Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Ryuu Yamada é um estudante do segundo ano meio briguento e preguiçoso, mas um dia ao tropeçar em uma escada, cai em cima da Urara Shiraishi, uma estudante bonita e super inteligente. Yamada e Shiraishi acabam trocando de corpos, por causa de um beijo ocorrido durante a queda. Depois de muitas tentativas para trocarem novamente de corpos e nos seguintes episódios, descobrimos que Urara é uma das sete bruxas da escola e Yamada tem o poder de copiar o poder delas.


Miyamura descobre o segredo de Urara logo no começo e ele, Itou, Urara e Yamada entram para o clube de assuntos sobrenaturais e começam a investigar sobre outras bruxas. No entanto, o interessante do anime é que eles não descobrem rapidamente que existem outras bruxas e, portanto, a gente vai acompanhando o desenrolar da história e com isso um pouco do desenvolvimento da relação de Urara com Yamada, como os dois se aproximam a cada episódio! Depois, quando se sabe que existem outras bruxas, a cada episódio uma delas é apresentada e com isso Yamada e o clube vão se envolvendo em algumas confusões. A primeira a aparecer depois de Urara e a Odagiri, uma garota que ao beijar deixa as pessoas apaixonadas por ela. Quando Odagiri beija Yamada, o poder de copiar dele faz com a moça se apaixone com por ele. Depois temos Ootsuka, uma garota que tem poderes telepáticos, Maria que consegue ver o futuro, Takigawa que vê o passado de quem beija, Asuka que consegue ficar invisível e por último Rika, a garota que consegue fazer com as memórias das pessoas sejam apagadas e é responsável pelo arco final do anime.

Além desses personagens, temos Tamaki que também tem o poder de copiar e o presidente do conselho estudantil, que sabe tudo sobre as bruxas! Entre ouros personagens secundários!

Eu diria que o arco de Maria, quando ela sabe que alguém vai colocar fogo em um dos prédios antigos da escola é o que mais nos dá agonia ao ver, isso porque eles passam o episódio todo tentando resolver a situação, mas o arco final foi bem mais tenso!



Apesar de algumas cenas de troca troca de beijos e das fujoshis se sentirem felizes em alguns momentos, Yamada-kun to 7-nin no Majo não é um anime apelativo com fanservice para enrolar quem assiste. Claro que em algumas cenas o apelo sexual é evidente, mas ele está lá apenas como alivio cômico, uma parte pequena do anime, nada que atrapalhe o desenvolvimento da história. Pelo contrario, Yamada-kun to 7-nin no Majo se desenvolve bem, principalmente por mostrar o desenvolvimento entre Yamada e Urara, não sendo assim um anime de harém, quando tinha tudo para ser! Cada bruxa tem seus problemas e Yamada acaba se envolvendo com eles! Quem leu o mangá vai dizer que lá as histórias são mais detalhadas, mas o anime não deixa pontas soltas, sendo tudo até que bem explicado e com um final decente!

Quem gosta de comédia com uma boa história eu recomendo o anime, você vai se divertir ao acompanhar um historia com tons sobrenaturais e com uma pitada de um bom romance!


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"Denki-Gai no Honya-san" é um anime de 12 episódios, baseado no mangá de Asato Mizu. Eu diria que o anime não tem um só protagonista, na verdade diria que todos os personagens possuem sua importância nesse enredo que se passa em uma loja de mangás aos arredores da "Cidade Elétrica" (Denki-Gai, que no Japão é o nome popular de uma área comercial especializada em eletrônicos). Umio é um rapaz que trabalha meio período lá, na livraria Uma no Hone, junto com Hiotan, uma garota bonita e às vezes ingênua; a Sensei, que desenha mangás e sonha em ser uma mangaká famosa; Fu Girl, uma menina que adora zumbis; Sommelier, um homem sem olhos (?), mas bastante perspicaz; Kameko, uma garotinha que gosta de tirar fotos e por fim, Kantoku, o gerente da loja que gosta de assediar Hiotan!


O anime é de comédia totalmente nonsense com cenas hilárias e piadas de duplo sentido. Enquanto vamos acompanhando a rotina de todos os personagens na loja, vamos descobrindo como cada um é, por exemplo, a sensei, que parece não ligar para as aparências, sempre vestindo a mesma roupa, mas que na verdade se preocupa bastante com sua falta de poder feminino. Ela e Umio são mais próximos porque o rapaz está sempre ajudando-a, já que como muitos mangakás, Sensei trabalha sempre com prazos apertados! Sensei nutre sentimentos por Umio e é muito fofo ver como ela reage sempre que ele a ajuda. Outro casal da série é o gerente tarado, Kantou, e a Hiotan. Kantou está sempre assediando a moça, mas nem sempre de maneira pervertida! E o terceiro casal é Sommelier e Fu, ele é alto e musculoso e ela aparentemente frágil e baixinha, juntos são uma dupla muito fofa, já que Sommelier está sempre disposto a ajudar Fu. Já a garota, está sempre disposta a bater em Umio por achá-lo parecido a um zumbi! 

