Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Mais um divertido dorama coreano com o tema princesa e eu, sinceramente, não me canso de assistir dramas sobre supostas famílias imperiais!

O presidente do grupo Daehan Group quer restaurar o império na Coréia, como pagamento de uma dívida antiga e para isso pede para seu neto, Park Hae Young, encontrar a princesa desaparecida, nossa protagonista Eun Byul, ou simplesmente Princesa Lee Seol. No entanto, além de restaurar o império, o presidente quer doar todo seu dinheiro caso a Coréia aceite a família real de volta, o que deixa Hae Young bastante preocupado, sendo ele seu único herdeiro. Como se não bastasse toda essa confusão, Hae Young terá que cuidar de Lee Seol, que está apaixonada pelo professor Nam, que gosta da diretora do museu imperial, Yun Ju, que por sua vez brinca com os sentimentos de todos, inclusive com o de Hae Young, que também gosta ela. Assim, essa quadrilha amorosa se desenrola, sendo uma comédia romântica pra lá de divertida.



Entretanto, devo dizer que nem tudo é divertido nesse dorama, já que Yun Ju é uma verdadeira megera vesga. Como tive vontade de dar uns tapas nessa mulher! Yun Ju é egoísta, morre de inveja e de raiva da princesa por conseguir atrair tanto Park Hae Young como o professor Nam, seu ex-namorado. Além dessa bruxa, temos também a irmã adotiva de Lee Seol, que consegue ser mais invejosa que Yun Ju. É claro que as duas acabam se unindo para tentar derrubar a princesa. Com tanta gente torcendo contra, Lee Seol oscila várias vezes em ser princesa ou não, mas sou obrigada a concordar que Lee Seol não está preparada, já que eu nunca vi uma princesa tentar se esconder dentro de uma mala!

Apesar de algumas cenas clichês, como a protagonista bêbada sendo levada nas costas por seu amado, “My princess” é bem criativo e às vezes até surpreende.



Destaque para a mãe adotiva da princesa que é muito engraçada, aliás, Im Ye Jin se dá muito bem no papel de mãe das protagonistas, como foi, por exemplo, em “Boys Before Flowers” e “Goong”. Outro destaque é o protagonista Song Seung Hun, também conhecido no dorama como Sr. P, pois é bem interessante de assistir sua mudança de personalidade e ver como ele, pouco a pouco, se apaixona pela princesa.

Em suma, “My princess” é mais uma drama sobre princesa, mas vale a pena conferir as loucuras de Lee Seol.

Final: Feliz

Pers

Às vezes eu gosto de assistir animes que não são lá muito famosos e esse é o caso de “Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi”. Não que ninguém tenha visto o anime, mas acredito que não seja muito conhecido e aclamado.

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” fala sobre o clube conhecido como o “Banco Otogi” da escola Otogi. O clube recebe diversos e variados pedidos de ajuda aos participantes que fazem o que for preciso para ajudá-los, em troca, as pessoas ficam em dívida com o clube e mais tarde pagam a dívida com seus trabalhos.

O clube é formado por Ryouko Ookami, a protagonista, que é praticamente a Taiga de Toradora! Só que com altura! Junto com Ookami temos mais sete pessoas, cada uma com suas próprias habilidades, sendo o título do anime uma brincadeira com a personagem, seus sete amigos e o conto de fadas “A Branca de neve e os sete anões”. Na verdade, o anime faz uma parodia com várias fábulas, como por exemplo, a da “Chapeuzinho vermelho”, uma vez que Ookami seria a loba, acompanhada por Ringo, sua melhor amiga (talvez apaixonada pela protagonista), que se veste como a chapeuzinho e Morino, que seria o caçador.

A história praticamente está centrada em Ookami (e seu passado) e Morino, um garoto que não suporta ser encarado pelas pessoas, mas que está completamente apaixonado por Ookami, que é uma lutadora poderosa, mas que apenas Morino e Ringo percebem que por dentro, ela não passa de uma garota frágil com pose de durona. Morino chega a ser patético, com o medo que sente de ser observado, mas faz de tudo para tentar ajudar a Ookami e para protegê-la também.


