Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Mesmo sendo super fã do Hayao Miyazaki eu percebi que ainda não tinha postado a resenha do filme “Laputa, O castelo no céu” por aqui! Erro que estou corrigindo agora, publicando meu texto que fiz no blg “Notas de rodapé”:

Depois que de “A viagem de Chihiro” e “O castelo animado” eu virei fã de carteirinha do diretor e roteirista Hayao Miyazaki e eisque procurando outros filmes dele encontrei “Laputa, O castelo no céu”. Acho que Miyazaki deve ter algum tipo de fixação por castelos, porque além desses ainda tem “O castelo de Cagliostro”. 

O filme é bem antigo, de 1986, e os traços não são tão bons quanto o de “A viagem de Chihiro”, mas descobri que o filme é um clássico de Hayao Miyazaki. Sinceramente, nem teria dado importância aos contos de fada da Disney se tivesse visto só os filmes de Miyazaki quando criança. 



Sheeta, a protagonista, possui um colar misterioso e por causa disso precisa fugir de piratas e até mesmo do exército, pois todos estão à procura de seu precioso tesouro. Porém, em sua tentativa de fugir de um avião, Sheeta cai em uma comunidade mineira e encontra Pazu, que a ajuda a fugir. Durante a aventura os dois descobrem algumas coisas em comum: ambos são órfãos e o colar de Sheeta nada mais é do que uma pedra chamada Levistone, que foi fabricada em Laputa, uma ilha que flutua no céu, justamente a ilha que o pai de Pazu procurava quando morreu. Dessa forma, além de fugir daqueles que querem a sua pedra, Sheeta e Pazu resolvem também procurar por Laputa.

O filme tem um pouco mais de 2 horas, mas você não sente o tempo passar, pois a história é repleta de ação e aventura, mas também possui um romance inocente entre as crianças, o que torna o filme muito fofo. Enfim, acho que Miyazaki é um dos poucos que consegue unir, ação, aventura e romance de modo muito delicado e ao mesmo tempo empolgante.

Enfim, recomendo “Laputa, o castelo no céu” para aqueles que querem apreciar uma boa história, com rei e rainha, mas bem diferentes de um conto infantil convencional. 


Pers


“O Castelo Animado” (2004) é uma adaptação do romance de fantasia da escritora britânica Diana Wynne Jones, tendo Hayao Miyazaki como roteirista e diretor. Aliás, essa tag do grupo do facebook acabou se tornando uma homenagem, já que Miyazaki anunciou sua aposentadoria recentemente. Agora o que será da minha vida sem seus filmes eu ainda não sei!

Antes de começar a falar do filme eu preciso fazer uma ressalva: eu ainda não li o livro, pois continua esgotado em todas as livrarias, por isso, não farei nenhuma comparação com o romance de Jones, mas eu tenho certeza que o livro deve ser magnífico e deve ter suas diferenças com o filme. No entanto, estarei aqui analisando a obra de Miyazaki unicamente.



Falando do filme, tudo começa com a chegada de um castelo muito estranho, na verdade nem se parece um castelo e sim uma bugiganga, na cidade de Sophie, uma moça bem simples que trabalha na chapelaria de seu falecido pai.

Com a chegada do castelo, que pertence a um poderoso feiticeiro, Howl, a cidade que já estava agitada por conta da guerra, fica eufórica. A única que não dá bola para isso é Sophie. Porém, ao caminhar pelas ruas, dois guardas tentam assediá-la e a protagonista é salva pelo temido feiticeiro. A partir disso, a vida da pobre Sophie muda completamente. Howl é perseguido por muita gente, todos os reis querem sua ajuda, uma feiticeira poderosa o quer como aliado e uma bruxa egoísta quer roubar seu coração. Por ciúmes e por pura maldade, a bruxa joga um feitiço logo no começo do filme em Sophie. Deste ponto em diante passamos a ver a bela protagonista transformada em uma senhora de idade bem avançada. Como se não bastasse a maldição, Sophie não pode contar a ninguém o que está acontecendo com ela.



Dessa forma, a protagonista abandona sua casa em busca de alguém que possa reverter o feitiço, caminhando pelas Terras Abandonadas e com a ajuda de um simpático espantalho, Sophie encontra o castelo animado de Howl. O castelo é movido por um simpático demônio do fogo, Calcifer, que tem uma relação profunda com o feiticeiro. Eles não vivem sozinhos, tem a companhia de um garotinho aprendiz, Markl. Sophie, apesar de ser uma senhorinha, mostra bastante energia, tornando-se faxineira do local e pouco a pouco se torna parte daquela pequena família maluca. A relação de Howl com ela é linda, pois Sophie continua sendo uma mulher incrível, apensar de sua aparência.

O enredo tem algumas reviravoltas na história, mostrando que nem todos que aparentemente são ruins são verdadeiramente os vilões. Aliás, se existe um vilão neste filme é a guerra! 

“O Castelo Animado” me parece um novo tipo de contos de fadas, mostrando redenção, perdão, a importância da liberdade e que ser velho pode ser apenas um detalhe. Lindo filme, com romance, fantasia e aventura, ótima fotografia; uma animação para adultos e crianças e não é em 3D! 




Eu não jogo mais vídeo games como antes, pra falar a verdade quase não jogo e nem sou fã de realidade virtual, mas falaram tanto de “Sword Art Online” (SAO) que eu resolvi conferir e gostei do que vi, até um determinado ponto. 