Outros personagens na série são importantes como a famosa escritora Tsumorin, por quem Umio é fã. Tsumorin já teve um relacionamento com Kantou e sua presença sempre gera um certo conflito nos sentimentos de Hiotan. Além de Tsumorin, temos Ero Hon, uma mulher que inspeciona mangás eróticos, para ver se eles estão na seção certa. Ero se dá muito bem com Sommelier, já que o rapaz sempre acerta o gosto de todas as pessoas e isso não é diferente com ela, que adora um mangá pervertido. 


"Denki-Gai no Honya-san" tem um ritmo leve e descontraído, à medida que a história avança vamos descobrindo as mais diversas loucuras de seus personagens e um pouco mais dos sentimentos deles. Uma pena que a história acaba sem dar um verdadeiro fim à história dos casais, mas é diversão garantida!

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Fazia muito, muito tempo que eu não chorava de rir com um anime! Meu Deus, “Gekkan Shoujo Nozaki-kun” é muito nonsense! Não teve um único episódio que eu não desse uma risada!

O anime conta a história de Chiyo Sakura, uma garota que é apaixonada por Nozaki e ao se declarar pra ele, ela diz que é sua fã! Porém, Nozaki não entende a declaração, dando-lhe um autógrafo e assim, Chiyo descobre que Nozaki é um conhecido escritor de mangás shoujo! A partir daí, Chiyo passa a ser sua assistente e tem sérias dificuldades de se confessar!



Outros personagens aparecem no anime e os coadjuvantes dão um show a cada episódio! Temos Mikoto Mikoshiba, um garoto que parece ser mulherengo, mas na verdade morre de vergonha das frases que fala! Mikoto também é assistente de Nozaki e é sua inspiração para ser a protagonista do seu mangá! Logo depois aparece Yuzuki Seo, uma menina totalmente sem noção, que fala o que pensa e sempre acaba magoando os outros. Depois conhecemos Kashima e Masayuki. Kashima é uma garota que na verdade parece um príncipe e todas as meninas a adoram. Já Masayuki, é o presidente do clube de teatro que Kashima participa. Eu super torço por esse casal, em que Kashima parece ser o homem da relação e Masayuki a mocinha! Outro casal invertido é o Hirotaka Wakamatsu do clube de basquete, que é mais delicado e a Seo, que mais parece um “moleque”, apesar de ter um linda voz! Em outros episódios também conhecemos mais personagens e o anime vai transcorrendo à medida que Nozaki vai se inspirando na história do mangá ou tentando entender seus próprios personagens!



Tudo para Nozaki gira ao redor das suas histórias, mas o mais engraçado é vê-lo observar os amigos para criar novos acontecimentos no seu mangá! Aliás, a bem verdade é que os coadjuvantes muitas vezes roubam a cena no anime! E tem personagem para vários gostos, dá pra ficar torcendo pelo romance de todos, que formam pares bem engraçados e muitas vezes sem harmonia alguma!

Embora seja um mangá publicado para o público masculino, “Gekkan Shoujo Nozaki-kun” , qualquer um, independente do sexo ou idade poderá ver o anime e se divertir com uma história que parodia todos os estereótipos e gêneros: shoujo ai e harém com a personagem Kashima, yaoi com o Mikoto, já que o rapaz possui traços femininos, tsundere com o Masayuki, além, é claro, de parodiar principalmente todos os clichês dos mangás shoujos!



Dessa forma, a autora brinca de construir estereótipos, nos faz rir com a inversão deles e sempre nos leva a um anticlímax divertido. “Gekkan Shoujo Nozaki-kun” possui um ótimo aspecto visual, com uma trilha sonora que até foge um pouco do padrão pop! Apesar de possuiu uma linguagem e enredo simples, é um anime muito bem trabalhado e sem dúvida agradará qualquer um que queira rir e se divertir com um humor oras exagerados, oras inteligente!

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Matsuri é uma moça apaixonada pelo rapaz mais bonito da escola, Wataru, mas se senta ao lado de um garoto considerado um marginal e ainda por cima guarda um segredo de todos: ela é uma lutadora de luta livre (wrestling, na verdade)! Porém, Matsuri quer esconder isso a todo custo, já que o rapaz de quem ela gosta detesta mulheres musculosas, preferindo as mais meigas e dóceis, bom, no fundo ele é um idiota! No entanto, Matsuri não tem como fugir da luta livre, na verdade ela até tenta, mas é super conhecida no meio (ela usa uma máscara pra que ninguém saiba quem ela é) e seu pai a obriga a lutar, principalmente por causa das dívidas! Como se não bastasse, o tal garoto marginal, Shigematsu, não é um bad boy, na verdade é um fã da sua personagem lutadora!



