma trama mais estável e profunda, o que justifica minhas idas e vindas. 


Karin é a filha do meio de um casal de vampiros que suga discretamente sangue humano. Porém, ela não é uma vampira comum, ao invés de sugar ela produz sangue, principalmente se vê alguém infeliz. Dessa forma, Karin precisa se livrar do excesso de sangue, transferindo-o para suas vítimas e dando a ela uma sensação de extrema felicidade. Usui, por quem Karin acaba se apaixonando, é seu colega de sala e acaba descobrindo seu segredo e passa a ajudar a sua amiga.


Karin sempre leva comida para Usui, que é um rapaz extremamente pobre, mas bastante gentil com ela, que vive com sua mãe, uma mulher que está sempre infeliz ou cansada, devido ao fato de nunca conseguir permanecer em um emprego. Além dos protagonistas, temos a hilária família de Karin, seu pai ciumento, que morde aqueles que são arrogantes, sua irmã caçula que fala pouco, mas sempre a ajuda, sua mãe que gosta de morder homens bêbados e mentirosos e, por fim, seu irmão mulherengo que gosta de morder mulheres cansadas e estressadas. Depois de um tempo aparece Winner Sinclair, um caçador de vampiros que ironicamente se apaixona por Karin, sem saber que ela é uma vampira. Winner é um personagem cômico e morre de ciúmes de Usui.

               

“Karin” é um anime engraçado e até divertido, só que com menos romance do que eu esperava, já que a relação de Karin e Usui fica estagnada durante um tempo, tendo mais ênfase no final. No entanto, apesar do anime ser bem morno e não ser super marcante, alguns mistérios e a histórias de alguns personagens secundários, como Elda, a avó de Karin, são bastante interessantes e até prendem nossa atenção. Quem gosta de animes de comédia com pitadas de romance talvez se interesse por “Karin”, só vale ressaltar que a parte do “sobrenatural” fica a desejar, dando lugar a situações de comédia.

                 

Final: Feliz

Pers
Eu sempre vejo os blogs fazendo suas listas de abertura e encerramento, então, decidi também fazer a minha! Antes que alguém diga que tal abertura é melhor que outra, já adianto que este post mostra apenas as minhas preferidas, que nem sempre (ou quase sempre) são aberturas realmente boas, mas que eu gosto mesmo assim!

10-XXX Holic - Eu gosto da música e acho que a abertura combina perfeitamente com o clima misterioso e sombrio do anime. 

               

9- Lovely Complex - Essa abertura é bem criativa! A segunda OP de “Lovely Complex” conta uma história bem engraçada, com heróis, vilões e com ritmo bem legal! 

                

8- Hana Yori Dango - Eu sei que o anime é super velho e por conta disso a música também, mas eu adoro essa abertura! Acho legal ver todos dançando, enquanto os personagens são apresentados! Além disso, tudo na abertura combina perfeitamente com a época em que o anime é passado! 

                 

7- Fushigi Yuugi - Mais uma anime velhinho! A Abertura de “Fushigi Yuugi” tem um tom místico igual ao anime!

                 

6- Durarara - Gosto do anime, gosto da música e gosto como os personagens são mostrados na segunda abertura!

               

5- Kuragehime -  A música nem é uma das minhas preferidas, mas se a abertura de “Kuragehime” não é a mais inteligente de todos os tempos, ela deve ser no mínimo umas das mais, além de ser engraçada e nerd!

                 

4- Yumeiro Pâtissière SP Professional - Muito fofas as fadinhas dançando no estilo pop! “Sweet Romance” é um pop para nenhum ocidental colocar defeito!
 
              

3- Shakugan no Shana Second - Abertura fantástica! Essa é a primeira OP da temporada e nenhuma outra superou “Joint”!

                 

2 - Hanasakeru Seishounen -  O anime tem duas OPs com a mesma música, mas eu diria que a primeira é fraca e a segunda é comum. No entanto, entra na minha lista sendo uma das minhas favoritas por causa da música “Change” de J-Min. PS: não achei nenhum vídeo com a abertura do anime, por isso coloquei o clipe da música.

              

1-Toradora! - Não consigo ficar sem mexer os pés aos ver a primeira abertura de “Toradora!”. A segunda OP também é legal, mas a primeira mostra todo o espírito da Taiga! “Toradora!” é de 2008 e até hoje não encontrei um anime que mostrasse tão bem a combinação perfeita de seus personagens com sua abertura!