Em 2022 a humanidade conseguiu criar um ambiente completamente virtual e é neste ambiente chamado de “Sword Art Online”, que é na verdade um jogo, que 6 mil pessoas vivem atualmente tentando sobreviver. Milhões de pessoas foram aprisionadas nesse misterioso game, mas nem tudo por lá é realmente virtual, exemplo: a morte. Quando alguém morre no jogo, morre também na vida real. Os jogadores têm os cincos sentidos ativados e sentem tudo que se passa na realidade virtual, mas só poderão sai de lá se conseguirem chegar ao 100º andar da torre do jogo e derrotar o chefe final. 



O anime mostra a vida de Kirito como jogador, como ele se esforça pra sair de lá e junto com ele somos apresentados a Asuna, uma excelente heroína, diga-se de passagem, entre outros tantos personagens. Asuna e Kirito formam o casal de protagonistas da série, apesar do relacionamento deles não começar de imediato. 

No começo do anime eu fiquei com a impressão que Kirito tinha problemas para se relacionar, já que ele diz que se sentia mais vivo no jogo do que na vida real. Achei isso um pouco clichê, já que todo mundo tem essa ideia: nerds com problemas sociais gostam de vídeo games, RPG, mas depois gostei do fato de Kirito decidir sair do jogo, pois ele poderia passar a vida toda lá, mas o amor e amizade o fazem querer uma vida de verdade! Talvez a vida real seja assim mesmo, muitas pessoas só começam a querer viver quando acham que não podem mais! 



Eu diria que SAO é um excelente anime até o primeiro arco da história, do segundo arco pra frente é uma tristeza! Parece que trocaram de personagens no meio do caminho porque a Asuna vira objeto sexual e quase é estuprada, desaparecendo quase por completo a grande heroína do começo da série! E ainda tem a história da irmã do Kirito (que não é irmã, é prima) que é apaixonada por ele! Não sei o que aconteceu, só sei que SAO se tornou uma das minhas maiores frustrações, já que é um anime tão bom, tão original, com personagens tão cativantes, não deveria ter ficado ruim no meio do caminho! Não deveria! 

Enfim, se você for fisgado como eu fui, você pode ter estômago para ver até o final, mas com toda certeza poderá se decepcionar. 

Pers 



"Allison & Lilian” é um anime bem diferente por mostrar duas histórias em uma, já que se divide em duas partes: a primeira conta a história de Allison e Will e a segunda de Lillia e Treize. 

Na primeira fase temos a história dos primeiros protagonistas. Allison é uma jovem loira, espontânea e aventureira, que trabalha na aviação do seu reino, Roxche, que após muitos anos de guerra, está em trégua com outro reino, Sou Beil. Enquanto Allison sonha em pilotar um caça, Will é um jovem mais tranquilo, muito inteligente, com uma excelente memória, além de ser um bom atirador. Apesar de ser bastante calmo, Allison sempre o leva para alguma aventura.



Depois de algumas dessas aventuras envolvendo a guerra entre os reinos e o descobrimento da Princesa Fi, os dois protagonistas passam a morar juntos e Allison fica grávida. Porém, Will acaba se tornando um agente duplo, deixando Allison sozinha com a filha. Entretanto, Will não some por completo, volta como um novo nome, como se fosse outra pessoa e ele e Allison voltam a namorar. 

Na segunda parte do anime somos apresentados a Lillia, uma garota que se parece muito com a mãe, principalmente por ser sempre bastante enérgica. Nessa fase da história, 15 anos depois do nascimento de Lillia, ela e Treize, que na verdade é um príncipe, tornam-se protagonistas da história. 

O anime é completo no sentido de mostrar bem o desenvolvimento dos personagens, Allison muda quando se torna mãe, apesar de continuar bastante impulsiva e gostei muito de ver a passagem de tempo, mostrando bem a vida dos personagens. No entanto, as coisas sempre se resolvem de maneira muito rápida, sem muita complexidade.



Apesar de ter muitas aventuras e ação, o anime possui um toque de romance e é divertido ver Allison tentando conquistar Will na primeira fase, assim como é interessante ver o relacionamento de Treize e Lillia, que é uma garota bastante teimosa, principalmente em admitir seus sentimentos. 

De modo geral “Allison & Lillia” me agradou e por conta da falta de complexidade em alguns pontos o anime acaba sendo leve e agradável de assistir. 

                

Final: Feliz, mas poderia ter tido um final mais detalhado.

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Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

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Depois de assistir ao final de “Zero no Tsukaima”, parti quase que imediatamente para a terceira e última temporada de “Shakugan no Shana”. Puxa, agora que esses dois animes acabaram ficarei sem as tsunderes de Rie Kugimiya fazendo par com Satoshi Hino, acho que eles fazem um casal tão legal! 

Enfim, “Shakugan no Shana” tem um enredo não muito complicado, mas possui denominações difíceis, até mesmo eu que acompanhei as duas primeiras temporadas às vezes me sinto perdida. No entanto, nada disso atrapalha a trama, que nesta última temporada esteve um pouco mais lenta que o normal. 