Matsuri detesta ser quem ela é, sendo obrigada a lutar, por isso tenta desesperadamente mudar a si mesma, mas Shigematsu é o único que gosta dela como ela realmente é e isso conforta Matsuri, apesar dos dois viverem brigando! Matsuri quase não tem amigos na escola e nem muito tempo livre, assim, Shigematsu acaba sendo seu primeiro amigo do qual ela não guarda nenhum segredo. Claro que o relacionamento deles vai passando de amizade a algo mais, ao mesmo tempo em que Matsuri vai enfrentando novos desafios, tanto na sua vida pessoal como profissional. À medida que a história avança, a protagonista começa a se entender e se aceitar melhor.

O mangá tem romance, mas também tem cenas de lutas bem interessantes, apesar de engraçadas! Alguns personagens secundários como a Maru são bem interessantes, embora ela só apareça na metade do mangá, mas ela é importante para forçar Matsuri a ser quem ela realmente deve ser e também pra apimentar o romance dos protagonistas. Wataru também tem sua relevância no mangá, já que no começo ele era um idiota completo e aos poucos muda, se apaixonando pela personagem criada pela Matsuri.



Resumindo, é um mangá (de 4 volumes) que foca no desenvolvimento dos personagens, no amadurecimento deles, com pitada de romance, drama e comédia. Lembrando que a mangaká é a mesma de Hana Yori Dango e Cat Street, Yoko Kamio!


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Kaito Kirishima é um rapaz do colegial que quer produzir um filme com a ajuda de seus amigos, mas a chegada de uma nova aluna torna tudo um pouco mais misterioso!

Tudo começa quando um dia Kaito está gravando com sua câmera e Ichika Takatsuki chega a terra em sua espaçonave, mas ninguém sabe que ela é uma alienígena que está na terra. Ichika passa a morar na casa de Kaito, já que não tem para onde ir, o que deixa Kanna, amiga de infância do protagonista, bastante enciumada. Aliás, a chegada de Ichika mexe bastante com os sentimentos de todos os amigos de Kaito, que pouco a pouco vão se revelando, como em uma quadrilha amorosa. Assim, podemos ver melhor os sentimos de Tetsuro, Mio e conhecendo melhor quem é a Lemon, uma personagem bastante divertida!



O filme acaba ficando em segundo plano, enquanto as emoções dos personagens vão se tornando o foco do anime. A princípio vemos os sentimentos confusos de alguns e as decisões de outros. De todos, a Kanna me parece a mais ingênua ou talvez a mais cega do grupo, já que não só não percebe quem gosta verdadeiramente dela, como também dos sentimentos da própria melhor amiga. É como se para Kanna, apenas existisse Kaito e assim não consegue enxergar os sentimentos das pessoas ao seu redor. Justamente ao contrário da Lemon, que não só percebe os sentimentos de todos, como brinca com isso!

Aos poucos os sentimentos dos personagens vão se desenvolvendo, igualmente com eles e tudo vai ficando mais interessante com os desenrolar da quadrilha amorosa, principalmente depois que o segredo de Ichika é revelado. No entanto, se por um lado os sentimentos são explorados, me parece que faltou explorar mais Ichika como alienígena, como é sua vida no espaço e o que faz. O anime acaba e não temos quase nenhuma informação a esse respeito.



É inevitável não comparar “Ano Natsu de Matteru” com “Onegai teacher”, mesmo porque ambos possuem o mesmo caracter design, Taraku Uon, e a mesma pessoa responsável pelo script, Yousuke Kuroda, sendo a série uma espécie de homenagem a “Onegai”, lembrando que “Ano Natsu de Matteru” estreou na data de aniversário de 10 anos de sua antecessora! Porém, é importante notar que existem muitas diferenças no enredo e devo dizer que o anime vai muito além de Onegai.

Para muitos “Ano Natsu de Matteru” ou foi um anime incrível ou foi mediano, para mim ele foi acima da média, justamente por explorar bem as relações amorosas dos personagens, não se detendo apenas no casal protagonista, criando expectativas até o último episódio. A verdade é que me emocionei com final da história e o drama aparece na dose certa, sem exageros, assim como a comédia, o ecchi e o romance. Entretanto, apesar de criar tensão e expectativa, o enredo acaba caindo no previsível, mas isso não me desagradou, por isso, super recomendo!



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“Noragami” é um anime de 12 episódios que envolve sobrenatural, drama e comédia, que me cativou logo no primeiro episódio.

Hiyori é uma colegial comum que um dia ao salvar um rapaz de ser atropelado quase morre! Na verdade, além de quase morrer muda completamente o rumo da sua vida, isso porque o rapaz em questão é Yato, um antigo deus da calamidade. Atualmente Yato é um deus pobre, sem templo, sem ter dinheiro nem pra comer, que vive de trabalhos esporádicos, os mais bizarros possíveis, diga-se de passagem. Como se tudo isso não bastasse, Yato também está sem um instrumento divino, que é um espirito de humano que já morreu, mas que se transforma em arma na mão de um deus.



