Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.


Há algum tempo que queria falar sobre “A garota que conquistou o tempo” (título original: "Toki wo Kakeru Shoujo" de 2006), mas com tantos animes que assisto acabei deixando essa animação de lado, mas como eu sempre digo: “antes tarde do que nunca”.

Baseado no romance de 1967, o filme é uma linda história sobre viagem no tempo. Makoto é uma garota do ensino médio super animada, mas que um tem um péssimo dia: chega atrasada na sala, causa um incêndio na aula de culinária e ainda tem um teste surpresa. Porém, o seu dia, assim como a sua vida, muda completamente, pois ao ir ao laboratório de ciência, encontra um artefato bastante estranho que faz com que a garota possa viajar no tempo por meio de seus saltos. Isso mesmo, quando Makoto salta, ela literalmente salta no tempo e volta no momento do passado que quiser.


A partir de então vamos conhecendo melhor os dois amigos de Makoto, Chiaki (o meu personagem preferido) e Kousuke, que formam um trio bastante carismático, sendo que um deles guarda um enorme segredo. À medida que a história passa o suspense aumenta, uma vez que Makoto não muda apenas simples acontecimentos como estudar para o teste que ela já sabia que iria acontecer, ela muda a vida das pessoas ao seu redor, principalmente a de seus amigos. No entanto, Makoto é só uma garota que sente medo de escutar a confissão amorosa do amigo e que só quer que tudo termine bem, mas as conseqüências de seus atos não são tão leves quanto ela imagina.


O enredo, apesar de ser batido, surpreende pela ótima animação e pelos personagens que são bem desenvolvidos. Até mesmo os clichês surpreendem pela forma com que são mostrados, por meio de uma trama muito bem desenvolvida. Dirigido por Mamoru Hosoda, “A garota que conquistou o tempo” vai com certeza conquistar aqueles que gostam de ficção científica com ação, drama e um pitada de romance.

                      trailer em inglês
                 

Final: De certa forma feliz.


Kajika é uma garota filha de um poderoso empresário, Harry Barnesworth, que vive em uma ilha, como uma menina comum, juntamente com Mustafa, seu tigre e maior amor de sua vida. Um dia, Mustafa morre deixando Kajika extremamente triste, já que ela o amava. Mustafa foi presente de Li-ren seu melhor amigo.

A partir de então a vida de Kajika muda completamente, pois seu pai resolve propor um jogo de maridos em que ela precisa encontrar três pretendes e então se casar. Porém, Li-ren, que é o braço direito de Harry, líder da família Fang, não é um pretendente, o que deixa o rapaz um pouco triste, embora não deixe transparecer. Li-ren é perfeito e quando ele fica com raiva é capaz de realmente colocar medo em qualquer um, como quando ele chamou todas as polícias de Nova York para procurar Kajika, que estava com Eugene, o primeiro pretendente. Aliás, Eugene é seu grande rival, assim como Mustafa era.

Eugene é um deus da beleza e Kajika se interessa por ele à primeira vista, uma vez que seus olhos se parecem com o de Mustafa. A menina acredita que a alma de seu tigre entrou no corpo do rapaz. No entanto, o rapaz tem uma personalidade bastante fria e masoquista, mas que muda aos poucos graças à Kajika.


O segundo pretendente é o príncipe Lumati do reino de Laginay, uma garoto a princípio arrogante, mas que graças a Kajika aprende muitas coisas sobre o amor e amizade. Kajika conhece Lumati em uma festa promovida pela família de Li-ren em uma mansão. Aos poucos Lumati acaba se tornando um dos personagens principais por conta da guerra civil que se instala em seu país.

A história dos avôs de Kajika é o ponto principal da história e explica o envolvimento da família dela com o reino de Laginay. Durante dois episódios a história sobre seus avôs é contada, deixando de lado o enredo atual, mostrando que Kajika e Lumati são mais próximos do que imaginam. No começo achei os episódios sem muita importância, mas depois percebi que o passado influencia bastante o presente de Kajika, inclusive no motivo sobre o jogo de maridos, uma vez que Harry precisa que sua filha se case com um homem forte, que a proteja.


Quase todos os episódios são sobre a sucessão do trono em Laginay, mostrando intrigas, traições, idealismo, fanatismo religioso e muita ação. Neste ínterim Kajika conhece seu terceiro pretendente Carl Rosenthal, filho do maior rival de seu pai. Carl tem claustrofobia e mais do que isso, tem fobia às mulheres, claro que Kajika o acaba ajudando, mas Carl é um pretendente enigmático, por conta de sua aversão às mulheres.

O enredo é envolvente, não só porque você vai querer saber com quem a Kajika vai ficar no final, mas principalmente por toda a história contada. Se Li-ren vai ou não reprimir seus sentimentos por Kajika, se Lumati vai assumir o trono de Laginay e se Carl vai esquecer seus rancores. Na verdade, várias vezes o romance fica em segundo plano, sendo que as ações de Kajika e como ela transforma as pessoas ao seu redor se tornam mais importantes no anime. Além disso, com a sucessão do trono em Laginay o jogo de maridos fica como plano de fundo em uma ação cheia de dramas.

Durante o anime outros personagens se destacam como Harry, que é um pai bastante ousado! No entanto, além de ousado é esperto, sendo que sabe como cada peça de seu jogo vai jogar, agir e assim trazer a felicidade de sua amada filha. Outros destaques como o fiel Noel, a arrogante Nayara e o vilão Quinza também são importante para o desenvolvimento do enredo.



“Hanasakeru Seishounen” é um anime lindo que mostra bastante o desenvolvimento dos personagens por meio de uma história que é contada desde o princípio do amor de um rei por uma estrangeira e as conseqüências desse amor na vida de seus descendentes. Todos evoluem com o passar do tempo e aprendem a entender seus sentimentos, por isso, “Hanasakeru Seishounen", é um anime muito bonito, delicado, romântico e bastante divertido também. Por tudo isso o anime agora é um dos meus preferidos! Super recomendado para quem gosta de histórias bem desenvolvidas.

