Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.




Um dia, estava eu passeando pelo facebook quando me deparo com o post de uma amiga, Juliana Moraes, indicando o filme “Meu namorado é um estrangeiro”, de cara já me identifiquei com o filme e fiquei ainda mais feliz quando soube que dava pra ver por completo no You Tube!

O filme é baseado no mangá “Darling wa Gaikokujin”, que fala sobre o relacionamento da própria autora, Saori Oguri com um estrangeiro, Tony László. O filme todo faz referências às diferenças culturais, mostrando a dificuldade de um japonês em se relacionar com uma pessoa de uma diferente cultura e também da dificuldade do estrangeiro em se adaptar a cultura japonesa. Há momentos muito engraçados no filme, assim como depoimentos de casais formados com estrangeiros e japoneses!

Logo do começo eu achei interessantíssimo um americano falar para a Saori (Inoue Maou), que mangá era coisa de criança! Uma típica afirmação de quem desconhece por completo a cultura oriental! Além disso, ele ainda diz que ela precisa aprender inglês, mas espere ele está no Japão, é ele que tem que aprender japonês e não o contrário, oras!



O fato de ser baseado em fatos em reais deixa o filme mais interessante, a gente consegue acompanhar a dificuldade de Tony em se adaptar a uma nova cultura e a de Saori em aprender inglês, além do fato dela não desistir de se tornar uma mangaká! O filme tem seu lado romântico, mas eu diria que o principal é a diversidade entre as culturas, com foco na comédia, com situações bem engraçadas e a dificuldade de um relacionamento de modo geral também está presente.

Eu achei o ator que faz o Tony bem feinho, mas o personagem é tão fofo que não desagrada! Ele se sente muito fora do ambiente japonês e faz de tudo para se integrar na cultura! Já a Saori é interpretada por Maou uma atriz já experiente, que fez muito sucesso com Hana Yori Dango! Enfim, é um ótimo filme pra se divertir, vale a pena!



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O tema da TAG dessa vez do nosso grupo no facebook, “Chá com blog –Versão Otaku” é dorama, mas especificamente “My Girlfriend is a Gumiho”.

Eu tentei, eu juro que tentei, mas o drama é enrolado demais em determinados momentos e acabei desistindo de ver, mesmo o protagonista sendo Lee Seung Ki, um ator que eu adoro.

Então, já que estou me sentindo super culpada por não participar da TAG dessa vez, resolvi ao menos deixar o link do blog Our Otaku Life, já que o Eiti, autor do blog, não só fez sua resenha, como tem uma opinião bem parecida com a minha!



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Falaram tão bem de “Jinrui wa Suitai Shimashita” que não pude resistir por muito tempo, acabei assistindo e não me decepcionei!

No mundo do anime a raça humana está em decadência num futuro em que as fadas convivem com as pessoas. Shujinko é uma espécie de mediadora entre fadas e humanos, que trabalha na Comissão de conciliação das Nações Unidas, mas sofre com a falta de comida, energia, entre outras coisas, como todo mundo, já que na história a raça humana usou e abusou de tudo que tinha e agora sofre com isso.



Shujinko não tem muitos amigos e não gosta de se socializar muito com as pessoas, por vezes é irônica e sua honestidade é de matar qualquer um, principalmente por ter uma voz doce, nos dando uma falsa aparência de que é uma pessoa meiga! No decorrer do anime conhecemos seu avô, que trabalha com ela e um garotinho mudo. Também conhecemos sua amiga de infância viciada em mangás yaoi, duas sondas espaciais e um pouco melhor o mundo das fadas, que são umas fofas.



O anime gira em torno das missões de Shujinko e suas confusões, mas nada de maneira repetitiva ou óbvia, muitas vezes o anime me surpreendeu, principalmente quando começou a mostrar acontecimentos anteriores ao primeiro episódio, já possui uma cronologia ao contrário, ou seja, no fim na verdade vemos o que poderia ser o princípio da história. 



“Jinrui wa Suitai Shimashita” me proporcionou boas risadas, confesso que chorei de rir em um episódio que uma das fadinhas usa uma planta como narcótico! Entretanto, nem todos poderão achar graça nas piadas, uma vez que o tom irônico predomina em boa parte da história. Aliás, a ironia é das mais sofisticadas que já vi em animes, que não é de uma comédia convencional e sim bastante inteligente. Toda a hipocrisia da humanidade de certa forma está presente, assim como uma critica à nossa sociedade. Por isso, posso afirmar que o anime é um dos mais originais que já vi, me deixando saudade depois que terminei de ver.

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Quando eu comecei a baixar mangá na internet eu logo percebi que não era fácil encontrar mangás de animes shoujo mais famosos e quando encontrava nunca estavam traduzidos, ou porque não tinha quem fizesse o trabalho ou porque eles ainda não estavam terminados. Porém, logo descobri que havia uma gama enorme de um determinado tipo de mangá sempre traduzido e com um monte de fãs! Foi assim que conheci Mayu Shinjo. 

Mayu Shinjo é uma autora de mangá shoujo classificado às vezes como “hot”, “adulto” ou “picante”, mas pra mim a nomenclatura é um eufemismo para pornografia! E se vocês acham que vou tecer um texto criticando esse tipo de coisa estão enganados! Eu realmente acho uma pena que os Fansubbers acabem dando mais ênfase a esse tipo de mangá deixando às vezes de lado outros com histórias bem mais interessantes, mas não vou criticar nem a autora e nem as leitoras. Afinal, por que mulher não pode ler pornografia?



