Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Nanami e Kenji são amigos de infância, desde quando a família de Kenji se mudou para a cidade em que atualmente moram. Kenji tem uma irmã, Suzuka, que também é amiga de Nanami e tem também uma prima, Hikari, que é bem divertida.

O anime tem um enredo bem simples, aliás, um enredo clichê em mangás do tipo shoujo: os melhores amigos que se apaixonam. No entanto, diferentemente de muitas historias, para o relacionamento dar certo só depende mesmo dos protagonistas, sem ter realmente alguém ou algo para atrapalhar, apesar de Sakura, uma amiga de escola, ser apaixonada por Kenji. No entanto, os dois são bem lerdos e não desenvolvem o relacionamento deles, são tão lerdos que todos os amigos já sabem que eles formam um lindo casal, menos eles.


Todo começo de episódio podemos ver um flashback sobre a infância dos protagonistas e durante os episódios também, assim, podemos entender melhor o relacionamento deles e a profunda amizade que possuem.


Quanto à personalidade dos protagonistas, Nanami tem uma voz chatinha, meiga demais e boazinha demais para o meu gosto. Já Kenji parece ser indiferente, mas não é, já que sempre está ao lado de Nanami, sendo aquele típico garoto legal e generoso com todos.

“Lamune” me pareceu uma anime médio, sem muita ação no enredo, mostrando apenas a vida dos protagonistas e algumas histórias relacionadas a eles. Como o anime tem 12 episódios, acho que o enredo poderia ter se desenvolvido mais rápido, mas como disse antes, Nanami e Kenji são bem lentos, assim como o próprio anime e por isso nada se desenvolve. “Lamune” não é um anime ruim, mas é fraco no romance, no drama e os protagonistas terminam praticamente da mesma maneira que começam. Por isso, recomendo apenas para aqueles que não resistem a um shoujo.

               


Final: Eu diria que feliz, mas sem conclusão

Pers



Eu simplesmente amo “xxxHolic”, adoro todos os personagens e por isso depois do anime resolvi assistir ao OVA “xxxHoic Rou”. Claro que antes eu tive que pedir ajudar ao Euller e ao Eite do blog Our Okatu Life porque como a CLAMP adora misturar personagens eu não sabia se poderia entender a história, caso aparecesse coisas sobre o “Tsubasa Reservoir Chronicle” (TC).
Em “xxxHolic Shummuki” aparecem sim coisas relacionadas a TC, apesar da história central ocorrer em torno dos objetos procurados por Watanuki a pedido do avô de Doumeki. No entanto, este OVA tem ligação com “xxxHolic Tsubasa Shunraiki” e neste caso é preciso saber mais sobre os dois animes e mangás. Juro que um dia ainda termino de ler o mangá “Tsubasa Reservoir Chronicle” e tentar engolir toda a história de clones e dimensões!

Assim, não recomendo este OVA, especificamente, para aqueles que não conhecem a história de TC, pois provavelmente você ficará perdido. No entanto, em “xxxHoic Rou” é possível matar a saudade de Watanuki perfeitamente, sem precisar entender todas as loucuras da CLAMP. Neste, a história se passa após os problemas com as dimensões do mundo terem sido resolvidos (ler e/ou ver “Tsubasa Reservoir Chronicle”) e Watanuki está na loja que antes era da Yuuko, realizando os desejos de quem aparece. Sendo assim, o OVA é uma espécie de epílogo após o final dado ao mangá.


Preciso confessar que depois de assistir senti saudades da Yuuko e de como ela perturbava a paciência do Watanuki! Embora, hoje, eu possa entender melhor o final dado a ela e também entender que a personagem deve ter sofrido muito com toda a história do Mago Clow.
Enfim, neste Ova, Doumeki e o professor de sua faculdade visitam um casa com vários pertences antigos e existe algum coisa estranha por lá. Algo que só Watanuki pode resolver. Apesar da história ser até simples, podemos ver o que acontece com Doumeki, Himawari e Kohane, como eles cresceram e mudaram, até mesmo Watanuki parece mais brando e tranquilo, apesar de sua saudade pela Yuuko. 

Já no OVA “xxxHolic Rou Adayume”, o avô de Doumeki aparece novamente, dessa vez ele quer Watanuki realize um desejo que tem a ver com o seu próprio neto. Assim, podemos ver alguns flashbacks sob o ponto de vista do Doumeki e de modo geral saber mais sobre a vida dos nossos queridos personagens como adultos, além de termos um desfecho mais conclusivo e feliz para o melhor amigo e rival do Watanuki!
Concluindo, se você gosta de “xxxHolic”, como eu gosto, acho que vale muito a pena assistir a esses dois OVAs!