PS: A abertura e o encerramento são simples, no entanto, as canções cantadas por J-min são ótimas! Infelizmente não achei o vídeo de nenhuma das duas, por isso, estou colocando dois vídeos que achei no You Tube, uma com a música de abertura (o clipe de “Change”) e o outro com a do encerramento (“one”)

                

                


Final: Excelente, digno do anime!

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Por indicação da Mallu, do blog Yo Nihon!, comprei o mangá “Wanted”, que é um one-shot da autora Hino Matsuri, a mesma de “Vampire Knight” e devo dizer que se ela fosse tão direta quanto é nesse one- shot eu iria gostar ainda mais de “Vampire Knight”. Se bem que eu gostei tanto da história que ficaria feliz se ela tivesse escrito mais, mas sem enrolação e que tivesse um final mais conclusivo, já que o one-shot só tem três capítulos.

Armeria, a protagonista, perdeu os pais cedo ficando no palácio ajudando um grupo de músico, pois sabia cantar muito bem. Um dia, seu protetor Luce foi raptado por piratas e desde então a garota parte em uma jornada em busca de seu amado. Depois de oito anos, Armeria consegue encontrar o grupo de piratas que o havia raptado e conhece o magnífico capitão Scars, que é o oposto de Luce. Scars é agressivo, mas também leal aos seus tripulantes e logo que o segredo de Armeria é descoberto, Scars passa a proteger e arriscar a sua vida por ela, embora continue às vezes sendo um pouco grosseiro.


À medida que Armeria passa a viver com os piratas descobre que nem todos são maus e que Scars no fundo é uma boa pessoa, roubando dos ricos para ajudar os pobres. Armeria segue como parte da tripulação e por conta disso também vive as mais diversas aventuras e um doce romance. Destaque para os piratas amigos de Scars são todos bem divertidos e fiéis ao capitão. Destaque também para os traços da autora, pois são bem delicados e bonitos.



Infelizmente não dá para falar muito sem contar o principal da história, mas recomendo para aquele que gostam de uma comédia romântica, com uma pitada de aventura, pois o resultado é pura diversão.

Final: feliz, mas não conclusivo.


Onde comprei: Comix

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Eu tenho a péssima mania de julgar os animes pela capa ou pelos enredos mal feitos que existem por aí, foi assim com “Vampire Knight” e foi assim também com “Lovely Complex” e fico muito feliz por ter assistindo esses animes, mesmo achando que não iria gostar. “Lovely Complex” é tão bom que se tornou um dos meus animes favoritos!

Risa Koizumi tem 1,72 de altura e é um pouco alta para os padrões japoneses e para sua idade também, por conta disso, ela tem dificuldade para encontrar um namorado, pois não aceita que seja um baixinho. No entanto, o destino lhe prega uma peça e Risa acaba se apaixonado pelo seu melhor amigo, Atsushi Otani, que tem 1,56 de altura. Como os dois vivem juntos, cada um a princípio buscando seu parceiro ideal, unidos se tornam bem engraçados, pois possuem personalidades bem extravagantes. Além disso, pelo fato de Otani ser baixo demais e Risa alta demais, juntos eles são conhecidos na escola como "All Hanshin Kyojin" (comediantes japoneses, em que um é alto e outro é baixo).


Logo no primeiro episódio Risa e Otani fazem uma aposta para ver quem consegue arranjar um namorado primeiro, mas o tempo passa (e passa mesmo porque nunca vi comemorarem tanto Natal e dias dos namorados como nesse anime!) e os dois continuam juntos, o que faz com que Risa se apaixone pelo desajeitado Otani. Devo dizer que além da personalidade “maluquinha” de Risa, o que mais me chamou a atenção foi a perseverança da garota em conquistar Otani. Se fosse eu teria desistido logo, porque nunca vi garoto mais desligado e teimoso como ele.


Apesar de serem amigos e de terem os mesmos gostos, principalmente quando se trata do rapper Umibozu, eles brigam o tempo todo, o que faz o anime ser bem engraçado e divertido. Os personagens secundários também colaboram para a diversão como o insistente Haruka, apaixonado por Risa, o dissimulado professor Maity (que é todo charmoso e ajuda Risa a provocar ciúmes no Otani) e a melhor amiga de Risa, Nobuko. Aliás, Nobuko é uma grande amiga e ajuda Risa de verdade. É a minha personagem preferida, pois é a que mais torce pelo casal e Nobuko, com seu Darling (Nakao, seu namorado) fazem de tudo para ajudar a amiga. E quando eu digo que fazem é porque fazem mesmo, estão presentes em quase todos os momentos do casal, uma vez que privacidade é que algo que não existe nessa turma, todo mundo sabe de tudo, menos o Otani, claro.

Destaque para as cenas em que Risa tenta se confessar para Otani, pois quase me mataram de rir e de nervoso, uma vez que nem tudo são flores para nossa protagonista, na verdade, eu diria que quase nada são flores para ela. Risa é bem bonita e poderia até ser modelo e quando se apaixona pelo Otani até tenta não ser mais sua parceira comediante, mas não consegue; tudo culpa da personalidade dela. Por outro lado, Otani não é nenhum galã e sempre diz as coisas erradas nas horas erradas, mas possui seu lado fofo também.      

                 

“Lovely Complex” ou simplesmente “Love com” é uma comédia romântica bem animada, bonita e engraçadíssima. Particularmente, não teve um episódio sequer que eu não risse.

                 

                 

                 

Final: Feliz

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É a primeira vez que escrevo sobre mangá aqui no blog, porque na verdade eu gosto bem mais de assistir animes e meu bolso não me permite ler todos os mangás que eu quero; ainda que eu insista em lê-los. Além disso, os mangás demoram a ser concluídos e quando são concluídos eu acabo perdendo a vontade de escrever. No entanto, recentemente eu fiz algo que geralmente não faço, porque sou das antigas e prefiro ler em papel: li um mangá na internet. Foi a primeira vez e confesso que senti falta do papel. Entretanto, o mangá em questão, “Private Prince” é tão bom, que acabei lendo em poucos dias.