Ringo, assim como Ookami, tem um segredo em seu passado, mas nada comparado ao da protagonista, o que justifica sua personalidade agressiva. Além do trio, ainda temos o presidente do Banco Otogi, Kiriki, sua habilidade é cross-dressing, mas quase nunca trabalha, podendo assim ser a cigarra da fábula de Esopo. Alice, a secretária do clube, seria então a formiga, uma vez que não para de trabalhar. Otsu Tsurugaya é a empregada doméstica do clube que tem uma obsessão por favores de retorno, sendo baseada na lenda “Ongaeshi”. Taro Urashima é um ano mais velho que todos, sendo bastante galinha, mas parece gostar mesmo da Otohime. Há indícios no anime que os dois possuem um relacionamento íntimo, uma vez que Urashima entra no modo "gentleman" após Otohime arrastá-lo e retirar "extratos de várias coisas" dele. Já Otohime possui uma paixão obsessiva por Taro, sendo os dois baseados no conto “Urashima Taro”. Por último temos Majo, uma personagem bem maluquinha, baseada na feiticeira “Morgan le Fay”.


Para dar ênfase a paródia dos contos de fadas, existe uma narradora que inicia os episódios como se fossem fábulas e que, além disso, interrompe o tempo inteiro! Às vezes não sabia se prestava atenção nos diálogos ou na narradora e se você assistir com legendas em português pode se confundir com elas!

“Ookami-san to Shichinin no Nakamatachi” é uma anime bem simples, não muito empolgante, mas no mínimo interessante e divertido. Como o anime é bastante curto, apenas 12 episódios, vale a pena conferir, mas sem criar muitas expectativas.

                 

                 


Final:Feliz

Pers

Eu tenho a péssima mania de julgar os animes pela capa ou pelos enredos mal feitos que existem por aí, foi assim com “Vampire Knight” e foi assim também com “Lovely Complex” e fico muito feliz por ter assistindo esses animes, mesmo achando que não iria gostar. “Lovely Complex” é tão bom que se tornou um dos meus animes favoritos!

Risa Koizumi tem 1,72 de altura e é um pouco alta para os padrões japoneses e para sua idade também, por conta disso, ela tem dificuldade para encontrar um namorado, pois não aceita que seja um baixinho. No entanto, o destino lhe prega uma peça e Risa acaba se apaixonado pelo seu melhor amigo, Atsushi Otani, que tem 1,56 de altura. Como os dois vivem juntos, cada um a princípio buscando seu parceiro ideal, unidos se tornam bem engraçados, pois possuem personalidades bem extravagantes. Além disso, pelo fato de Otani ser baixo demais e Risa alta demais, juntos eles são conhecidos na escola como "All Hanshin Kyojin" (comediantes japoneses, em que um é alto e outro é baixo).


Logo no primeiro episódio Risa e Otani fazem uma aposta para ver quem consegue arranjar um namorado primeiro, mas o tempo passa (e passa mesmo porque nunca vi comemorarem tanto Natal e dias dos namorados como nesse anime!) e os dois continuam juntos, o que faz com que Risa se apaixone pelo desajeitado Otani. Devo dizer que além da personalidade “maluquinha” de Risa, o que mais me chamou a atenção foi a perseverança da garota em conquistar Otani. Se fosse eu teria desistido logo, porque nunca vi garoto mais desligado e teimoso como ele.


Apesar de serem amigos e de terem os mesmos gostos, principalmente quando se trata do rapper Umibozu, eles brigam o tempo todo, o que faz o anime ser bem engraçado e divertido. Os personagens secundários também colaboram para a diversão como o insistente Haruka, apaixonado por Risa, o dissimulado professor Maity (que é todo charmoso e ajuda Risa a provocar ciúmes no Otani) e a melhor amiga de Risa, Nobuko. Aliás, Nobuko é uma grande amiga e ajuda Risa de verdade. É a minha personagem preferida, pois é a que mais torce pelo casal e Nobuko, com seu Darling (Nakao, seu namorado) fazem de tudo para ajudar a amiga. E quando eu digo que fazem é porque fazem mesmo, estão presentes em quase todos os momentos do casal, uma vez que privacidade é que algo que não existe nessa turma, todo mundo sabe de tudo, menos o Otani, claro.

Destaque para as cenas em que Risa tenta se confessar para Otani, pois quase me mataram de rir e de nervoso, uma vez que nem tudo são flores para nossa protagonista, na verdade, eu diria que quase nada são flores para ela. Risa é bem bonita e poderia até ser modelo e quando se apaixona pelo Otani até tenta não ser mais sua parceira comediante, mas não consegue; tudo culpa da personalidade dela. Por outro lado, Otani não é nenhum galã e sempre diz as coisas erradas nas horas erradas, mas possui seu lado fofo também.      

                 

“Lovely Complex” ou simplesmente “Love com” é uma comédia romântica bem animada, bonita e engraçadíssima. Particularmente, não teve um episódio sequer que eu não risse.