Eu acho doentias as relações de possessividade em que a mulher é submissa ao homem, por isso, detestei o protagonista de Haou Airen do mangá da Mayu Shinjo. Eu não consigo entender como as mulheres podem desejar esse tipo de relação e se encantarem com esse tipo de homem: Hakuron até estupra a protagonista! Depois de muito pensar e não chegar a lugar nenhum, conclui apenas que cada um tem suas manias e fantasias! Claro, eu realmente espero que as meninas que curtem esse tipo de leitura prefiram apenas ler a procurar na vida real homens assim! Meninas, esse tipo de relação não é saudável, podem acreditar!

No entanto, mesmo não gostando dessas histórias, foi um comentário de um rapaz que me fez escrever esse texto. Ele estava criticando esse tipo de shoujo não por conta do aspecto doentio e sim porque, segundo ele, esses mangás são pornográficos e sem história. Sim, eu concordo, mas espera um pouco, e o ecchi voltado para o público masculino?



Eu escuto muitos garotos reclamando desses “shoujo adulto” quando eles mesmos possuem uma pilha de mangás ecchi e filmes pornôs guardados no armário! Quer dizer que pornografia para homem pode, mas para mulher é porcaria? Oras, são tipos de insinuações diferentes, com um estilo pornográfico diferente, porque somos diferentes. Muitas mulheres gostam de fantasias seus príncipes bem diferentes daquelas da Disney, ainda que não me pareça muito saudável querer ser submissa, mas os homens também têm lá seus fetiches.

É certo que esses mangás não têm histórias decentes e quando tem alguma é só pra mostrar cenas de sexo, mas acho que o ecchi masculino não é muito diferente. Eu gosto de alguns mangás com cenas mais hot (smut, por exemplo), mas puro hentai eu não tenho paciência, porém, quem sou eu para criticar o gosto dos outros? É por isso que eu fiz esse texto, porque por mais espantada que eu fique ao ver meninas gostando cada vez mais de ler histórias um tanto doentias, mais me espanta é ver gente criticando esse tipo de mangá shoujo (pornográfico), sendo que são os mesmo que acham engraçado quando um menino diz que lê ecchi! É espantoso ver que a liberdade sexual feminina ainda é um tabu no mundo otaku! Simplesmente espantoso!

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“Durarara” é um anime que mostra as histórias de vários personagens na cidade de Ikebukuro. Um dos protagonistas do anime é Mikado Ryugamine, que se muda para Tóquio por conta do incentivo de seu amigo Masaomi. No entanto, nem todas as histórias estão centradas em Mikado, na verdade, a cada episódio um personagem narra os acontecimentos e com isso vamos descobrindo que Ikebukuro não é um lugar muito normal. Mais do que perigosa, Ikebukuro habita seres estranhos como o “motoqueiro negro”, Celty Sturluson, que não tem cabeça e nem coração, mas possui uma força anormal, manipula as sombras e tem uma moto que relincha! A cidade também tem um homem violento vestido de barman, Shizuo (meu personagem preferido), além de Izaya Orihara que é um informante perigoso (personagem mais detestável), uma misteriosa gangue chamada "Dollars" e um estranho retalhador.


 A cada episódio conhecemos um pouco dos personagens excêntricos do anime como Shinra Kishitani, que vive com o “motoqueiro negro”, na verdade motoqueira e que a ama do modo como ela é, ou seja, sem cabeça. Aliás, Celty não tem cabeça, mas enxerga perfeitamente, não tem coração, mas ama Shinra, agora como tudo isso é possível eu não sei, só sei que é assim. Também conhecemos Masaomi, melhor amigo de Mikado, que se declara para qualquer garota, inclusive para Sonohara, por quem Mikado gosta. Sonohara é amiga de Harima Mika, uma perseguidora, que se apaixonou por Seiji Yagiri. Seiji tem uma irmã que possui um enorme complexo de irmão, é farmacêutica e usa humanos para seus experimentos. Além desses personagens, temos Erika Karisawa, Walker Yumasaki amigos de Kyohei Kadota, todos membros da gangue Dollars e Simon, um estranho homem que trabalha no Russia Sushi.


 Em “Durarara” tudo está interligado em uma grande rede de personagens enigmáticos, já que neste anime ninguém é normal, a começar por Shizuo e sua força enorme e incontrolável. Como é que alguém que não gosta de violência pode ser tão violento? Shizuo era colega de escola de Kishitani e Izaya, mas sempre detestou o informante e para piorar a situação, Izaya é uma das poucas pessoas do mundo que conseguem fugir dele! É impossível dizer que existe algum personagem simples, mas acho que Izaya é um dos mais complexos. O informante diz que gosta dos humanos, adora testá-los e aparentemente sabe de tudo e de todos, é bastante irônico, arrogante e difícil de descrevê-lo, sendo, sem dúvida, o grande vilão de “Durarara”. No entanto, o anime me surpreendeu com as personalidades de Mikado, Sonohara e Masaomi, pois o trio de amigos guarda secretos reveladores! Além disso, se Izaya é o vilão, Celty é a mocinha e mesmo sem cabeça ela é encantadora!


Não tem como se entediar assistindo aos 24 episódios de “Durarara” (e mais dois especiais), pois a cada episódio temos uma história diferente e certos avanços nas histórias principais. Ikebukuro é um lugar sombrio, cheio de mistérios, mas, por isso, extremamente interessante. Ninguém é o que parece ser e as revelações de alguns personagens me deixaram perplexa, por isso, “Durarara” é altamente recomendável para quem gosta de animes de ação, mas com pitadas de romance e mistérios sobrenaturais.