Antes de começar a falar sobre a história, preciso dizer que “Private Prince” não é nada complexo. Sério, é um josei bem simples, romântico, um pouco açucarado e bem “hot”! Miyako é uma estudante de mestrado no Japão e precisa obter informações sobre a família real do país Estolia, uma vez que sua tese é sobre uma antiga mulher japonesa que se tornou rainha de lá. Os prazos estão acabando e Miyako está ficando sem dinheiro, já que está morando sozinha, pois sua mãe não a quer como estudante e sim como sua substituta no seu hotel tradicional. Porém, um príncipe aparece em sua vida! O príncipe Will, do país Estolia, está estudando no Japão e amiga de Miyako consegue entradas para uma festa particular na embaixada em que o príncipe está. Dessa forma, Miyako poderá pedir a ajuda do príncipe para conseguir informações para seu mestrado.

Assim, a moça vai à festa, mas quando chega lá, Will ficando encantado com seu belo par de seios (tanto que seu assistente passa a chamá-la de “Senhorita Melões”). Miyako fica, obviamente, assustada com o príncipe pervertido, que a partir de então passa a segui-la por todos os lugares. 

Como eu disse, uma clássica história de amor, com uma protagonista bem tontinha a ponto de rejeitar um príncipe maravilhoso como aquele, pois a princípio a única coisa que Miyako realmente se preocupa é com seus estudos e com seu mestrado, deixando muitas vezes o romance com o príncipe de lado. Claro que temos personagens para atrapalhar os dois: o primo de Will, a mãe de Miyako, entre outras coisas que acontecem no mangá, como a insegurança da protagonista e os ciúmes do príncipe


Mesmo fazendo a linha “dramas leves”, “Private Prince” é bastante divertido e se você gosta do gênero não tem como não se encantar com o príncipe Will.

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“Pretear” é uma anime de 2001 que fala sobre uma garota chama Himeno e seus sete guerreiros. Para fala bem a verdade, quando eu li que a história se parecia com a da “Branca de neve” fiquei um pouco desinteressada, mas depois fui ler mais sobre o anime e vi que apesar de Himeno ter uma madrasta, a história do anime não é tão parecida assim (só um pouco) com o conto de fadas.

Himeno Awayuki está tentando se adaptar a sua nova família, já que seu pai (um antigo escritor) se casa novamente com uma viúva rica, que tem duas filhas: Mayune e Mawata. Um dia, ao ir para escola, Himeno salta de um arbusto e cai bem em cima de Hayate, o Cavaleiro do Vento, que percebe que ela não é uma simples garota. Mais tarde Himeno encontra os outros cavaleiros do reino de Leafe que explicam que a Princesa do Desastre está despertando e que ela está usando um demônio chamado larva (que mais parece um inseto) para absorver Leafe, a essência de toda a vida. Eles pedem para Himeno se tornar uma Pretear, uma espécie de guerreira, que pode ajudá-los a proteger o mundo. Himeno é inicialmente relutante, acreditando que eles estão brincando com ela, mas quando uma larva ataca e começa a roubar Leafe, Himeno concorda em ajudar. Assim, Hayate e ela se fundem (Hayate entra no corpo dela), aparecendo pela primeira vez a Pretear do Vento.
 

 Himeno se funde com todos os sete guerreiros, cada um com sua especialidade: Hayate é o cavaleiro do vento; Sasame é o cavaleiro do som; Kei é o da Luz, Go é o do fogo e as crianças Mannen, Hajime e Shin são, respectivamente, os cavaleiros do gelo, água e planta. Todos adoram Himeno, menos Hayate, que a trata de modo frio, distante, não querendo que Himeno se torne a nova Pretear. Tudo isso porque Hayate se sente culpado pelo o que ocorreu com a antiga Pretear. Além de Hayate, Sasame também esconde um segredo sobre o passado, o que provoca algumas reviravoltas no anime.

Já fazia muito tempo que eu não assistia a um anime do tipo Mahou Shoujo, em que a protagonista é uma heroína extremamente desajeitada, mas pronta para salva o mundo! Himeno usa até uniformes diferentes, dependendo com quem se funde! Ver isso foi um tanto nostálgico.

Himeno é engraçada, comilona, divertida e claro, com tantos homens bonitos ao seu redor, ela tinha que acabar se envolvendo sentimentalmente com Hayate, o mais frio de todos. Alguns personagens secundários são bem engraçados, como o pai da Himeno e sua colega de sala, que vê romance em tudo, fazendo uma certa paródia com o estilo shoujo.


Apesar da trilha sonora ser bem ruim, “Pretear” é bastante agradável, divertido e por vezes ingênuo, com pitadas de romance e ação. Além disso, o anime é super curto, possuindo apenas 13 episódios que podem, com toda certeza, agradar que gosta do gênero.  

                   

                   

Final: Feliz

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“Vampire Knight” é um anime que julguei pela capa, ou melhor, pelo conteúdo. Todo mundo que conheço, e gosta de anime, gosta de “Vampire Knight” e meio que peguei uma certa birra em relação ao anime. Birra completamente desfeita!

Muito se falou de “Vampire Knight”, por isso, não pretendo me estender muito em relação à história e a seus pormenores, principalmente para não soltar nenhum spoiler. Caso vocês queiram saber mais detalhes do mangá e sobre as nomenclaturas do anime, sugiro as colunas da Mallu no Yo Nihon.