                           

Pers


Ririchiyo Shirakiin é uma garota semi-humana, pois é uma descente de um youkai e se muda para a mansão Ayakashi, para ter paz e sossego, já que como ela é de uma família rica e poderosa, nunca conseguiu ter amigos de verdade. Por isso, Ririchiyo tem uma personalidade tsundere, mas que na verdade é apenas uma fachada, uma forma de repreender seus próprios sentimentos. Logo após sua entrada na mansão, Ririchiyo é recepcionada por Soushi Miketsukami, um demônio de 12 caldas que diz querer ser seu servo. Obviamente, Ririchiyo rejeita a oferta, mas Miketsukami não se dá por vencido e passa a trabalhar no serviço secreto (SS), da Mansão Ayakashi, como seu guarda pessoal.


Cada morador tem um guarda, Renshou Sorinozuka, que se considera um irmão de Ririchiyo (embora ela negue), tem Nobara Yukinokouji como guarda. Yukinokouji é lésbica, usa óculos e tem com poder o gelo. Karuta Roromiya é uma garota comilona e sua forma como demônio dá medo, ao contrário de Renshou, que mais parece um papel voador. Já Ririchiyo tem uma forma demoníaca diferente, possui chifres e passa a usar uma espada. O anime também tem outros personagens como Banri Watanuki, que tem como forma demoníaca um guaxinim e Zange Natsume, seu guarda do serviço secreto. Natsume pode ver tudo, o passado e o futuro e possui uma personalidade bem divertida. Além desses moradores, temos Kagerou Shoukiin, amigo de infância de Natsume e Miketsukami, que possui uma personalidade pervertida, já que o mundo para ele se divide entre sádicos e masoquistas! Eu diria que Kagerou é o personagem mais bizarro da série, mas é um dos mais importantes, por guardar um grande segredo de Miketsukami.


Falando de Miketsukami, o rapaz de tanto insistir acaba se tornando mais próximo de Ririchiyo, tanto que ela começa a gostar dele. Bom, sinceramente, quem não iria gostar de ter um homem daqueles como seu servo fiel! Se bem que, meu Deus, ele é meloso demais até pra mim, que adoro um romance!

A cada episódio somos apresentados a um personagem diferente e assim temos um encerramento também diferente, focado no personagem apresentado. Aliás, “Inu x Boku SS” é um daqueles animes que mostra um pouco mais do episódio ao final do encerramento, por isso, é importante ver até o final!

           
É difícil explicar sobre do que se trata o anime, pois o enredo não mostra muitas ações, sendo que tudo gira em torno do relacionamento de Ririchiyo e Miketsukami, apesar de mostrar a historia dos personagens secundários, como, por exemplo, o relacionamento de Watanuki e Karuta e alguns mistérios sobre o passado de Miketsukami rondar o anime. Por conta disso, “Inu x Boku SS” acaba sendo um anime super leve, sem grandes surpresas, mas bastante engraçado e simpático, pois não tem como não se apaixonar pela lealdade de Miketsukami e se compadecer de sua solidão.

                

Final: Feliz e conclusivo, mas ainda assim eu adoraria que tivesse uma segunda temporada! 

Pers


“Durarara” é um anime que mostra as histórias de vários personagens na cidade de Ikebukuro. Um dos protagonistas do anime é Mikado Ryugamine, que se muda para Tóquio por conta do incentivo de seu amigo Masaomi. No entanto, nem todas as histórias estão centradas em Mikado, na verdade, a cada episódio um personagem narra os acontecimentos e com isso vamos descobrindo que Ikebukuro não é um lugar muito normal. Mais do que perigosa, Ikebukuro habita seres estranhos como o “motoqueiro negro”, Celty Sturluson, que não tem cabeça e nem coração, mas possui uma força anormal, manipula as sombras e tem uma moto que relincha! A cidade também tem um homem violento vestido de barman, Shizuo (meu personagem preferido), além de Izaya Orihara que é um informante perigoso (personagem mais detestável), uma misteriosa gangue chamada "Dollars" e um estranho retalhador.