                     O anime tem duas aberturas, mas eu prefiro a segunda.

               

PS: Um dos especiais se passa entre o episódio 12 e 13, mas o outro seria uma espécie de episódio 25, que mostra um pouco da família de Izaya e é bastante engraçado, pois é feriado em Ikebukuro e eles tentam aproveitar o dia como pessoas normais, mas nada nessa cidade é normal!

                Assim como a abertura, o anime possui dois encerramentos, mas neste caso eu prefiro o primeiro.
                 

Final: Todos os mistérios foram desvendados, mas faltou ser um pouco mais conclusivo para alguns personagens, como por exemplo, para Celty. 


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"Protect the boss” é um dorama coreano que me parecia, logo no começo, um dorama ótimo, mas que aos poucos foi decepcionando.

Eun Seol é uma mulher desempregada com uma péssima faculdade. No entanto, as coisas começam a mudar quando ela é contratada para ser secretária em uma grande empresa, mas o problema é que seu patrão é um demônio. Cha Ji Heon é um chefe terrível e faz da pobre Eun Seol sofrer o pão que o diabo amassou, o que me fez lembrar do filme “O diabo veste Prada”. Como se não bastasse ser a secretária de um chefe como ele, Eun Seol acaba se tornando uma quase babá do patrão que é super mimado e possui alguns problemas como síndrome do pânico.


A interpretação do ator Ji Sung, que faz Ji Heon, é ótima e mostra com nitidez a personalidade do protagonista: um mocinho realmente irritante, chato e por vezes malvado! No entanto, como qualquer protagonista, Ji Heon também tem seu lado bonzinho e mesmo tentando esconder ele acaba se apaixonando por Eun Seol, mudando a sua personalidade perversa e nos fazendo amá-lo com o tempo.

Quando Eun Seol se adapta a seu trabalho ela realmente passa a proteger o seu chefe, que tem como inimigo o falso dócil Cha Moo Won (que tem uma mãe que é uma verdadeira megera) e uma ex-namorada insuportável, Seo Na Yoon (Wang Ji Hye de “Personal Test”). Além disso, Ji Heon tem que provar, mesmo sem querer, que é capaz de substituir seu pai no cargo de presidente da empresa, tarefa nada fácil, já que o próprio rapaz não está muito disposto a assumir tamanha responsabilidade.


Eu ri com os trejeitos de Cha Ji Heon, ri com o temperamento de Eun Seol e por incrível que pareça também ri com a vilã caricata Seo Na Yoon. Além disso, Ji Heon e Cha Moo Won brigando como crianças é impagável.

Porém, apesar de tudo isso o dorama, infelizmente, fica estagnado mais ou menos depois do episódio 10. A história não anda e o quarteto amoroso, que vira triângulo, não é o suficiente para segurar a trama. As intrigas aumentam e junto com ela uma enrolação sem fim, talvez só mesmo o lado cômico de Ji Heon para agradar aqueles que foram fisgados no início da história.

De qualquer forma “Protect the boss” não é um péssimo dorama (já vi piores), você ri e se diverte com seus protagonistas, só que não espere se envolver muito com a história e tenha paciência com as enrolações!

Final: Feliz 

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Eu estava morrendo de saudades do Wagnaria por isso, finalmente, assisti a segunda temporada de “Working!!”, que agora se chama “Working’!!”.

Cada personagem continua com seus complexos e manias. Satou continua apaixonado por Yachiyo, que continua querendo a gerente, Kyouko. Taneshima continua baixinha e querendo crescer e Takanashi continua adorando coisas pequenas e fofas. Inami continua com sua androfobia, Souma um fofoqueiro e Yamada quebrando os pratos.



Acho que de tanto apanhar, Takanashi já deveria ter aprendido a desviar dos ataques da Inami e Taneshima já deveria desconfiar do que Satou diz, já que ele sempre desconta as frustrações do seu amor não correspondido nela.

Yamada se tornou definitivamente a minha personagem preferida: é preguiçosa, mentirosa, carente, esperta e gosta de ser mimada, coisa que nunca consegue, a não ser por Otoo (o gerente que nunca aparece). Nesta temporada, Yamada resolve que deve ser adotada por Otoo, para o desespero do moço, aliás, também conhecemos sua mulher, que está desaparecida. Além disso, descobrimos um pouco mais sobre a irmã mangaká do Takanashi, o segredo de Yamada e novos ambientes são mostrados, como a escola em que Inami estuda e novos personagens são apresentados, apimentando os triângulos amorosos!



“Working” (primeira e segunda temporada) é um anime “slice of life”, ou seja, tem o foco nos personagens e não na ação, o principal é falar do cotidiano. Por isso, o anime é marcado por ter episódios que muitas vezes saem do nada e vão para lugar nenhum. Isso é bom, pois é um anime bem engraçado, leve e eu gosto disso nele.

           

Entretanto, apesar de saber dessas características, de saber que é um anime de comédia, um pouco non sense, que não tem pretensão de se resolver nada, lá no fundinho eu alimentei esperanças quanto às soluções e desfechos de algumas coisas, como, por exemplo, a androfobia de Inami. Porém, apesar de que a única coisa que mudou em Wagnari foram as paredes, eu me diverti com “Working’!!” e acho que a segunda temporada não só teve seus méritos como foi, inclusive, muito mais engraçada que a primeira.

          

Final: No estilo do anime, com a Yamada sempre fazendo confusão! 


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Essa foi a segunda vez que assisto a um dorama taiwanês, mas foi a primeira e, diga-se de passagem, a última vez que assisto a um dorama em andamento. Impossível descrever a frustração da espera! No entanto, sempre agradeço aos funsubs por legendarem os dramas e os animes para nós!