                 

                 

                 

Final: Feliz

Pers


É a primeira vez que escrevo sobre mangá aqui no blog, porque na verdade eu gosto bem mais de assistir animes e meu bolso não me permite ler todos os mangás que eu quero; ainda que eu insista em lê-los. Além disso, os mangás demoram a ser concluídos e quando são concluídos eu acabo perdendo a vontade de escrever. No entanto, recentemente eu fiz algo que geralmente não faço, porque sou das antigas e prefiro ler em papel: li um mangá na internet. Foi a primeira vez e confesso que senti falta do papel. Entretanto, o mangá em questão, “Private Prince” é tão bom, que acabei lendo em poucos dias.


Antes de começar a falar sobre a história, preciso dizer que “Private Prince” não é nada complexo. Sério, é um josei bem simples, romântico, um pouco açucarado e bem “hot”! Miyako é uma estudante de mestrado no Japão e precisa obter informações sobre a família real do país Estolia, uma vez que sua tese é sobre uma antiga mulher japonesa que se tornou rainha de lá. Os prazos estão acabando e Miyako está ficando sem dinheiro, já que está morando sozinha, pois sua mãe não a quer como estudante e sim como sua substituta no seu hotel tradicional. Porém, um príncipe aparece em sua vida! O príncipe Will, do país Estolia, está estudando no Japão e amiga de Miyako consegue entradas para uma festa particular na embaixada em que o príncipe está. Dessa forma, Miyako poderá pedir a ajuda do príncipe para conseguir informações para seu mestrado.

Assim, a moça vai à festa, mas quando chega lá, Will ficando encantado com seu belo par de seios (tanto que seu assistente passa a chamá-la de “Senhorita Melões”). Miyako fica, obviamente, assustada com o príncipe pervertido, que a partir de então passa a segui-la por todos os lugares. 

Como eu disse, uma clássica história de amor, com uma protagonista bem tontinha a ponto de rejeitar um príncipe maravilhoso como aquele, pois a princípio a única coisa que Miyako realmente se preocupa é com seus estudos e com seu mestrado, deixando muitas vezes o romance com o príncipe de lado. Claro que temos personagens para atrapalhar os dois: o primo de Will, a mãe de Miyako, entre outras coisas que acontecem no mangá, como a insegurança da protagonista e os ciúmes do príncipe


Mesmo fazendo a linha “dramas leves”, “Private Prince” é bastante divertido e se você gosta do gênero não tem como não se encantar com o príncipe Will.

Pers


“Pretear” é uma anime de 2001 que fala sobre uma garota chama Himeno e seus sete guerreiros. Para fala bem a verdade, quando eu li que a história se parecia com a da “Branca de neve” fiquei um pouco desinteressada, mas depois fui ler mais sobre o anime e vi que apesar de Himeno ter uma madrasta, a história do anime não é tão parecida assim (só um pouco) com o conto de fadas.

Himeno Awayuki está tentando se adaptar a sua nova família, já que seu pai (um antigo escritor) se casa novamente com uma viúva rica, que tem duas filhas: Mayune e Mawata. Um dia, ao ir para escola, Himeno salta de um arbusto e cai bem em cima de Hayate, o Cavaleiro do Vento, que percebe que ela não é uma simples garota. Mais tarde Himeno encontra os outros cavaleiros do reino de Leafe que explicam que a Princesa do Desastre está despertando e que ela está usando um demônio chamado larva (que mais parece um inseto) para absorver Leafe, a essência de toda a vida. Eles pedem para Himeno se tornar uma Pretear, uma espécie de guerreira, que pode ajudá-los a proteger o mundo. Himeno é inicialmente relutante, acreditando que eles estão brincando com ela, mas quando uma larva ataca e começa a roubar Leafe, Himeno concorda em ajudar. Assim, Hayate e ela se fundem (Hayate entra no corpo dela), aparecendo pela primeira vez a Pretear do Vento.
 

 Himeno se funde com todos os sete guerreiros, cada um com sua especialidade: Hayate é o cavaleiro do vento; Sasame é o cavaleiro do som; Kei é o da Luz, Go é o do fogo e as crianças Mannen, Hajime e Shin são, respectivamente, os cavaleiros do gelo, água e planta. Todos adoram Himeno, menos Hayate, que a trata de modo frio, distante, não querendo que Himeno se torne a nova Pretear. Tudo isso porque Hayate se sente culpado pelo o que ocorreu com a antiga Pretear. Além de Hayate, Sasame também esconde um segredo sobre o passado, o que provoca algumas reviravoltas no anime.

Já fazia muito tempo que eu não assistia a um anime do tipo Mahou Shoujo, em que a protagonista é uma heroína extremamente desajeitada, mas pronta para salva o mundo! Himeno usa até uniformes diferentes, dependendo com quem se funde! Ver isso foi um tanto nostálgico.