 A cada episódio conhecemos um pouco dos personagens excêntricos do anime como Shinra Kishitani, que vive com o “motoqueiro negro”, na verdade motoqueira e que a ama do modo como ela é, ou seja, sem cabeça. Aliás, Celty não tem cabeça, mas enxerga perfeitamente, não tem coração, mas ama Shinra, agora como tudo isso é possível eu não sei, só sei que é assim. Também conhecemos Masaomi, melhor amigo de Mikado, que se declara para qualquer garota, inclusive para Sonohara, por quem Mikado gosta. Sonohara é amiga de Harima Mika, uma perseguidora, que se apaixonou por Seiji Yagiri. Seiji tem uma irmã que possui um enorme complexo de irmão, é farmacêutica e usa humanos para seus experimentos. Além desses personagens, temos Erika Karisawa, Walker Yumasaki amigos de Kyohei Kadota, todos membros da gangue Dollars e Simon, um estranho homem que trabalha no Russia Sushi.


 Em “Durarara” tudo está interligado em uma grande rede de personagens enigmáticos, já que neste anime ninguém é normal, a começar por Shizuo e sua força enorme e incontrolável. Como é que alguém que não gosta de violência pode ser tão violento? Shizuo era colega de escola de Kishitani e Izaya, mas sempre detestou o informante e para piorar a situação, Izaya é uma das poucas pessoas do mundo que conseguem fugir dele! É impossível dizer que existe algum personagem simples, mas acho que Izaya é um dos mais complexos. O informante diz que gosta dos humanos, adora testá-los e aparentemente sabe de tudo e de todos, é bastante irônico, arrogante e difícil de descrevê-lo, sendo, sem dúvida, o grande vilão de “Durarara”. No entanto, o anime me surpreendeu com as personalidades de Mikado, Sonohara e Masaomi, pois o trio de amigos guarda secretos reveladores! Além disso, se Izaya é o vilão, Celty é a mocinha e mesmo sem cabeça ela é encantadora!


Não tem como se entediar assistindo aos 24 episódios de “Durarara” (e mais dois especiais), pois a cada episódio temos uma história diferente e certos avanços nas histórias principais. Ikebukuro é um lugar sombrio, cheio de mistérios, mas, por isso, extremamente interessante. Ninguém é o que parece ser e as revelações de alguns personagens me deixaram perplexa, por isso, “Durarara” é altamente recomendável para quem gosta de animes de ação, mas com pitadas de romance e mistérios sobrenaturais.

                     O anime tem duas aberturas, mas eu prefiro a segunda.

               

PS: Um dos especiais se passa entre o episódio 12 e 13, mas o outro seria uma espécie de episódio 25, que mostra um pouco da família de Izaya e é bastante engraçado, pois é feriado em Ikebukuro e eles tentam aproveitar o dia como pessoas normais, mas nada nessa cidade é normal!

                Assim como a abertura, o anime possui dois encerramentos, mas neste caso eu prefiro o primeiro.
                 

Final: Todos os mistérios foram desvendados, mas faltou ser um pouco mais conclusivo para alguns personagens, como por exemplo, para Celty. 


Pers


Depois de tanto esperar finalmente pude assistir a quarta temporada de "Zero no Tsukaima". Eu sempre gostei desse anime, pois envolve magia, fantasia, aventura, humor e claro, romance. Infelizmente a terceira temporada esteve repleta de ecchi, mas ainda assim aguardei ansiosamente pela quarta e última tempoarada.

Dessa vez Louise, Saito e Tiffania vão até Romalia a pedido da princesa Henrietta. Lá descobrem que Tiffania e o papa Vittorio também possuem a magia do vácuo e têm poderes especiais, assim como Joseph, o homem que causou a desgraça da família de Tabitha (ver terceira temporada) e Louise. No entanto, o papa acha que pode convencê-lo a se unir a eles, algo pouco provável.

A quarta temporada veio para tentar acertar algumas arestas, dar um final digno a série e de fato o final foi dado, ao menos é o que parece. O problema é que terminou de um jeito que quem que é fã de "Zero no Tsukaima" (ZNT) ficou, com toda certeza, com água na boca, querendo saber o que acontece com eles depois do “final feliz”.


"ZNT F", se comprado a terceira temporada é infinitamente melhor, ainda que o ecchi esteja presente na série, ela é muito mais romântica e repleta de beijos! Louise continua ciumenta e explodindo tudo quando está com ciúmes de Saito e este tem um fã clube cada vez maior, para o desespero da moça. Sem contar que nesta temporada, Henrietta continua tentando conquistar o Saito e este se torna familiar de outra pessoa!