O anime começa com Shana e Yuji lutando, ninguém sabe o que aconteceu, pois logo em seguida voltamos ao ponto em que a segunda temporada havia acabado, entre a escolha de Yuji: Shana ou Kazumi, mas Yuji some da cidade naquele mesmo dia, como se sua existência finalmente tivesse acabado. Porém, Shana e os amigos de Yuji ainda se lembram dele, o que mostra que o rapaz não deixou realmente de existir. O que de fato é verdade, já que logo no primeiro episódio vemos Yuji se tornar líder do Bal Masqué, unindo-se ao Deus da Criação para criar Xanadu, uma espécie de paraíso, só que para os inimigos. 



Gostei de o Yuji ter conseguido ficar mais forte e também gostei do final, só acho que merecíamos um pouquinho mais do “depois do final feliz”, mas nem tudo é perfeito, principalmente no mundo dos animes. Também gostei da Margery ter suas respostas finalmente esclarecidas, dela ter se acertado com Satou (uma das cenas mais lindas da temporada) e do triangulo Shana, Kazumi e Yuji ter chegado ao final. Entretanto, quando comecei a assistir a última temporada pensei que a Shana e o Yuji começariam juntos, mas não foi isso que aconteceu e as complicações no meio do anime, com o Yuji sendo o vilão, fez com que a parte do “romance” ficasse a desejar. 

                    Essa temporada teve mais de um op e end, mas fico com o primeiro de cada.
               

De modo geral “Shakugan no Shana” é um anime de ação, com muitas lutas, mas também mostra o relacionamento de Shana com Yuji e seus amigos. Shana era fria, quase como um robô, sem sentimentos e indiferente ao mundo, mas Yuji a fez mudar, fez com que ela tivesse amigos, passasse a trabalhar em grupo e lutar pela vida de alguém. Shana evoluiu nas três temporadas do anime e nada mais do que justo ela ter um final feliz! Apesar dos pesares da última temporada, “Shakugan no Shana” deixará saudades. 

                
Final: Feliz 


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Depois de tanto esperar finalmente pude assistir a quarta temporada de "Zero no Tsukaima". Eu sempre gostei desse anime, pois envolve magia, fantasia, aventura, humor e claro, romance. Infelizmente a terceira temporada esteve repleta de ecchi, mas ainda assim aguardei ansiosamente pela quarta e última tempoarada.

Dessa vez Louise, Saito e Tiffania vão até Romalia a pedido da princesa Henrietta. Lá descobrem que Tiffania e o papa Vittorio também possuem a magia do vácuo e têm poderes especiais, assim como Joseph, o homem que causou a desgraça da família de Tabitha (ver terceira temporada) e Louise. No entanto, o papa acha que pode convencê-lo a se unir a eles, algo pouco provável.

A quarta temporada veio para tentar acertar algumas arestas, dar um final digno a série e de fato o final foi dado, ao menos é o que parece. O problema é que terminou de um jeito que quem que é fã de "Zero no Tsukaima" (ZNT) ficou, com toda certeza, com água na boca, querendo saber o que acontece com eles depois do “final feliz”.


"ZNT F", se comprado a terceira temporada é infinitamente melhor, ainda que o ecchi esteja presente na série, ela é muito mais romântica e repleta de beijos! Louise continua ciumenta e explodindo tudo quando está com ciúmes de Saito e este tem um fã clube cada vez maior, para o desespero da moça. Sem contar que nesta temporada, Henrietta continua tentando conquistar o Saito e este se torna familiar de outra pessoa!

É incrível como Rie Kugimiya consegue ser tão boa fazendo a voz de Louise, alterando momentos meigos e fortes e ser bem diferente quando faz a Shana (de "Shakugan no Shana"). Bom, foi por causa de "ZNT "que virei fã de Kugimiya e ela não nos decepciona nesta temporada!

Comecei a assistir "ZNT" porque achei interessante uma protagonista tratar como seu cachorrinho um garoto de outro mundo e aos poucos fui me divertindo com a personalidade tsundere de Louise. "ZNT" é um anime perfeito para quem gosta de comédias românticas com ação e magia, como eu, mas a série ao longo do tempo foi mostrando algumas falhas ou equívocos, como aumentar o ecchi na terceira temporada. No entanto, ao longo do anime podemos ver o desenvolvimento dos personagens, Saito era diferente quando chegou naquele mundo de magia e ao final já era outro personagem. O mesmo para Louise, que apesar de não aparentar, amadureceu bastante ao longo das temporadas. 
 

Alguns personagens se tornaram mais irritantes que os outros como a Tabitha. Eu adorava o jeito indiferente dela na primeira temporada, mas odiei quando ela entrou para o fã clube do Saito. Já a Siesta me pareceu menos chata nesta temporada, Kirche bem mais amiga de Louise e a Tiffania eu nunca consegui engolir, odeio personagens com peitões e inocentes! Sempre achei que faltou um verdadeiro rival para o Saito, para testar seu amor por Louise, mas o final foi tão fofo que não deixa dúvidas sobre os sentimentos dele.

           

Enfim, “Zero no Tsukaima” vai deixar saudades, tanto que senti uma onda de nostalgia ao escutar “First Kiss”, tema da primeira temporada no último episódio, mas fiquei feliz que eles deram um final super digno para esse anime!

             

Final: Mais do que feliz! 