Enfim vamos ao resumo do enredo: Yuuki e Zero são criados pelo presidente da Academia Cross. Yuuki chegou até ele através de Kaname, que a protegeu de um vampiro quando era pequena. Desde então Yuuki, que não tem memórias de seu passado, é apaixonada por Kaname que até corresponde a esse amor, tentando protegê-la sempre. Já Zero, chegou ao presidente depois que sua família (de caçadores de vampiros) foi morta por uma sangue puro chamada Shizuka, que se vingou da morte de seu servo. Shizuka deu a Zero um pagamento pior do que a morte, mordendo-o. Se um sangue puro morde um humano ele se torna um Level E, que é quando o indivíduo perde sua consciência aos poucos e se torna um tipo de zumbi sedento por sangue. A única forma de mudar isso é se o humano bebe o sangue do vampiro que o mordeu. Dessa forma, Zero gradativamente se torna um Leve E, mas quando Yuuki descobre, passa a alimentá-lo com o próprio sangue para evitar que ele perca o controle de si mesmo.


Tanto Zero, quanto Yuuki e Kaname moram e estudam na Academia Cross, que divide as turmas em dois grupos: a turma do dia (somente humanos) e a turma da noite (somente vampiros). Yuuki e Zero são os responsáveis em manter a separação das turmas, uma vez que o pessoal da do dia é fascinando pelos alunos da turma da noite, sem saber que estes são vampiros.

A primeira temporada de “Vampire Knight” vai até o ponto em que Shizuka aparece e muitas coisas sobre o passado de Zero são reveladas. Já em “Vampire Knight Guilty”, a história gira mesmo em torno do passado de Yuuki e há uma reviravolta no triângulo amoroso Zero-Yuuki-Kaname. Também descobrimos mais sobre a personalidade de Kaname e sobre seu passado.


Quanto à Yuuki e seus dois homens lindos, sou muito mais o Zero, Kaname tem uma pose de superioridade que às vezes me irrita. Além disso, Zero tem uma cara de menino sofrido irresistível! Em relação aos outros personagens, gostaria de saber mais a respeito do passado do presidente da academia e o anime poderia ter mostrado mais sobre os outros vampiros do dormitório da noite, mas nada disso me fez gostar menos do anime.


               

“Vampire Knight” é sombrio, é misterioso, é romântico, é dramático, é complexo. Excelente anime em termos de animação, música e enredo. No entanto, apesar de não ter lido o mangá, acredito que seja como todo mundo que leu diz: melhor que o anime. Bom, ao menos mostra mais detalhes, uma vez que a história no mangá segue e a do anime acaba. Se você ainda não assistiu ao tão falado “Vampire Knight”, assista! As duas temporadas são curtas e a curiosidade e o suspense que envolve o animem não vão te deixar parar de assisti-lo!

               

               

               

Final: difícil de explicar

Pers

"Kuragehime" é um anime baseado em um josei da revista “Kiss”, lançado no ano passado no Japão e devo dizer que é um dos melhores animes da atualidade. A única decepção fica por ser curto, com apenas 11 episódios, mas da forma como termina e pelo fato do mangá ainda está em publicação, tudo indica que ele tem tudo para ter continuação!

Logo no primeiro episódio eu já dei muita risada, pois o anime, apesar de abordar conteúdos dramáticos, tem um lado bem nonsense.

Tsukimi é uma garota otaku que vive em Tóquio em uma república só de mulheres também otakus, cada uma a sua maneira. Tsukimi, assim como as outras, é bastante antissocial, tímida, desarrumada e tem uma verdadeira obsessão por água-viva. Um dia, tentando salvar sua água viva, Kurara, de um petshop, Tsukimi encontra Koibuchi Kuranosuke, uma mulher loira, alta, bonita e muito elegante. O problema é a nossa protagonista logo descobre que ela, na verdade, é ele!

Desesperada, Tsukimi tenta encobrir a verdadeira sexualidade de Kuranosuke, já que na república, chamada de Amamizukan, os homens são proibidos. No entanto, Kuranosuke não larga Tsukimi e acabam se tornando amigos.


Kuranosuke na verdade é um tipo de crossdresser, que se veste de mulher não por ser gay e sim porque quer fugir das obrigações familiares. Kuranosuke é filho ilegítimo de um político poderoso e vizinho da Amamizukan. Porém, Kuranosuke não é filho único, tendo um irmão mais velho chamado Shu Koibuchi. Shu se apaixona por Tsukimi (o que deixa Kuranosuke com ciúmes), mas não consegue identificá-la quando está na sua verdadeira forma, ou seja, completamente desarrumada.


Além desse triangulo amoroso temos outros personagens, como as moradoras da república: Chieko, a gerente, aficionada por bonecas tradicionais japoneses e quimonos; Mayaya, obcecada com “Os Três Reinos”; Banba, maluquinha por trens; Jiji, fascinada por homens mais velhos e Mejiro, popular escritora de mangás, mas que nunca sai de seu quarto. A verdade é que todas apresentam problemas em viver em sociedade, como se existisse uma bolha que as separassem do resto do mundo. Bolha esta rompida por Kuranosuke, que sem querer (e ás vezes querendo) tira as meninas do pequeno mundo delas, levando-as a se socializarem um pouco mais.

“Kuragehime” parece ser um anime leve, mas com o passar dos episódios vamos descobrimos os problemas dos personagens principais, seus dramas, seus traumas, fazendo com que se tornem personagens profundos e complexos. Cada uma das meninas possui seus problemas e até mesmo a parte rica do anime, a família de Kuranosuke, possui seus traumas.

Os traços do anime são bastante realísticos, dando um tom mais maduro a algumas cenas, mas mesmo quando o drama está no primeiro plano eu não pude deixar de rir em diversas situações quando, por exemplo, Kuranosuke fala o que não deve, deixando as meninas constrangidas. Além disso, Kurara é uma gracinha e faz os comerciais serem mais fofos ainda e a abertura é ótima, fazendo uma paródia com vários filmes!