É incrível como Rie Kugimiya consegue ser tão boa fazendo a voz de Louise, alterando momentos meigos e fortes e ser bem diferente quando faz a Shana (de "Shakugan no Shana"). Bom, foi por causa de "ZNT "que virei fã de Kugimiya e ela não nos decepciona nesta temporada!

Comecei a assistir "ZNT" porque achei interessante uma protagonista tratar como seu cachorrinho um garoto de outro mundo e aos poucos fui me divertindo com a personalidade tsundere de Louise. "ZNT" é um anime perfeito para quem gosta de comédias românticas com ação e magia, como eu, mas a série ao longo do tempo foi mostrando algumas falhas ou equívocos, como aumentar o ecchi na terceira temporada. No entanto, ao longo do anime podemos ver o desenvolvimento dos personagens, Saito era diferente quando chegou naquele mundo de magia e ao final já era outro personagem. O mesmo para Louise, que apesar de não aparentar, amadureceu bastante ao longo das temporadas. 
 

Alguns personagens se tornaram mais irritantes que os outros como a Tabitha. Eu adorava o jeito indiferente dela na primeira temporada, mas odiei quando ela entrou para o fã clube do Saito. Já a Siesta me pareceu menos chata nesta temporada, Kirche bem mais amiga de Louise e a Tiffania eu nunca consegui engolir, odeio personagens com peitões e inocentes! Sempre achei que faltou um verdadeiro rival para o Saito, para testar seu amor por Louise, mas o final foi tão fofo que não deixa dúvidas sobre os sentimentos dele.

           

Enfim, “Zero no Tsukaima” vai deixar saudades, tanto que senti uma onda de nostalgia ao escutar “First Kiss”, tema da primeira temporada no último episódio, mas fiquei feliz que eles deram um final super digno para esse anime!

             

Final: Mais do que feliz! 

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Shugo Chara é mais um anime shoujo em que a protagonista tem poderes, ou seja, um tipo de mahou shoujo. Para falar bem a verdade, nunca me interessei por esse anime e por vezes acho que já passei da idade para ver animes desse gênero, mas depois de escutar tantas meninas falando sobre ele, resolvi assistir e de certa forma foi também uma maneira de matar a nostalgia, afinal, quando adolescente gostava muito de animes desse gênero. 

Hinamori Amu é uma garota aparentemente normal, mas que gostaria de ser mais honesta consigo mesma, principalmente em suas atitudes no colégio. Por querer muito ser mais honesta com seus sentimentos surgem três ovos bastante misteriosos, sendo que cada um possui uma personalidade diferente. Na verdade, dos Ovos nascem Guardiães Charas, seres que habitam o coração de cada pessoa e que são o "verdadeiro-eu" de seus donos. A princípio Amu possui três Charas: Ran, que possui uma personalidade esportiva, honesta e amorosa; Miki, que possui habilidades artísticas, sendo bastante calma e por último Su, desastrada e inocente, mas que possui habilidades culinárias e domésticas. 



Toda vez que cada Chara entra no corpo de Amu, sua personalidade muda. Entretanto, apesar de toda criança possuir um Ovo, quando ela está deprimida, solitária e com outros sentimentos negativos, seu ovo se transforma em Ovo X. Quando isso acontece, Amu se transforma junto com seu Chara e salva o Ovo da criança, claro, com direito a uniformes e tudo! 


Além de Amu, o Comitê dos Guardiões também possuem seus Charas, sendo que o grupo é formado por quatro alunos, cada um representando uma carta do baralho: Yaya (Ás), Nadeshiko (Rainha), Kuukai (Valete) e Tadase (Rei). Amu acha que Tadase é como um principie e é apaixonada pelo rapaz. Porém, apesar de ser rejeitada logo no primeiro capítulo, o relacionamento dos dois vai mudando ao longo do anime e descobrimos que Tadase, apesar de parecer meigo, possui uma personalidade oculta bem diferente. O sonho do “príncipe” da Amu (e objetivo de todos os guardiões) é encontrar o Ovo embrião, capaz de realizar qualquer desejo. Nadeshiko também possui uma verdadeira personalidade diferente do que apresenta, além de ter um segredo revelado no meio do anime que me deixou de boca aberta. No entanto, na metade do anime novos Guardiões aparecem com novos segredos a serem revelados! 



