Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.




“Toshokan Sensou” é um anime de 12 episódios que mostra a vida da protagonista Kasahara como membro da Tropa Bibliotecária, uma organização que protege as bibliotecas do país contra o Comitê de Purificação da Mídia, uma espécie de censura, que tenta impedir e controlar a leitura de livros, revistas ou qualquer uso da arte ou liberdade de expressão.

Kasahara decidiu entrar para a Tropa Bibliotecária depois que um “príncipe” a protegeu, quando ela estava com um livro em que o Comitê de Purificação da Mídia queria levá-lo. Kasahara é a primeira mulher a integrar a Tropa e passa proteger a biblioteca onde trabalha, o problema é que a moça é um tanto atrapalhada, algo que irrita o colega Tezuka, que é perfeito em quase tudo. No entanto, Dojo, o chefe dos dois, sempre dá seu apoio e é sempre justo com todos, o que nos faz lembrar a própria Kasahara, só que Dojo é muito mais responsável. Devo dizer que se eu tivesse um instrutor como ele até eu me juntaria a essa Tropa!


 O anime vai mostrando o dia-a-dia de Kasahara e como não é fácil para ela se adaptar a nova vida como membro da Tropa Bibliotecária, além do fato dela esconder sua verdadeira profissão dos próprios pais. Vários combates ocorrem entre a Tropa e o Comitê e somos transportados para uma verdadeira situação de Guerra, ainda que diariamente a Tropa apenas cuide mesmo da biblioteca, como se tudo fosse tranquilo e normal.



Além do instrutor Dojo e Tezuka, temos outros personagens interessantes no anime como Shibasaki, a colega de quarto de Kasahara, que é uma espécie de irmã mais velha, o inescrupuloso irmão de Tezuka, Komaki e o comandante Guenda.

Kasahara vai aos poucos melhorando sua postura e se esforçando para atingir suas metas, tentando encontrar seu suposto “príncipe”, alguém que esteja sempre disposto a ajudá-la, o problema é que nossa protagonista não vê que seu príncipe está mais perto do que ela imagina, que sempre a protege mesmo quando ela não quer.

              

“Toshokan Sensou” é um anime bem legal que mistura drama, ação e romance em um enredo que lembra bem uma sociedade que vive oprimida, mas sem cenas de tortura ou qualquer coisa mais forte.

PS: Adorei o encerramento com a banda Base Ball Bear

             

Final: Feliz

Pers
Semana passada eu recebi o mesmo desafio dos blogs Crazy Otako e Angel Girl. Resolvi aceitar porque eu sou apaixonada por listas, adoro fazer uma, mas devo dizer que vou quebrar uma das regras dela, a de indicar outros blogs. Não queria mesmo quebrar a corrente, mas o blog é novo e não saberia quem indicar, então desde já peço desculpas!

Aqui vão as regras:

- Divulgar o blog que me passou esta tag: Crazy Otaku da Plafrese e Angel Girl da Onigiri-chan.

-Colocar imagens das coisas que menos gosta junto com a explicação.

- Indicar 10 pessoas que tem blogs para continuar essa tag – bom, quem quiser, sinta-se livre pra fazer!

A lista é sobre coisas que eu não gosto muito, mas devo dizer que é quase uma lista de coisas que eu realmente detesto!

1. Acordar cedo - Sofro de insônia, acordar cedo é uma tortura. 







2. Pegar ônibus lotado – Será que tem coisa pior do que ônibus lotado? Ah sim, ônibus lotado de manhã!





3. Personagens muito meigas e boazinhas – Não suporto os perfeitinhos, por isso não gosto muito de personagens femininas boazinhas demais, com vozes super meigas, isso porque geralmente elas são sonsas.



4. Pessoas egocêntricas – Só suporto a Haruhi (de Suzumiya Haruhi)!









5. Afazeres domésticos – Tenho orgulho dos meus não-dotes domésticos! Ou seja, jamais cozinharia para meu namorado, espero que ele faça comida pra mim!