O final conclui uma das histórias principais do anime, mas não o conclui de fato, ficando muita coisa para ser mostrada. Espero sinceramente que “Kuragehime” tenha segunda, terceira e muitas outras temporadas. Sem dúvida um dos melhores animes da atualidade, com um drama bastante pertinente, com humor e romance, ou seja, um anime repleto de conteúdo.

             

Final: Feliz, mas sem muita conclusão

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“Personal Taste” é um dorama coreano de 2010 com Son Ye Jin, a protagonista Park Kae In e Lee Min Ho (sim o Jun Pyo do inesquecível “Boy Before Flowers”!) como o mocinho Jeon Jin Ho.

O dorama gira em torno de Park Kae In, uma moça bem desligada, mas muito generosa. Por conta de sua ingenuidade seu namorado a troca por sua melhor amiga, a vilã Kim In Hee, e o pior de tudo: a moça só descobre no dia do casamento deles! Como se não bastassem os problemas amorosos, Kae In começa a enfrentar problemas financeiros, já que um amigo a engana fazendo com que ela possa perder sua casa. Acontece que a casa de Kae In não é qualquer casa, é a Sanggojae, uma famosa casa. É neste momento que Jin Ho entra na história. Jin Ho é concorrente do ex- namorado de Kae In, o insuportável Chang Ryul, para construir um projeto para uma grande galeria de arte. Para ganhar a competição, Jin Ho acredita que deve se inspirar na casa Sanggojae, já que o pai de Kae In é um famoso arquiteto. Dessa forma, Jin Ho precisa morar naquela casa, uma tarefa nada fácil.


Com os problemas financeiros e uma vaga sobrando na casa, já que Kim In Hee não mora mais com ela, Kae In acreditando, por causa de uma confusão, que Jin Ho é gay, acaba aceitando que o rapaz seja seu colega de casa. Momentos hilários ocorrem por causa dessa confusão, pois Jin Ho não consegue desmentir a história, pois caso contrário terá que ir embora da casa. É claro que a convivência aproxima os dois e ambos acabam apaixonados.

Assisti a cenas memoráveis neste dorama como as caras de desgosto de Jin Ho quando Kae In repete por diversas vezes que ele é gay; aliás, é impagável quando ela conta sem querer para o diretor da galeria. Por ser um tanto metrosexual, Jin Ho também acaba ensinado Kae In a ser uma “mulher fatal”, nos mostrando momentos bem legais dos dois juntos!



Além dos protagonistas, alguns personagens secundários, como os melhores amigos do casal (Young Sun e Sang Jun), também roubam a cena quando aparecem!

“Personal Taste” é um dorama bem divertido, com um drama leve, mas com uma comédia romântica irresistível! Lee Min Ho está bem mais maduro como ator e continua me fazendo suspirar! Para quem gosta de dorama vale apena assistir.

Final: Feliz

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O anime continua uma fofura, extremamente MOE! Dois anos depois que Ichigo e os “Princípes dos doces” estudaram na França, Ichigo volta ao Japão, apenas algumas semanas depois de seus amigos, mas ao chegar na escola, encontra o time Ichigo desfeito. Hanabusa e Andou querem seguir seus próprios sonhos e Kashino adiantou um ano de estudo. Ainda assim, o príncipe dos chocolates é o único a continuar mais próximo da protagonista, isso porque os dois parecem que finalmente estão demonstrando o que sente um pelo outro.

Depois do Cake Gran Prix, Ichigo e Kashino são convidados para participar do projeto de Henri Lucas, que nada mais é do que criar uma cidade cheia de lojas de doces. Os dois, juntamente com Johnny McBeal e Lemon Yamagishi, irão formar outro time, para poderem cuidar de uma das lojas da cidade.


Nessa segunda e última parte do anime podemos ver um relacionamento mais consistente entre Ichigo e Kashino. Este se mostra bem ciumento a respeito a Johnny, que constantemente tenta flertar a pobre Ichigo (que nunca percebe nada). Além de ser formada uma nova equipe, Ichigo não mostra mais nenhuma dificuldade na cozinha, o objetivo agora é saber administrar uma loja de doces.

Novos personagens aparecem nessa segunda parte, mas velhos personagens também retornam. Andou também possui uma loja na cidade dos doces e Hanabusa aparece sempre que os amigos precisam dele. Mari tem uma loja em Nova York e se mostra bem mais madura do que antes, ainda que seu semblante depressivo continue o mesmo. Koshiro ainda é apaixonada por Kashino, motivo de disputa envolvendo competições com doces.

Quanto ao quesito relacionamento amoroso, apenas no último episódio temos uma declaração franca, objetiva e muito fofa! Não se pode dizer que foi um final realmente conclusivo, acho que "Yumeiro Pâtissière SP", comparado à primeira temporada, fica muito a desejar. Queria ter visto mais dos relacionamentos e saber mais sobre o futuro dos personagens. O anime acaba com aquela impressão de que tudo segue seu rumo de maneira natural, mas de um modo geral tem final feliz. Quem sabe no futuro não sai um filme para saciar a minha curiosidade.

PS: Adorei a música de abertura!!

           

           

Final: Feliz

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“xxxHolic” é uma mangá japonês do grupo CLAMP que teve em 2006 um anime baseado no mangá e é exatamente do anime que falarei.

A princípio achei que não gostaria tanto de “xxxHolic”, um anime cujo foco não é romance não me interessa tanto, mas antes da metade do anime acabar eu já estava viciada!

O enredo é sobre Watanuki Kimihiro, um estudante um tanto espalhafatoso que tem o dom de ver e atrair fantasmas e espíritos (ayakashi). Um dia, ao ser atacado por um espírito, ele acaba entrando em uma loja misteriosa, cuja dona do lugar é Ichihara Yuuko, uma mulher que diz que o fato dele ter entrado lá não foi mera coincidência. Yuuko realiza os desejos de quem entra na loja e Watanuki tinha um. Porém, para cada desejo concedido, existe um pagamento estipulado por Yuuko (que nunca é em dinheiro). Watanuki, para poder pagar o preço do seu desejo, "aceita" (forçadamente) a oferta de Yuuko para trabalhar em sua loja.