Hiyori depois do acidente começa a se envolver com o Yato, já que seu espirito sai constantemente de seu corpo e assim ela o acompanha, buscando um modo de voltar ao normal, tanto que está com ele quando o deus encontra um novo instrumento divino: Yukine, um adolescente que a princípio parece ser meigo, mas que esconde muita complexidade e problemas.

Ao longo do anime os três acabam se tornando grandes amigos, mesmo porque Hiyori é fundamental quando Yukine começa a fazer coisas erradas e atinge quase que fatalmente Yato. Porém, o mais interessante é saber mais sobre o passado do Yato, que já foi um deus realmente odioso e possui inimigos muito fortes. Outro ponto intrigante do anime é a Nora, uma garota que já foi instrumento divino do Yato e que hoje em dia é instrumento divino de vários deuses ao mesmo tempo, o que é considerado vergonhoso. Nora é a verdadeira vilã da história e o motivo disso está intrinsecamente relacionado com o passado do Yato.



Quanto aos personagens, Hiyori não é uma protagonista chata ou Moe (o que poderia me irritar), Yukine carrega a parte mais dramática e Yato sem dúvida é o responsável pelo alivio cômico! 

Noragami não é um anime pra ser levado muito a sério, embora possua uma carga dramática considerável, mas ao mesmo tempo é um anime leve e descontraído, com situações bem engraçadas, pena que só teve 12 episódios.

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Essa foi mais uma indicação do Eiti do blog Our Otaku life e como sempre ele acerta! Eu simplesmente amei o anime!

Yugo Hachiken é um garoto que não sabe o que fazer da vida e vai estudar num colégio interno no campo, totalmente diferente de sua vida na cidade. Não sabemos bem o motivo da radical mudança, apenas que ele possui problemas familiares e que não sabe o que fazer do seu futuro.



A adaptação à vida no campo não é fácil, novas matérias, novos amigos, uma nova vida que inclui levantar às 4 da manhã todos os dias e ser obrigado a participar de um clube. Porém, aos poucos Hachiken vai se adaptando e criando novas amizades, tantos que se apega a um porquinho muito fofo, passa as férias trabalhando na casa de uma amiga e até faz uma noite de pizza no campus! 

No entanto, o maior problema de Hachiken é com os animais, já que ele não encara a morte dos bichos com tanta facilidade e essa sensibilidade é problemática para sua sobrevivência, mesmo porque o rapaz não consegue ser vegetariano (nem eu!). O dilema percorre o anime, mas apesar de ter um fundo mais sério, “Gin no saji” é divertidíssimo e mesmo usando e abusando do anticlímax eu morri de rir todas as vezes que acontecia!



Tudo no anime me pareceu perfeito, o enredo, o bom desenvolvimento dos personagens, os coadjuvantes e seus problemas, abertura e encerramento, enfim, o anime acabou se tornando um dos meus favoritos, não só pela comédia, mas principalmente por conseguir levantar dilemas de forma simples, sem muito drama.

Pra quem quer se divertir ou acompanhar um anime no mínimo interessante eu super recomendo!

PS: tem segunda temporada que eu em breve assistirei!

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Como estava morrendo de saudade da Nanami eu resolvi assistir ao OVA de “Kamisama Hajimemashita”, mesmo porque o mangá está parado no site espanhol que costumo ler, então a vontade de ver os personagens só aumentou nestes últimos dias!

Logo no inicio temos um breve resumo do anime, já que o OVA continua logo depois da cena do beijo do Tomoe em Nanami e mesmo sendo apenas um beijo para selar o acordo entre servo e Deusa, Nanami continua nas nuvens! Porém, como sempre, insegura! Depois de perceber que sempre deu muito trabalho para o Tomoe e que ele sempre faz as coisas por ela, Nanami tem a brilhante ideia de passar um dia em um hotel com águas termais com Tomoe, deixando o pobre Mizuki cuidando do templo. Lá, Nanami tenta a qualquer custo não dar trabalho ao Tomoe, para ele não se cansar muito dela. Bom, nem preciso dizer que isso não dá muito certo, né?


O OVA tem apenas um pouco mais de 28 minutos, infelizmente, pouco demais pra matar a saudade! Entretanto, ao menos foi bom pra dar boas risadas, porque o humor continua ótimo! E o Tomoe continua lindo e a Nanami continua uma fofa, sem sombras de dúvidas uma das minhas protagonistas preferidas, com seu modo ingênuo e engraçado!



Resumindo: O Ova não mostra novos elementos, apesar de deixar claro no final que algo maior está por aparecer!

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Quando eu assisti ao primeiro episódio de “Uchouten Kazoku” eu pensei em desistir, mas daí meu amigo Morimoto me disse que depois do quarto episódio o anime ficava muito bom, por isso resolvi arriscar e para falar bem a verdade, antes mesmo do quarto episódio eu já estava gostando da família de Guaxinim, ou melhor, Tanuki!

