Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Como estava morrendo de saudade da Nanami eu resolvi assistir ao OVA de “Kamisama Hajimemashita”, mesmo porque o mangá está parado no site espanhol que costumo ler, então a vontade de ver os personagens só aumentou nestes últimos dias!

Logo no inicio temos um breve resumo do anime, já que o OVA continua logo depois da cena do beijo do Tomoe em Nanami e mesmo sendo apenas um beijo para selar o acordo entre servo e Deusa, Nanami continua nas nuvens! Porém, como sempre, insegura! Depois de perceber que sempre deu muito trabalho para o Tomoe e que ele sempre faz as coisas por ela, Nanami tem a brilhante ideia de passar um dia em um hotel com águas termais com Tomoe, deixando o pobre Mizuki cuidando do templo. Lá, Nanami tenta a qualquer custo não dar trabalho ao Tomoe, para ele não se cansar muito dela. Bom, nem preciso dizer que isso não dá muito certo, né?


O OVA tem apenas um pouco mais de 28 minutos, infelizmente, pouco demais pra matar a saudade! Entretanto, ao menos foi bom pra dar boas risadas, porque o humor continua ótimo! E o Tomoe continua lindo e a Nanami continua uma fofa, sem sombras de dúvidas uma das minhas protagonistas preferidas, com seu modo ingênuo e engraçado!



Resumindo: O Ova não mostra novos elementos, apesar de deixar claro no final que algo maior está por aparecer!

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Como eu gosto de ver animes de comédia! E sem harém é melhor ainda! E começo a achar que o Karino Takatsu é meu autor preferido de comédias! Isso porque eu adorei “Working” e posso dizer o mesmo de “Servant x Service”

Lucy, Yutaka Hasebe e Saya Miyoshi, são três novos funcionários públicos que são bem recebidos no departamento. Cada um tem uma característica diferente: Lucy tem um nome enorme e escolheu trabalhar lá para impedir que outras crianças tenham o mesmo azar que o dela. Hasebe é um mulherengo preguiçoso e Miyoshi é uma moça que está trabalhando pela primeira vez, apesar de não ser tão jovem.

Miyoshi no começo é bem tímida e nunca consegue enfrentar os clientes, principalmente uma senhora que não para de falar da vida pessoal dela. Já Hasebe pega o email de todo mundo, mas nunca consegue o de Lucy, já que a garota não cai nas suas cantadas. No entanto, o rapaz é sempre gentil com ela e a ajuda sempre quando é necessário. É bastante engraçado ver Hasebe se envolver nos assuntos de Lucy de uma forma que mostra seus sinceros sentimentos.

O departamento também tem o chefe veterano, que apesar de simpático, não é tão eficiente, a funcionária temporária que sempre ajuda Lucy e o diretor que se usa um ursinho para se comunicar com seus subordinados. Aliás, os três acabam ganhando mais destaque ao longo da série.

A comédia é inteligentíssima e mostra a rotina dos funcionários públicos, o que a gente pode perceber, não é tão diferente do nosso, já que Hasebe é um funcionário bem vagabundo! Se bem que Lucy é super séria e todos de modo geral parecem ser bens gentis! O que a gente não pode dizer o mesmo do nosso serviço público! Outro ponto positivo do anime é que ao passar dos episódios vamos descobrindo mais sobre todos os personagens e seus segredos.

Eu acho que não dá pra comparar muito com “Working” por terem temas diferentes, mas existem muitas semelhanças como a comédia nonsense, mas devo dizer que o romance tem um tom mais maduro em “Servant x Service”, bem diferente de “Working”. 

Enfim, ótimo anime para se divertir com uma comédia boa e bem desenvolvida, pena que só teve 13 episódios!

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O tema da TAG dessa vez do nosso grupo no facebook, “Chá com blog –Versão Otaku” é dorama, mas especificamente “My Girlfriend is a Gumiho”.

Eu tentei, eu juro que tentei, mas o drama é enrolado demais em determinados momentos e acabei desistindo de ver, mesmo o protagonista sendo Lee Seung Ki, um ator que eu adoro.

Então, já que estou me sentindo super culpada por não participar da TAG dessa vez, resolvi ao menos deixar o link do blog Our Otaku Life, já que o Eiti, autor do blog, não só fez sua resenha, como tem uma opinião bem parecida com a minha!



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Tanta coisa acontecendo na minha vida pessoal e profissional que eu precisava relaxar e dar boas risadas! Por esse motivo eu comecei a assistir "Mayo Chiki", mas depois eu confesso que como sou uma romântica incorrigível, acabei me interessando por um possível romance entre os protagonistas, apesar do anime ser um harém.