6. Esperar por mangás e animes – Detesto ter que esperar os próximos volumes de um mangá que eu gosto ou a legendagem de um anime. Por isso, geralmente eu espero eles ficarem completinhos para eu poder acompanhar!





7. Ver filmes de terror – Sou muito medrosa para conseguir assistir!







8. De gente que fuma perto de mim – Vamos combinar que cigarro é uma coisa que só quem fuma gosta!






9. De animes com finais trágicos – Se bem que alguns animes são tão bons que nem os finais estragam.









10. Alface – Puxa, alface é tão sem gosto!











Desafio terminado, espero que entendam melhor meus gostos!



Pers


Sakura Mikan tem 10 anos e é amiga de Imai Hotaru. Um dia, Hotaru é transferida para uma escola em Tóquio o que faz com que Mikan fique desesperada, mas Hotaru promete voltar, coisa que não acontece. Mikan, então, descobre que sua amiga está estudando na Academia Alice, uma escola para gênios e é lá os alunos não podem sair de maneira alguma, por isso Hotaru não pode visitá-la. Indignada, Mikan resolve fugir para encontrar sua amiga, mas ao tentar entrar na escola, Mikan é encontrada pelo professo Narumi que faz com que a garotinha seja admitida lá também. No entanto, a “Academia Alice” é destina aos alunos que possuem uma Alice, ou seja, alguma habilidade especial, poderes surpreendes ou não tão surpreendentes assim, e segundo Narumi, Mikan possui uma Alice poderosíssimo.

Cada aluno possui uma Alice, mas eu acho que a Alice do professor Narumi é um dos mais estranhos: ele tem a capacidade de atrair as pessoas com seus feromônios! Hotaru tem a Alice da invenção, o representante da sala pode criar ilusões, Natsume do fogo, Luca atrai os animais.



Mikan depois de descobrir qual é o seu poder passa a viver na Academia e é impedida de falar com seu avô, logo Mikan percebe que a vida na escola não é nada fácil, ainda mais se você tem colegas de sala que não te suportam! Mikan sofre tanto na escola que não tem como você não sentir pena dela, mas mesmo assim, a garota não desiste e continua tentando se dar bem na Academia, que não é um lugar tão bom quanto parece.



Somos apresentados a diversos personagens ao longo do anime e eu confesso que eu ri com a personalidade da Hotaru e do Natsume! Aliás, Natsume é um personagem bem enigmático, com um passado misterioso, mas depois entendemos o motivo do rapaz parecer odiar a Academia e todos a sua volta, com exceção de seu amigo Luca!

             

“Gakue Alice” pode ser um pouco infantil e até me lembra a ingenuidade de “Yumeiro Pâtissière”, mas eu gostei por ser divertido, cheio de aventuras, magia, mistérios e uma pitada de romance, é claro! Infelizmente, achei que o final ficou a desejar, principalmente em relação a resolução do principal problema apresentado. Se não tiver segunda temporada o jeito é ler o mangá!

             

Final: Feliz, mas com algumas coisas não resolvidas

Pers




Eu adoro qualquer coisa que Hayao Miyazaki esteja envolvido e nunca me arrependo de ver seus filmes, mesmo os mais antigos!

“Sussurros do Coração” (“Mimi Wo Sumaseba”, 1995) conta a história de Shizuku, uma adolescente que gosta de pegar livros na biblioteca e descobre que existe um garoto, Amasawa Seiji, que já leu os mesmo livros que ela, só que antes dela, o que faz com que Shizuku se interesse pelo rapaz.

O filme começa durante as férias de Shizuku, em que ela encontra sua melhor amiga para lhe mostra os versos de “Country Road”, mas acaba também encontrando um rapaz que a provoca por conta do poema. No entanto, Shizuku encontra esse rapaz novamente, quando um dia resolve seguir um gatinho e vai parar em uma loja bem diferente. O envolvimento de ambos é inevitável e é muito interessante ver o amor dos dois.