“Fated to Love You” é o segundo melhor dorama que já assisti (o primeiro é “Shining Inheritance”, porque o primeiro a gente nunca esquece)! Para começar ele não é um dorama comum, pois logo no início a protagonista já fica grávida! Isso mesmo, porém os beijos são da mesma quantidade que os dramas normais! Chen Xin Yi é uma garota tímida que é mandada por todos, não expressa seu desejos, todos fazem dela uma boba, mas é bastante esperta e dedicada ao seu trabalho, por isso é chamada de garota post-it, já que nunca se esquece de realizar um pedido feito por alguém. Por mais difícil que seja a tarefa Chen Xin Yi a realiza.

Um dia, nossa protagonista resolve perder sua virgindade com um idiota que ela gosta, para isso, ela se arruma toda para ir a um cruzeiro com ele. Neste mesmo tempo, Cun Xi, presidente de uma grande empresa, convida sua namorada Anna, que é bailarina e super ocupada, para ir ao mesmo cruzeiro, mas a moça não vai. Xin Yi ao tomar um remédio fica um pouco tonta e vai parar justamente no quarto errado, no quarto de Cun Xi, que por outros motivos acaba sendo drogado. Por conta de um enorme mal entendido, que só acontece mesmo em novela, sem querer querendo, Xin Yi e Cun Xi dormem juntos, mas só se dão conta do engano no outro dia de manhã. Para piorar a situação, a pobre Chen Xin Yi fica grávida e desesperada! A partir daí começa uma história cheia de reviravoltas, com muito romance, drama e comédia.


Cun Xi assume a criança e, obrigado por sua avó, se casa com Xin Yi. Aliás, devo dizer que a avó de Cun Xi é um dos meus personagens favoritos, mesmo porque ela joga Wii! Entretanto, a vida da protagonista como a garota rica não é nada fácil, já que Cun Xi deixa bem claro que ela nunca ocupará o lugar de Anna! Porém, Chen Xin Yi não está só, pois ao seu lado temos o seu protetor Dylan, que é extremamente importante para ela, já que é ele quem a ajuda quando está em dificuldades, sendo o responsável pela mudança física e psicologia dela na segunda parte do dorama.

A transição de uma fase para a outra é muito bem detalhada, mostrando como cada um se modificou com o passar dos anos. Deve-se dizer que a atuação de Joe Chen como Chen Xin Yi é ótima, parece até outra personagem. 




Fazendo uma análise das fases, eu diria a primeira é mais engraçada, focando na gravidez de Chen Xin Yi e seus problemas com Cun Xi, já a segunda já mostra a protagonista mais madura, diferente e o dorama me parece mais romântico. É na segunda fase que vemos que Cun Xi também se mostra mais maduro e arrependido pelas coisas que fez com a pobre Xin Yi.

Como todo drama que se preze temos uma vilã, Anna. Pra falar bem a verdade, apesar da moça ter armado contra Chen Xin Yi, às vezes sentia pena dela, já que de um dia pra noite perdeu as coisas mais importantes de sua vida.

Além da avó de Cun Xi, destaque para a família de Chen Xin Yi, que é uma comédia e fez com que eu risse horrores com o casamento dos protagonistas; destaque também para o Anson, com seu jeito gay, mas que arranja uma namorada!

               
                Essa é a abertura que mostra cenas do dorama.

“Fated to Love You” a princípio me pareceu uma “Betty, a feia” taiwanesa, mas depois percebi que é um drama único, bem desenvolvido, muito engraçado e bem romântico, mesmo achando que teve episódios demais (39) e que 5 a menos teria deixado a história bem mais concisa, eu não posso negar que eu amei a história! Dessa forma, se você gosta de dorama, seja coreano ou japonês, sem sombra de dúvidas vai se apaixonar por “Fated to Love You” e para ser bem sincera, agora que acabou fiquei morrendo de saudades!

                Como não achei o encerramento e a música é super fofa, achei que valeria a pena colocar esse video com a música e algumas cenas.
               


Final: Impecável

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Faz tempo que “Rec” está na minha lista de animes e estou sempre o empurrando para depois, já que parecia apelar para o Ecchi, algo que não acontece!

A primeira coisa que me surpreendeu no anime foi a duração dos episódios: 13 minutos! Super curto, por um lado é bom porque assim o anime é mais dinâmico, sem muito tempo para enrolações, por outro lado é tão curto que enfraquece a história.

Um dia Matsumaru Fumihiko, que trabalha em uma empresa de lanches, está esperando uma colega de trabalho para ir ao cinema, mas ela não aparece. Irritado com o fora, Fumihiko resolve jogar fora os ingressos, mas eis que aparece Onda Aka e pede para assistir ao filme com ele. Aka é uma garota simpática que se tornar uma seiyuu famosa, ou seja, uma dubladora. Fã de Audrey Hepburn, Aka sabe de cor as falas do filme que estão assistindo, o que impressiona Fumihiko.


Os dois poderiam nunca mais se ver depois do cinema, se não fosse o fato do local onde Aka mora pegar fogo e a garota não ter para onde ir. Tentando ajudar, Fumihiko convida AKa para morar com ele, até que as coisas se resolvam. No entanto, talvez por conta do momento ou quem sabe por algum sentimento escondido em ambos, os dois acabam transando. No dia seguinte Fumihiko é surpreendido no trabalho, pois um dos seus projetos é aprovado e o rapaz terá que escolher uma dubladora para a propaganda do produto que a empresa quer comercializar. Novamente Aka aparece, é uma das candidatas e é selecionada. Como moram juntos e isso pode prejudicá-los, os dois preferem fingir que não se conhecem no trabalho.

