Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.


Essa foi uma indicação do blog Angel Girls, resenha da Onigiri-chan e assim que li fiquei morrendo de vontade de assistir ao anime.

Em “Otome Youkai Zakuro” humanos e youkai vivem juntos e aparentemente em harmonia. Porém, a harmonia começa a querer se romper quando os humanos mudam o calendário, passando a usar o ocidental, conhecido como calendário gregoriano. Como os youkais não gostam nada da ideia, os militares instauram o “Ministério de Assuntos Espirituais”, com a união entre os militares e espíritos. O problema é que as mulheres youkais, principalmente Zakuro, não gostam muito da ideia de ter que trabalhar com humanos.


Desde o primeiro episódio fica evidente que haverá um certo romance entre os militares e as meninas youkais, por conta disso, o enredo se desenvolve mostrando a convivência deles. Zakuro é a personagem principal, juntamente com Kei Agemaki e obviamente pelo fato dela ser meio humana e meio youkai, acaba não aceitando muito bem ter Agemaki como parceiro, principalmente depois de saber que ele tem medo de espíritos. Zakuro acredita que eles não devem ceder tão facilmente às mudanças do ocidente e que deveriam manter suas tradições. Já Agemaki é um lorde, bastante dócil, mas isso porque ele faz de tudo para não ter que enfrentar um youkai! Acaba se dando melhor com Zakuro por conta de sua aparência humana, mas se pressiona bastante para poder conviver com os espíritos.



Eu diria que o casal protagonista é ótimo, mas o anime tem outros personagens também interessantes, como Susukihotaru e seu par Riken, Ganryu e as gêmeas Bonbori e Hozuki. Além desses, outros personagens aparecem como o tenente Hanadate, que encanta Zakuro com sua maneira gentil, irritando Agemaki. A cada episódio vemos o grupo de Assuntos Espirituais trabalhando para manter a ordem entre humanos e youkais, tentando a todo custo fazer com que as novas inovações do mundo não desrespeitem os espíritos, que estão sendo tratados como animais selvagens, sem voz, sem lar e sem poder diante da nova sociedade.


“Otome Youkai Zakuro” é um anime curto, com 13 episódios, mas bastante leve, romântico e divertido. O casal Susukihotaru e Riken são responsáveis pelas cenas mais românticas e a timidez deles fazem com que se tornem um casal lindo. No entanto, o enredo que envolve Zakuro e Agemaki é mais interessante, uma vez que Zakuro tem uma personalidade difícil e seu passado é bem misterioso, o que nos faz querer ver até o final do anime para entender a história. Enfim, super recomendo “Otome Youkai Zakuro” para aqueles que gostam de um shoujo com sobrenatural.


Final: Feliz


Pers



Eu não costumo muito falar de mangá aqui no blog porque eu não tenho paciência para esperar que os mangakás terminem de escrever suas histórias, menos paciência tenho é de esperar que saia em português! Por isso, geralmente acabo lendo em outras línguas e fica difícil indicar mangás que não têm em português ou que só é possível baixar na internet, pois tem muita gente que não gosta de ler assim.

Porém, vou abrir uma exceção e falar de “A Delicious Relationship”, escrito por Makimura Satoru. A história começa com a protagonista Momoe perdendo seu pai. Momoe é uma garota ingênua que sempre foi protegida pelas pessoas a sua volta, mas depois da morte do pai se viu obrigada a assumir as responsabilidades da casa, já que o dinheiro da herança não duraria para sempre, apesar de sua mãe acreditar que sim.



Momoe quer arrumar um emprego e tem dificuldades em saber no que pode ser boa, até que um dia se dá conta de que uma das coisas que mais lhe agradava era sair para comer fora com sua família. A partir de então, Momoe resolve ser uma cozinheira, uma que fosse capaz de levar a felicidade para quem provasse a sua comida! No entanto, isso não é nada fácil, uma vez que Momoe não sabe nem fritar um ovo! Entretanto, o destino lhe ajuda e ela vai parar no restaurante Petit Lapin, que tem como cozinheiro o pavoroso Oda. Oda é um cozinheiro que não aceita ajuda, é grosso, grita com as pessoas, sendo um verdadeiro demônio na cozinha, porém, é um excelente cozinheiro e por conta disso Momoe faz de tudo para trabalhar com ele. Obviamente, Momoe acaba se apaixonando por Oda, mas a recíproca não é verdadeira.

“A Delicious Relationship” é um mangá que me agradou por não resolver rapidamente os problemas da protagonista. Ao longo dos volumes, que são muitos (10), Momoe vai enfrentando diversas dificuldades e amadurecendo com o passar do tempo. O traço do mangá não é o meu preferido, mas a história me envolveu, prendendo a minha atenção até o último capítulo.