Sakamachi Kinjirou é um garoto que não pode tocar em mulheres que seu nariz começa a sangrar, por isso ele acaba evitando o contato com todas e até seu amigo começa a pensar que ele é gay. Um dia ao entrar no banheiro masculino, Jirou descobre que o mordomo de sua colega de escola não é um garoto que faz as mulheres suspirarem, mas sim, na verdade, uma mulher! Konoe Subaru é mordomo de Kanade Suzutsuki, filha do diretor da escola, mas como é de uma família em que todos são mordomos, ela escolhe fingir ser homem para poder continuar com o trabalho da família.



Jirou e Subaru começam a conviver mais a mando da sadista Kanade e assim, o rapaz passa a esconder o segredo de Subaru e ao mesmo tempo tenta curar seu problema com sangramento nasal! Obviamente que o anime está repleto de ecchi, mas também possui muitas cenas engraçadas, principalmente quando todos acham que eles são gays!



Ao longo do anime conhecemos mais personagens femininas, umas apaixonadas por Subaru e outros por Jirou! Destaque para a família do protagonista, sua mãe é uma lutadora e sua irmã adora fazer o pobre de saco de pancada! No decorrer da história também percebemos que Subaru passa a gostar de Jirou mais do que se fosse uma amiga e que o anime é mais maluco do que se espera, já que Subaru às vezes até mostra os peitos vestida de mulher e todos ainda acreditam que ela é um homem! Inacreditável! 

Enfim, "Mayo Chiki" é mais um anime de comédia, mas bastante divertido e ótimo para distrair!


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Eu assisti a Sumomomo Momomo no ano passado e esqueci completamente de fazer uma resenha dele! Talvez seja pelo fato de não ser um anime que tenha me marcado muito, apesar de não ser tão ruim assim!

Kuzuryuu Momoko é uma adolescente que ama artes marciais, mais do que isso, ama lutar! Momoko vive com seu pai, um lendário lutador, nas montanhas, mas um dia, seu pai lhe diz que ela nunca conseguirá dominar a técnica suprema da família, por ser uma garota e a única solução é casar-se com um guerreiro mais forte e assim, ter um filho que possa ser mais forte do que ambos! Dessa forma, a garota conhece seu noivo, Inuzuka Koushi, o filho do melhor amigo e rival de seu pai, mas o garoto além de ser um covarde, odeia artes marciais e sonha em se tornar um promotor. Apesar de se recusar a casar com Momoko e até tratá-la mal muitas vezes, a garota se apaixona por ele, passando a morar com o rapaz!



Momoko é uma fofa, mas às vezes cheguei a ter raiva dela por ser tão idiota! Koushi não é uma má pessoa, mas muitas vezes maltrata a garota e ela continua se rastejando por ele. Além disso, outras personagens femininas acabam se apaixonando pelo rapaz, como Iroha Miyamoto, uma brilhante estudante, colega de sala dos protagonistas. Miyamoto é a responsável pelas cenas mais bizarras que já vi em animes, já que a garota também é uma lutadora, embora esconda isso, e usa uma roupa mais do que sensual, eu diria que dá vergonha alheia! Além dela, temos uma dupla dinâmica que tenta arquitetar o assassinato de Koushi, mas que depois acaba se aliando a ele. Aliás, o possível casamento de Momoko e Koushi faz com que muitos tentem matar o rapaz para impedir o matrimônio.



O anime mostra cenas de lutas nonsense, mas legais de ver, tem um tom de comédia o tempo todos e alguns pontos de romance, já que Momoko não desiste de se casar com o noivo, mas também tem ecchi, embora não tenha me incomodado muito

Resumindo: como disse anteriormente, não é um anime ruim, é engraçado e até desenvolve bem alguns personagens, mas talvez só agrade a aqueles que gostam de animes com artes marciais e comédia.

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“Faster than Kiss” é um mangá de 12 volumes, escrito pela mangaká Meca Tanaka. A história é super simples, mas eu tenho um fraco por aluna que se apaixona por professores, não que isso tenha acontecido comigo, só tive professor feio, infelizmente!

O enredo conta a história de Fumino e Teppei, dois irmão que depois da morte de seus pais ficam sem ter para onde irem, até que Kazuma Ojiro, professor de Fumino, os encontra e resolve se casar com ela, assim os irmãos passam a ter uma nova família. No entanto, Fumino e Kazuma não têm uma relação amorosa, para o desespero de Fumino, mas Kazuma a ama de verdade e tenta se controlar por achá-la jovem demais.


É isso, o mangá todo se resume praticamente ao parágrafo acima. O tempo todo Fumino questiona o amor de seu professor e ele fica o tempo todo provando a ela que o ama. Claro que a relação professor e aluna gera alguns conflitos, mas tudo de maneira muito leve. Em nenhum momento o leitor consegue acreditar que os dois ficarão separados ou que o fato de Fumino ser uma aluna possa prejudicar o relacionamento deles. Entretanto, é bem verdade que apesar do clichê e do enredo repetitivo, já que é sempre a mesma coisa (a Fumino e suas inseguranças), o relacionamento dos dois progride ao longo da série, assim como a maturidade de Fumino.