A partir desse momento sua vida muda completamente. Watanuki passa a se envolver nas histórias misteriosas dos clientes de Yuuko, e com ela aprende não só sobre as situações mágicas que o cercam, mas também sobre si mesmo. Apesar do anime não ter um foco em relacionamentos amorosos, a amizade e a lealdade são assuntos que cercam Holic.

                    

Watanuki venera sua amiga de escola, Himawari, uma garota super doce, mas que não traz muita sorte para o pobre Watanuki. O motivo disso só é revelado em "xxxHolic: Kei" (a segunda temporada). Além da garota, temos Doumeki, um personagem que ganha força pouco a pouco na série, por ser quase um “anjo da guarda” de Watanuki. Isso porque, para o desespero do protagonista, Doumeki tem uma aura pura, o que afasta os espíritos maus. No entanto, Watanuki considera Doumeki um rival, alguém para dividir sua atenção com Himawari. É bastante engraçado ver Watanuki dando seus ataques histéricos quando precisa agradecer Doumeki quando este o ajuda.

                  

Os episódios centrados nos personagens são melhores do que os centrados nos clientes da loja de Yuuko. Aos poucos os personagens principais vão evoluindo e com isso se estreita os laços dos relacionamentos entre eles. Em “xxxHolic: Kei”, Watanuki já aparece mais maduro e mais seguro quanto aos seus atos e, mesmo não gostando, a amizade com Doumeki também evolui.


“xxxHolic” é bastante sombrio, tão sombrio que ninguém tem cara ou cor, só os personagens principais da ação, o que ajuda a manter o mistério do anime. “xxxHolic” tem continuação no anime de 13 episódios, “xxxHolic  Kei”, e mais dois OVAS, cujas histórias se misturam com outro anime da CLAMP, “Tsubasa Reservoir Chronicle”

                    

Apesar da ausência de romance, garanto que “xxxHolic” é capaz de conquistar qualquer um com suas maravilhosas histórias, suspense, ação e terror.

                    


Final: Feliz

PS: Preciso agradecer a Mallu (do blog Yo Nihon) e Pandora (do blog Uma Pandora e sua caixa) pela grande dica!

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 A história se passa na Inglaterra vitoriana e tem Lydia Carlton, 17 anos, como protagonista. A moça é uma a "Fairy Doctor", uma pessoa que vê e fala com as fadas. Sua vida é calma, tranquila, até o dia em que se encontra com Edgar JC Ashenbert, o "Lendário Cavaleiro Azul" e sua tripulação em uma viagem de navio para Londres. Edgar acaba contratando Lydia como uma conselheira durante sua busca para obter uma espada preciosa, que era para ser entregue a ele por sua família. Lydia ajuda Edgar, mesmo sabendo que ele é capaz de tudo para conseguir o que quer.

Edgar é bastante arrogante e egoísta, mas se apaixona por Lydia, que foge das investidas do rapaz o tempo todo. O lendário cavaleiro perdeu os pais quando pequeno e acabou se tornando um escravo branco, porém conseguiu fugir com a ajuda de Raven, seu servo mais leal e bastante misterioso, que o ajuda na sua busca pela Espada de Merro.



O Universo de “Hakushaku to Yousei” é repleto de magia e ação e por isso mesmo bastante interessante. Apesar de surgir outros personagens, o elenco principal é o que mais interessa. Porém, o anime só possui doze episódios, deixando algumas coisas para serem resolvidas, como por exemplo, saber mais sobre Raven e sobre o próprio Edgar; sem falar do romance dos protagonistas que fica muito a desejar.

“Hakushaku to Yousei” é mais um anime que termina com pontas soltas, sem desenvolver mais profundamente os personagens; uma pena, pois possui um enredo bem interessante.

         

         

Final: Feliz, mas sem muita conclusão.

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Baseado no clássico japonês “Itazura na Kiss”, “Playful Kiss” é um dorama coreano bem fofo e bem engraçado.

Oh Ha Ni (Jung Então Min) é uma garota perdidamente apaixonada por Baek Seung-Jo (Kim Hyun Joong – Yoon Ji Hoo de ”Boys Before Flowers”), o garoto mais inteligente da escola, mas ele não dá a mínima pra ela, nem pra ela e nem pra ninguém. Seung-Jo é um completo antissocial e bastante arrogante! Um dia a pobre Oh Ha Ni (assim como Kotoko) resolve se declarar para seu amor, que a despreza por completo. Arrasada Oh Ha Ni ainda tem que lidar com uma tragédia: sua casa foi destruída por um terremoto. Por isso, ela e seu pai precisam viver em outro lugar e como, sem ela saber, seu pai é o melhor amigo do pai de Seung-Jo, Oh Ha Ni passa a ser a nova hóspede da casa de seu amado.



Seung-Jo bem que tenta ficar longe de Oh Ha Ni, mas ela é persistente e tem a ajuda da mãe do rapaz, que é o espírito da mãe do Irie do anime em pessoa e a responsável pelas partes mais engraçadas do dorama. Com a convivência com a espirituosa Oh Ha Ni, Seung-Jo vai mudando pouco a pouco, mas sem deixar seus traços arrogantes de lado.

O dorama é baseado na primeira parte do anime e por isso não tem todos os personagens que poderia ter e nem o final maravilhoso que tem “Itazura na Kiss”. Além disso, me desculpem as fãs de Kim Hyu Joong, o ator não chega nem perto do carisma do indiferente Irie Naoki


 O dorama pode ser assistido mesmo por aqueles que não viram “Itazura na Kiss” (um dos meus animes favoritos) e mesmo às vezes tendo uma narrativa lenta, assim como “Goong”, “Playful Kiss” consegue ser bastante engraçado em cenas que salvam os episódios! Eu recomendo para todos aqueles que adoram uma comédia romântica.