Momoe conhece muitos personagens ao longo da história, o Peti Lapin tem um dono adorável, Oda possui uma mãe adotiva terrível, Chiyo, mas que sabe que Momoe seria a mulher ideal para seu filho. É bastante engraçado ver o relacionamento de Chiyo e Momoe, já que a senhora tem idade para ser avó dela, mas as duas brigam como adolescentes. Chiyo é uma excelente cozinheira e formou ótimos cozinheiros, como Takahashi. A princípio pensei que Takahashi não teria muita importância na vida de Momoe, mas surpreendentemente teve. Momoe ama Oda, mas Oda tem um relacionamento sério com Kanako (uma mulher linda, mas um pouco perturbada) e não vê Momoe como uma mulher, por isso, pensei que Takahashi seria um rival, alguém que despertasse os sentimentos de Oda por Momoe, mas Takahashi e Momoe tem um relacionamento bem diferente. Aliás, o mangá é um Josei e por isso os personagens são bem mais maduros e a história aborda temas mais complexos, como depressão, morte, suicídio, entre outras coisas. Porém, não se enganem, “A Delicious Relationship” não tem uma carga dramática extremamente forte.


Além dos personagens, outra coisa que chamou minha atenção foi o modo como a comida é tratada no mangá. Quem já assistiu animes como “Yumeiro Pâtissière”, sabe que ser cozinheiro é trabalhar com arte e isso fica evidente nesse mangá. A comida é tratada de maneira poética em um ambiente selvagem, já que ser cozinheiro não é fácil, exige mais do que talento, como persistência e contatos importantes.

Enfim, eu gostei de “A Delicious Relationship”, o romance não é ponto principal, embora isso afete e muito a vida de Momoe, mas eu diria que o foco mesmo é o amadurecimento da personagem principal. Infelizmente, eu só encontrei o mangá em espanhol, mas quem quiser se aventurar é só entrar no site “Heaven of Temptation”. Também descobri que fizeram um dorama baseado no mangá, “Sweet Relationship”, que eu ainda não vi, mas fica como opção para quem gostou da história.

Download: Heaven of Temptation
Final: Feliz

Pers


Depois de tanto esperar finalmente pude assistir a quarta temporada de "Zero no Tsukaima". Eu sempre gostei desse anime, pois envolve magia, fantasia, aventura, humor e claro, romance. Infelizmente a terceira temporada esteve repleta de ecchi, mas ainda assim aguardei ansiosamente pela quarta e última tempoarada.

Dessa vez Louise, Saito e Tiffania vão até Romalia a pedido da princesa Henrietta. Lá descobrem que Tiffania e o papa Vittorio também possuem a magia do vácuo e têm poderes especiais, assim como Joseph, o homem que causou a desgraça da família de Tabitha (ver terceira temporada) e Louise. No entanto, o papa acha que pode convencê-lo a se unir a eles, algo pouco provável.

A quarta temporada veio para tentar acertar algumas arestas, dar um final digno a série e de fato o final foi dado, ao menos é o que parece. O problema é que terminou de um jeito que quem que é fã de "Zero no Tsukaima" (ZNT) ficou, com toda certeza, com água na boca, querendo saber o que acontece com eles depois do “final feliz”.


"ZNT F", se comprado a terceira temporada é infinitamente melhor, ainda que o ecchi esteja presente na série, ela é muito mais romântica e repleta de beijos! Louise continua ciumenta e explodindo tudo quando está com ciúmes de Saito e este tem um fã clube cada vez maior, para o desespero da moça. Sem contar que nesta temporada, Henrietta continua tentando conquistar o Saito e este se torna familiar de outra pessoa!

É incrível como Rie Kugimiya consegue ser tão boa fazendo a voz de Louise, alterando momentos meigos e fortes e ser bem diferente quando faz a Shana (de "Shakugan no Shana"). Bom, foi por causa de "ZNT "que virei fã de Kugimiya e ela não nos decepciona nesta temporada!

Comecei a assistir "ZNT" porque achei interessante uma protagonista tratar como seu cachorrinho um garoto de outro mundo e aos poucos fui me divertindo com a personalidade tsundere de Louise. "ZNT" é um anime perfeito para quem gosta de comédias românticas com ação e magia, como eu, mas a série ao longo do tempo foi mostrando algumas falhas ou equívocos, como aumentar o ecchi na terceira temporada. No entanto, ao longo do anime podemos ver o desenvolvimento dos personagens, Saito era diferente quando chegou naquele mundo de magia e ao final já era outro personagem. O mesmo para Louise, que apesar de não aparentar, amadureceu bastante ao longo das temporadas. 
 