Devo dizer que o mangá possui situações bem malucas, eu achei que às vezes deixavam o Teppei feminino demais, ao colocarem o garotinho fazendo cosplay de menina. Tudo muito nonsense! Da mesma forma o avô dos dois que expulsou sem dó as duas crianças no enterro dos pais. Que avô é esse que faz uma coisa dessas e depois fica preocupado com a neta morando com um professor?

Enfim, algumas histórias começam e terminam no mesmo capítulo, sem apresentar grandes novidades, mas se vocês forem daqueles leitores nada exigentes, talvez se divirtam com o romance e com a comédia desse shoujo!

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“Sankarea” é um anime que eu fiquei muito na dúvida se veria ou não, eu até gosto do tema zumbis e as opiniões que escutei sobre o anime foram bastante divididas. Na dúvida resolvi ver e analisar eu mesma!

Furuya Chihiro é um garoto que adora qualquer coisa relacionada ao tema zumbis, a ponto de desejar beijar uma garota morta-viva. Um dia, seu gato morre e ele tenta ressuscitá-lo usando um manuscrito antigo, que descreve o processo de criação de uma poção para a ressurreição. Neste exato momento, ele encontra Rea e acabam tornando-se amigos. Porém, Rea sofre muito por ter um pai super protetor e doentio, por isso, tenta se matar tomando a poção, pensando que apenas é um veneno. Rea não morre, mas depois de brigar com seu pai acaba caindo de um penhasco e dessa vez a poção funciona, tornando-a um zumbi que come hortênsias!

Chihiro vive com seu pai, sua irmã mais nova e seu avô, uma vez que sua mãe já faleceu, o que gera um sério mistério sobre ela, já que tudo indica que ela também era uma zumbi. Já Rea, além de ter que suportar seu pai super abusivo (já que tira fotos da própria filha nua), ela também tem que aguentar a madrasta que a odeia.



O anime é um tanto sombrio, mas quando você vê um zumbi comendo hortênsia esse lado macabro perde toda a credibilidade, mesmo porque, humana ou não, Rea é uma garota gentil e meiga. Obviamente os problemas dela não terminam pelo fato de virar zumbi, apesar de por conta disso se sentir mais livre e independente. Na verdade, o corpo de Rea sofre decomposição e Chihiro sempre toma cuidado para sua querida garota morta-viva não apodrecer; algo super romântico!

Enfim, o anime é legal, mas não tem terror suficiente para colocar medo em ninguém, na realidade, está mais para uma comédia romântica com zumbis!

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O tema desse mês da tag do nosso grupo do facebook, “Chá com blog versão otaku”, é mangá e o escolhido foi o shoujo “Akuma de Sourou”! 

Kayano é apaixonada por um colega de escola e um dia finalmente cria coragem de entregar uma carta a ele, só que ao invés de entregar a confissão ao garoto certo, Kayano acaba entregando a carta para Takeru, o encrenqueiro da escola! Como se isso não bastasse, Takeru se tornará seu meio irmão, já que seus pais irão se casar! Claro que a principio Kayano fica desesperada, pois Takeru não deixa de perturbá-la nem por um minuto! No entanto, a convivência mostra a Kayano que ele é um bom rapaz por trás da aparência malvada. E Takeru, é óbvio, se apaixona por Kayano, sendo justamente por isso que faz de tudo para atrapalhar qualquer tipo de relação amorosa que ela possa ter! 



Eu particularmente não gosto muito do traço do mangá, sem contar no visual trash de Takeru, mas a história me convenceu e eu li até o final! Kayano é uma garota meiga, generosa e Takeru é um garoto gentil, apesar das aparências. Entretanto, devo dizer que nunca me conformei com ar muitas vezes indiferente de Takeru, mesmo quando ele e a Kayano já estavam juntos. Por conta disso, eu me arrisco a dizer que Takeru não chega a ser um protagonista carismático, pra falar a verdade, muita vezes cheguei a ficar morrendo de raiva das atitudes dele! 



O mangá, apesar de estar repleto de clichês, aborda diversos temas adolescentes, como problemas com o relacionamento amoroso dos protagonistas, o fato de Takeru ter uma relação complicada com a família, em especial com a mãe, a aprovação do amor dos dois pelos pais (já que são meio irmãos), entre outras coisas. 

“Akuma de Sourou” tem 11 volumes e teve também uma adaptação para um dorama Taiwanese; uma comédia romântica bem divertida, mas isso é assunto pra outro post!

Blogs participantes:

Our Otaku Life
Ipirados
Angel Girls

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Nossa, fazia tanto tempo que eu não assistia a um dorama! E o melhor de “Switch Girl” é que a duração dele é bem menor que os doramas comuns, o que facilitou muito a minha vida! 