Himeno é engraçada, comilona, divertida e claro, com tantos homens bonitos ao seu redor, ela tinha que acabar se envolvendo sentimentalmente com Hayate, o mais frio de todos. Alguns personagens secundários são bem engraçados, como o pai da Himeno e sua colega de sala, que vê romance em tudo, fazendo uma certa paródia com o estilo shoujo.


Apesar da trilha sonora ser bem ruim, “Pretear” é bastante agradável, divertido e por vezes ingênuo, com pitadas de romance e ação. Além disso, o anime é super curto, possuindo apenas 13 episódios que podem, com toda certeza, agradar que gosta do gênero.  

                   

                   

Final: Feliz

Pers
“Vampire Knight” é um anime que julguei pela capa, ou melhor, pelo conteúdo. Todo mundo que conheço, e gosta de anime, gosta de “Vampire Knight” e meio que peguei uma certa birra em relação ao anime. Birra completamente desfeita!

Muito se falou de “Vampire Knight”, por isso, não pretendo me estender muito em relação à história e a seus pormenores, principalmente para não soltar nenhum spoiler. Caso vocês queiram saber mais detalhes do mangá e sobre as nomenclaturas do anime, sugiro as colunas da Mallu no Yo Nihon.

Enfim vamos ao resumo do enredo: Yuuki e Zero são criados pelo presidente da Academia Cross. Yuuki chegou até ele através de Kaname, que a protegeu de um vampiro quando era pequena. Desde então Yuuki, que não tem memórias de seu passado, é apaixonada por Kaname que até corresponde a esse amor, tentando protegê-la sempre. Já Zero, chegou ao presidente depois que sua família (de caçadores de vampiros) foi morta por uma sangue puro chamada Shizuka, que se vingou da morte de seu servo. Shizuka deu a Zero um pagamento pior do que a morte, mordendo-o. Se um sangue puro morde um humano ele se torna um Level E, que é quando o indivíduo perde sua consciência aos poucos e se torna um tipo de zumbi sedento por sangue. A única forma de mudar isso é se o humano bebe o sangue do vampiro que o mordeu. Dessa forma, Zero gradativamente se torna um Leve E, mas quando Yuuki descobre, passa a alimentá-lo com o próprio sangue para evitar que ele perca o controle de si mesmo.


Tanto Zero, quanto Yuuki e Kaname moram e estudam na Academia Cross, que divide as turmas em dois grupos: a turma do dia (somente humanos) e a turma da noite (somente vampiros). Yuuki e Zero são os responsáveis em manter a separação das turmas, uma vez que o pessoal da do dia é fascinando pelos alunos da turma da noite, sem saber que estes são vampiros.

A primeira temporada de “Vampire Knight” vai até o ponto em que Shizuka aparece e muitas coisas sobre o passado de Zero são reveladas. Já em “Vampire Knight Guilty”, a história gira mesmo em torno do passado de Yuuki e há uma reviravolta no triângulo amoroso Zero-Yuuki-Kaname. Também descobrimos mais sobre a personalidade de Kaname e sobre seu passado.


Quanto à Yuuki e seus dois homens lindos, sou muito mais o Zero, Kaname tem uma pose de superioridade que às vezes me irrita. Além disso, Zero tem uma cara de menino sofrido irresistível! Em relação aos outros personagens, gostaria de saber mais a respeito do passado do presidente da academia e o anime poderia ter mostrado mais sobre os outros vampiros do dormitório da noite, mas nada disso me fez gostar menos do anime.


               

“Vampire Knight” é sombrio, é misterioso, é romântico, é dramático, é complexo. Excelente anime em termos de animação, música e enredo. No entanto, apesar de não ter lido o mangá, acredito que seja como todo mundo que leu diz: melhor que o anime. Bom, ao menos mostra mais detalhes, uma vez que a história no mangá segue e a do anime acaba. Se você ainda não assistiu ao tão falado “Vampire Knight”, assista! As duas temporadas são curtas e a curiosidade e o suspense que envolve o animem não vão te deixar parar de assisti-lo!

               

               

               

Final: difícil de explicar

Pers

Por indicação da Mallu, do blog Yo Nihon, parei tudo que estava assistindo para assistir ao dorama coreano “My name is Kim Sam Soon” e se eu pudesse defini-lo em uma única palavra, essa seria: comédia! Comédia e romance, claro, mas com toda certeza a comédia é ponto principal desse dorama.