O protagonista da história é Yasaburo, um jovem Tanuki bastante despreocupado, mas o anime também mostra um pouco da história dos outros membros da família: Yaichirou, o irmão mais velho, Yajirou, que se transformou num sapo e não sabe mais como voltar a sua forma normal, Yashirou, o mais novo e mais fofo e por último a mãe, que tem o costume de se transformar em um homem que parece ser um príncipe. Aliás, falando em transformações, é extremamente estranho ver Yasaburo transformado em mulher, prefiro mil vezes quando ele se transforma em um garoto! Já o pai da família morreu de uma forma triste e ao mesmo tempo bizarra: virou nabe de um clube estranho, chamado sexta-feira, que come tanukis todo final de ano!



O anime nos mostra o cotidiano da família e suas relações pessoais, inclusive com os humanos, como no caso de Beten que é uma espécie de elo entre o mundo humanos, tengus e tanukis. Porém, o ser humano mais bizarro é o professor do Clube Sexta-feira que adora os tanukis e ainda assim quer comê-los, já que possui uma forte ligação com a comida, como se devorar uma espécie viva fosse uma homenagem a ela. Muito estranho!

Eu diria que é difícil definir o anime, ao mesmo tempo que “Uchouten Kazoku” tem momentos nonsense também tem momentos bonitos, emocionantes e tristes, principalmente a maneira como trata a morte. Chega a ser estranho como é narrado a morte do pai da família dos tanukis, pois é trágico, triste e ainda assim você consegue enxergar alguma beleza na história.



Além de ser uma bela história, os últimos episódios nos tiram o fôlego com tanta ação, chega quase a ser desesperador, inclusive! E é por tudo isso que amei o anime! E apesar de ter um final redondinho, quando acabou eu fiquei torcendo por uma segunda temporada!

Resumindo: Um excelente anime pra assistir, bastante diferente e original!

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Como eu gosto de ver animes de comédia! E sem harém é melhor ainda! E começo a achar que o Karino Takatsu é meu autor preferido de comédias! Isso porque eu adorei “Working” e posso dizer o mesmo de “Servant x Service”

Lucy, Yutaka Hasebe e Saya Miyoshi, são três novos funcionários públicos que são bem recebidos no departamento. Cada um tem uma característica diferente: Lucy tem um nome enorme e escolheu trabalhar lá para impedir que outras crianças tenham o mesmo azar que o dela. Hasebe é um mulherengo preguiçoso e Miyoshi é uma moça que está trabalhando pela primeira vez, apesar de não ser tão jovem.

Miyoshi no começo é bem tímida e nunca consegue enfrentar os clientes, principalmente uma senhora que não para de falar da vida pessoal dela. Já Hasebe pega o email de todo mundo, mas nunca consegue o de Lucy, já que a garota não cai nas suas cantadas. No entanto, o rapaz é sempre gentil com ela e a ajuda sempre quando é necessário. É bastante engraçado ver Hasebe se envolver nos assuntos de Lucy de uma forma que mostra seus sinceros sentimentos.

O departamento também tem o chefe veterano, que apesar de simpático, não é tão eficiente, a funcionária temporária que sempre ajuda Lucy e o diretor que se usa um ursinho para se comunicar com seus subordinados. Aliás, os três acabam ganhando mais destaque ao longo da série.

A comédia é inteligentíssima e mostra a rotina dos funcionários públicos, o que a gente pode perceber, não é tão diferente do nosso, já que Hasebe é um funcionário bem vagabundo! Se bem que Lucy é super séria e todos de modo geral parecem ser bens gentis! O que a gente não pode dizer o mesmo do nosso serviço público! Outro ponto positivo do anime é que ao passar dos episódios vamos descobrindo mais sobre todos os personagens e seus segredos.

Eu acho que não dá pra comparar muito com “Working” por terem temas diferentes, mas existem muitas semelhanças como a comédia nonsense, mas devo dizer que o romance tem um tom mais maduro em “Servant x Service”, bem diferente de “Working”. 

Enfim, ótimo anime para se divertir com uma comédia boa e bem desenvolvida, pena que só teve 13 episódios!

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Ultimamente ando assistindo a muitos animes que não são shoujo! O que fazer se no mercado está faltando shoujo bom, né? “Hataraku Maou-sama” é um anime que envolve magia e demônios, que me divertiu bastante nos seus 13 episódios.

Sadao é um deus demônio que depois de tentar dominar o mundo (Ente Isla) que era ocupado por humanos, acaba sendo derrotado por um herói (Emi), mas consegue fugir. O problema é que na sua fuga ele acaba parando no nosso mundo, que é completamente desconhecido por ele e por seu servo Ashiya. No entanto, Sadao é bastante inteligente e acaba dominando não só o idioma japonês, como também as regras da nossa sociedade.