Eu estou lendo o mangá, mas incrível como o dorama me fez gostar ainda mais da história! Isso porque Tamiya Nika está muito mais hilária do que no mangá, principalmente quando começa a delirar em voz alta, com sua imaginação fértil. Já Arata continua o mesmo garoto frio e às vezes sem sal que nem no mangá! 

Pra quem não conhece a história, SG fala de Nika, uma garota que no seu “modo on” é perfeita: linda, educada, com boa postura, uma perfeita dama. Porém, no seu modo off, Nika é destrambelhada, mal arrumada, mal educada e porca! Nika vai levando essa vida dupla até encontrar Arata que por morar no mesmo prédio que ela acaba descobrindo o seu segredo. No entanto, Arata também esconde um segredo, que é ser o oposto de Nika! Para espantar o assédio das garotas, Arata coloca óculos horríveis e tem um estilo desleixado! Assim, um acaba encobrindo o segredo do outro e se envolvendo emocionalmente. 



O dorama é dividido em duas temporadas, mas por enquanto eu só assisti a primeira, mas quem quiser saber sobre a segunda é só acessar o blog Our Otaku Life

Eu realmente achei que o dorama é tão engraçado quanto o mangá, mas tem aquele jeito extravagante das comédias japonesas. Nika faz caras e bocas o tempo todo e não tem como não achar graça em determinadas situações absurdas. Porém, o dorama também tem seus momentos mais sérios, já que Arata e Nika são bem diferentes, o que pode às vezes atrapalhar um relacionamento. Arata é mais calmo e não costuma mostrar muito seus sentimentos, já Nika é uma garota mais ansiosa e objetiva! Claro que sempre existem os vilões para atrapalhar o romance e, além disso, temos os problemas de pessoais de cada um: Nika com sua dupla personalidade e Arata com problemas familiares. 



No quesito atuação, os atores principais são ótimos, a atriz Nishiuchi Mariya está perfeita no papel e o ator Kiriyama Renn (que foi um Kamen Rider) também, representando muito bem os personagens que são baseados no mangá! No entanto, não posso deixar de comentar que o drama às vezes chega a ser um pouco forçado, mas isso não tira a graça de “Switch Girl”, que tem todos os elementos que uma boa comédia romântica pede! 

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Eu esperei ansiosamente o site “Heaven of Templation” terminar de traduzir o mangá “Hapi Mari”, para que eu pudesse ler por completo, já que a autora é a mesma de um dos meus mangás favoritos: “Private Prince”, a mangaká Enjouji Maki. 

Obviamente por ser da mesma autora, os traços de “Hapi Mari” são muito parecidos com o do “Private Prince”, mas o enredo e a personalidade dos personagens são bem diferentes. Hokuto Mamiya é um cara bastante arrogante e frio, que administra uma parte das empresas da poderosa família Mamiya. Takanashi Chiwa é uma garota super dedicada a seu pai, que é um apostador e vive devendo para agiotas. Para ajudar a pagar as contas de casa, Chiwa trabalha num clube à noite, como anfitriã, até que um dia Hokuto vai até ela e a propõe em casamento, já que seu avó conhecia a avó da moça e quer que seu neto se case com ela.

 
No primeiro instante Chiwa rejeita completamente a ideia e a situação só piora quando ela descobre que Hokuto é o presidente da empresa em que trabalha! Porém, devido a situação financeira que vive, graças ao seu pai que está sempre devendo, a garota decide aceitar o pedido de Hokuto e ambos se casam. Claro que a relação dos dois a princípio é bastante conturbada, Chiwa se apaixona por Hokuto, mas não confia totalmente nele, mesmo porque ela acha que tudo que ele faz é porque ele foi “obrigado” a se casar com ela. Além disso, os dois não têm um contato mais íntimo e Chiwa ainda é virgem. 

Com o passar do tempo, Hokuto também se apaixona por Chiwa, mas a relação continua conturbada, pois Chiwa sente dificuldade em se adaptar a fazer parte de uma família rica, sem contar os problemas diários de um casamento. Hokuto tem muita dificuldade em mostrar seus sentimentos, mas passa a considerar Chiwa sua única família, já que guarda um enorme rancor de seu pai. Já Chiwa tenta a todo custo unir pai e filho.

 

A história do mangá é muito boa, mas senti falta de personagens secundários, já que toda a trama é centrada nos protagonistas, o que às vezes pode deixar a história cansativa. Entretanto, “Hapi Mari” é um bom josei e a evoluação dos personagens é o que mais agradou na obra, além, claro, do romance apresentado! 

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“Kotoura-san” é um anime que quem assiste ao primeiro episódio deve pensar que se trata de um drama, já que é impossível não sentir pena da Kotoura ao ser abandonada pelos amigos e pelos próprios pais, simplesmente por ser uma garota que consegue ler a mente dos outros. Aliás, acho que muita gente se decepcionou com o anime justamente por esperar mais depois de assistir ao primeiro episódio e depois verificar que “Kotoura-san” é bem mais romântico e engraçado do que dramático. 