Shugo Chara nos envolve pelos mistérios apresentados, mas gostei também do romance ingênuo, do triângulo Tadase, Amu e Ikuto, que se arrasta pelas três temporadas e isso é muito se contarmos que as duas primeiras têm 51 episódios! Em breve farei a resenha das outras, mas é preciso dizer que “Shugo Chara” é realmente um anime shoujo que envolve magia, fantasia e aventuras, por isso, se você não gosta ou não tem paciência para esse tipo de enredo é muito provável que não goste do anime. No entanto, se você não se incomoda com histórias inocentes, sem muita carga dramática, como eu, e tiver paciência para assistir aos 51 episódios do anime, é bem provável que depois dos primeiros episódios você se encante com “Shugo Chara”. 


Final: Não tem exatamente um final, já que o anime continua na segunda temporada.

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Não se deve julgar um anime pelo seu final! Eu (e minha curiosidade mórbida) assisti ao final do anime antes de vê-lo, tamanha foi minha ânsia para saber o final e também porque na época estava decepcionada com alguns finais de animes. Por isso, deixei “Romeo x Juliet” de escanteio por um bom tempo. Porém, resolvi assisti-lo, mesmo achando que o final não me agradava e também porque como eu não havia visto o anime todo, eu poderia me surpreender com a história e foi justamente o que aconteceu.

“Romeo x Juliet” é um shoujo que conta a história de Julieta, uma moça que é a única sobrevivente de sua família, Capuleto. O tirano Laerte Montecchio, que governa a cidade Neo Verona, dizimou toda a família de Julieta para obter mais poder. Para salvar sua própria vida, nossa protagonista se veste de homem e vive como Odin, um revolucionário que ajuda os mais necessitados. No entanto, um dia, Julieta resolve ir a um baile e vestida de mulher se encontra e se apaixona por Romeo, sem saber que o rapaz é filho de Montecchio!


Ao completar 16 anos Julieta descobre o seu passado e os motivos pelos quais seus amigos a fazem se vestir de homem, mas agora Julieta e Romeo já estão apaixonados e terão que enfrentar muitas coisas para poderem ficar juntos. Para começar, além de estarem de lados opostos, Romeo está sendo obrigado a se casar com Rosalina, uma garota meiga e dócil, mas que nunca ocupou o coração de Romeo (e nem um lugar de verdadeiro destaque na historia). Além disso, Julieta é o Tufão Vermelho, o revolucionário que vai contra Montecchio. E falando no tirano, Laerte Montecchio é um vilão para ninguém colocar defeito!


O anime não é igual a obra de Shakespeare é apenas baseada nela, mas alguns personagens do original aparecem no anime, assim como o próprio William Shakespeare. Além do romance, do drama e das cenas de ação (quando há lutas com espadas), em Neo Verona também existe fantasia, pois os cavalos alados e a presença de uma árvore poderosa, Escalus, dá um toque de magia á história.

              

Eu estava enganada com o final de “Romeo x Juliet”, quando eu o assisti achei que talvez o anime não valesse a pena, mas vale. Quando terminei de vê-lo e rever o final, este já não me pareceu tão ruim como antes, ainda que eu ache que poderia ser melhor. No entanto, acredito que o fim se encaixou perfeitamente no anime que é de fato uma história de fantasia.

               

Final: Triste, feliz, depende do ponto de vista.

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“Ga Rei Zero” é um anime shounen baseado no mangá “Ga Rei”, com bastante ação envolvendo o sobrenatural.

Demorei três episódios para entender bem o enredo, isso porque alguns sites contavam a sinopse do mangá que é diferente do anime e a sinopse do anime mesmo demorou bastante para ser mostrada! No entanto, deu para entender bem que o anime mostra o surgimento da primeira inimiga que aparece no mangá: Yomi.

Yomi e Kagura são amigas quase irmãs e pertencem a famílias de exorcistas famosas, ainda que Yomi seja adotada. A mãe de Kagura morreu quando ela ainda era uma criança e como seu pai precisa selar o Ga-rei Byakuei (um tipo de espírito que ajuda exorcizar os espíritos ruins), Kagura acaba morando com a família de Yomi e se apega demais a garota. Acho que como Yomi foi adotada, ela acaba também adotando a Kagura, tornando-se uma mãe para ela. Yomi gosta tanto de Kagura que muitas vezes negligencia seu próprio noivo, Noriyuki Izuna. Porém, ainda que seja um noivado arranjado é visível que Yomi se esforça para que o casamento seja realizado e os dois apesar das brigas se gostam bastante.