Além da história principal, somos apresentados a sua amiga Yuuku que está apaixona por um colega de sala e também conhecemos a família de Shizuru, uma família simples que mora em um minúsculo apartamento. Gostei bastante da serenidade dos pais de Shizuku que não a pressionam quanto aos estudos, diferente de sua irmã mais velha que parece mais ser a própria mãe da garota! Gostei também do gato Lua que vive onde quer e até pega trem como carona!

Acho que o mais interessante do filme está na dificuldade de se descobrir o que você quer ser em seu futuro e claro, a descoberta também do amor. “Sussurros do coração” mostra o dia-a-dia de Shizuku, como ela é com as amigas, sua fixação por ler livros e ir à biblioteca, sua dificuldade em sua escolha profissional, seus sentimentos em relação ao garoto que gosta e o amadurecimento, tudo de forma sensível e bonita, como todos os filmes de Miyazaki. Aliás, os filmes de Miyazaki são geralmente longos, mas ele tem a proeza de nos fazer esquecer do tempo enquanto assistimos aos seus filmes! Destaque também para trilha sonora com “Country Road” na voz de Olivia Newton-John.

Pers



Faz tempo que “Rec” está na minha lista de animes e estou sempre o empurrando para depois, já que parecia apelar para o Ecchi, algo que não acontece!

A primeira coisa que me surpreendeu no anime foi a duração dos episódios: 13 minutos! Super curto, por um lado é bom porque assim o anime é mais dinâmico, sem muito tempo para enrolações, por outro lado é tão curto que enfraquece a história.

Um dia Matsumaru Fumihiko, que trabalha em uma empresa de lanches, está esperando uma colega de trabalho para ir ao cinema, mas ela não aparece. Irritado com o fora, Fumihiko resolve jogar fora os ingressos, mas eis que aparece Onda Aka e pede para assistir ao filme com ele. Aka é uma garota simpática que se tornar uma seiyuu famosa, ou seja, uma dubladora. Fã de Audrey Hepburn, Aka sabe de cor as falas do filme que estão assistindo, o que impressiona Fumihiko.


Os dois poderiam nunca mais se ver depois do cinema, se não fosse o fato do local onde Aka mora pegar fogo e a garota não ter para onde ir. Tentando ajudar, Fumihiko convida AKa para morar com ele, até que as coisas se resolvam. No entanto, talvez por conta do momento ou quem sabe por algum sentimento escondido em ambos, os dois acabam transando. No dia seguinte Fumihiko é surpreendido no trabalho, pois um dos seus projetos é aprovado e o rapaz terá que escolher uma dubladora para a propaganda do produto que a empresa quer comercializar. Novamente Aka aparece, é uma das candidatas e é selecionada. Como moram juntos e isso pode prejudicá-los, os dois preferem fingir que não se conhecem no trabalho.

Apesar de terem dormido juntos Aka e Fumihiko passam a viver apenas como amigos, não que Fumihiko não quisesse ter algo a mais, mas Aka faz a linha dura.

           

Cada episódio tem uma referência a algum filme de Audrey Hepburn e mostra bem a dificuldade de alguém se tornar uma seiyuu no Japão. “Rec” é divertido e ainda tem romance, coisa que eu adoro, só que se fosse um pouquinho mais longo os personagens poderiam ser desenvolvidos melhor, mas fora esse detalhe eu gostei do anime!

             

Final: Feliz

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Geralmente não assisto muito aos animes que falam sobre o Japão feudal, era Meiji e os samurais, isso por conta do tom dramático e da sensação de que tudo vai acabar mal, no entanto, apesar disso, “Hakuouki Shinsengumi Kitan” me convenceu com um enredo um pouco diferente.

Yukimura Chizuru busca em Kyoto seu pai, um médico desaparecido, capaz de inventar um poderoso remédio que transforma as pessoas em um tipo de vampiro. Na cidade, Chizuru ao presenciar uma luta envolvendo um Shinsengumi, Hijikata, acabando sendo levada presa pelo grupo. Entretanto, ao descobrirem que a garota é filha do médico que procuram, resolvem deixar Chizuru no bando para ajudar na busca pelo seu pai. 