Kotoura, a protagonista, não só lê a mente das pessoas como conta a elas o que lê, o que faz com que todos a tratem como uma aberração, sentimento criado principalmente pelo fato das pessoas não conseguirem encarar a verdade de seus próprios pensamentos. 


Crescendo sozinha, Kotoura muda de escola e em seu primeiro dia conhece Manabe, uma rapaz gentil, mas que só pensa em coisas pervertidas. Manabe se torna amigo de Kotoura, dizendo que sempre estará ao lado dela. Por conta disso, Kotoura passa a confiar mais em Manabe e até entra para o clube que investiga atividades paranormais, criado por Yuriko. No entanto, a princípio, Yuriko convida a garota com péssimas intenções, mas acaba se tornando amiga de Kotoura. O mesmo acontece com Moritani, que no começo do anime não gosta nada da protagonista e até atrapalha bastante a vida dela, já que Moritani é amiga de infância de Manabe e é apaixonada por ele. 

Kotoura tem a péssima mania de achar que é culpada por toda a desgraça dos outros e com isso muitas vezes acaba afastando seus amigos e até tenta se afastar de Manabe, negando seus sentimentos por ele, mas o rapaz não desiste fácil da moça! Achava uma graça todas vezes que ele demonstrava seu afeto por ela! Aliás, gostei de todos os personagens da série, até mesmo de Moritani, que se depois se torna uma personagem bem interessante. Só não gostei da resolução do último arco, que foi finalizado sem explicar algumas coisas, apesar do final do anime ser bem conclusivo. 


Enfim, eu esperava que “Koutara-san” fosse mais dramático, principalmente por causa do primeiro episódio. No entanto, o anime é leve, divertido e acabou sendo uma boa comédia romântica de se assistir, só não esperem muito drama, apesar do enredo apresentado, esse não é enfoque do anime.

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“Tonari no Kaibutsu-kun” foi lançado ao mesmo tempo que “Suki-tte Ii na yo” e muito se falou a respeito de qual anime era melhor! Pra mim, agora que vi os dois, ambos são bons e tão diferentes que fica difícil dizer qual é o melhor, mas eu diria que “Suki-tte Ii na yo” tem mais drama e romance e “Tonari no Kaibutsu-kun” mais comédia e romance, carregando as situações mais pesadas de maneira mais leve. 

Shizuku Mizutani é uma garota nerd que só pensa em estudar e não tem nenhum amigo! Haru Yoshida é um selvagem de bom coração que por ser bastante rude também tem poucos amigos, aliás, quando alguém o chama de amigo até dinheiro ele dá pra pessoa, tamanha carência! Haru foi suspenso da escola logo no seu primeiro dia, já que se envolveu em uma briga e com isso ficou um mês sem ir para escola. Preocupada com sua educação, uma professora pede para Shizuku lhe entregar algumas anotações e mesmo sem querer ela acaba indo. Por conta disso, Haru acha que Shizuku é sua amiga e passa a ficar grudado na garota, além de se apaixonar por ela! 



Shizuku é fria e pouco entende dos sentimentos humanos, mas Haru a faz sentir coisas que antes nunca havia experimentado. Já Haru é mais sentimental, chora com mais facilidade e é mais sincero com seus sentimentos, além de ter melhores notas para o desespero de Shizuku! Ao longo do anime os protagonistas vão amadurecendo e se conhecendo melhor, Shizuku acaba se apaixonando por Haru, mas o namoro não acontece facilmente! Outros personagens entram na história e os protagonistas acabam se tornam amigos de outras pessoas, como Natsume, que é super fora, mas antissocial, Sasahara um garoto legal que joga baseball, Kenji, um antigo amigo de Haru que se apaixona por Shizuku e Chizuru, uma garota super tímida, que se apaixona por Haru. Além desses personagens, vale destacar Yuzan e Mitsuyoshi, o primeiro é irmão do protagonista e o segundo é que quase uma figura paterna para Haru. 


Fica evidente no anime que “Tonari no Kaibutsu-kun” tem mais história pra contar, mas infelizmente, muitas pontas ficam soltas sem serem resolvidas. No entanto, sempre nos resta a esperança de uma segunda temporada e quem sabe a leitura do mangá! De qualquer forma, o anime é leve, romântico e engraçado, além de ser bastante diferente, por ter personagens pouco explorados em animes shoujo. Estamos bastante acostumados com as tsundere, mas Shizuku, na verdade, tem sérios problemas para se relacionar socialmente. Além disso, Haru é rude, selvagem, bate na Shizuku sem querer com seu jeito destrambelhado, mas ao mesmo tempo é meigo e sensível. 