É bastante divertido ver Sadao e Ashiya descobrindo o novo mundo e se deparando com a tecnologia. Mais interessante ainda é ver como eles se adaptam rápido a nossa rotina! Eu senti uma semelhança com o filme “Um príncipe em Nova York”, já que Sadao é bem abusado no começo e começa a trabalhar numa lanchonete que é igualzinha ao Mc Donald’s! No entanto, apesar do rei demônio se adaptar a vida humana, a heroína que sempre quis matá-lo e foi motivo de sua fuga, aparece no Japão pra persegui-lo e acabar com seu sossego.

Emi Yusa, o herói como a chamam, passou a vida toda se dedicando a matar demônios pela Igreja, mas ao viver no Japão conhece um Sadao que nunca havia visto antes, já que o rapaz passa a ter uma vida tranquila como um funcionário excelente na lanchonete em que trabalha, se preocupando, inclusive, com a vida dos outros. Isso faz com que Emi acabe dando uma trégua na tentativa de matá-lo. 



Além de conhecermos outros demônios e habitantes da Ente Isla, conhecemos também a humana Chiho Sasaki, colega de trabalho de Sadao, que é apaixonada pelo rei demônio, mesmo depois de saber da identidade dele. 

Eu acho que além da comédia, o mais interessante do anime é o paradoxo entre o bem e o mal, já que os demônios não são tão ruins assim e a Igreja não é tão boa como aparenta. Por isso, gostei bastante do anime, por não ser mais uma comédia sem muito sentido, mas ainda assim me fez rir muito!


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Tanta coisa acontecendo na minha vida pessoal e profissional que eu precisava relaxar e dar boas risadas! Por esse motivo eu comecei a assistir "Mayo Chiki", mas depois eu confesso que como sou uma romântica incorrigível, acabei me interessando por um possível romance entre os protagonistas, apesar do anime ser um harém.

Sakamachi Kinjirou é um garoto que não pode tocar em mulheres que seu nariz começa a sangrar, por isso ele acaba evitando o contato com todas e até seu amigo começa a pensar que ele é gay. Um dia ao entrar no banheiro masculino, Jirou descobre que o mordomo de sua colega de escola não é um garoto que faz as mulheres suspirarem, mas sim, na verdade, uma mulher! Konoe Subaru é mordomo de Kanade Suzutsuki, filha do diretor da escola, mas como é de uma família em que todos são mordomos, ela escolhe fingir ser homem para poder continuar com o trabalho da família.



Jirou e Subaru começam a conviver mais a mando da sadista Kanade e assim, o rapaz passa a esconder o segredo de Subaru e ao mesmo tempo tenta curar seu problema com sangramento nasal! Obviamente que o anime está repleto de ecchi, mas também possui muitas cenas engraçadas, principalmente quando todos acham que eles são gays!



Ao longo do anime conhecemos mais personagens femininas, umas apaixonadas por Subaru e outros por Jirou! Destaque para a família do protagonista, sua mãe é uma lutadora e sua irmã adora fazer o pobre de saco de pancada! No decorrer da história também percebemos que Subaru passa a gostar de Jirou mais do que se fosse uma amiga e que o anime é mais maluco do que se espera, já que Subaru às vezes até mostra os peitos vestida de mulher e todos ainda acreditam que ela é um homem! Inacreditável! 

Enfim, "Mayo Chiki" é mais um anime de comédia, mas bastante divertido e ótimo para distrair!


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Eu assisti a Sumomomo Momomo no ano passado e esqueci completamente de fazer uma resenha dele! Talvez seja pelo fato de não ser um anime que tenha me marcado muito, apesar de não ser tão ruim assim!

Kuzuryuu Momoko é uma adolescente que ama artes marciais, mais do que isso, ama lutar! Momoko vive com seu pai, um lendário lutador, nas montanhas, mas um dia, seu pai lhe diz que ela nunca conseguirá dominar a técnica suprema da família, por ser uma garota e a única solução é casar-se com um guerreiro mais forte e assim, ter um filho que possa ser mais forte do que ambos! Dessa forma, a garota conhece seu noivo, Inuzuka Koushi, o filho do melhor amigo e rival de seu pai, mas o garoto além de ser um covarde, odeia artes marciais e sonha em se tornar um promotor. Apesar de se recusar a casar com Momoko e até tratá-la mal muitas vezes, a garota se apaixona por ele, passando a morar com o rapaz!



Momoko é uma fofa, mas às vezes cheguei a ter raiva dela por ser tão idiota! Koushi não é uma má pessoa, mas muitas vezes maltrata a garota e ela continua se rastejando por ele. Além disso, outras personagens femininas acabam se apaixonando pelo rapaz, como Iroha Miyamoto, uma brilhante estudante, colega de sala dos protagonistas. Miyamoto é a responsável pelas cenas mais bizarras que já vi em animes, já que a garota também é uma lutadora, embora esconda isso, e usa uma roupa mais do que sensual, eu diria que dá vergonha alheia! Além dela, temos uma dupla dinâmica que tenta arquitetar o assassinato de Koushi, mas que depois acaba se aliando a ele. Aliás, o possível casamento de Momoko e Koushi faz com que muitos tentem matar o rapaz para impedir o matrimônio.