Alguns personagens se tornaram mais irritantes que os outros como a Tabitha. Eu adorava o jeito indiferente dela na primeira temporada, mas odiei quando ela entrou para o fã clube do Saito. Já a Siesta me pareceu menos chata nesta temporada, Kirche bem mais amiga de Louise e a Tiffania eu nunca consegui engolir, odeio personagens com peitões e inocentes! Sempre achei que faltou um verdadeiro rival para o Saito, para testar seu amor por Louise, mas o final foi tão fofo que não deixa dúvidas sobre os sentimentos dele.

           

Enfim, “Zero no Tsukaima” vai deixar saudades, tanto que senti uma onda de nostalgia ao escutar “First Kiss”, tema da primeira temporada no último episódio, mas fiquei feliz que eles deram um final super digno para esse anime!

             

Final: Mais do que feliz! 

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"Protect the boss” é um dorama coreano que me parecia, logo no começo, um dorama ótimo, mas que aos poucos foi decepcionando.

Eun Seol é uma mulher desempregada com uma péssima faculdade. No entanto, as coisas começam a mudar quando ela é contratada para ser secretária em uma grande empresa, mas o problema é que seu patrão é um demônio. Cha Ji Heon é um chefe terrível e faz da pobre Eun Seol sofrer o pão que o diabo amassou, o que me fez lembrar do filme “O diabo veste Prada”. Como se não bastasse ser a secretária de um chefe como ele, Eun Seol acaba se tornando uma quase babá do patrão que é super mimado e possui alguns problemas como síndrome do pânico.


A interpretação do ator Ji Sung, que faz Ji Heon, é ótima e mostra com nitidez a personalidade do protagonista: um mocinho realmente irritante, chato e por vezes malvado! No entanto, como qualquer protagonista, Ji Heon também tem seu lado bonzinho e mesmo tentando esconder ele acaba se apaixonando por Eun Seol, mudando a sua personalidade perversa e nos fazendo amá-lo com o tempo.

Quando Eun Seol se adapta a seu trabalho ela realmente passa a proteger o seu chefe, que tem como inimigo o falso dócil Cha Moo Won (que tem uma mãe que é uma verdadeira megera) e uma ex-namorada insuportável, Seo Na Yoon (Wang Ji Hye de “Personal Test”). Além disso, Ji Heon tem que provar, mesmo sem querer, que é capaz de substituir seu pai no cargo de presidente da empresa, tarefa nada fácil, já que o próprio rapaz não está muito disposto a assumir tamanha responsabilidade.


Eu ri com os trejeitos de Cha Ji Heon, ri com o temperamento de Eun Seol e por incrível que pareça também ri com a vilã caricata Seo Na Yoon. Além disso, Ji Heon e Cha Moo Won brigando como crianças é impagável.

Porém, apesar de tudo isso o dorama, infelizmente, fica estagnado mais ou menos depois do episódio 10. A história não anda e o quarteto amoroso, que vira triângulo, não é o suficiente para segurar a trama. As intrigas aumentam e junto com ela uma enrolação sem fim, talvez só mesmo o lado cômico de Ji Heon para agradar aqueles que foram fisgados no início da história.

De qualquer forma “Protect the boss” não é um péssimo dorama (já vi piores), você ri e se diverte com seus protagonistas, só que não espere se envolver muito com a história e tenha paciência com as enrolações!

Final: Feliz 

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Essa foi a segunda vez que assisto a um dorama taiwanês, mas foi a primeira e, diga-se de passagem, a última vez que assisto a um dorama em andamento. Impossível descrever a frustração da espera! No entanto, sempre agradeço aos funsubs por legendarem os dramas e os animes para nós!

“Fated to Love You” é o segundo melhor dorama que já assisti (o primeiro é “Shining Inheritance”, porque o primeiro a gente nunca esquece)! Para começar ele não é um dorama comum, pois logo no início a protagonista já fica grávida! Isso mesmo, porém os beijos são da mesma quantidade que os dramas normais! Chen Xin Yi é uma garota tímida que é mandada por todos, não expressa seu desejos, todos fazem dela uma boba, mas é bastante esperta e dedicada ao seu trabalho, por isso é chamada de garota post-it, já que nunca se esquece de realizar um pedido feito por alguém. Por mais difícil que seja a tarefa Chen Xin Yi a realiza.

Um dia, nossa protagonista resolve perder sua virgindade com um idiota que ela gosta, para isso, ela se arruma toda para ir a um cruzeiro com ele. Neste mesmo tempo, Cun Xi, presidente de uma grande empresa, convida sua namorada Anna, que é bailarina e super ocupada, para ir ao mesmo cruzeiro, mas a moça não vai. Xin Yi ao tomar um remédio fica um pouco tonta e vai parar justamente no quarto errado, no quarto de Cun Xi, que por outros motivos acaba sendo drogado. Por conta de um enorme mal entendido, que só acontece mesmo em novela, sem querer querendo, Xin Yi e Cun Xi dormem juntos, mas só se dão conta do engano no outro dia de manhã. Para piorar a situação, a pobre Chen Xin Yi fica grávida e desesperada! A partir daí começa uma história cheia de reviravoltas, com muito romance, drama e comédia.