 Aos poucos Chizuru se enturma com os samurais e aos poucos também deixa de ser uma mera prisioneira, já que após um incidente logo no início do anime, faz com que Chizuru se torne mensageira e assistente do grupo. Com o passar dos episódios vamos compreendendo mais a personalidade de alguns membros do Shinsengumi e percebemos que Hijikata é um vice-capitão até que democrático, apesar de ser bastante ranzinza. Além disso, todos acabam gostando da presença de Chizuru e passam a se preocupar com sua proteção.

Embora o remédio do pai de Chizuru seja realmente poderoso e transformar as pessoas em uma espécie de vampiro, o anime não é exatamente sobre vampirismo e sim sobre a vida de Chizuru com os samurais, sendo ela a única mulher do bando.

“Hakuouki Shinsengumi Kitan” mostra vários grupos de samurais e soldados, alguns como rebeldes e outros tentando proteger o imperador, além de mostrar o sentimento de amizade entre os membros do Shinsengumi e também os ideais do grupo e de cada um.

Apesar do anime possuir um pouco de ação, com várias lutas com espadas e sangue, o desenvolvimento do enredo é lento e as ações demoram um pouco a serem desenvolvidas. Além disso, o fato de Chizuru narrar os acontecimentos da guerra e alguns personagens terem existido de verdade (só que bem mais sanguinolentos e perversos), faz com que o anime pareça ainda mais histórico, aumentando o tom da carga dramática. No entanto, “Hakuouki Shinsengumi Kitan” é um harém invertido, cheio de homens bishounen, para a alegria geral de muitos!

           

O anime tem 12 episódios e possui uma segunda temporada que em breve assistirei! 
Final: Com continuação

Pers



Nicoletta é a filha de Olga, a mulher do dono do restaurante Casetta dell’orso, que está em Roma para contar ao marido de sua mãe que esta tem uma filha! No entanto, Olga quer esconder Nicoletta de qualquer maneira, pois segundo ela, seu marido não gosta de viúvas, quanto mais com filhos! Apesar do desespero de Olga, Nicoletta resolve ficar em Roma e trabalhar no restaurante como ajudante de cozinha, uma vez que a garota gosta muito de cozinhar e se apaixona por Claudio, um dos garçons do local.

Entretanto, Claudio não quer saber de compromisso, uma vez que usa um anel de casado para evitar que as mulheres o assediem. Cláudio, na verdade já foi casado e não sabe muito como lidar com as investidas de Nicoletta, que é muito mais nova do que ele.


Nicoletta vai aos poucos se enturmando com os outros funcionários do restaurante, todos homens de meia idade e que usam óculos de leitura, uma espécie de fetiche de Olga! Aliás, Olga é uma mãe um tanto negligente, mas se preocupa com a sua filha, principalmente pelo fato de Nicoletta estar apaixonada por um homem divorciado, que ainda usa o anel de casamento e ainda por cima é bem mais velho! No entanto, quando Olga percebe que Nicoletta realmente gosta de Claudio, começa a apoiar a filha.


O anime mostra a cada episódio, principalmente usando flasbacks, um pouco de cada um dos funcionários do restaurante: Gigi, Luciano, Furio, Cláudio, Teo, Vitto (que tem uma esposa extremamente mais nova do que ele) e inclusive, um pouquinho sobre a ex-mulher de Cláudio, Gabriella. Particularmente, gosto de animes assim, que nos mostra a vida dos personagens coadjuvantes. Outra coisa que gostei foi o fato da maioria dos personagens serem mais velhos. Ideia bastante original, já que geralmente o foco está nas pessoas mais jovens. Também achei interessante o anime ser ambientado em Roma, o que deixa tudo mais romântico.

          


“Ristorante Paradiso” é um romance super leve, gostoso de assistir, que mostra através de Nicoletta a história de um restaurante e das pessoas que trabalham e que já trabalharam nele. O único problema do anime é o fato de só ter 11 episódios! Eu queria mais, muito mais!