Kim Sam Soon (Kim Sun-ah) é a protagonista mais divertida de todos os tempos. Uma confeiteira gordinha, com um temperamento fortíssimo e que sonha em mudar de nome (pelo que entendi Sam Soon é considerado um nome muito velho e vergonhoso). Depois de ser abandonada por seu namorado, Sam Soon conhece o dono de um grande restaurante, o grosso e mimado Hyun Jin Hun (Hyun Bin). Tanto Sam Soon como Jin Hun vão a encontros de casais - ela desesperada por namorado e ele obrigado pela mãe - os dois um dia se encontram e Jin Hun atrapalha o encontro de Sam Soon, o que a deixa frustrada e irritada. Porém, a mãe megera do Jin Hun quer que o filho arranje uma namorada de qualquer jeito, para esquecer seu antigo amor, a chatíssima Hee Jin e por conta disso, nosso protagonista propõe a Sam Soon fingir ser sua namorada. É claro que Sam Soon não aceita, mas depois, como precisa de 50 milhões para não perder a casa onde mora, acaba aceitando o contrato. 
Sam Soon me lembra muito Bridget Jones, de “O Diário de Bridget Jones”; a protagonista é gordinha, tenta até emagrecer e acaba se envolvendo com o garanhão do pedaço. A diferença é que Sam Soon é muito mais engraçada que Bridget, pois nunca vi mulher com temperamento igual ao dela, melhor dito: sua família toda! Jin Hun sofre o pão que o diabo amassou com a família da Sam Soon! É claro que os dois acabam se apaixonando, mas as coisas não são tão simples, uma vez que a ex-namorada de Jin Hun volta de sua viagem e resolve correr atrás do namorado. Com ela também aparece o médico mais fofo do mundo, o Henry, que é apaixonado por Hee Jin.


Sam Soon e Jin Hun formam o casal mais engraçado que já vi, ambos são teimosos, agressivos e meigos também. A capacidade que Sam Soon tem para mentir me impressionou o dorama todo e também sua felicidade, mesmo com seus quilos a mais (por causa dela quase saio do regime)

Apesar de algumas partes no banheiro serem desnecessárias, nada no dorama fará alguém se arrepender de tê-lo assistido. “My name is Kim Sam Soon” é diversão na certa!

Final: Feliz

Pers


Depois de assistir “Nodame Cantabile” fiquei com vontade de assistir “La Corda d'Oro”, mas talvez tenha sido esse o verdadeiro problema, porque em relação ao enredo e tema “Nodame” é incomparável.

Hino Kahoko é a protagonista da história, uma garota meiga, alegre e extrovertida que estuda na academia Seiso, uma escola super conceituada que divide as turmas em dois grupos: os estudantes de música e os estudantes de conhecimentos gerais. Hino faz parte da turma dos estudantes “normais” e não sabe tocar nenhum instrumento, até que um dia encontra a fada Lili, que fica super feliz de encontrar alguém que a veja. Lili inscreve Hino no concurso de música da escola e a presenteia com um violino mágico que possuiu uma corda de ouro. Qualquer pessoa pode tocar o violino, desde que queira realmente tocar com o coração, dessa forma o som do instrumento sai de maneira encantadora. Assim, meio que pressionada por Lili, Hino começa a participar de um concurso de música da escola.

O anime até um certo ponto é bem divertido, mostrando a competitividade e a amizade entre os participantes do concurso: Ren Tsukimori, Tsuchiura Ryoutaru, Azuma Yunoki, Kazuki Hihara, Keiichi Shimizu e Shouko Fuyuumi .


Fuyuumi é aluna do primeiro ano, bastante tímida, mas com a ajuda de Hino começa a madurecer ao longo do anime, seu instrumento é a clarineta. Shimizu também é do primeiro ano, toca violoncelo, é bastante sonolento porque passa as noites estudando música e aprecia muito o som do violino de Hino. Kazuki Hihara é o mais alegre de todos e o mais divertido, é o único que demonstra mais claramente o que sente por Hino, seu instrumento é o trompete. Assim como Kazuki, Azuma é do terceiro ano, aparentemente é um garoto doce e meigo, mas depois sua verdadeira personalidade é revelada, seu instrumento é a flauta. Tsuchiura é do segundo ano e assim como Hino, faz parte da turma de conhecimentos gerais. Tsuchiura só se inscreve no concurso depois, uma vez que Hino o ajuda a superar alguns traumas do passado, seu instrumento é o piano. Por ultimo, Tsukimori, um aluno exemplar, mas frio e anti-social do segundo ano, seu instrumento é o violino.