Apesar de terem dormido juntos Aka e Fumihiko passam a viver apenas como amigos, não que Fumihiko não quisesse ter algo a mais, mas Aka faz a linha dura.

           

Cada episódio tem uma referência a algum filme de Audrey Hepburn e mostra bem a dificuldade de alguém se tornar uma seiyuu no Japão. “Rec” é divertido e ainda tem romance, coisa que eu adoro, só que se fosse um pouquinho mais longo os personagens poderiam ser desenvolvidos melhor, mas fora esse detalhe eu gostei do anime!

             

Final: Feliz

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Nicoletta é a filha de Olga, a mulher do dono do restaurante Casetta dell’orso, que está em Roma para contar ao marido de sua mãe que esta tem uma filha! No entanto, Olga quer esconder Nicoletta de qualquer maneira, pois segundo ela, seu marido não gosta de viúvas, quanto mais com filhos! Apesar do desespero de Olga, Nicoletta resolve ficar em Roma e trabalhar no restaurante como ajudante de cozinha, uma vez que a garota gosta muito de cozinhar e se apaixona por Claudio, um dos garçons do local.

Entretanto, Claudio não quer saber de compromisso, uma vez que usa um anel de casado para evitar que as mulheres o assediem. Cláudio, na verdade já foi casado e não sabe muito como lidar com as investidas de Nicoletta, que é muito mais nova do que ele.


Nicoletta vai aos poucos se enturmando com os outros funcionários do restaurante, todos homens de meia idade e que usam óculos de leitura, uma espécie de fetiche de Olga! Aliás, Olga é uma mãe um tanto negligente, mas se preocupa com a sua filha, principalmente pelo fato de Nicoletta estar apaixonada por um homem divorciado, que ainda usa o anel de casamento e ainda por cima é bem mais velho! No entanto, quando Olga percebe que Nicoletta realmente gosta de Claudio, começa a apoiar a filha.


O anime mostra a cada episódio, principalmente usando flasbacks, um pouco de cada um dos funcionários do restaurante: Gigi, Luciano, Furio, Cláudio, Teo, Vitto (que tem uma esposa extremamente mais nova do que ele) e inclusive, um pouquinho sobre a ex-mulher de Cláudio, Gabriella. Particularmente, gosto de animes assim, que nos mostra a vida dos personagens coadjuvantes. Outra coisa que gostei foi o fato da maioria dos personagens serem mais velhos. Ideia bastante original, já que geralmente o foco está nas pessoas mais jovens. Também achei interessante o anime ser ambientado em Roma, o que deixa tudo mais romântico.

          


“Ristorante Paradiso” é um romance super leve, gostoso de assistir, que mostra através de Nicoletta a história de um restaurante e das pessoas que trabalham e que já trabalharam nele. O único problema do anime é o fato de só ter 11 episódios! Eu queria mais, muito mais!

            

Final: Feliz

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“Victorian Romance Emma” foi indicação da Mallu do blog Yo Nihon e novamente a indicação me acerta em cheio! “Victorian Romance Emma” pode parecer um pouco lento, pois as coisas não acontecem muito rápido no anime, mas sua narrativa é delicada, assim como a história contada.

Emma é uma empregada simples, porém, séria e bem diferente das outras garotas da época, que eram bastante fúteis. Emma trabalha para a ex-governanta da família Jones, uma família aristocrata da Inglaterra Vitoriana. Um dos filhos da família Jounes, William, se apaixona por Emma e ela secretamente por ele. Poderia ser um romance simples se fosse nos tempos atuais, mas nessa época as coisas não eram tão simples assim. William por conta de sua posição social não pode simplesmente declarar seu amor por Emma e ser feliz com ela, uma vez que as aparências contam muito. Por isso, as coisas andam devagar e assistimos a William tentando a todo custo se aproximar de Emma e convencer a sua família a aceitá-la.

 Emma não se arruma muito, pois é uma simples empregada, mas quando tira os óculos e solta o cabelo, percebemos que é bem bonita. Beleza que Hakim percebeu de imediado! Hakim é um príncipe indiano, amigo de William que aparece do nada em sua casa para ficar uns tempos na Inglaterra. Hakim é o oposto de William; é impulsivo e sincero com seus sentimentos, tanto que declara seu amor por Emma, para desespero de William.

Além de Hakim, somos apresentados a outros personagens como a família Jounes, Eleonor Campbell que é uma nobre super indicada a se casar com Willian, Kelly a patroa de Emma, Al, amigo de Kelly, entre outros. Destaque para a história de Kelly, que ficou apenas casada por 2 anos e depois nunca mais se casou, tendo Al como seu fiel companheiro. Também quero destacar a determinação de Emma, pois se fosse eu pularia no pescoço de William e mandaria a sociedade pra aquele lugar, mas Emma nunca é impulsiva!


O ambiente do anime é um dos seus pontos forte, pois é possível conhecer mais sobre a era Vitoriana, principalmente porque, ao final do anime tem as notas histórias que nos conta um pouco mais da época.

Gostei bastante de “Victorian Romance Emma”, já que eu adoro um romance proibido! Entretanto, o final fica um pouco a desejar, só não fica por completo a desejar porque o anime tem segunda temporada, que já estou assistindo e já posso dizer que, “Victorian Romance Emma - Second act”, dá continuação ao final da primeira temporada.

               

Tanto a abertura quanto o encerramento possuem músicas instrumentais.