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Shugo Chara é mais um anime shoujo em que a protagonista tem poderes, ou seja, um tipo de mahou shoujo. Para falar bem a verdade, nunca me interessei por esse anime e por vezes acho que já passei da idade para ver animes desse gênero, mas depois de escutar tantas meninas falando sobre ele, resolvi assistir e de certa forma foi também uma maneira de matar a nostalgia, afinal, quando adolescente gostava muito de animes desse gênero. 

Hinamori Amu é uma garota aparentemente normal, mas que gostaria de ser mais honesta consigo mesma, principalmente em suas atitudes no colégio. Por querer muito ser mais honesta com seus sentimentos surgem três ovos bastante misteriosos, sendo que cada um possui uma personalidade diferente. Na verdade, dos Ovos nascem Guardiães Charas, seres que habitam o coração de cada pessoa e que são o "verdadeiro-eu" de seus donos. A princípio Amu possui três Charas: Ran, que possui uma personalidade esportiva, honesta e amorosa; Miki, que possui habilidades artísticas, sendo bastante calma e por último Su, desastrada e inocente, mas que possui habilidades culinárias e domésticas. 



Toda vez que cada Chara entra no corpo de Amu, sua personalidade muda. Entretanto, apesar de toda criança possuir um Ovo, quando ela está deprimida, solitária e com outros sentimentos negativos, seu ovo se transforma em Ovo X. Quando isso acontece, Amu se transforma junto com seu Chara e salva o Ovo da criança, claro, com direito a uniformes e tudo! 


Além de Amu, o Comitê dos Guardiões também possuem seus Charas, sendo que o grupo é formado por quatro alunos, cada um representando uma carta do baralho: Yaya (Ás), Nadeshiko (Rainha), Kuukai (Valete) e Tadase (Rei). Amu acha que Tadase é como um principie e é apaixonada pelo rapaz. Porém, apesar de ser rejeitada logo no primeiro capítulo, o relacionamento dos dois vai mudando ao longo do anime e descobrimos que Tadase, apesar de parecer meigo, possui uma personalidade oculta bem diferente. O sonho do “príncipe” da Amu (e objetivo de todos os guardiões) é encontrar o Ovo embrião, capaz de realizar qualquer desejo. Nadeshiko também possui uma verdadeira personalidade diferente do que apresenta, além de ter um segredo revelado no meio do anime que me deixou de boca aberta. No entanto, na metade do anime novos Guardiões aparecem com novos segredos a serem revelados! 



Shugo Chara nos envolve pelos mistérios apresentados, mas gostei também do romance ingênuo, do triângulo Tadase, Amu e Ikuto, que se arrasta pelas três temporadas e isso é muito se contarmos que as duas primeiras têm 51 episódios! Em breve farei a resenha das outras, mas é preciso dizer que “Shugo Chara” é realmente um anime shoujo que envolve magia, fantasia e aventuras, por isso, se você não gosta ou não tem paciência para esse tipo de enredo é muito provável que não goste do anime. No entanto, se você não se incomoda com histórias inocentes, sem muita carga dramática, como eu, e tiver paciência para assistir aos 51 episódios do anime, é bem provável que depois dos primeiros episódios você se encante com “Shugo Chara”. 


Final: Não tem exatamente um final, já que o anime continua na segunda temporada.

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Sakura Mikan tem 10 anos e é amiga de Imai Hotaru. Um dia, Hotaru é transferida para uma escola em Tóquio o que faz com que Mikan fique desesperada, mas Hotaru promete voltar, coisa que não acontece. Mikan, então, descobre que sua amiga está estudando na Academia Alice, uma escola para gênios e é lá os alunos não podem sair de maneira alguma, por isso Hotaru não pode visitá-la. Indignada, Mikan resolve fugir para encontrar sua amiga, mas ao tentar entrar na escola, Mikan é encontrada pelo professo Narumi que faz com que a garotinha seja admitida lá também. No entanto, a “Academia Alice” é destina aos alunos que possuem uma Alice, ou seja, alguma habilidade especial, poderes surpreendes ou não tão surpreendentes assim, e segundo Narumi, Mikan possui uma Alice poderosíssimo.

Cada aluno possui uma Alice, mas eu acho que a Alice do professor Narumi é um dos mais estranhos: ele tem a capacidade de atrair as pessoas com seus feromônios! Hotaru tem a Alice da invenção, o representante da sala pode criar ilusões, Natsume do fogo, Luca atrai os animais.



Mikan depois de descobrir qual é o seu poder passa a viver na Academia e é impedida de falar com seu avô, logo Mikan percebe que a vida na escola não é nada fácil, ainda mais se você tem colegas de sala que não te suportam! Mikan sofre tanto na escola que não tem como você não sentir pena dela, mas mesmo assim, a garota não desiste e continua tentando se dar bem na Academia, que não é um lugar tão bom quanto parece.



Somos apresentados a diversos personagens ao longo do anime e eu confesso que eu ri com a personalidade da Hotaru e do Natsume! Aliás, Natsume é um personagem bem enigmático, com um passado misterioso, mas depois entendemos o motivo do rapaz parecer odiar a Academia e todos a sua volta, com exceção de seu amigo Luca!

             

“Gakue Alice” pode ser um pouco infantil e até me lembra a ingenuidade de “Yumeiro Pâtissière”, mas eu gostei por ser divertido, cheio de aventuras, magia, mistérios e uma pitada de romance, é claro! Infelizmente, achei que o final ficou a desejar, principalmente em relação a resolução do principal problema apresentado. Se não tiver segunda temporada o jeito é ler o mangá!