Todos acabam tendo uma relação mais estreita com Hino, tornando-se amigos dela. Azuma é o meu personagem preferido, sua personalidade às vezes perversa era muito interessante de assistir. Já o Tsuchiura é o “senpai” perfeito, bonito, charmoso, gentil e Tsukimori é o seu oposto, pois é bastante arrogante, mas Hino consegue, mesmo sem tentar, mudar um pouco de sua personalidade.



“La Corda d'Oro” tinha tudo para ser um bom anime, poderia ter desenvolvido triângulos e quartetos amorosos, mas o romance não sai. Além disso, da metade do anime em diante a história fica depressiva e todo o tempo Hino fica se questionando se deve ou não tocar violino e o fato de estar enganando as pessoas começa a pesar. Pesa tanto que eu quase não consegui terminar de assistir. A depressão de Hino em alguns episódios a torna muito chata e isso influência os outros personagens, que acabam ficando depressivos também.

Diferente de “Nodame Cantabile” que é um anime mais complexo, animado e a gente até aprende um pouco sobre música, em “La Corda d'Oro” o máximo que a gente aprende é com as dicas do Lili e muitos dramas que poderiam ser mais desenvolvidos ficam estagnados.

Apesar de me irritar as frases do tipo “eu vou dar o melhor de mim”, que permeiam todo o anime, a verdade é que já assistir coisas piores, mas “La Corda d'Oro” está longe de ser meu anime preferido.

Pers

"Kuragehime" é um anime baseado em um josei da revista “Kiss”, lançado no ano passado no Japão e devo dizer que é um dos melhores animes da atualidade. A única decepção fica por ser curto, com apenas 11 episódios, mas da forma como termina e pelo fato do mangá ainda está em publicação, tudo indica que ele tem tudo para ter continuação!

Logo no primeiro episódio eu já dei muita risada, pois o anime, apesar de abordar conteúdos dramáticos, tem um lado bem nonsense.

Tsukimi é uma garota otaku que vive em Tóquio em uma república só de mulheres também otakus, cada uma a sua maneira. Tsukimi, assim como as outras, é bastante antissocial, tímida, desarrumada e tem uma verdadeira obsessão por água-viva. Um dia, tentando salvar sua água viva, Kurara, de um petshop, Tsukimi encontra Koibuchi Kuranosuke, uma mulher loira, alta, bonita e muito elegante. O problema é a nossa protagonista logo descobre que ela, na verdade, é ele!

Desesperada, Tsukimi tenta encobrir a verdadeira sexualidade de Kuranosuke, já que na república, chamada de Amamizukan, os homens são proibidos. No entanto, Kuranosuke não larga Tsukimi e acabam se tornando amigos.


Kuranosuke na verdade é um tipo de crossdresser, que se veste de mulher não por ser gay e sim porque quer fugir das obrigações familiares. Kuranosuke é filho ilegítimo de um político poderoso e vizinho da Amamizukan. Porém, Kuranosuke não é filho único, tendo um irmão mais velho chamado Shu Koibuchi. Shu se apaixona por Tsukimi (o que deixa Kuranosuke com ciúmes), mas não consegue identificá-la quando está na sua verdadeira forma, ou seja, completamente desarrumada.


Além desse triangulo amoroso temos outros personagens, como as moradoras da república: Chieko, a gerente, aficionada por bonecas tradicionais japoneses e quimonos; Mayaya, obcecada com “Os Três Reinos”; Banba, maluquinha por trens; Jiji, fascinada por homens mais velhos e Mejiro, popular escritora de mangás, mas que nunca sai de seu quarto. A verdade é que todas apresentam problemas em viver em sociedade, como se existisse uma bolha que as separassem do resto do mundo. Bolha esta rompida por Kuranosuke, que sem querer (e ás vezes querendo) tira as meninas do pequeno mundo delas, levando-as a se socializarem um pouco mais.

“Kuragehime” parece ser um anime leve, mas com o passar dos episódios vamos descobrimos os problemas dos personagens principais, seus dramas, seus traumas, fazendo com que se tornem personagens profundos e complexos. Cada uma das meninas possui seus problemas e até mesmo a parte rica do anime, a família de Kuranosuke, possui seus traumas.

Os traços do anime são bastante realísticos, dando um tom mais maduro a algumas cenas, mas mesmo quando o drama está no primeiro plano eu não pude deixar de rir em diversas situações quando, por exemplo, Kuranosuke fala o que não deve, deixando as meninas constrangidas. Além disso, Kurara é uma gracinha e faz os comerciais serem mais fofos ainda e a abertura é ótima, fazendo uma paródia com vários filmes!