            

Final: Feliz

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Existem coisas na vida que todo mundo gosta menos você e existem coisas que ninguém gosta, só você! Acho que essa explicação serve bem para justificar eu assistir a esse dorama! Isso e o fato de amar o anime “Yamato Nadeshiko Shich Henge”, já que é um dos meu animes preferidos, uma vez que seu humor nonsense sempre me faz rir. Como estava com saudade do anime, mas precisar assistir algo novo para o blog, juntei o útil ao agradável, não que o dorama seja realmente bom!

Incrível como os japoneses perdem no quesito dorama para os coreanos. E não estou falando só em atores bonitos, mas principalmente em produção! A história de “Yamato Nadeshiko Shich Henge” é tão boa que em uma boa produção, a adaptação seria ótima, mas neste caso não bem o que aconteceu. No entanto, como fã da obra original, não poderia deixar de conferir mais essa adaptação!


Sunako é uma garota que depois de ser rejeitada por um garoto que a chama de feia, se retrai em seu quarto e se torna uma moça sombria, apaixonada por filmes de terror e que tem como seu melhor amigo, Hiroshi, um humano de plástico daqueles usados em aulas de biologia. Entretanto, os dias de mulher sombria estão contados, uma vez que sua tia, que é podre de rica, resolve fazer um acordo com os quatros rapazes mais “lindos (ou ao menos os atores deveriam ser) do Japão. Caso os rapazes consigam transforma Sunako em uma dama perfeita, eles não precisam pagar o aluguel da casa. Claro que conseguir essa transformação não é nada fácil.

O dorama tem o mesmo estilo nonsense do anime e mangá, e me arrisco a dizer que até mais, pois coisas bizarras acontecem na história. Porém, algumas coisas são diferentes, pois no dorama aparece o sobrinho da tia de Sunako, que é uma graça, além de ter algumas histórias que não aparecem no anime, já que o dorama foca mais no sentimento amoroso entre de Kyohei e Sunako. Outra coisa diferente é que ao invés de ter um sangramento nasal, toda vez que Sunako vê Kyohei ela lhe dá uma cabeçada, já que por ser muito bonito (só eles acham isso), ela acha o rapaz também muito “brilhante”. 


Apesar dos pesares, como ter uma abertura que é uma das coisas mais vergonhosas que eu já vi, “Yamato Nadeshiko Shich Henge” é uma comédia romântica que vale a pena assistir se você é realmente muito fã do anime e do mangá, pois caso contrário você pode não passar do primeiro episódio.

Final: feliz e diferente do original.
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“Blood C” é mais um anime da CLAMP e é claro que é por isso que eu resolvi assisti-lo! E é claro que por isso também me decepcionei, não que eu já não soubesse que o anime não era tudo aquilo que eu esperava, porque eu já sabia, até mesmo o Eiti do blog “Our Otaku Life” me avisou, mas no fundo eu tinha alguma esperança. No entanto, quero deixar bem claro que “Blood C”, apesar de não ter me empolgado, também está longe de entrar na minha categoria de piores animes! É só que, por ser CLAMP, eu espera um pouco mais.

Saya Kisaragi é uma garota super fofa, animada e que mora com seu pai no templo da família em uma cidade aparentemente pacata (e deserta). No entanto, nem a cidade é realmente calma e nem a vida de Saya é realmente tranquila, já que à noite a garota sai para caçar, com sua katana Goshintou, os monstros que ameaçam a vida dos humanos.


 O anime apesar da descrição do enredo é um pouco parado, sendo que a ação praticamente só aparece no período noturno! Durante o dia podemos ver a vida de Saya, que tem um pequeno grupo de amigos, incluindo o representante de sala que é apaixonado por ela e Tokizane por quem Saya se interessa a sua maneira. Além disso, também somos apresentados ao dono da cafeteria da cidade, amigo do pai de Saya.