             

Final: Feliz, mas com algumas coisas não resolvidas

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Eu adoro qualquer coisa que Hayao Miyazaki esteja envolvido e nunca me arrependo de ver seus filmes, mesmo os mais antigos!

“Sussurros do Coração” (“Mimi Wo Sumaseba”, 1995) conta a história de Shizuku, uma adolescente que gosta de pegar livros na biblioteca e descobre que existe um garoto, Amasawa Seiji, que já leu os mesmo livros que ela, só que antes dela, o que faz com que Shizuku se interesse pelo rapaz.

O filme começa durante as férias de Shizuku, em que ela encontra sua melhor amiga para lhe mostra os versos de “Country Road”, mas acaba também encontrando um rapaz que a provoca por conta do poema. No entanto, Shizuku encontra esse rapaz novamente, quando um dia resolve seguir um gatinho e vai parar em uma loja bem diferente. O envolvimento de ambos é inevitável e é muito interessante ver o amor dos dois.


Além da história principal, somos apresentados a sua amiga Yuuku que está apaixona por um colega de sala e também conhecemos a família de Shizuru, uma família simples que mora em um minúsculo apartamento. Gostei bastante da serenidade dos pais de Shizuku que não a pressionam quanto aos estudos, diferente de sua irmã mais velha que parece mais ser a própria mãe da garota! Gostei também do gato Lua que vive onde quer e até pega trem como carona!

Acho que o mais interessante do filme está na dificuldade de se descobrir o que você quer ser em seu futuro e claro, a descoberta também do amor. “Sussurros do coração” mostra o dia-a-dia de Shizuku, como ela é com as amigas, sua fixação por ler livros e ir à biblioteca, sua dificuldade em sua escolha profissional, seus sentimentos em relação ao garoto que gosta e o amadurecimento, tudo de forma sensível e bonita, como todos os filmes de Miyazaki. Aliás, os filmes de Miyazaki são geralmente longos, mas ele tem a proeza de nos fazer esquecer do tempo enquanto assistimos aos seus filmes! Destaque também para trilha sonora com “Country Road” na voz de Olivia Newton-John.

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Há algum tempo que queria falar sobre “A garota que conquistou o tempo” (título original: "Toki wo Kakeru Shoujo" de 2006), mas com tantos animes que assisto acabei deixando essa animação de lado, mas como eu sempre digo: “antes tarde do que nunca”.

Baseado no romance de 1967, o filme é uma linda história sobre viagem no tempo. Makoto é uma garota do ensino médio super animada, mas que um tem um péssimo dia: chega atrasada na sala, causa um incêndio na aula de culinária e ainda tem um teste surpresa. Porém, o seu dia, assim como a sua vida, muda completamente, pois ao ir ao laboratório de ciência, encontra um artefato bastante estranho que faz com que a garota possa viajar no tempo por meio de seus saltos. Isso mesmo, quando Makoto salta, ela literalmente salta no tempo e volta no momento do passado que quiser.


A partir de então vamos conhecendo melhor os dois amigos de Makoto, Chiaki (o meu personagem preferido) e Kousuke, que formam um trio bastante carismático, sendo que um deles guarda um enorme segredo. À medida que a história passa o suspense aumenta, uma vez que Makoto não muda apenas simples acontecimentos como estudar para o teste que ela já sabia que iria acontecer, ela muda a vida das pessoas ao seu redor, principalmente a de seus amigos. No entanto, Makoto é só uma garota que sente medo de escutar a confissão amorosa do amigo e que só quer que tudo termine bem, mas as conseqüências de seus atos não são tão leves quanto ela imagina.


O enredo, apesar de ser batido, surpreende pela ótima animação e pelos personagens que são bem desenvolvidos. Até mesmo os clichês surpreendem pela forma com que são mostrados, por meio de uma trama muito bem desenvolvida. Dirigido por Mamoru Hosoda, “A garota que conquistou o tempo” vai com certeza conquistar aqueles que gostam de ficção científica com ação, drama e um pitada de romance.

                      trailer em inglês
                 

Final: De certa forma feliz.

Às vezes eu gosto de assistir animes que não são lá muito famosos e esse é o caso de “Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi”. Não que ninguém tenha visto o anime, mas acredito que não seja muito conhecido e aclamado.

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” fala sobre o clube conhecido como o “Banco Otogi” da escola Otogi. O clube recebe diversos e variados pedidos de ajuda aos participantes que fazem o que for preciso para ajudá-los, em troca, as pessoas ficam em dívida com o clube e mais tarde pagam a dívida com seus trabalhos.

O clube é formado por Ryouko Ookami, a protagonista, que é praticamente a Taiga de Toradora! Só que com altura! Junto com Ookami temos mais sete pessoas, cada uma com suas próprias habilidades, sendo o título do anime uma brincadeira com a personagem, seus sete amigos e o conto de fadas “A Branca de neve e os sete anões”. Na verdade, o anime faz uma parodia com várias fábulas, como por exemplo, a da “Chapeuzinho vermelho”, uma vez que Ookami seria a loba, acompanhada por Ringo, sua melhor amiga (talvez apaixonada pela protagonista), que se veste como a chapeuzinho e Morino, que seria o caçador.