O anime mostra cenas de lutas nonsense, mas legais de ver, tem um tom de comédia o tempo todos e alguns pontos de romance, já que Momoko não desiste de se casar com o noivo, mas também tem ecchi, embora não tenha me incomodado muito

Resumindo: como disse anteriormente, não é um anime ruim, é engraçado e até desenvolve bem alguns personagens, mas talvez só agrade a aqueles que gostam de animes com artes marciais e comédia.

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Falaram tão bem de “Jinrui wa Suitai Shimashita” que não pude resistir por muito tempo, acabei assistindo e não me decepcionei!

No mundo do anime a raça humana está em decadência num futuro em que as fadas convivem com as pessoas. Shujinko é uma espécie de mediadora entre fadas e humanos, que trabalha na Comissão de conciliação das Nações Unidas, mas sofre com a falta de comida, energia, entre outras coisas, como todo mundo, já que na história a raça humana usou e abusou de tudo que tinha e agora sofre com isso.



Shujinko não tem muitos amigos e não gosta de se socializar muito com as pessoas, por vezes é irônica e sua honestidade é de matar qualquer um, principalmente por ter uma voz doce, nos dando uma falsa aparência de que é uma pessoa meiga! No decorrer do anime conhecemos seu avô, que trabalha com ela e um garotinho mudo. Também conhecemos sua amiga de infância viciada em mangás yaoi, duas sondas espaciais e um pouco melhor o mundo das fadas, que são umas fofas.



O anime gira em torno das missões de Shujinko e suas confusões, mas nada de maneira repetitiva ou óbvia, muitas vezes o anime me surpreendeu, principalmente quando começou a mostrar acontecimentos anteriores ao primeiro episódio, já possui uma cronologia ao contrário, ou seja, no fim na verdade vemos o que poderia ser o princípio da história. 



“Jinrui wa Suitai Shimashita” me proporcionou boas risadas, confesso que chorei de rir em um episódio que uma das fadinhas usa uma planta como narcótico! Entretanto, nem todos poderão achar graça nas piadas, uma vez que o tom irônico predomina em boa parte da história. Aliás, a ironia é das mais sofisticadas que já vi em animes, que não é de uma comédia convencional e sim bastante inteligente. Toda a hipocrisia da humanidade de certa forma está presente, assim como uma critica à nossa sociedade. Por isso, posso afirmar que o anime é um dos mais originais que já vi, me deixando saudade depois que terminei de ver.

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Já tem algum tempo que nós do grupo “Chá com blog versão Otaku” estamos pensando em lançar uma tag e com muito esforço decidimos o tema: anime- “Tamako Market” 

Eu adorei a escolha porque primeiro, eu não conhecia o anime e segundo, quando comecei a assistir dei muita risada. 

Tamako é uma garota simples, filha de um dono de uma loja que vende mochi (bolinho feito de arroz moído em pasta e depois moldado). Seu pai vive brigando com o seu rival, pai de seu melhor amigo de infância Mochizou. O rapaz é apaixonado pela Tamako e ela nem sonha com isso. Como se já ter uma vida bem agitada tendo que ajudar seu pai na loja não fosse suficiente, a garota encontra um estranho pássaro que fala e que acredita que Tamako está apaixonada por ele. Dera, o pássaro, diz que está a procura de uma noiva para o príncipe da ilha em que mora, mas acaba ficando na casa de Tamako por comer muito mochi e não conseguir voar por causa de seu peso. 



Dera é muito engraçado e é também um tipo de projetor que pode se comunicar com seu príncipe, mas só quando ele está inconsciente, ou seja, dessa forma ele nunca fala com seu dono! Dera, apesar de fanfarrão, tem seu lado mais sério e até ajuda Midori (amiga de Tamako) a entender seus sentimentos pela amiga, o que parece ser bem maduro partindo dele. Dera também se apaixona por Asagiri, uma garota fria e distante que estuda na mesma escola que Tamako, mas a menina não dá muita bola para ele, ainda que aos poucos ela vai se acostumando com o ambiente em que Tamako vive e acaba gostando de ter mais companhia, já que ela é bastante soltaria. 

Além desses personagens, outros secundários também ajudam a dar um ar mais leve na série, como todos os comerciantes do Distrito Comercial, lugar em que a família de Tamako mora e trabalha. São todos quase como uma família e é difícil sai de lá sem receber alguma coisa deles! 