Cun Xi assume a criança e, obrigado por sua avó, se casa com Xin Yi. Aliás, devo dizer que a avó de Cun Xi é um dos meus personagens favoritos, mesmo porque ela joga Wii! Entretanto, a vida da protagonista como a garota rica não é nada fácil, já que Cun Xi deixa bem claro que ela nunca ocupará o lugar de Anna! Porém, Chen Xin Yi não está só, pois ao seu lado temos o seu protetor Dylan, que é extremamente importante para ela, já que é ele quem a ajuda quando está em dificuldades, sendo o responsável pela mudança física e psicologia dela na segunda parte do dorama.

A transição de uma fase para a outra é muito bem detalhada, mostrando como cada um se modificou com o passar dos anos. Deve-se dizer que a atuação de Joe Chen como Chen Xin Yi é ótima, parece até outra personagem. 




Fazendo uma análise das fases, eu diria a primeira é mais engraçada, focando na gravidez de Chen Xin Yi e seus problemas com Cun Xi, já a segunda já mostra a protagonista mais madura, diferente e o dorama me parece mais romântico. É na segunda fase que vemos que Cun Xi também se mostra mais maduro e arrependido pelas coisas que fez com a pobre Xin Yi.

Como todo drama que se preze temos uma vilã, Anna. Pra falar bem a verdade, apesar da moça ter armado contra Chen Xin Yi, às vezes sentia pena dela, já que de um dia pra noite perdeu as coisas mais importantes de sua vida.

Além da avó de Cun Xi, destaque para a família de Chen Xin Yi, que é uma comédia e fez com que eu risse horrores com o casamento dos protagonistas; destaque também para o Anson, com seu jeito gay, mas que arranja uma namorada!

               
                Essa é a abertura que mostra cenas do dorama.

“Fated to Love You” a princípio me pareceu uma “Betty, a feia” taiwanesa, mas depois percebi que é um drama único, bem desenvolvido, muito engraçado e bem romântico, mesmo achando que teve episódios demais (39) e que 5 a menos teria deixado a história bem mais concisa, eu não posso negar que eu amei a história! Dessa forma, se você gosta de dorama, seja coreano ou japonês, sem sombra de dúvidas vai se apaixonar por “Fated to Love You” e para ser bem sincera, agora que acabou fiquei morrendo de saudades!

                Como não achei o encerramento e a música é super fofa, achei que valeria a pena colocar esse video com a música e algumas cenas.
               


Final: Impecável

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Faz tempo que “Rec” está na minha lista de animes e estou sempre o empurrando para depois, já que parecia apelar para o Ecchi, algo que não acontece!

A primeira coisa que me surpreendeu no anime foi a duração dos episódios: 13 minutos! Super curto, por um lado é bom porque assim o anime é mais dinâmico, sem muito tempo para enrolações, por outro lado é tão curto que enfraquece a história.

Um dia Matsumaru Fumihiko, que trabalha em uma empresa de lanches, está esperando uma colega de trabalho para ir ao cinema, mas ela não aparece. Irritado com o fora, Fumihiko resolve jogar fora os ingressos, mas eis que aparece Onda Aka e pede para assistir ao filme com ele. Aka é uma garota simpática que se tornar uma seiyuu famosa, ou seja, uma dubladora. Fã de Audrey Hepburn, Aka sabe de cor as falas do filme que estão assistindo, o que impressiona Fumihiko.


Os dois poderiam nunca mais se ver depois do cinema, se não fosse o fato do local onde Aka mora pegar fogo e a garota não ter para onde ir. Tentando ajudar, Fumihiko convida AKa para morar com ele, até que as coisas se resolvam. No entanto, talvez por conta do momento ou quem sabe por algum sentimento escondido em ambos, os dois acabam transando. No dia seguinte Fumihiko é surpreendido no trabalho, pois um dos seus projetos é aprovado e o rapaz terá que escolher uma dubladora para a propaganda do produto que a empresa quer comercializar. Novamente Aka aparece, é uma das candidatas e é selecionada. Como moram juntos e isso pode prejudicá-los, os dois preferem fingir que não se conhecem no trabalho.

Apesar de terem dormido juntos Aka e Fumihiko passam a viver apenas como amigos, não que Fumihiko não quisesse ter algo a mais, mas Aka faz a linha dura.

           

Cada episódio tem uma referência a algum filme de Audrey Hepburn e mostra bem a dificuldade de alguém se tornar uma seiyuu no Japão. “Rec” é divertido e ainda tem romance, coisa que eu adoro, só que se fosse um pouquinho mais longo os personagens poderiam ser desenvolvidos melhor, mas fora esse detalhe eu gostei do anime!