Como a cidade é praticamente deserta e parada durante o dia, os amigos de Saya sempre tentam fazer alguma coisa diferente, ainda que não tenham muitos lugares para ir. Assim, essa sensação de marasmo me deixou desempolgada com anime. Mesmo tendo alguns mistérios para serem explicados e o fato do anime ter melhorado bastante a partir do sexto episódio, às vezes sentia sono ao assisti-lo, com a exceção de uma possível aparição do Watanuki do anime “xxxHolic”! A CLAMP adora misturar personagens de diferentes animes e por isso que a menção de alguém que pode realizar desejos me deixou arrepiada e animada.


Acredito também que o anime demorou muito para nos mostrar algumas revelações surpreendentes e quando mostrou, eu pelo menos, já tinha percebido algumas coisas, o que fez com que as revelações não fosse tão surpreendentes assim. Entretanto se tem uma coisa me impressionou nesse anime foi a quantidade de sangue, incrível como Saya sempre sai banhada de sangue em cada luta e como as mortes são extremamente violentas!

Se você realmente gosta da CLAMP, então assiste, pode ser que você goste ou até mesmo se interesse pelos os mistérios do anime, eu, particularmente achei “Blood C” bem morno!

                  

Final: Não muito conclusivo.

Pers


A segunda temporada, depois do episódio 0 (que é um espécie de resumo dos acontecimentos da primeira temporada) começa dias depois de Emma deixar Londres, agora ela trabalha em Haworth, em uma casa enorme repleta de empregadas. No entanto, apesar de Emma estar contente por ter arrumado um trabalho, a adaptação na mansão não é muito fácil e logo no começo já se envolve em uma confusão. Entretanto, a nova patroa de Emma, Dorothea, é bem interessante, inteligente e sagaz, assim como Kelly era.

Em Londres, William tenta retomar sua vida e Eleonor reúne todas suas forças para conquistá-lo, uma vez que agora William se sente só e é claro que pouco a pouco o rapaz vai cedendo à pressão do pai.

Eleonor é uma personagem que até poderia me irritar, mas como ela não faz nada para atrapalhar a vida de William e seu único erro é amá-lo, apesar de ser a rival de Emma, Eleonor é uma personagem até que simpática. No entanto, Vivi, a irmã de William, é a que me irritou mais, por ser mimada!

William também ganha um quase rival nessa temporada, Hans, um empregado mais sério e mais rígido do que a própria Emma. No entanto, Emma e Willian estão destinados a se encontrar mais uma vez, já que Dorothea resolve passar uns dias em Londres e leva Emma como sua dama de companhia. 

 Novos personagens aparecem nessa segunda temporada, como novas empregadas, Hans, o resto da família de Eleonor, Dorothea e Aurélia com seu passado misterioso, bonito e ao mesmo tempo triste. Hakin, o príncipe indiano amigo de Willian, ainda está presente nessa temporada, mas agora seu papel é menor, apesar de sempre estar ao lado de William.

Comparada a primeira temporada, a segunda é muito melhor. O grupo de empregados de Dorothea é bastante divertido e o anime nos mostra o passado da família Jounes, saciando um pouco a minha curiosidade. Além disso, como Willian e Eleonor se aproximam e Hans se interessa por Emma, a curiosidade em saber o final da história também aumenta. Dessa forma, acho que “Victorian Romance Emma - Second Act” tem um ritmo bem diferente da primeira temporada e por isso mesmo é muito mais intrigante. Assim, se você como eu gostou da primeira, não vai se decepcionar a segunda, que é simplesmente linda!

Final: Lindo!

Pers





Às vezes eu gosto de assistir animes bem leves para distrair um pouco, por isso dessa vez eu escolhi “Kamisama Kazoku”, que tem apenas 13 episódios. Dizem que o anime é um shounen, mas me parece um shoujo!