A história praticamente está centrada em Ookami (e seu passado) e Morino, um garoto que não suporta ser encarado pelas pessoas, mas que está completamente apaixonado por Ookami, que é uma lutadora poderosa, mas que apenas Morino e Ringo percebem que por dentro, ela não passa de uma garota frágil com pose de durona. Morino chega a ser patético, com o medo que sente de ser observado, mas faz de tudo para tentar ajudar a Ookami e para protegê-la também.


Ringo, assim como Ookami, tem um segredo em seu passado, mas nada comparado ao da protagonista, o que justifica sua personalidade agressiva. Além do trio, ainda temos o presidente do Banco Otogi, Kiriki, sua habilidade é cross-dressing, mas quase nunca trabalha, podendo assim ser a cigarra da fábula de Esopo. Alice, a secretária do clube, seria então a formiga, uma vez que não para de trabalhar. Otsu Tsurugaya é a empregada doméstica do clube que tem uma obsessão por favores de retorno, sendo baseada na lenda “Ongaeshi”. Taro Urashima é um ano mais velho que todos, sendo bastante galinha, mas parece gostar mesmo da Otohime. Há indícios no anime que os dois possuem um relacionamento íntimo, uma vez que Urashima entra no modo "gentleman" após Otohime arrastá-lo e retirar "extratos de várias coisas" dele. Já Otohime possui uma paixão obsessiva por Taro, sendo os dois baseados no conto “Urashima Taro”. Por último temos Majo, uma personagem bem maluquinha, baseada na feiticeira “Morgan le Fay”.


Para dar ênfase a paródia dos contos de fadas, existe uma narradora que inicia os episódios como se fossem fábulas e que, além disso, interrompe o tempo inteiro! Às vezes não sabia se prestava atenção nos diálogos ou na narradora e se você assistir com legendas em português pode se confundir com elas!

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” é uma anime bem simples, não muito empolgante, mas no mínimo interessante e divertido. Como o anime é bastante curto, apenas 12 episódios, vale a pena conferir, mas sem criar muitas expectativas.

                 

                 


Final:Feliz

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“Pretear” é uma anime de 2001 que fala sobre uma garota chama Himeno e seus sete guerreiros. Para fala bem a verdade, quando eu li que a história se parecia com a da “Branca de neve” fiquei um pouco desinteressada, mas depois fui ler mais sobre o anime e vi que apesar de Himeno ter uma madrasta, a história do anime não é tão parecida assim (só um pouco) com o conto de fadas.

Himeno Awayuki está tentando se adaptar a sua nova família, já que seu pai (um antigo escritor) se casa novamente com uma viúva rica, que tem duas filhas: Mayune e Mawata. Um dia, ao ir para escola, Himeno salta de um arbusto e cai bem em cima de Hayate, o Cavaleiro do Vento, que percebe que ela não é uma simples garota. Mais tarde Himeno encontra os outros cavaleiros do reino de Leafe que explicam que a Princesa do Desastre está despertando e que ela está usando um demônio chamado larva (que mais parece um inseto) para absorver Leafe, a essência de toda a vida. Eles pedem para Himeno se tornar uma Pretear, uma espécie de guerreira, que pode ajudá-los a proteger o mundo. Himeno é inicialmente relutante, acreditando que eles estão brincando com ela, mas quando uma larva ataca e começa a roubar Leafe, Himeno concorda em ajudar. Assim, Hayate e ela se fundem (Hayate entra no corpo dela), aparecendo pela primeira vez a Pretear do Vento.
 

 Himeno se funde com todos os sete guerreiros, cada um com sua especialidade: Hayate é o cavaleiro do vento; Sasame é o cavaleiro do som; Kei é o da Luz, Go é o do fogo e as crianças Mannen, Hajime e Shin são, respectivamente, os cavaleiros do gelo, água e planta. Todos adoram Himeno, menos Hayate, que a trata de modo frio, distante, não querendo que Himeno se torne a nova Pretear. Tudo isso porque Hayate se sente culpado pelo o que ocorreu com a antiga Pretear. Além de Hayate, Sasame também esconde um segredo sobre o passado, o que provoca algumas reviravoltas no anime.

Já fazia muito tempo que eu não assistia a um anime do tipo Mahou Shoujo, em que a protagonista é uma heroína extremamente desajeitada, mas pronta para salva o mundo! Himeno usa até uniformes diferentes, dependendo com quem se funde! Ver isso foi um tanto nostálgico.

Himeno é engraçada, comilona, divertida e claro, com tantos homens bonitos ao seu redor, ela tinha que acabar se envolvendo sentimentalmente com Hayate, o mais frio de todos. Alguns personagens secundários são bem engraçados, como o pai da Himeno e sua colega de sala, que vê romance em tudo, fazendo uma certa paródia com o estilo shoujo.


Apesar da trilha sonora ser bem ruim, “Pretear” é bastante agradável, divertido e por vezes ingênuo, com pitadas de romance e ação. Além disso, o anime é super curto, possuindo apenas 13 episódios que podem, com toda certeza, agradar que gosta do gênero.  