             

Final: Feliz

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Existem coisas na vida que todo mundo gosta menos você e existem coisas que ninguém gosta, só você! Acho que essa explicação serve bem para justificar eu assistir a esse dorama! Isso e o fato de amar o anime “Yamato Nadeshiko Shich Henge”, já que é um dos meu animes preferidos, uma vez que seu humor nonsense sempre me faz rir. Como estava com saudade do anime, mas precisar assistir algo novo para o blog, juntei o útil ao agradável, não que o dorama seja realmente bom!

Incrível como os japoneses perdem no quesito dorama para os coreanos. E não estou falando só em atores bonitos, mas principalmente em produção! A história de “Yamato Nadeshiko Shich Henge” é tão boa que em uma boa produção, a adaptação seria ótima, mas neste caso não bem o que aconteceu. No entanto, como fã da obra original, não poderia deixar de conferir mais essa adaptação!


Sunako é uma garota que depois de ser rejeitada por um garoto que a chama de feia, se retrai em seu quarto e se torna uma moça sombria, apaixonada por filmes de terror e que tem como seu melhor amigo, Hiroshi, um humano de plástico daqueles usados em aulas de biologia. Entretanto, os dias de mulher sombria estão contados, uma vez que sua tia, que é podre de rica, resolve fazer um acordo com os quatros rapazes mais “lindos (ou ao menos os atores deveriam ser) do Japão. Caso os rapazes consigam transforma Sunako em uma dama perfeita, eles não precisam pagar o aluguel da casa. Claro que conseguir essa transformação não é nada fácil.

O dorama tem o mesmo estilo nonsense do anime e mangá, e me arrisco a dizer que até mais, pois coisas bizarras acontecem na história. Porém, algumas coisas são diferentes, pois no dorama aparece o sobrinho da tia de Sunako, que é uma graça, além de ter algumas histórias que não aparecem no anime, já que o dorama foca mais no sentimento amoroso entre de Kyohei e Sunako. Outra coisa diferente é que ao invés de ter um sangramento nasal, toda vez que Sunako vê Kyohei ela lhe dá uma cabeçada, já que por ser muito bonito (só eles acham isso), ela acha o rapaz também muito “brilhante”. 


Apesar dos pesares, como ter uma abertura que é uma das coisas mais vergonhosas que eu já vi, “Yamato Nadeshiko Shich Henge” é uma comédia romântica que vale a pena assistir se você é realmente muito fã do anime e do mangá, pois caso contrário você pode não passar do primeiro episódio.

Final: feliz e diferente do original.
Pers




Às vezes eu gosto de assistir animes bem leves para distrair um pouco, por isso dessa vez eu escolhi “Kamisama Kazoku”, que tem apenas 13 episódios. Dizem que o anime é um shounen, mas me parece um shoujo!

Samatarou é o filho do meio de uma família de deuses, que está na terra para aprender mais sobre os humanos. Samatarou não controla bem seus poderes, mas usa a forma chibi para falar telepaticamente com os outros membros de sua família e com a Tenko, sua anja. Tenko é uma garota ingênua que nem ao menos sabe como os bebês são feitos! Quando está nervosa ou envergonhada começa a sair fumaça de sua cabeça. Tenko não tem família e sempre viveu ao lado de Samatarou, por isso ela é fortemente ligada a ele.



Um dia, Samatarou se apaixona por Kumiko, uma garota transferida que passará pouco tempo na escola. Samatarou quer conquistar Kumiko sem a ajuda dos deuses, o que é um pouco difícil, já que sua família interfere o tempo todo. Tenko, apesar de seus sentimentos por Samatarou, está sempre o apoiando.

Quanto à família de Samatarou, ela composta pelos seus pais que são deuses pervertidos e suas duas irmãs, sendo que a mais nova tem aquele estilo “indiferente a tudo” e a mais velha é a mandona intrometida. 


O anime além de focar no triângulo amoroso entre a Tenko, Samatarou e Kumiko, também mostra outras histórias, como a chegada de um bebê misterioso, ainda que tudo esteja ligado ao enredo principal do anime.

               

“Kamisama Kazoku” possui um traço do qual eu não gosto muito, mas é uma comédia romântica bem leve, divertida e recomendada para quem gosta de animes do gênero.

                 

Final: Feliz

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Demorei muito para assistir a segunda temporada de “Kimi ni Todoke” e fiz isso de propósito, porque por mais que eu goste do anime, a verdade é que seu ritmo lento no quesito romance me deixa desesperada e eu sabia que sentiria essa sensação assistindo a segunda temporada!

O anime começa um pouco depois do fim da primeira temporada e com o retorno das aulas os lugares foram trocados, dessa forma Sawako não senta mais perto de suas amigas Yano e Chizuru. Porém, conhece novos amigos, como Miura Kent, que se aproxima de Sawako, o que provoca ciúmes em Kazehaya. Falando em Shouta Kazehaya, com a mudança de lugares, somado a timidez do casal, os dois já começam um pouco distante nessa temporada, para o desespero de ambos.