               

Final: seria inconclusivo se não tivesse segunda temporada

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Demorei muito para assistir a segunda temporada de “Kimi ni Todoke” e fiz isso de propósito, porque por mais que eu goste do anime, a verdade é que seu ritmo lento no quesito romance me deixa desesperada e eu sabia que sentiria essa sensação assistindo a segunda temporada!

O anime começa um pouco depois do fim da primeira temporada e com o retorno das aulas os lugares foram trocados, dessa forma Sawako não senta mais perto de suas amigas Yano e Chizuru. Porém, conhece novos amigos, como Miura Kent, que se aproxima de Sawako, o que provoca ciúmes em Kazehaya. Falando em Shouta Kazehaya, com a mudança de lugares, somado a timidez do casal, os dois já começam um pouco distante nessa temporada, para o desespero de ambos.


Além dos lugares algumas coisas mudam no anime, já que aos trancos e barrancos Sawako consegue de alguma forma ganhar mais segurança. No entanto, outras coisas não mudam e Sawako e Kazehaya continuam mortalmente tímidos, sem conseguirem dizer facilmente o que sentem, o que obviamente causa mais desentendimentos e confusão, aliás, nunca vi um anime com tantos “disse e me disse” como esse!

Quanto aos personagens, gostei de bastante de Kent e por vezes achei que ele seria o par ideal para Sawako, já que o rapaz é bem mais esperto que o Kazehaya. Yano continua sendo a minha preferida, principalmente por ser a mais esperta e mais madura de todos. Já Kurumi parece ter melhorado um pouco depois de ter sido rejeitada por Kazehaya.


Ainda que o casal de protagonistas continue sofrendo devido a enorme deficiência de comunicação deles e suas próprias inseguranças, dei boas risadas com a Chizuru e com o professor maluco deles, o Pin, que mais parece um adolescente.



Apesar dos dias passarem rápido (do dia dos namorados para o mês de abril em um episódio) e de ocorrer um desenvolvimento no relacionamento dos protagonistas, o ritmo de “Kimi ni todoke” continua o mesmo, assim, se você não gostou da primeira temporada não vai gostar da segunda. Eu gostei, mas sempre tenho ressalvas quando se trata de “Kimi Ni todoke”, porque é bem verdade que um amor tão inocente como o deles dificilmente aconteceria na puberdade, pois por mais ingênua que uma pessoa possa ser, Sawako passa dos limites da realidade. No entanto, se você puder ignorar tudo isso, é possível ver a beleza e a delicadeza do anime. De qualquer forma “Kimi no todoke” (primeira e segunda temporada) é indicado para aqueles que gostam de romances sensíveis e bem ingênuos.


PS1: Gostei da abertura e principalmente do encerramento, mas ainda prefiro os da primeira temporada.

PS2: Queria ver mais sobre o relacionamento da Chizuru com o Ryu!

 

Final: Feliz e de acordo com o que anime propõe!

Pers 

Veja também a resenha da primeira temporada - Kimi ni Todoke


Quando termino de assistir a um anime imediatamente busco outro na minha infinita lista de indicações! Como ainda não assisti ao tão badalado “Usagi Drop”, descobri que “Aishiteruze Baby” e ele possuem uma semelhança: o protagonista cuida de uma criança, mas, apesar de não ter assisto “Usagi Drop”, tenho quase certeza de que esse é o único ponto em comum entre eles, mesmo porque acho que o público desses animes são diferentes. Porém, mesmo assim, resolvi dar uma chance a esse shoujo.

Yuzuyu é uma garotinha de 5 anos que foi abandona por sua mãe na casa de seus parentes quando seu pai faleceu. Kippei é seu primo, um garoto despreocupado com a vida e bastante mulherengo, tendo uma namorada diferente por dia. Porém, com a chegada de Yuzuyu, sua vida muda completamente, uma vez que sua irmã mais velha, uma verdadeira general, obriga Kippei a cuidar de Yuzuyu. A partir de então vemos o relacionamento de Yuzuyu com Kippei e a mudança deste último, já que se transforma em alguém bastante responsável. Kippei leva Yuzuyu à escola, faz sua comida, leva a garotinha para passear, tornando-se assim uma verdadeira mãe substituta. 

Apesar dos cuidados de Kippei a vida de Yuzuyu não é fácil e com o anime a gente percebe que a vida no jardim de infância não é tão simples como imaginamos. As crianças podem ser terríveis, tanto que Yuzuyu sofre rejeição e até gozações dos demais. Além disso, fora da escola, a garotinha até mesmo enfrenta os ciúmes doentio de uma garota apaixonada por Kippei. Porém, o ciúme é um sentimento que a própria Yuzuyu experimenta, quando Kokoro entra de fato na vida de Kippei, o que nos deixa ver o seu lado mais egoísta.

Kokoro é uma garota difícil, pois ao contrário das outras que geralmente ficam com Kippei, ela geralmente é indiferente a ele. Kokoro é uma garota solitária, que não tem mãe e passa a viver sozinha depois que seu pai se casa novamente. Kippei se compadece de sua solidão e acaba se apaixonando por ela. Entretanto, nosso protagonista só tem tempo mesmo para cuidar da Yuzuyu.

Um homem cuidando de uma garotinha não é um tema super original, mas o anime tem seus pontos fortes como a abordagem de temas como violência doméstica, bullying e também o triângulo (não exatamente amoroso) entre Kokoro, Kippei e a Yuzuyu, já que a garotinha tem ciúmes dele. Destaque também para a família de Kippei, que é super divertida. Quanto a Yuzuyu, não acho que ela tenha sido retratada fielmente como uma criança de fato, pois em alguns momentos ela fala e faz coisas que não condizem com sua idade, mas a verdade é que o personagem é uma graça, bastante mimada pelo Kippei, mas uma graça!