O romance do anime é ótimo e confesso que assisti quase sem parar de tanto me apaixonei pela história! Super recomendo pra quem gosta de um bom shoujo! 

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Eu li o mangá “Koukou Debut” (de 13 volumes) em pouquíssimo tempo porque me empolguei com a história logo ao princípio, apesar de ser um clichê: o garoto popular que se apaixona pela garota desajeitada. Acontece que Haruna não é qualquer garota e Yoh não é qualquer popular! Yoh odeia a popularidade e acho que é mais antissocial que Haruna, que é super fofa e acaba atraindo até a atenção de outros garotos ao longo da história. Porém, os protagonistas não se apaixonam à primeira vista. Na verdade, Haruna pede a Yoh que a ajude a se vestir e se tornar mais atraente, já que antes ela só pensava em jogar softball, sendo um pouco masculina. 

Com isso, Haruna acaba conhecendo os amigos e a irmã de Yoh e dessa forma se apaixona por Tamura Fumiya, melhor amigo do protagonista. No entanto, o rapaz só tem olhos para a irmã do amigo, Asami. Aliás, no filme a personalidade má dela não aparece muito, mas no mangá Asami é insuportável, egoísta, mimada e tem complexo de irmão, para piorar a situação. 



Com o primeiro amor destruído, Haruna se aproxima mais de Yoh e os dois acabam se apaixonando. Eu diria que o único problema do mangá é que com o tempo a história fica um tanto enrolada com situações que me parecem existir só porque a autora, Kazune Kawahara, queria esticar a história. Já o filme corta o que é desnecessário e foca apenas no principal do mangá, o que faz com que ele fique muito bom. 

No filme Haruna se veste muito pior do que no mangá, o que me fez rir bastante, mas é exatamente ingênua como a original e bastante generosa. Já Yoh é incrivelmente frio e demora bastante para admitir seus sentimentos por Haruna, exatamente como no original. Além disso, a escolha dos atores foi ótima, eles realmente estão parecidos com os personagens do mangá! 



É claro que o filme tem suas falhas, quando, por exemplo, Haruna e Yoh quase morrem de frio dentro do ginásio da escola, mas quando Haruna sai as pessoas estão com roupa de calor! Porém, de qualquer forma, eu adorei “High School Debut! Também recomendo a leitura do mangá, que é mais completa e também porque romance e comédia estão garantidos nessa história! 

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Sabe quando você gosta de um anime e simplesmente o devora em poucos dias? Então, isso aconteceu comigo vendo “Kamisama Hajimemashita”. Claro que não é um anime que eu indicaria para qualquer um, somente pra aqueles que adoram um romance shoujo envolvendo humanos e youkais. 

Eu já tinha vistos animes do mesmo gênero, como “Inu x Boku SS” e “Otome Youkai Zakuro”, mas “Kamisama Hajimemmashita” se tornou o meu favorito por ter uma protagonista que apesar de não ser uma tsundere, como no caso das outras, é bastante enérgica, decidida e confesso que gostei de ver uma heroína mais honesta com seus sentimentos. 



Um dos motivos para não indicar para qualquer um é que o anime mais parece um mangá do tipo shoujo daqueles que só o relacionamento importa, mas não é um drama e no fundo a gente sempre sabe que tudo vai acabar bem, o herói vai aparecer para salvar a mocinha e acredito que isso nem sempre agrada! No entanto, eu adoro, mesmo porque o anime é bastante engraçado, leve e descontraído. 

Nanami é uma pobre coitada que ficou sem casa depois que seu pai sumiu por conta de suas dívidas. Desesperada, Nanami fica vagando na rua até salvar um rapaz chamado Mikage, que morre de medo de cachorros e como agradecimento a presenteia com o seu cargo, o de deus da Terra. Mikage está longe do seu templo por mais de 20 anos e encontrou em Nanami a solução perfeita para não poder voltar mais, já que a garota não tendo onde morar acaba ficando no cargo do templo, transformando-se em deusa da Terra. O problema é que a deusa precisa de um familiar, um youkai, que no caso é Tomoe, que servia Mikage. Tomoe demora muito para acreditar que Nanami poderá ser uma boa deusa da Terra, mas aos poucos acaba se envolvendo com ela. 



O anime mostra o dia a dia da protagonista como uma deusa, mas na verdade pouco é mostrado do que ela faz, aparecendo sempre um demônio que a coloca em perigo, motivo pelo qual Tomoe está sempre salvando a moça. Na verdade, Nanami até aumenta seus poderes, mas eu diria que o foco está mais na mudança de Tomoe em relação a ela, já que no princípio ele a detesta. Vários personagens aparecem no anime como Kurama, um demônio corvo, colega de sala de Nanami, e Mizuki um demônio cobra que se apaixona por ela, entre outros. 