Além dos lugares algumas coisas mudam no anime, já que aos trancos e barrancos Sawako consegue de alguma forma ganhar mais segurança. No entanto, outras coisas não mudam e Sawako e Kazehaya continuam mortalmente tímidos, sem conseguirem dizer facilmente o que sentem, o que obviamente causa mais desentendimentos e confusão, aliás, nunca vi um anime com tantos “disse e me disse” como esse!

Quanto aos personagens, gostei de bastante de Kent e por vezes achei que ele seria o par ideal para Sawako, já que o rapaz é bem mais esperto que o Kazehaya. Yano continua sendo a minha preferida, principalmente por ser a mais esperta e mais madura de todos. Já Kurumi parece ter melhorado um pouco depois de ter sido rejeitada por Kazehaya.


Ainda que o casal de protagonistas continue sofrendo devido a enorme deficiência de comunicação deles e suas próprias inseguranças, dei boas risadas com a Chizuru e com o professor maluco deles, o Pin, que mais parece um adolescente.



Apesar dos dias passarem rápido (do dia dos namorados para o mês de abril em um episódio) e de ocorrer um desenvolvimento no relacionamento dos protagonistas, o ritmo de “Kimi ni todoke” continua o mesmo, assim, se você não gostou da primeira temporada não vai gostar da segunda. Eu gostei, mas sempre tenho ressalvas quando se trata de “Kimi Ni todoke”, porque é bem verdade que um amor tão inocente como o deles dificilmente aconteceria na puberdade, pois por mais ingênua que uma pessoa possa ser, Sawako passa dos limites da realidade. No entanto, se você puder ignorar tudo isso, é possível ver a beleza e a delicadeza do anime. De qualquer forma “Kimi no todoke” (primeira e segunda temporada) é indicado para aqueles que gostam de romances sensíveis e bem ingênuos.


PS1: Gostei da abertura e principalmente do encerramento, mas ainda prefiro os da primeira temporada.

PS2: Queria ver mais sobre o relacionamento da Chizuru com o Ryu!

 

Final: Feliz e de acordo com o que anime propõe!

Pers 

Veja também a resenha da primeira temporada - Kimi ni Todoke


Kajika é uma garota filha de um poderoso empresário, Harry Barnesworth, que vive em uma ilha, como uma menina comum, juntamente com Mustafa, seu tigre e maior amor de sua vida. Um dia, Mustafa morre deixando Kajika extremamente triste, já que ela o amava. Mustafa foi presente de Li-ren seu melhor amigo.

A partir de então a vida de Kajika muda completamente, pois seu pai resolve propor um jogo de maridos em que ela precisa encontrar três pretendes e então se casar. Porém, Li-ren, que é o braço direito de Harry, líder da família Fang, não é um pretendente, o que deixa o rapaz um pouco triste, embora não deixe transparecer. Li-ren é perfeito e quando ele fica com raiva é capaz de realmente colocar medo em qualquer um, como quando ele chamou todas as polícias de Nova York para procurar Kajika, que estava com Eugene, o primeiro pretendente. Aliás, Eugene é seu grande rival, assim como Mustafa era.

Eugene é um deus da beleza e Kajika se interessa por ele à primeira vista, uma vez que seus olhos se parecem com o de Mustafa. A menina acredita que a alma de seu tigre entrou no corpo do rapaz. No entanto, o rapaz tem uma personalidade bastante fria e masoquista, mas que muda aos poucos graças à Kajika.


O segundo pretendente é o príncipe Lumati do reino de Laginay, uma garoto a princípio arrogante, mas que graças a Kajika aprende muitas coisas sobre o amor e amizade. Kajika conhece Lumati em uma festa promovida pela família de Li-ren em uma mansão. Aos poucos Lumati acaba se tornando um dos personagens principais por conta da guerra civil que se instala em seu país.

A história dos avôs de Kajika é o ponto principal da história e explica o envolvimento da família dela com o reino de Laginay. Durante dois episódios a história sobre seus avôs é contada, deixando de lado o enredo atual, mostrando que Kajika e Lumati são mais próximos do que imaginam. No começo achei os episódios sem muita importância, mas depois percebi que o passado influencia bastante o presente de Kajika, inclusive no motivo sobre o jogo de maridos, uma vez que Harry precisa que sua filha se case com um homem forte, que a proteja.


Quase todos os episódios são sobre a sucessão do trono em Laginay, mostrando intrigas, traições, idealismo, fanatismo religioso e muita ação. Neste ínterim Kajika conhece seu terceiro pretendente Carl Rosenthal, filho do maior rival de seu pai. Carl tem claustrofobia e mais do que isso, tem fobia às mulheres, claro que Kajika o acaba ajudando, mas Carl é um pretendente enigmático, por conta de sua aversão às mulheres.