Samatarou é o filho do meio de uma família de deuses, que está na terra para aprender mais sobre os humanos. Samatarou não controla bem seus poderes, mas usa a forma chibi para falar telepaticamente com os outros membros de sua família e com a Tenko, sua anja. Tenko é uma garota ingênua que nem ao menos sabe como os bebês são feitos! Quando está nervosa ou envergonhada começa a sair fumaça de sua cabeça. Tenko não tem família e sempre viveu ao lado de Samatarou, por isso ela é fortemente ligada a ele.



Um dia, Samatarou se apaixona por Kumiko, uma garota transferida que passará pouco tempo na escola. Samatarou quer conquistar Kumiko sem a ajuda dos deuses, o que é um pouco difícil, já que sua família interfere o tempo todo. Tenko, apesar de seus sentimentos por Samatarou, está sempre o apoiando.

Quanto à família de Samatarou, ela composta pelos seus pais que são deuses pervertidos e suas duas irmãs, sendo que a mais nova tem aquele estilo “indiferente a tudo” e a mais velha é a mandona intrometida. 


O anime além de focar no triângulo amoroso entre a Tenko, Samatarou e Kumiko, também mostra outras histórias, como a chegada de um bebê misterioso, ainda que tudo esteja ligado ao enredo principal do anime.

               

“Kamisama Kazoku” possui um traço do qual eu não gosto muito, mas é uma comédia romântica bem leve, divertida e recomendada para quem gosta de animes do gênero.

                 

Final: Feliz

Pers

“Victorian Romance Emma” foi indicação da Mallu do blog Yo Nihon e novamente a indicação me acerta em cheio! “Victorian Romance Emma” pode parecer um pouco lento, pois as coisas não acontecem muito rápido no anime, mas sua narrativa é delicada, assim como a história contada.

Emma é uma empregada simples, porém, séria e bem diferente das outras garotas da época, que eram bastante fúteis. Emma trabalha para a ex-governanta da família Jones, uma família aristocrata da Inglaterra Vitoriana. Um dos filhos da família Jounes, William, se apaixona por Emma e ela secretamente por ele. Poderia ser um romance simples se fosse nos tempos atuais, mas nessa época as coisas não eram tão simples assim. William por conta de sua posição social não pode simplesmente declarar seu amor por Emma e ser feliz com ela, uma vez que as aparências contam muito. Por isso, as coisas andam devagar e assistimos a William tentando a todo custo se aproximar de Emma e convencer a sua família a aceitá-la.

 Emma não se arruma muito, pois é uma simples empregada, mas quando tira os óculos e solta o cabelo, percebemos que é bem bonita. Beleza que Hakim percebeu de imediado! Hakim é um príncipe indiano, amigo de William que aparece do nada em sua casa para ficar uns tempos na Inglaterra. Hakim é o oposto de William; é impulsivo e sincero com seus sentimentos, tanto que declara seu amor por Emma, para desespero de William.

Além de Hakim, somos apresentados a outros personagens como a família Jounes, Eleonor Campbell que é uma nobre super indicada a se casar com Willian, Kelly a patroa de Emma, Al, amigo de Kelly, entre outros. Destaque para a história de Kelly, que ficou apenas casada por 2 anos e depois nunca mais se casou, tendo Al como seu fiel companheiro. Também quero destacar a determinação de Emma, pois se fosse eu pularia no pescoço de William e mandaria a sociedade pra aquele lugar, mas Emma nunca é impulsiva!


O ambiente do anime é um dos seus pontos forte, pois é possível conhecer mais sobre a era Vitoriana, principalmente porque, ao final do anime tem as notas histórias que nos conta um pouco mais da época.

Gostei bastante de “Victorian Romance Emma”, já que eu adoro um romance proibido! Entretanto, o final fica um pouco a desejar, só não fica por completo a desejar porque o anime tem segunda temporada, que já estou assistindo e já posso dizer que, “Victorian Romance Emma - Second act”, dá continuação ao final da primeira temporada.

               

Tanto a abertura quanto o encerramento possuem músicas instrumentais.

               

Final: seria inconclusivo se não tivesse segunda temporada

Pers