“Toshokan Sensou” é um anime de 12 episódios que mostra a vida da protagonista Kasahara como membro da Tropa Bibliotecária, uma organização que protege as bibliotecas do país contra o Comitê de Purificação da Mídia, uma espécie de censura, que tenta impedir e controlar a leitura de livros, revistas ou qualquer uso da arte ou liberdade de expressão.
Kasahara decidiu entrar para a Tropa Bibliotecária depois que um “príncipe” a protegeu, quando ela estava com um livro em que o Comitê de Purificação da Mídia queria levá-lo. Kasahara é a primeira mulher a integrar a Tropa e passa proteger a biblioteca onde trabalha, o problema é que a moça é um tanto atrapalhada, algo que irrita o colega Tezuka, que é perfeito em quase tudo. No entanto, Dojo, o chefe dos dois, sempre dá seu apoio e é sempre justo com todos, o que nos faz lembrar a própria Kasahara, só que Dojo é muito mais responsável. Devo dizer que se eu tivesse um instrutor como ele até eu me juntaria a essa Tropa!
O anime vai mostrando o dia-a-dia de Kasahara e como não é fácil para ela se adaptar a nova vida como membro da Tropa Bibliotecária, além do fato dela esconder sua verdadeira profissão dos próprios pais. Vários combates ocorrem entre a Tropa e o Comitê e somos transportados para uma verdadeira situação de Guerra, ainda que diariamente a Tropa apenas cuide mesmo da biblioteca, como se tudo fosse tranquilo e normal.
Além do instrutor Dojo e Tezuka, temos outros personagens interessantes no anime como Shibasaki, a colega de quarto de Kasahara, que é uma espécie de irmã mais velha, o inescrupuloso irmão de Tezuka, Komaki e o comandante Guenda.
Kasahara vai aos poucos melhorando sua postura e se esforçando para atingir suas metas, tentando encontrar seu suposto “príncipe”, alguém que esteja sempre disposto a ajudá-la, o problema é que nossa protagonista não vê que seu príncipe está mais perto do que ela imagina, que sempre a protege mesmo quando ela não quer.
“Toshokan Sensou” é um anime bem legal que mistura drama, ação e romance em um enredo que lembra bem uma sociedade que vive oprimida, mas sem cenas de tortura ou qualquer coisa mais forte.
PS: Adorei o encerramento com a banda Base Ball Bear
Final: Feliz
Pers









