               

De modo geral o anime é leve, divertidíssimo, tendo apenas 12 episódios. Eu também estou lendo o mangá, mas este ainda está incompleto, por isso, não sei se o anime terá uma segunda temporada. 

Final: Feliz, mas com algumas coisas sem ter a explicação devida. 

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Finalmente voltei a assistir a um dorama, indicação da Jéssica do blog Estórias e Reflexões

“Proposal Daisakusen” é um J-Drama que mostra a história de Ken Iwase, um rapaz que é apaixonado por sua melhor amiga, Rei Yoshida, mas nunca confessou seu amor por ela. Resultado disso: ele acaba assistindo o casamento da moça com outro! Cheio de remorsos e arrependimentos, Ken ganha uma nova oportunidade na vida: a de mudar seu passado! Isso porque um “fado madrinho” ficou com pena dele e resolveu ajudar o pobre moço! Assim, a cada foto apresentada no slide no casamento de Rei, Ken volta ao passado e tenta mudar sua história. 



Devo dizer que Ken era realmente um tapado e continua sendo, como é que alguém demora tanto pra se confessar para uma pessoa? Eu até entendo que a Rei tenha desistido de esperar por ele, embora eu também entenda que na adolescência não é tão simples assim expressar seus sentimentos. Com a lerdeza de Ken, Tada, o noivo de Rei, se aproxima dela e aos pouco se envolvem. Não é culpa de Tada que Rei e Ken não tenham ficado juntos, acho que a culpa mesmo é dos protagonistas por nunca terem sido sinceros com seus sentimentos. 

Quantos aos personagens do dorama, destaque para a paciência do “fado”, que ajudou o Ken a voltar várias vezes no tempo e para os amigos dos protagonistas, que juntos formam um excelente grupo, responsáveis pela parte nostálgica vivida por Ken, afinal eles são amigos de infância. 



Para ser bem sincera, não esperava muito de “Proposal Daisakusen”, mas a história acabou me surpreendendo e me envolvendo bastante por ter um enredo divertido, romântico e engraçado! Impossível você não se desesperar com o Ken e não torcer por ele! E digo mais, até o momento é meu o J-drama favorito, por isso, apesar da dificuldade em achar downloads legendados em português eu recomendo o dorama! Se você gosta de comédia romântica assista, nem que seja legendado em espanhol! 

Final: O final do dorama tem mais do que um gostinho de quero mais, porque quando acabou eu pensei: “E o resto”? É, o resto está no especial (um filme) que conta a finalização da história de maneira mais conclusiva e igualmente divertida. 

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“Hanasaku Iroha” é um shoujo que mostra a vida de Ohana, uma garota que tem uma mãe nada confiável, já que desde sempre negligenciou a filha, dando mais valor ao trabalho. Entretanto, a situação fica um pouco pior quando sua mãe resolve partir para uma aventura com o namorado, deixando a filha na Kissuiso, uma pousada de estilo tradicional japonês, que pertence a sua avó. 

Ohana é obrigada a largar sua vida em Tokyo, justo quando recebe uma declaração de amor de seu melhor amigo, Kou e passa a viver com sua avó, uma Okami (gerente) bastante severa. Como se não bastasse ter mudado totalmente de vida, a garota, a princípio, tem muita dificuldade em se dar bem com os outros funcionários da pousada. 



O anime vai mostrando a nova vida de Ohana convivendo com os funcionários que aos poucos vão se tornando seus amigos; a mais resistente é Minko, uma garota tsundere, que trabalha na cozinha como ajudante e acha que Tohru, por quem é apaixonada, está interessado em Ohana. Além desses funcionários, temos o escritor frustrado, a arrumadeira super tímida, Nako, o tio de Ohana, o cozinheiro chefe, entre outros. Nako também frequenta a mesma escola que Ohana e Minko e lá também conhecemos outros personagens, como, por exemplo, a neta da dona de um grande hotel da cidade. No entanto, acho que a personagem mais complexa é a própria mãe da protagonista, que tem uma personalidade difícil e um difícil relacionamento com sua própria mãe, a gerente da Kissuiso. 

O anime é um shoujo com drama, romance e devo dizer que não gostei muito de um possível triângulo amoroso entre Minko, Tohru e Ohana, porque sempre achei que Tohru combinasse melhor com a Minko, apesar de às vezes ela ser bem chatinha. 



Com uma protagonista bastante persistente o anime me cativou desde o princípio e foi divertido assisti-lo e esperar pelo desenrolar da história, uma vez que cada episódio terminava de um modo a fazer com que você quisesse ver o próximo! 

Sinceramente, não esperava ver nenhum amadurecimento da protagonista, esperava apenas vê-la se relacionando com seus novos amigos em sua nova vida, mas é inegável que a mãe de Ohana, assim como muitos personagens, foi mudando ao longo da história, inclusive o próprio relacionamento de Ohana e Kou terminou bem diferente do começo do anime. Sendo assim, “Hanasaku Iroha” não foi uma decepção e de modo geral achei um anime bem legal, com situações cômicas e uma protagonista bem teimosa! 