                   

                   

Final: Feliz

Pers

 A história se passa na Inglaterra vitoriana e tem Lydia Carlton, 17 anos, como protagonista. A moça é uma a "Fairy Doctor", uma pessoa que vê e fala com as fadas. Sua vida é calma, tranquila, até o dia em que se encontra com Edgar JC Ashenbert, o "Lendário Cavaleiro Azul" e sua tripulação em uma viagem de navio para Londres. Edgar acaba contratando Lydia como uma conselheira durante sua busca para obter uma espada preciosa, que era para ser entregue a ele por sua família. Lydia ajuda Edgar, mesmo sabendo que ele é capaz de tudo para conseguir o que quer.

Edgar é bastante arrogante e egoísta, mas se apaixona por Lydia, que foge das investidas do rapaz o tempo todo. O lendário cavaleiro perdeu os pais quando pequeno e acabou se tornando um escravo branco, porém conseguiu fugir com a ajuda de Raven, seu servo mais leal e bastante misterioso, que o ajuda na sua busca pela Espada de Merro.



O Universo de “Hakushaku to Yousei” é repleto de magia e ação e por isso mesmo bastante interessante. Apesar de surgir outros personagens, o elenco principal é o que mais interessa. Porém, o anime só possui doze episódios, deixando algumas coisas para serem resolvidas, como por exemplo, saber mais sobre Raven e sobre o próprio Edgar; sem falar do romance dos protagonistas que fica muito a desejar.

“Hakushaku to Yousei” é mais um anime que termina com pontas soltas, sem desenvolver mais profundamente os personagens; uma pena, pois possui um enredo bem interessante.

         

         

Final: Feliz, mas sem muita conclusão.

Pers

“Fushigi Yuugi” é um mangá de Yuu Watase, publicado no Japão de 1992 a 1995, sendo transformado no mesmo ano de sua finalização em um anime exibido até 1996. Devo dizer que nesta época era apaixonada por “Yuyu Hakusho” e comecei a me interessar por cultura japonesa! Porém, só pude assistir “Fushigi Yuugi” muitos anos depois, sendo o primeiro anime que vi através da internet.

“Fushigi Yuugi” conta a história de Miaka Yuki, uma ingênua estudante que um dia resolve estudar na biblioteca do colégio junto com a sua melhor amiga Yui. Quando Miaka resolve comprar um suco numa máquina, ela avista uma ave vermelha muito estranha e resolve segui-la até uma sala proibida. Yui também entra na sala e quando um livro cai (“O universo dos quatro deuses”) as duas resolvem abri-lo, sem saber que aquilo mudaria a vida delas para sempre! Yui começa a lê-lo e as duas são transportadas para dentro do livro, que é ambientado na China Antiga.


Ao chegar ao novo mundo as duas conhecem Tamahome, mas logo depois voltam ao seu mundo real. Depois de brigar com a mãe, Miaka volta à biblioteca e é levada de novo para o mundo do livro. Yui preocupada com sua amiga vai procurá-la na biblioteca e começa a ler o livro que conta o que se passa com Miaka.

Miaka encontra novamente Tamahome e Hotohori, o imperador do país de Konan (País do Deus Suzaku) e descobrem que ela é uma garota lendária de um outro mundo: uma sacerdotisa que pode invocar Suzaku e fazer 3 pedidos, trazendo paz e harmonia para todo o país. Porém, para isso, Miaka precisa reunir as 7 Estrelas de Suzaku em diferentes lugares do país e para piorar, o país inimigo de Konan, Kutu, também tenta encontrar sua Sacerdotisa (a de Seiryu) e suas Estrelas para invadir Konan.



No entanto, Miaka não consegue ir muito longe, fica doente e acaba tendo que voltar para seu mundo real, só que na mesma hora Yui é sugada para dentro do livro. Enganada por Nakago, uma das estrelas de Seiryu, Yui acredita que Miaka não liga para o fato dela estar presa dentro do livro e acredita que por causa da amiga acabou sendo estuprada por bandidos assim que chegou naquele novo mundo! Resultado: Yui se torna a Sacerdotisa de Seiryu e consequentemente rival de Miaka (que volta para o mundo do livro). Para atrapalhar ainda mais a situação, Yui se apaixona por Tamahone (estrela de Suzako), que ama Miaka e é correspondido por ela.


A partir desse momento começa uma verdadeira guerra entre as duas amigas para conseguirem convocar seus respectivos deuses e conseguirem seus desejos. Vários personagens vão aparecendo ao longo da história e muitas mortes também. Destaque para Nuriko, que é um homem que se veste de mulher, uma das estrelas de Suzako. Nuriko é muito engraçada e assim como Hotohori e Tamahone, é umas das estrelas mais importantes de Suzaku. O relacionamento de Miaka e Tamahone se aprofunda à medida que a história é contada, mas só tem mesmo um final feliz nos OVAS.

Fushigi Yuugi é um anime shoujo inesquecível, cheio de aventuras, humor, lutas, magia e romance. A abertura e o encerramento são ótimos e não tem como não se apaixonar pelo casal Miaka (super atrapalhada e comilona) e Tamahone! Apesar de ser um pouco antigo o anime ainda está disponível na net e vale muito a pena conferir!

                    

                    


Final: Feliz principalmente nos OVAS

Pers




Shakugan no Shana é um anime escrito por Yashichiro Takahashi, com três temporadas.