Final: Feliz

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Ichigo Amano é uma garota super fofa que adora as tortas de morango da sua avó falecida. Um dia ela encontra Henri Lucas, um pâtissièr super famoso que se encanta com o modo sonhador de Ichigo e resolve dar uma bolsa de estudos para ela na Academia Saint Marie, que há muitos anos forma pâtissières. O problema é que Ichigo realmente é muito sonhadora e não sabe muita coisa sobre cozinha, mas por ser indicação de Henri Lucas acaba no grupo A da escola, o grupo composto pelos “Príncipes dos doces”.

Satsuki Hanabusa é o príncipe que adora decoração e está sempre rodeado de rosas. Sennosuke Andou é o príncipe dos doces japoneses, sua família tem uma doceira desse tipo. Por último, Makoto Kashino, o mais rabugento dos príncipes, especialista em chocolate. Kashino é o que mais pega no pé de Ichigo, já que ela tem muitas dificuldades na cozinha. Kashino chega a ser muito grosseiro com a pobre às vezes. No entanto, tanta grosseria se transforma em afeto e Kashino aos poucos passa a respeitar e amar Ichigo.

“Yumeiro Pâtissière” não é um anime cujo foco está nos relacionamentos amorosos e sim na superação, para tentarem se tornar profissionais, dos quatros protagonistas e principalmente da Ichigo. Para isso, eles contam com a ajuda dos “espíritos dos doces”, que são quase como fadas, que ajudam os alunos a fazerem doces. Vanilla é a espírito de Ichigo, Chocolat de Kashino, Café de Hanabusa e Caramel (a mais fofa) de Andou. Muitas vezes no anime eles viajam para o “reino dos doces” em companhia da Ichigo.


Além desses personagens, há ainda a Miya Koshiro, uma aluna arrogante, podre de rica e com uma risada horrorosa, apaixonada por Kashino, que por sua vez tem verdadeiro pavor dela! Mari Tennouji é uma das preferida de Henri Lucas, chamada por todos de Princesa Mari, mas no fundo a princesa se sente muito só e ameaçada por Ichigo.

Depois que Ichigo se enturma na escola, ela e os príncipes dos doces participam do Cake Gran Prix e muitos episódios estão focados nessa competição. O time Ichigo passa muitas dificuldades durante todo o tempo, mas por isso mesmo o anime vicia, pois quem assiste quer saber quem vai ganhar a competição, mesmo tendo que aguentar muitos episódios que servem apenas para “encher linguiça”.

De modo geral “Yumeiro Pâtissière” é uma fofura e agrada. A personalidade de Ichigo é ótima! Ela está sempre disposta a ajudar os outros e não consegue ver maldade em ninguém, por isso é várias vezes enganada pelos outros que a invejam. O final do anime é bem finalizado quanto à competição, mas no quesito relacionamento, só tem uma finalização mesmo no “Yumeiro Pâtissière SP Professional” (em breve uma resenha). Em todo caso, se você pretende assistir, prepare a balança, porque dá uma vontade enorme de comer um monte de doces!

         

         

Final: Feliz, mas com continuação

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Ao que parece, depois de assistir a um dorama você não consegue parar mais! Depois de ver "Shining Inheritance", comecei a ver Goong (ou "Princess Hour").

"Goong" é um dorama coreano de 24 episódios que se passa em uma atual Coréia em que a família Real é amada por todos, menos por Shin Chae-kyung, que é uma estudante de artes muito maluquinha, e que não está nem aí para a família real. Porém, a vida da estudante muda completamente depois que descobre que é a futura esposa do príncipe Lee Shin, devido a uma promessa de seus avôs. No entanto, Lee Shin ama Min Hyo-rin, uma estudante bailarina, mas esta se recusa a abrir mão de sua carreira para virar princesa! Sendo assim, Shin e Lee se casam, mesmo não se amando.



O dorama é repleto de intrigas políticas e possui um triângulo amoroso entre o príncipe, a princesa e a bailarina Min Hyo-rin, além de outro triângulo: o príncipe, a princesa e o primo do príncipe! Este, na verdade, deveria ser o príncipe herdeiro e acha que Lee está roubando o seu lugar e sua esposa. É engraçado ver a princesa se apaixonando pelo príncipe e este lentamente por ela, mas a pobre Shin Chae-Kyung passa por várias dificuldades dentro do castelo, uma vez que a vida de princesa não é nada fácil!



Apesar de uma produção impecável, a narrativa às vezes é muito lenta e o telespectador tem que se acostumar, assim como a princesa, a ouvir e entender as nomenclaturas da família real.

Embora a história pudesse ser desenrolada de maneira mais rápida, “Goong” é uma clássica história de amor que com toda certeza consegue nos divertir. A princesa às vezes nos causa “vergonha alheia” por ser muito atrapalhada e a frieza do príncipe nos faz odiá-lo, para em seguida, gostarmos dele novamente.

Se você é daquelas pessoas que adora um romance conturbado, mas bastante divertido, “Goong” é a pedida certa!

Final: Feliz

Pers


“Shining Inheritance” ou “Brilliant Legacy” conta a história de Go Eun Sung (Han Hyo Joo ), que é quase como o contos de fadas da Cinderela! Go Eun Sung é uma menina rica, mas muito gentil, simpática e generosa e que está voltando do exterior para rever sua família. Ao mesmo tempo Sun Woo Hwan (Lee Seung Gi) também está voltando à Coréia, a pedido de sua avó, Sook Jang Ja, para aprender a gerir a sua empresa de alimentos. Eun Sung e Hwan estavam no mesmo vôo de volta para casa, mas acidentalmente têm suas malas trocada, o que leva os dois a vários mal-entendidos.