                 

Final: Um pouco triste por conta da Kissuiso, mas teve um final feliz para os protagonistas. 

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Como podem ver pelo banner do blog eu amo “Nodame Cantabile” e faz tempo que quero ver seu live-action, o problema é que ele foi produzido pelos japoneses e eu sempre tive muito receio de doramas japoneses pelo pouco que vi deles. No entanto, devo dizer que paguei a língua. 

Tudo bem que as interpretações são bem exageradas e quase caricatas, mas o live-action de “Nodame Cantabile” me divertiu muito e o que mais gostei nele foi que conseguiram passar bem para a adaptação a personalidade dos personagens. Chiaki é bastante arrogante, prepotente e Nodame é adoravelmente maluquinha! Além disso, Masumi e Ryutaro são bem parecidos com os personagens do anime, mas Stresemann, além de parecer forçado demais, não era um ocidental! Será que não tinha nenhum estrangeiro para fazer o papel dele na história? No entanto, sua personalidade pervertida ficou igual. 



A adaptação mostra bem o enredo original e acho que quem não conhece a história pode gostar bastante do live-action, mesmo sem conhecer o mangá e o anime; isso porque é visível o esforço dos atores em serem bem parecidos com os personagens originais. A adaptação possui a mesma história que o anime e tudo começa com Chiaki bêbado na porta do apartamento de sua vizinha, Nodame, e depois que ela se apaixona por ele assistimos a divertidas cenas em que ela o persegue, tornando-se dependente dele para qualquer serviço doméstico. Assim como no anime, Chiaki possui um medo enorme de viajar de avião o que o impossibilita de seguir uma carreira como maestro no exterior. No entanto, no Japão, Nodame, com seu modo egocêntrico de tocar piano, acaba influenciando a vida do metido Chiaki. 



“Nodame Cantabile” é uma história fantástica de dois protagonistas bem diferentes, mas com algo em comum: a música. O enredo tem drama, comédia e romance tudo misturado na medida certa! É com muito prazer que digo que dessa vez eu realmente amei uma produção japonesa e vou começar a deixar esse medo de lado e passar a assistir a outras adaptações! 


Final: O live-action mostra a história da primeira temporada do anime e assim o final é feliz, mas inconclusivo. Sei que a série possui um filme que conclui melhor a história e em breve eu o verei! Vale dizer que no final me emocionei com as lágrimas do Chiaki regendo pela última vez sua orquestra! 


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“200 pounds Beauty” é um filme coreano que mostra a vida de Hanna, uma mulher meiga, gentil, mas que está muito acima do peso, sendo uma gordinha bastante insegura e com estima muito baixa. Hanna dubla Ammy, que é uma mulher linda, mas que não canta nada, ao contrário de Hanna que tem uma voz incrível, tanto que trabalha também pelo telefone ajudando homens com seus casos amorosos, em algo como um “disque sexo”.

Um dia, Hanna escuta seu produtor, por quem está apaixonada, falar muito mal dela e cansada de ser sempre humilhada pelos outros, resolve se matar, mas desiste e usa um dos seus clientes médicos, que ela atende pelo telefone, para fazer uma cirurgia milagrosa e acaba perdendo milhares de quilos, transformando-se em uma mulher linda! No entanto, apesar da mudança drástica em sua vida, Hanna mantém sua personalidade o que nos faz rir horrores com suas trapalhadas!

Claro que o enredo é um clichê, mas “200 pounds Beauty” tem sua originalidade em cenas hilárias, apesar de algumas eu sentir pena de Hanna e não achar graça nas piadas sobre seu peso. Entretanto, apesar de Hanna não ser a Kim Sam Soon (de “My name is Kim Sam Soon”), ela é igualmente divertida! Exemplos: quando ela desfila na rua ao comprar a primeira roupa quando está magra, sua alegria ao ver suas roupas folgadas, quando ela compra um carro só porque o vendedor disse que ela bonita, entre outras coisas.

A atriz principal de “200 pounds Beauty” é ótima, sendo o filme bastante divertido, com excelentes cenas de pura comédia, mas faltou mais romance. De qualquer forma, achei a história até que bastante diferente se pensarmos em termos Hollywoodianos. Acho que todos que estão acima do peso irão querer uma cirurgia como a que a Hanna fez, já que há uma valorização da mulher magra e bonita de acordo com os padrões de beleza, mas o filme valoriza os sentimentos da protagonista, ao não mudar sua personalidade e mostrar alguém que sempre gostou dela, mesmo quando era gorda.

Em suma, “200 pounds Beauty” agrada com toda certeza todos aqueles que gostam de uma boa comédia romântica.

Final: Feliz

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