E para quem quiser entender um pouco mais das histórias da Clamp, eu achei um blog legal que coloca em uma linha de tempo todos os acontecimento de “xxxHolic”, “Tsubasa Reservoir Chronicle” e claro, de onde tudo começa, “Sakura Card Captor”. Achei bastante explicativo!

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O texto abaixo é uma resenha sobre o anime “Usagi Drop” da minha amiga Pandora do blog “Uma Pandora e sua caixa”. Como eu ainda não consegui fazer a resenha desse anime e como a dela é uma resenha excelente e completíssima, resolvi pedir permissão para publicá-la aqui!


Aproveitem!

Pers


Sobre Animes e o "Ser pai": Usagi Drop! 


 Segundo a Wikipédia a palavra ANIME:
"... tem significados diferentes para os japoneses e para os ocidentais. Para os japoneses, anime é tudo o que seja desenho animado, seja ele estrangeiro ou nacional. Para os ocidentais, anime é todo o desenho animado que venha do Japão."

E esse não é um blog dedicado a animes*, mas, como alguns sabem e outros suspeitam, eu costumo assistir esse tipo de animação com alguma frequência e ocasionalmente me sinto emocionalmente obrigada a registrar quando isso ocorre aqui.

Usagi Drop é um anime que conta a história de como um homem de 30 anos, Daikichi, se torna pai de uma menina de 6 anos, Rin, de forma muito original e rotineira ao mesmo tempo... Afinal, ao mesmo tempo que é improvável que alguém descubra que seu avô falecido deixou uma filha de 6 anos, é meio corriqueiro ver homens de 30 vivendo os desafios da paternidade, mesmo nunca tendo desejado ardentemente ser pai. 
Rin e Daikichi se conhecem no velório do avô que o Daikichi e todo o resto da família não viam ou tinham notícia a anos. Então todos se surpreendem com a pequena Rin e ficam totalmente sem saber o que fazer ou o destino a dar aquela menina aparentemente tímida, cuja mãe, além de tudo, é desconhecida de todos.


Rin aparece do nada na vida deles e já aparece como uma responsabilidade que ninguém quer assumir, afinal todos sabem o quanto uma criança exige, exceto talvez o herói dessa história rsrsrs... A decisão da família é levar a menina para um orfanato, mas na hora H o Daikichi, um solteirão de 30 anos que mora sozinho e nem namorada tem, decide adotar a Rin.

Aparentemente do nada ele toma para si essa responsabilidade, sem ter nem ideia do que é cuidar de uma criança e dando inicio a uma história muito linda cujo nome é "Usagi Drop" e nós podemos acompanhar em 11 episódios muito fofos, com uma estética linda, terna, impecável!!! Sim, eu amei superlativamente falando!!!

Como Daikichi não sabe nada sobre cuidar de crianças é a Rin, os outros pais que ele conhece ao longo da história e os muitos sustos naturais a paternidade que vão ensinando na prática como as coisas são ao nosso nobre herói... Realmente as boas intenções são ótimas para encher o Inferno porque o que deve encher os céus são mesmo as boas ações e como Daikichi é bom em ter boas práticas como pai!!!
É sabido por todos que "ser pai" não é fácil acompanhado, o que se dirá sozinho??? Até eu sei o quanto coisas aparentemente fáceis podem ser muito difíceis e as difíceis podem ser até muito agradáveis, mas não deixam de ser difíceis por isso!

Várias são as descobertas, os desafios, as pequenas coisas a descobrir e realizar quando o assunto é ser pai solteiro. Como por exemplo: arrumar o cabelo da moça, lindo observar como ele aprende pouco a pouco; criar horários para estar junto, Daikichi acaba tendo que trocar de posto na empresa; a adaptação a nova rotina; a constatação de que o pai é um exemplo; o abandono de velhos hábitos pelo simples motivo de fazerem mal a criança; aprender a pensar nos outros antes de pensar em si; a nova convivência com as crianças; a emoção contida nas festinhas da escola; o valor de uma foto!


O sofrimento com as enormes coisas pequenas tipo doenças infantis; a emoção advinda da simples troca de dentes de leite por dentes permanentes; o valor da vida, a sua vida, afinal se você é pai você sabe que não pode morrer nem tão cedo, afinal quem vai cuidar melhor que você da pequena? A alegria de ver outro ser humano descobrindo as coisas boas da vida, como uma flor que vai desabrochando na primavera!