Porém, a mala trocada é o menor dos problemas de Go Eun Sung, uma vez que seu pai Go Pyung Joong, está a beira da falência! Pressionado por sua esposa, a madrasta de Go Eun Sung e de seu irmão autista Eun Woo, Pyung Joong busca desesperadamente por dinheiro e acaba sendo assaltando, tendo sua carteira roubada. O ladrão morre em um acidente e todos acham que Pyung Joong está morto e este decide de fato se passar como tal. Assim, seus filhos, sua mulher e sua enteada, Yoo Seung Mi, podem receber o dinheiro do seguro e seguir razoavelmente bem financeiramente.
No entanto, a maldita madrasta, Baek Sung Hee, assim que recebe o dinheiro coloca para fora de casa Eun Sung e Eun Woo, dizendo que não tem como sustentá-los. Desesperada, Eun Sung arranja um emprego em uma boate e deixa seu irmão com uma amiga. Porém, seu irmão se perde e é encontrado pela madrasta que ao invés de devolver para Eun Sung, leva o garoto para fora da cidade, com medo de que Eun Woo conte que ela está com dinheiro e bem de vida.

Como se somente a pobreza não bastasse, Eun Sung precisa ainda lidar com a perda de seu irmão autista! Porém, surge sua fada madrinha, Sook Jang Ja, a avó do arrogante Sun Woo Hwan! Com a ajuda de seu príncipe bondoso, Joon Park Se (Soo Bae Bin), Eun Sung monta uma barraquinha para vender comida na rua para tentar se sustentar e eis que encontra uma senhora caída no chão e sem memória. Depois de pagar um médico para Sook Jang Ja, Eun Sung leva a senhora para sua casa e cuida dela por um tempo. Quando Sook Jang Ja recobra a memória, resolve ajudar Eun Sung, dando não só abrigo a ela, como também resolve dar sua herança a sua nova neta. Claro que a família toda e principalmente Hwan (que não estava interessado em cuidar da empresa) ficam indignados com isso! 
A trama é tão complexa que Hwan é o melhor amigo de Seung Mi, filha da madrasta de Eun Sung, mas ao saber que a “irmã” está na casa de Hwan resolve implorar para que Eun Sung diga que não a conhece.

Enfim, apesar da indignação de Hwan, Eun Sung passa a viver em sua casa e para provar a sua avó de que é capaz de comandar a empresa, Hwan também passa a trabalhar com Eun Sung no restaurante de sua avó. É claro que a convivência entre os dois faz com que eles se aproximem mais do que gostariam e também acabam se apaixonando, para o desespero de Joon Park Se, o príncipe bondoso, e a dissimulada da Seung Mi. Esta e sua mãe tentam de tudo para ferir a imagem de Eun Sung perante a avó Sook Jang Ja e afastar seu irmão e seu pai (sim, ele reaparece no meio da história) dela. 
Apesar de ser quase um dramalhão mexicano, “Shining Inheritance” é ótimo, foi o primeiro dorama coreano que assisti e posso dizer que a produção coreana é excelente! A fotografia, a luz, o som, o cenário e a edição estão perfeitos. O enredo pode ser um tanto enrolado, mas não tem como não sentir pena da protagonista e embora o verdadeiro príncipe da história, Hwan, não ser o mais bonito e nem mais gentil da história, é impossível não se afeiçoar ao seu jeito de amar Eun Sung.

Quem realmente gosta de dorama não pode deixar de assistir “Shining Inheritance”, com muito drama, romance e comédia, você irá rir, chorar e se encantar com esse fabuloso e bastante premiado dorama coreano!

Final: Feliz!

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Kare Kano (As razões dele, os motivos dela), criado por Masami Tsuda, é um anime bem leve e muito engraçado!

Yukino Miyazawa é uma garota extremamente vaidosa e tudo o que ela mais quer é que as pessoas a admirem. Sôichiro Arima é o garoto perfeito da escola, bonito e inteligente. No entanto, os dois não são exatamente aquilo que parecem ser, principalmente Yukino.

Arima se declara para Yukino, mas a garota não quer nada com o rapaz. Porém, Arima descobre que Miyazawa na verdade não é tão perfeita quanto aparenta e começa a chantageá-la, tudo isso para conseguir ficar mais tempo com ela. Pouco a pouco os dois começam a se conhecer melhor e a se envolverem.


O anime conta o relacionamento dos dois, o primeiro beijo, a primeira vez e os problemas que ambos passam. Arima é adotado, seu tio e sua mulher que o criaram. O fato de seu pai biológico ser um fracassado e dele sido muito mal tratado na infância, deixaram traumas na vida do garoto. Traumas que Yukino o ajuda a superar. Os dois se envolvem tanto que deixam de ser os alunos exemplares da escola, preocupando seus professores.

No começo da história Yukino não possui amigas de verdade, por conta de sua vaidade, mas o anime mostra pouco a pouco sua mudança, seu amadurecimento. Já Arima também faz novas amizades, como Asaba Hideaki e transpõe a barreira do toque no seu relacionamento com Miyazawa, já que no começo do anime os dois demoraram muito para darem seu primeiro beijo. Arima, na verdade, possui uma paixão quase que doentia por Yukino.


O mangá teve mais histórias e teve um final de verdade. Já o anime acaba do nada, não mostrando o lado mais negro de Arima, o estupro que acontece e a finalização das histórias. No entanto, o anime é muito engraçado, com personagens bastante cômicas como toda a família de Miyazawa e a selvagem Tsubasa Shibahime. Além disso, no final de quase todos os episódios aparecem as dubladoras das irmãs de Yukino fazendo a prévia dos proximos episódios e as imagens do encerramento, muita vezes, mostram lugares públicos do Japão. Além do ponto negativo em relação ao seu final, o anime por vezes é bastante repetitivo, sempre fazendo retrospectiva dos acontecimentos.

Uma pena que Kare kano não tenha dado muito certo. No total são 25 episódios, mas ainda que sem final conclusivo eu indico para aqueles que querem dar um pouco de risada e acompanhar um bonito relacionamento.

       

       

Final: Feliz, mas sem conclusão.


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