Sakai Yuuji vivia pacatamente a sua vida colegial, até ser atacado por um monstro misterioso (chamado de Tomogara), que transforma as pessoas em um tipo de brilho. Nesse mesmo momento surge uma misteriosa garota de olhos vermelhos, a Caçadora de Olhos e Cabelos Flamejantes, que salva Yuuji. O garoto a agradece imensamente, mas a menina revela que ele já não existe mais! Na verdade, Yuuji não está realmente morto, mas é um Torch que viverá até que sua chame se apague, pois é apenas um resíduo do que já foi um dia. A garota, uma Flame Haze (aqueles que derrotam os Tomogaras), permanece com o rapaz e acaba descobrindo que Yuuji na verdade é um Mystes, que possuiu um Reiji Maigo, isto é, cada vez que energia de sua vida se acaba, Reiji Maigo o revive novamente.

Os Tomogaras, que vivem do consumo existencial dos seres, cobiçam o Reiji Maigo e fazem com que a Flame Haze, batizada por Yuuji de Shana, passe a viver com ele para defendê-lo. No começo, Shana (que fora da luta tem cabelos negros) se mostra uma garota fria, que simplesmente só vive para lutar contra os Tomogaras. No entanto, aos poucos, ela vai descobrindo novos sentimentos e se apaixonando por Yuuji, tornando-se rival de Kazumi Yoshida, a colega de sala de Yuuji.



Outros personagens vão aparecendo no anime como Alastor, um Rei de Guze (reis que controlam o equilíbrio do universo) que é vinculado a Shana e que se manifesta através de um receptáculo divino chamado Cocytus, que (no caso de Shana) toma a forma de um pingente. Margery Daw, Intérprete da Condolência, é outra Flame Haze que aparece logo no começo da história, tornando-se uma personagem fixa no anime. Ela é alta, loira, já madura, com o péssimo hábito de se embebedar e usa o livro Grimoire, que é o receptáculo divino pelo qual Macosias, a quem ela é vinculada, se manifesta. Eita e Keisaku, amigos de Yuuji, passam a segui-la e agem como subordinados. Ela mantém um enorme ódio contra um Tomogara que possui uma chama prateada, porém, apenas na segunda temporada é que descobrimos um pouco mais sobre ele. Quase no final da primeira temporada aparece Wilhelmina Carmel, que se torna personagem fixa na segunda temporada. Ela também é uma Flama Haze e foi ela quem criou Shana, cuidando da garota desde quando ela era pequena.




Shakugan no Shana é um anime repleto de ação, impossível de se sentir entediado ao vê-lo. Além disso, o anime mostra a transformação de personalidade de Shana, dublada por Rie Kugimiya (a mesma de Louise em ZNT e Taiga em Toradora!), e como ela passa a se envolver com Yuuji. Confesso que a lerdeza de Yuuji chega a irritar, mas Shana também é teimosa e não admite seus sentimentos. O triângulo amoroso entre eles e Kazumi é complexo e interessante de se acompanhar. Mesmo com tantas lutas, o anime também possui sua parte cômica, por exemplo, quando Shana mostra seu lado tímido e ingênuo. Por isso, apesar das inúmeras nomenclaturas sobre esse mundo paralelo repleto de monstros, Shakugan é um anime divertido, completo e com um enredo cheio de ação, aventura e humor. Impossível não gostar e não se envolver com Shana e sua turma!

Final: Um pouco ambíguo, mas feliz

 
Pers


"Mai Hime" conta a história de Mai, uma adolescente super protetora de seu irmão mais novo. Órfãos, os dois são transferidos para a Academia Fuka, pois ganharam misteriosamente uma bolsa de estudos. Entretanto, ao entrar na escola, Mai descobre que ela e outras estudantes são HIMEs, um tipo de princesa, que luta contra alguns monstros.

O anime no começo parece ser mais simples, porém a história fica um pouco mais complexa no decorrer dela. Confesso que ficava curiosa a cada capítulo, pois primeiramente queria descobrir quem eram as outras Himes, depois o que os inimigos dessas princesas queriam com elas e mais tarde como aquelas amigas poderiam chegar ao ponto de lutarem umas contra as outras? Sim, pois, segundo as regras, só poderia existir uma única Hime, aquela que conseguisse vencer as outras teria muito poder e conseguiria salvar a Terra. No entanto, vencer não é apenas derrotá-las; é mais do que isso: é matar aquele que as princesas mais amam.



Com personagens únicos, o anime mostra que nem todas as Himes são de fato amigas ou heroínas, mostrando o egoísmo de cada personagem, "Mai Hime" se torna um desenho mais completo em termos psicológicos, mas deixa a desejar no quesito romance.

Mai por um tempo fica dividida entre Reito e Tate Yuuichi. Este último também é o grande amor de outra Hime. No total são 12, cada uma com um poder e um “Child” diferente. “Child” seria como um “animal”, um tipo de arma que ajuda as Himes em suas lutas. Depois, na metade do anime, descobrimos que eles são extremamente importantes para as princesas, mas do que elas imaginam.



Apenas Mai, Mikoto e Natsuki têm suas histórias desenvolvidas satisfatoriamente. Mikoto é praticamente uma selvagem e chega a me irritar de tanto que gruda na Mai. Natsuki e a Hime Shizuru são responsáveis pelo pouco, bem pouco, Shoujo-ai (amor entre garotas) que existe na história.

Enfim, "Mai Hime" é um anime repleto de ação, aventura, melodrama, mas com pouco romance. Particularmente queria que os romances fossem mais trabalhados.

Final: feliz e conclusivo.

Pers