O final conclui uma das histórias principais do anime, mas não o conclui de fato, ficando muita coisa para ser mostrada. Espero sinceramente que “Kuragehime” tenha segunda, terceira e muitas outras temporadas. Sem dúvida um dos melhores animes da atualidade, com um drama bastante pertinente, com humor e romance, ou seja, um anime repleto de conteúdo.

             

Final: Feliz, mas sem muita conclusão

Pers


“Personal Taste” é um dorama coreano de 2010 com Son Ye Jin, a protagonista Park Kae In e Lee Min Ho (sim o Jun Pyo do inesquecível “Boy Before Flowers”!) como o mocinho Jeon Jin Ho.

O dorama gira em torno de Park Kae In, uma moça bem desligada, mas muito generosa. Por conta de sua ingenuidade seu namorado a troca por sua melhor amiga, a vilã Kim In Hee, e o pior de tudo: a moça só descobre no dia do casamento deles! Como se não bastassem os problemas amorosos, Kae In começa a enfrentar problemas financeiros, já que um amigo a engana fazendo com que ela possa perder sua casa. Acontece que a casa de Kae In não é qualquer casa, é a Sanggojae, uma famosa casa. É neste momento que Jin Ho entra na história. Jin Ho é concorrente do ex- namorado de Kae In, o insuportável Chang Ryul, para construir um projeto para uma grande galeria de arte. Para ganhar a competição, Jin Ho acredita que deve se inspirar na casa Sanggojae, já que o pai de Kae In é um famoso arquiteto. Dessa forma, Jin Ho precisa morar naquela casa, uma tarefa nada fácil.


Com os problemas financeiros e uma vaga sobrando na casa, já que Kim In Hee não mora mais com ela, Kae In acreditando, por causa de uma confusão, que Jin Ho é gay, acaba aceitando que o rapaz seja seu colega de casa. Momentos hilários ocorrem por causa dessa confusão, pois Jin Ho não consegue desmentir a história, pois caso contrário terá que ir embora da casa. É claro que a convivência aproxima os dois e ambos acabam apaixonados.

Assisti a cenas memoráveis neste dorama como as caras de desgosto de Jin Ho quando Kae In repete por diversas vezes que ele é gay; aliás, é impagável quando ela conta sem querer para o diretor da galeria. Por ser um tanto metrosexual, Jin Ho também acaba ensinado Kae In a ser uma “mulher fatal”, nos mostrando momentos bem legais dos dois juntos!



Além dos protagonistas, alguns personagens secundários, como os melhores amigos do casal (Young Sun e Sang Jun), também roubam a cena quando aparecem!

“Personal Taste” é um dorama bem divertido, com um drama leve, mas com uma comédia romântica irresistível! Lee Min Ho está bem mais maduro como ator e continua me fazendo suspirar! Para quem gosta de dorama vale apena assistir.

Final: Feliz

Pers


Demorei muito para me render a “Ouran”, pois achava que não teria graça nenhuma ver uma anime com uma protagonista que se veste de homem. Doce engano! “Ouran” é muito mais que isso!

Haruhi Fujioka é uma garota pobre que ganha uma bolsa de estudos oferecida pelo colégio “Ouran High School”, uma escola para adultos extremamente ricos. Logo ao princípio Haruhi procura um lugar calmo para estudar e acaba entrando na sala de música e descobre que o lugar é um Host Club, isto é, um clube de garotos que existe para satisfazer os desejos das meninas! Como está sem uniforme, pois não possui um, acaba sendo confundida com um garoto e derrubando um vaso caríssimo do lugar, que custa 8 milhões de ienes. Por causa desse pequeno acidente, nossa protagonista é obrigada a trabalhar para o Host Club, fingindo ser um garoto, até que consiga pagar sua dívida.

O Clube de Anfitriões, como é chamado, é formado pelo presidente Tamaki Suou, o vice-presidente Kyoya Ootori, os gêmeos Hikaru e Kaoru Hitachiin e pelos amigos Mitsukuni Haninozuka, também conhecido como Honey-senpai e Takashi Morinozuka, o Mori-senpai.