Eu denominaria “Aishiteruze Baby” como uma anime um tanto moe, mas sem muitos exageros, bastante divertido e com uma carga dramática leve, apesar de alguns temas abordados não serem.

                   
                   

Final: Feliz, mas com muitas expectativas no ar.

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Satou é um rapaz que depois de largar a faculdade se tornou um hikikomori (pessoas que são antissociais e que não saem de casa). Até que um dia, uma senhora aparece em sua porta tentando lhe vender livros religiosos com uma garota chamada Misaki, que depois de imaginar que Satou é um hikikomori diz que pode salvá-lo dessa situação, desde que ele aceite entrar em seu projeto de “caridade”.

Satou é bastante relutante em admitir que é um hikikomori e por isso se nega a ser ajudado, mas Misaki (que quase sempre está com a mesma roupa) não é tão fácil de ser convencida e por isso Satou é obrigado a mentir, fingindo ser um criador de games. No entanto, seu vizinho e amigo de escola Yamazaki é quem pretende ser um verdadeiro criador de games e consegue convencer Satou a se tornar um também. O único problema é que Yamazaki quer que ele faça um enredo de um jogo do tipo galge, em que o protagonista tentar sair com as mulheres. Por conta disso, Satou acaba se tornando viciado nesses tipos de jogos e um pervertido quase sem limites!

Às vezes podemos ver alguns flasbacks da época em que Satou estava na escola e descobrimos que sua senpai, Hitomi, acreditava em conspirações e acabou, sem muito esforço, convencendo-o a acreditar também, tanto que ele acredita na organização Nihon Hikikomori Kyoukai, supostamente uma sinistra conspiração que visa transformar as pessoas em hikikomori e NEETS. De certa forma é uma brincadeira com o canal de televisão japonês NHK.

Um dia Satou e Hitomi se encontram por acaso e depois disso, em que fica claro que eles não podem se encontrar de novo por ele é um Hikikomori, Satou resolve aceitar a ajuda de Misaki.

Quando Misaki começa a ajudá-lo logo nos primeiro minutos eu mesma não acreditei que daria certo! Mas confesso que ri quando ela acha que Freud pode ajudar Satou a resolver seus problemas! Misaki se baseia em vários filósofos e psicólogos para tentar salvá-lo, mas seus argumentos são fracos, sendo que apenas o contato diário com ela é o que na verdade move Satou.


Misaki na verdade é tão, ou mais, problemática do que o Satou, sempre tentando esconder os verdadeiros motivos para tentar ajudá-lo. Misaki é uma personagem bastante complexa e que guarda muitos segredos, por isso, não dá para falar muito dela sem revelar grandes spoilers, só posso dizer que Misaki precisa de Satou mais do que ele precisa dela, o que de certa forma transforma os dois em um casal ideal. Já seu amigo de escola, Yamazaki, é um Otaku, bastante calmo, mas que a qualquer momento se torna um tanto agressivo. Os dois se conhecem desde o colégio, mas é durante o período em que são vizinhos é que eles se tornam mais amigos. Quanto á Hitomi, posso dizer que a garota é bastante problemática, toma muitos remédios e fica claro que tem problemas psicológicos.

O anime é uma completa referência ao mundo dos animes e dos mangas, principalmente do tipo shoujo com cenas “hot” e esse é um dos pontos do alívio cômico de “NHK ni Youkoso”, uma vez que há bastante carga dramática e psicológica por parte dos protagonistas. Outros pontos de alívio cômico são os diabinhos que aparecem e as alucinações de Satou, que inclui tanto cenas pervertidas quanto objetos falantes. Outro aspecto interessante do anime são os títulos sempre com um “bem-vindo”.

“NHK ni Youkoso” tem um excelente enredo e é nos diálogo que você pode perceber a profundidade da situação dos personagens e o drama pessoal de cada um. Solidão, depressão, desânimo, paranóia, suicídio, enfim, tudo é tratado com uma profundidade perfeita para transformar o anime em algo engraçado, mas ao mesmo tempo dramático. Confesso que apesar de ter me divertido muito, teve momentos que me senti depressiva por conta dos personagens. De qualquer forma, “NHK ni Youkoso” é um anime fantástico, maduro e bem desenvolvido, vale muito a pena assisti-lo!

                                 

Final: Feliz

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Já faz algum tempo que queria falar de “Hatenkou Yuugi”, que é um anime super curto de apenas 10 episódios.

Rahzel é uma garota de catorze anos que sabe usar magia e que viaja sozinha pelo mundo, a pedido de seu próprio pai adotivo, uma vez que seu pai verdadeiro a abandonou. Durante sua viagem Rahzel se encontra com Alzeid, que é um rapaz Albino (e me lembra bastante o Zero de Vampire Knight) e mais velho do que ela. Alzeid busca vingar a morte do seu pai e procura constantemente o assassino dele. Aos dois também se junta o divertido Baroqueheat, um amigo de Alzeid, que assedia constantemente Rahzel, principalmente para provocar Alzeid. Dessa forma, o trio está sempre viajando, encontrando as mais diversas aventuras, sempre se envolvendo com magia, sobrenatural e ação.


Ao longo da jornada descobrimos mais a respeito do passado dos três, os motivos do pai de Rahzel a ter abandonado, quem é o assassino do pai de Alzeid e um pouco mais sobre a vida de Baroqueheat. Rahzel é o ponto em comum do trio, uma vez que os dois rapazes fazem sempre de tudo para ajudá-la e podemos perceber que Alzeid, apesar de sua personalidade fria, gosta bastante da garota.