Com o passar do tempo, Kagura começa a trabalhar para o governo, assim como Yomi sempre fez. Juntas, as duas acabam com os espíritos vingativos que tentam destruir os humanos. No entanto, infelizmente, Yomi é transformada em um espírito maligno, graças a uma sesshouseki, uma pedra espiritual poderosa, deixando assim de ser humana, tornando-se uma inimiga poderosa. Entretanto, a maior parte dos episódios de “Ga Rei Zero” mostra o passado das protagonistas e só vemos Yomi como inimiga no começo e no fim do anime.

“Ga-Rei-Zero” é repleto de cenas de lutas, com diversos tipos de armas, inclusive espadas e demônios, isso porque Yomi possui uma besta controlada por sua espada e aprecem vários espíritos malignos durante o anime. 
 

Quem for ler o mangá vai perceber várias diferenças, por exemplo, o personagem principal é Kensuke Nimura, um rapaz que vê espíritos e ao ser perseguido por eles tromba com Kagura e a beija sem querer. No outro dia Kagura aparece como aluna transferida para sua escola e ele já interessado nela, passa a trabalhar para o governo. No entanto, no anime Kensuke aparece somente alguns segundo no episódio final.


 Apesar de saber o que acontece com Yomi logo no segundo episódio, os próximos que contam a história dela nos prendem, nos envolvem e nos enchem de expectativas para saber como ela se tornou o que se tornou. Além disso, a cada passo dado por Yomi e Kagura para estreitar a amizade e a cada movimento de Yomi em seu relacionamento com Noriyuki, meus sentimentos de pena por ela aumentavam. Tanto que em um determinado episódio (que precisei de lencinhos) me perguntei se estava realmente assistindo a um shounen!

              

 Enfim, “Ga Rei Zero” tem bastante ação e emoção e eu que, particularmente, não sou muito fã de animes do gênero, adorei!

               

Final: O anime tem um final até que conclusivo e apesar do que acontece com Yomi, é de certa forma feliz.  

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"Natsume Yuujinchou-San" é a terceira temporada da série que mostra a vida de Natsume, neto de Reiko, uma mulher que podia, assim como Natsume, ver youkais. Com o habito de batalhar contra os espíritos, jogando Jokenpo, Reiko possuía os nomes dos derrotados e fazia deles o que bem queria. Cada nome era colocado em um livro que ao longo do tempo tornou-se poderoso.

Nesta nova temporada, Natsume continua liberando os youkais que possuem seus nomes marcados no Livro dos Amigos, além de continuar escondendo dos seus pais adotivos e da maioria dos amigos o fato de poder ver espíritos e de possuir dons fantásticos.

Nyanko-sensei continua sendo o alívio cômico da série e obviamente aparecem novos personagens e novos espíritos, mostrando que o folclore japonês é bastante amplo, assim como a imaginação da autora da série Yuki Midorikawa. 
Como uma romântica incorrigível e por achar que existem homens demais na série, às vezes sinto falta de uma parceira romântica para Natsume, que por vezes acho que pode ser Sasada, que desconfia fortemente de seus poderes ou Taki, que já sabe o segredo dele. Porém, nada disso é importante na serie e sim a relação de Natsume com os youkais,

Desde a segunda temporada fica evidente que Natsume continua de certa forma tendo os espíritos sob controle, só que ao contrário de sua avó que os mantinham por meio da força, Natsume consegue por meio do respeito. Alguns youkais sempre ajudam Natsume, não por medo dele, mas sim por amizade, respeito e admiração. Nesta temporada conhecemos um pouco mais do grupo de humanos que usa os youkais como servos e, para mim, foi o arco mais interessante. No entanto, a história mais linda foi a que conta quando Natsume encontrou seus atuais tutores. Simplesmente linda e sensível! 

 Não foi dessa vez, mas espero que Natsume ainda possa, quem sabe na próxima temporada, terminar de vez com a vida dupla que leva, sempre escondendo algo de alguém. Ao longo das três temporadas podemos ver que o personagem amadureceu bastante, já não é mais tão inseguro e nem tão tímido. Natsume aprendeu a confiar na nova família e nos amigos que fez, por isso, acho que talvez o melhor caminho seja não esconder mais quem ele é, principalmente da família.

Infelizmente, “Natsume Yuujinchou-San” não avança muito no desenvolvimento da história de modo geral e eu ainda continuo inquieta para saber mais sobre a Reiko, por isso, vou esperar ansiosamente para ver a quarta temporada!

Final: com continuação

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