O enredo é envolvente, não só porque você vai querer saber com quem a Kajika vai ficar no final, mas principalmente por toda a história contada. Se Li-ren vai ou não reprimir seus sentimentos por Kajika, se Lumati vai assumir o trono de Laginay e se Carl vai esquecer seus rancores. Na verdade, várias vezes o romance fica em segundo plano, sendo que as ações de Kajika e como ela transforma as pessoas ao seu redor se tornam mais importantes no anime. Além disso, com a sucessão do trono em Laginay o jogo de maridos fica como plano de fundo em uma ação cheia de dramas.

Durante o anime outros personagens se destacam como Harry, que é um pai bastante ousado! No entanto, além de ousado é esperto, sendo que sabe como cada peça de seu jogo vai jogar, agir e assim trazer a felicidade de sua amada filha. Outros destaques como o fiel Noel, a arrogante Nayara e o vilão Quinza também são importante para o desenvolvimento do enredo.



“Hanasakeru Seishounen” é um anime lindo que mostra bastante o desenvolvimento dos personagens por meio de uma história que é contada desde o princípio do amor de um rei por uma estrangeira e as conseqüências desse amor na vida de seus descendentes. Todos evoluem com o passar do tempo e aprendem a entender seus sentimentos, por isso, “Hanasakeru Seishounen", é um anime muito bonito, delicado, romântico e bastante divertido também. Por tudo isso o anime agora é um dos meus preferidos! Super recomendado para quem gosta de histórias bem desenvolvidas.

PS: A abertura e o encerramento são simples, no entanto, as canções cantadas por J-min são ótimas! Infelizmente não achei o vídeo de nenhuma das duas, por isso, estou colocando dois vídeos que achei no You Tube, uma com a música de abertura (o clipe de “Change”) e o outro com a do encerramento (“one”)

                

                


Final: Excelente, digno do anime!

Pers



Por indicação da Mallu, do blog Yo Nihon!, comprei o mangá “Wanted”, que é um one-shot da autora Hino Matsuri, a mesma de “Vampire Knight” e devo dizer que se ela fosse tão direta quanto é nesse one- shot eu iria gostar ainda mais de “Vampire Knight”. Se bem que eu gostei tanto da história que ficaria feliz se ela tivesse escrito mais, mas sem enrolação e que tivesse um final mais conclusivo, já que o one-shot só tem três capítulos.

Armeria, a protagonista, perdeu os pais cedo ficando no palácio ajudando um grupo de músico, pois sabia cantar muito bem. Um dia, seu protetor Luce foi raptado por piratas e desde então a garota parte em uma jornada em busca de seu amado. Depois de oito anos, Armeria consegue encontrar o grupo de piratas que o havia raptado e conhece o magnífico capitão Scars, que é o oposto de Luce. Scars é agressivo, mas também leal aos seus tripulantes e logo que o segredo de Armeria é descoberto, Scars passa a proteger e arriscar a sua vida por ela, embora continue às vezes sendo um pouco grosseiro.


À medida que Armeria passa a viver com os piratas descobre que nem todos são maus e que Scars no fundo é uma boa pessoa, roubando dos ricos para ajudar os pobres. Armeria segue como parte da tripulação e por conta disso também vive as mais diversas aventuras e um doce romance. Destaque para os piratas amigos de Scars são todos bem divertidos e fiéis ao capitão. Destaque também para os traços da autora, pois são bem delicados e bonitos.



Infelizmente não dá para falar muito sem contar o principal da história, mas recomendo para aquele que gostam de uma comédia romântica, com uma pitada de aventura, pois o resultado é pura diversão.

Final: feliz, mas não conclusivo.


Onde comprei: Comix

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Mais um divertido dorama coreano com o tema princesa e eu, sinceramente, não me canso de assistir dramas sobre supostas famílias imperiais!

O presidente do grupo Daehan Group quer restaurar o império na Coréia, como pagamento de uma dívida antiga e para isso pede para seu neto, Park Hae Young, encontrar a princesa desaparecida, nossa protagonista Eun Byul, ou simplesmente Princesa Lee Seol. No entanto, além de restaurar o império, o presidente quer doar todo seu dinheiro caso a Coréia aceite a família real de volta, o que deixa Hae Young bastante preocupado, sendo ele seu único herdeiro. Como se não bastasse toda essa confusão, Hae Young terá que cuidar de Lee Seol, que está apaixonada pelo professor Nam, que gosta da diretora do museu imperial, Yun Ju, que por sua vez brinca com os sentimentos de todos, inclusive com o de Hae Young, que também gosta ela. Assim, essa quadrilha amorosa se desenrola, sendo uma comédia romântica pra lá de divertida.