“Tamako Market” é um anime que mostra bem o cotidiano de uma garota normal e por ter um tom mais leve deixa de abordar muitos temas mais sérios, como o sentimento amoroso de Midori por Tamako, assim como deixa de explorar muito personagens e não finaliza o triângulo amoroso da história. Apesar de Tamako ser a protagonista, acho que Dera e Midori roubam muitas vezes a cena, principalmente por Tamako ser uma personagem pouco desenvolvida, tornando-se apagada muitas vezes. 

No entanto, apesar dos pontos negativos do animes, eu acho que “Tamako Market” é um slice of life bem engraçadinho e gostoso de assistir, só não espere dramas mais complexos, porque isso vocês não irão ver.

Outros blogs participando da tag:

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Angel Girls

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Godou Kusanagi é um adolescente de 16 anos que ao viajar para a Itália muda completamente sua vida. Godou precisa devolver um objeto a uma amiga de seu avô, mas sem saber carrega um objeto poderoso que o faz se envolver na luta entre deuses! Com o apoio e a ajuda de Erica, uma amazona, Godou acaba matando o deus “Verethragna” e com isso se torna um Campione, ou seja, alguém que consegue matar os deuses. A partir de então, Godou acaba se envolvendo em muitas lutas contra seres poderosos. 

Por ter matado Verethragna, Godou obtém as habilidades do antigo deus, e com isso ganha poderes diferentes, que às vezes nem o próprio corpo de Godou aguenta. Por outro lado, ao se tornar um Campione, o rapaz começa a atrair mulheres poderosas, o que faz, infelizmente, do anime uma harém. E assim, além de Erica, aparecem na vida do protagonista a meiga Yuri, a forte Liliana e a engraçada Ena, transformando tudo numa enorme confusão. 


O anime tem alguns saltos temporais, fatos rapidamente explicados, algumas incoerências e histórias absurdas envolvendo deuses antigos. Até mesmo Rick Riordan (autor da série de Percy Jackson) ficaria incrédulo com a história! Eu, particularmente, não me importo em misturar fantasia com História, o problema é que o enredo e as explicações de “Campione” passam do absurdo e depois de um tempo eu desisti de tentar entender! E dessa vez nem vou citar o harém como outro ponto negativo, porque quando decidi assistir ao anime eu já sabia que era desse gênero. Porém, o fato de Erica ter mudado completamente de personalidade e passar a se rastejar por Godou me irritou bastante! Uma pena que conseguiram estragar uma personagem que poderia ser bem mais interessante. 



Resumindo a minha humilde opinião: “Campione” tem boas cenas de lutas e só. Não me agradou as confusões do enredo, as personagens femininas e muito menos a história apresentada. Sem contar o erotismo forçado! Assim, se tiver segunda temporada não assistirei!

Pers


“Kotoura-san” é um anime que quem assiste ao primeiro episódio deve pensar que se trata de um drama, já que é impossível não sentir pena da Kotoura ao ser abandonada pelos amigos e pelos próprios pais, simplesmente por ser uma garota que consegue ler a mente dos outros. Aliás, acho que muita gente se decepcionou com o anime justamente por esperar mais depois de assistir ao primeiro episódio e depois verificar que “Kotoura-san” é bem mais romântico e engraçado do que dramático. 

Kotoura, a protagonista, não só lê a mente das pessoas como conta a elas o que lê, o que faz com que todos a tratem como uma aberração, sentimento criado principalmente pelo fato das pessoas não conseguirem encarar a verdade de seus próprios pensamentos. 


Crescendo sozinha, Kotoura muda de escola e em seu primeiro dia conhece Manabe, uma rapaz gentil, mas que só pensa em coisas pervertidas. Manabe se torna amigo de Kotoura, dizendo que sempre estará ao lado dela. Por conta disso, Kotoura passa a confiar mais em Manabe e até entra para o clube que investiga atividades paranormais, criado por Yuriko. No entanto, a princípio, Yuriko convida a garota com péssimas intenções, mas acaba se tornando amiga de Kotoura. O mesmo acontece com Moritani, que no começo do anime não gosta nada da protagonista e até atrapalha bastante a vida dela, já que Moritani é amiga de infância de Manabe e é apaixonada por ele. 

Kotoura tem a péssima mania de achar que é culpada por toda a desgraça dos outros e com isso muitas vezes acaba afastando seus amigos e até tenta se afastar de Manabe, negando seus sentimentos por ele, mas o rapaz não desiste fácil da moça! Achava uma graça todas vezes que ele demonstrava seu afeto por ela! Aliás, gostei de todos os personagens da série, até mesmo de Moritani, que se depois se torna uma personagem bem interessante. Só não gostei da resolução do último arco, que foi finalizado sem explicar algumas coisas, apesar do final do anime ser bem conclusivo. 


Enfim, eu esperava que “Koutara-san” fosse mais dramático, principalmente por causa do primeiro episódio. No entanto, o anime é leve, divertido e acabou sendo uma boa comédia romântica de se assistir, só não esperem muito drama, apesar do enredo apresentado, esse não é enfoque do anime.

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