Cada um possui uma personalidade bem diferente. Tamaki é meigo, sensível e é o membro que realmente une o clube. Uma pessoa sagaz que conhece bem os companheiros e os sentimentos deles. Só não conhece muito sobre seus próprios sentimentos, dizendo, incessantemente, que é como um pai para Haruhi, o que na verdade seus sentimentos por ela são de outra natureza. Honey-senpai é o tipo Lolita masculino. Bem mais velhos que os demais, mas com uma aparência de criança. Porém, Honey-senpai tem muito mais a mostrar do que uma simples aparência fofa. Ele adora doces, coisas fofas e me faz lembrar o Momiji de Fruits Basket. Mori-senpai é seu fiel escudeiro, que praticamente vive para servir Honey-senpai. Os gêmeos Hikaru e Kaoru Hitachiin são os personagens mais intrigantes da história e confesso que não gostei deles logo de primeira. Pareciam rivais (muito chatos) do Tamaki, mas são os personagens que mais evoluíram na série, pois conseguem sair da bolha que envolve o mundo deles e isso graças a Haruhi. Além disso, são os personagens que mais têm fundo dramático na história. Por último, Kyoya Ootori, o vice-presidente do clube e melhor amigo de Tamaki, geralmente é o único que tem bom senso naquele lugar!

Já a protagonista Haruhi é bastante desajeitada quando se trata de aparência, mas consegue ser muito fofa assim mesmo. Ela não se arruma nem um pouco e é bastante desligada quanto se trata dos sentimentos dos garotos. Tanto os gêmeos quanto Tamaki mostram que realmente sentem algo por ela, mas ela não vê nada. Haruhi não tem mãe, mas tem um pai que é o personagem mais engraçado da história! Um pai que é travesti! E a personalidade dele é muito parecida com a do Tamaki! As cenas em que os dois aparecem juntos são as melhores!


O Clube dos Anfitriões ajuda as meninas mais carentes, aquelas que sonham com seus príncipes encantados, mas, particularmente, não consigo entender o fetiche delas pelos gêmeos que ficam se insinuando, quase como incesto. No entanto, o clube também é um ato de amizade, um lugar em que eles podem fazer o que eles querem, serem quem eles quiserem.

“Ouran High School Host Club” é um anime super divertido e engraçado, eu ri muito com as ilusões do Tamaki e todas as vezes que apareciam os macacos e suas bananas. Tudo bem, até hoje não entendi isso, mas é engraçado vê-los cair nas casacas de banana nos momentos cruciais dos episódios! O anime possui um humor inteligente, com piadas sarcásticas e que trabalha com a metáfora e outras figuras de linguagens, deixando tudo muito mais engraçado e inteligente. No entanto, não esperem romance, neste quesito o anime fica a desejar, assim como no final, que fica um gostinho de quero mais!

               

               

Final: Feliz, com gostinho de quero mais!

Pers



O anime continua uma fofura, extremamente MOE! Dois anos depois que Ichigo e os “Princípes dos doces” estudaram na França, Ichigo volta ao Japão, apenas algumas semanas depois de seus amigos, mas ao chegar na escola, encontra o time Ichigo desfeito. Hanabusa e Andou querem seguir seus próprios sonhos e Kashino adiantou um ano de estudo. Ainda assim, o príncipe dos chocolates é o único a continuar mais próximo da protagonista, isso porque os dois parecem que finalmente estão demonstrando o que sente um pelo outro.

Depois do Cake Gran Prix, Ichigo e Kashino são convidados para participar do projeto de Henri Lucas, que nada mais é do que criar uma cidade cheia de lojas de doces. Os dois, juntamente com Johnny McBeal e Lemon Yamagishi, irão formar outro time, para poderem cuidar de uma das lojas da cidade.


Nessa segunda e última parte do anime podemos ver um relacionamento mais consistente entre Ichigo e Kashino. Este se mostra bem ciumento a respeito a Johnny, que constantemente tenta flertar a pobre Ichigo (que nunca percebe nada). Além de ser formada uma nova equipe, Ichigo não mostra mais nenhuma dificuldade na cozinha, o objetivo agora é saber administrar uma loja de doces.

Novos personagens aparecem nessa segunda parte, mas velhos personagens também retornam. Andou também possui uma loja na cidade dos doces e Hanabusa aparece sempre que os amigos precisam dele. Mari tem uma loja em Nova York e se mostra bem mais madura do que antes, ainda que seu semblante depressivo continue o mesmo. Koshiro ainda é apaixonada por Kashino, motivo de disputa envolvendo competições com doces.

Quanto ao quesito relacionamento amoroso, apenas no último episódio temos uma declaração franca, objetiva e muito fofa! Não se pode dizer que foi um final realmente conclusivo, acho que "Yumeiro Pâtissière SP", comparado à primeira temporada, fica muito a desejar. Queria ter visto mais dos relacionamentos e saber mais sobre o futuro dos personagens. O anime acaba com aquela impressão de que tudo segue seu rumo de maneira natural, mas de um modo geral tem final feliz. Quem sabe no futuro não sai um filme para saciar a minha curiosidade.

PS: Adorei a música de abertura!!

           

           

Final: Feliz

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