“Hatenkou Yuugi” está longe de ser um dos meus animes favoritos; a história é interessante, os episódios sempre possuem um mistério com muita ação, mas o anime não teve um final muito digno, com várias pontas soltas, além de faltar um certo desenvolvimento dos personagens. De qualquer forma acho que o anime diverte, desde que você não tenha muitas expectativas.


                 

Final: Feliz, mas com muita coisa pra ser concluída.


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"Working!!" é um anime super curto, com apenas 13 episódios, que mostra a vida de Sota Takanashi, um estudante do ensino médio que começa a trabalhar no restaurante Wagnaria, um restaurante com funcionários nada comuns.

Quase todo o anime é ambientado no restaurante e mostra um pouco da vida de cada personagem: Poplar Taneshima, Mahiru Inami, Yachiyo Todoroki, Kyoko Shirafuji, Satou Jun e Hiroomi Souma.

Em Wagnaria ninguém é normal, nem mesmo Takanashi que adora, mais do que o normal, coisas fofas e pequenas e é exatamente por isso que ele adora Taneshima Popura, sua senpai. Popura é uma garota pequena e fofa, mas que quer desesperadamente crescer. Inami, sua colega de trabalho, também tem seus problemas, pois acha que os homens são seus inimigos. O problema maior é que a pobre foi incentivada desde criança, por seu pai, a sentir medo dos homens e por conta disso, ela bate em todos eles. Dessa forma, Takanashi sofre muito tendo que conviver com o problema da amiga, mas sempre tenta ajudá-la de alguma forma. Além de Popura e Inami, temos Todoroki Yachiyo, que anda o tempo todo com uma Kaname bem afiada na cintura, o que assusta os clientes. Yachiyo tem verdadeira adoração e paixão pela gerente comilona Kyoko, o que gera um triangulo amoroso, pois Satou, o chefe de cozinha, gosta de Yachiyo. Por último, mas um dos meus personagens preferido, Souma, que é o auxiliar de cozinha que sabe o segredo de todos os funcionários e que por conta disso, todos acabam tentando agradá-lo.


Além dos personagens do restaurante, o anime mostra um pouco das quatro irmãs de Takanashi: a advogada, a cachaceira, a escritora fracassada e a caçula (que é mais alta do que Takanashi), que ainda está no ensino fundamental.


No meio do anime aparece uma misteriosa nova funcionária, Yamada, trazida por Otoo, o verdadeiro gerente. Yamada, que é muito divertida e inteligente, tem mania de inventar que todos fazem parte de sua família!

Em Wagnaria tudo funciona na base da ação e reação dos personagens, mas é uma anime que pede por uma segunda temporada, o que parece que vai acontecer ainda em 2011. Os personagens e suas personalidades são bem trabalhadas, mas o anime acabou com muitas pontas soltas, apesar da relação de Inami e Takanashi ter melhorado um pouco, ainda não sabemos o mistério de Yamada e nem o que aconteceu com a mulher de Otoo, que sumiu. De qualquer forma, achei “Working!!” um anime simples, mas bem divertido e vale a pena assistir.

              
              

Final: De certa forma feliz, mas sem conclusão

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Takashi Natsume é um rapaz que pode ver espíritos e demônios desde criança, pois herdou esse dom de sua avó, Reiko Natsume, e acaba herdando também, depois de sua morte, um poderoso livro, “O livro dos Amigos”, que contém os nomes dos demônios que Reiko derrotou.

Natsume perdeu os pais cedo e depois de viver de casa em casa, finalmente é transferido para uma cidade pequena, passando a viver com um casal parente de seus pais e com Nyanko-sensei, que tem a forma de um gato, mas sua verdadeira forma é bastante diferente, transformando-se em youkai poderoso quando é preciso. Natsume promete a Nyanko-sensei que quando morrer lhe dará o livro, mas até lá Natsume tenta libertar todos os espíritos, uma vez que o rapaz é constantemente atormentado por eles. Nyanko-sensei acaba se transformando em um guia espiritual de Natsume, sempre o ajudando e protegendo-o .


 O anime mostra diferentes tipos de demônios, em uma narrativa lenta e delicada. Natsume vive em uma cidadezinha do interior, por isso o anime está repleto de imagens da natureza. Por sua personalidade calma, tranquila e por conta de seu dom, Natsume não tem muitos amigos, mas Sasada, uma garota bem esperta, está sempre desconfiada de seu segredo. Além dela, o anime apresenta outros personagens como Kaname Tanuma, um garoto que também percebe espíritos, mas tem uma capacidade inferior ao de Natsume; Shuuichi Natori, um homem que também ver espíritos e pratica exorcismo emais dois amigos de escola de Natsume.

Pouco a pouco o protagonista vai libertando os demônios, conhecendo e ajudando outros. Nem todos os youkais são maus, mas muitas vezes a vida de Natsume está em perigo. O alívio cômico fica pela algumas cenas com Nyanko-sensei que é um comilão desenfreado!


 “Natsume Yuujinchou” é um anime que pode não agradar a todos, pois além da narrativa ser bastante devagar, não se pode esperar grandes acontecimentos no enredo. No entanto, é um anime bonito que mostra o desenvolvimento de um rapaz com um dom curioso e seu relacionamento com diferentes demônios, além de mostrar um pouco da cultura japonesa. O anime, teve uma segunda temporada, que em breve assistirei.

                  
                  

Final: com continuação

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