Entretanto, devo dizer que nem tudo é divertido nesse dorama, já que Yun Ju é uma verdadeira megera vesga. Como tive vontade de dar uns tapas nessa mulher! Yun Ju é egoísta, morre de inveja e de raiva da princesa por conseguir atrair tanto Park Hae Young como o professor Nam, seu ex-namorado. Além dessa bruxa, temos também a irmã adotiva de Lee Seol, que consegue ser mais invejosa que Yun Ju. É claro que as duas acabam se unindo para tentar derrubar a princesa. Com tanta gente torcendo contra, Lee Seol oscila várias vezes em ser princesa ou não, mas sou obrigada a concordar que Lee Seol não está preparada, já que eu nunca vi uma princesa tentar se esconder dentro de uma mala!

Apesar de algumas cenas clichês, como a protagonista bêbada sendo levada nas costas por seu amado, “My princess” é bem criativo e às vezes até surpreende.



Destaque para a mãe adotiva da princesa que é muito engraçada, aliás, Im Ye Jin se dá muito bem no papel de mãe das protagonistas, como foi, por exemplo, em “Boys Before Flowers” e “Goong”. Outro destaque é o protagonista Song Seung Hun, também conhecido no dorama como Sr. P, pois é bem interessante de assistir sua mudança de personalidade e ver como ele, pouco a pouco, se apaixona pela princesa.

Em suma, “My princess” é mais uma drama sobre princesa, mas vale a pena conferir as loucuras de Lee Seol.

Final: Feliz

Pers

Às vezes eu gosto de assistir animes que não são lá muito famosos e esse é o caso de “Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi”. Não que ninguém tenha visto o anime, mas acredito que não seja muito conhecido e aclamado.

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” fala sobre o clube conhecido como o “Banco Otogi” da escola Otogi. O clube recebe diversos e variados pedidos de ajuda aos participantes que fazem o que for preciso para ajudá-los, em troca, as pessoas ficam em dívida com o clube e mais tarde pagam a dívida com seus trabalhos.

O clube é formado por Ryouko Ookami, a protagonista, que é praticamente a Taiga de Toradora! Só que com altura! Junto com Ookami temos mais sete pessoas, cada uma com suas próprias habilidades, sendo o título do anime uma brincadeira com a personagem, seus sete amigos e o conto de fadas “A Branca de neve e os sete anões”. Na verdade, o anime faz uma parodia com várias fábulas, como por exemplo, a da “Chapeuzinho vermelho”, uma vez que Ookami seria a loba, acompanhada por Ringo, sua melhor amiga (talvez apaixonada pela protagonista), que se veste como a chapeuzinho e Morino, que seria o caçador.

A história praticamente está centrada em Ookami (e seu passado) e Morino, um garoto que não suporta ser encarado pelas pessoas, mas que está completamente apaixonado por Ookami, que é uma lutadora poderosa, mas que apenas Morino e Ringo percebem que por dentro, ela não passa de uma garota frágil com pose de durona. Morino chega a ser patético, com o medo que sente de ser observado, mas faz de tudo para tentar ajudar a Ookami e para protegê-la também.


Ringo, assim como Ookami, tem um segredo em seu passado, mas nada comparado ao da protagonista, o que justifica sua personalidade agressiva. Além do trio, ainda temos o presidente do Banco Otogi, Kiriki, sua habilidade é cross-dressing, mas quase nunca trabalha, podendo assim ser a cigarra da fábula de Esopo. Alice, a secretária do clube, seria então a formiga, uma vez que não para de trabalhar. Otsu Tsurugaya é a empregada doméstica do clube que tem uma obsessão por favores de retorno, sendo baseada na lenda “Ongaeshi”. Taro Urashima é um ano mais velho que todos, sendo bastante galinha, mas parece gostar mesmo da Otohime. Há indícios no anime que os dois possuem um relacionamento íntimo, uma vez que Urashima entra no modo "gentleman" após Otohime arrastá-lo e retirar "extratos de várias coisas" dele. Já Otohime possui uma paixão obsessiva por Taro, sendo os dois baseados no conto “Urashima Taro”. Por último temos Majo, uma personagem bem maluquinha, baseada na feiticeira “Morgan le Fay”.


Para dar ênfase a paródia dos contos de fadas, existe uma narradora que inicia os episódios como se fossem fábulas e que, além disso, interrompe o tempo inteiro! Às vezes não sabia se prestava atenção nos diálogos ou na narradora e se você assistir com legendas em português pode se confundir com elas!

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” é uma anime bem simples, não muito empolgante, mas no mínimo interessante e divertido. Como o anime é bastante curto, apenas 12 episódios, vale a pena conferir, mas sem criar muitas expectativas.

                 

                 


Final:Feliz

Pers