Pensando nisso eu constato que nem todos os homens que se vem responsáveis por uma criança conseguem se transformar em pais... Ser pai é algo muito mais complexo do que fecundar um ovulo, registrar uma criança em cartório ou pagar as infindáveis contas que uma criança gera naturalmente.

Para ser pai é preciso se deixar envolver por essa onda que é uma criança, deixar mesmo que ela sozinha, e sem esforço, tome conta da sua vida inteira, ao menos por um tempo, ser pai é permitir que uma filha ou filho se torne importante.

Eu não sei o que é "ter filho" ou "ser mãe", nunca vou "ser pai" (por motivos óbvios rsrs), mas qualquer pessoa que pare e observe pais e mães verdadeiros vai ver que algo como um filho modifica totalmente a vida de um ser humano, seja ele homem ou mulher, e isso geralmente é muito positivo... A paternidade e a maternidade costumam fazer as pessoas reverem conceitos e se tornarem seres humanos melhores.

Quando uma criança nasce com certeza ela tem muito a aprender sobre esse lugar assustador, lindo, glorioso e cruel que é o mundo, mas tenho a sutil impressão que toda criança também tem muito a ensinar ao mundo a começar pelos seus responsáveis.

Rin ensina ao Daikichi assim como os filhos ensinam aos pais coisas que eu ainda não sei, mas suspeito. Usagi Drop lembra ainda que não existe uma única forma de ser pai ou um pai perfeito... E me faz pensar que talvez existam várias formas de ser pai e nenhuma delas seja a perfeita.
E a propósito disso, só para constar, hoje é aniversário do meu pai... Ele não é o tipo que ler blogs ou coisas do gênero, nós não somos o tipo que vive agarrado um ao outro e coisas do gênero... Na verdade nós costumamos brigar assim, mais ou menos, com pequenas variações disformes e raras, "um dia sim e o outro também", por motivos tão fúteis que chegam a ser irritantes para quase todo mundo a começar por nós dois. 
Mas, ainda assim um Pai é sempre um Pai e vale a pena lembrar disso em qualquer tempo e mais ainda no dia do aniversário.

Download: Yokai animes 
Pandora

*Pandora se refere ao blog dela!


Koyomi Araragi é um adolescente aparentemente normal, mas que um dia foi atacado por um vampiro, também se tornando um. No entanto, Araragi tem a ajuda de Meme Oshino, um cara que sabe muito sobre coisas sobrenaturais e assim, Araragi deixa de ser aparentemente um vampiro, com algumas consequências como poder ver no escuro, ter seus olhos vermelhos quando fica irritado, curar-se mais rápidos, entre outras coisas.

Um dia, Araragi vê uma amiga de classe chamada Hitagi Senjougahara caindo do céu, tentando pegá-la, estende os braços em direção à garota, só que quando ela cai Araragi descobre que menina é extremamente leve, como se não tivesse peso. Dessa forma somos apresentados a uma das personagens mais interessantes do anime e descobrimos que “Bakemonogatari” mostra várias histórias distintas envolvendo mistérios, sobrenatural, fantasmas, figuras mitologias, entre outras coisas. 


Senjougahara é uma personagem tão direta que chega a ser divertida, os diálogos dela com Araragi são os melhores. Além dela, outras personagens aparecem, todas são mulheres, cada uma com seu próprio mistério e segredo. Das personagens secundarias, Hachikuji é minha preferida por ser uma garotinha bem irritante, mas Kanbaru também tem seus pontos fortes. No entanto, nenhuma delas é como Senjougahara que, infelizmente, não aparece tanto quanto eu queria e ainda por cima tem uma quase rival, Hanekawa.

“Bakemonogatari” é um anime diferente, eu não entendo muito sobre técnicas de animação, mas os ângulos, enquadramentos, sombras, tudo parece ser bem distinto e mais real, além do fato das cores de fundo que parecem dialogarem com o enredo. Outro ponto é que o anime é capaz de produz um episodio inteiro apenas de diálogos sobre o fato de Araragi ter brigado com sua irmã, o que pode também fazer com que algumas pessoas pensem que “Bakemonogatari” seja um anime lento, o que não é! Isso porque ele prende a nossa atenção em cada resolução de cada mistério!


“Bakemonogatari” foi dirigido por Akiyuki Shinbo que também dirigiu o inusitado anime “Arakawa Under the Bridge” e o horrível “Dance in the Bund Vampiro”. O anime tem 12 episódios e 3 ovas (episódios 13, 14 e 15), uma abertura que muda conforme o arco das histórias, tendo um enredo criativo, original, que une drama, mistério, sobrenatural e romance, com ótimas histórias e excelentes diálogos! Por tudo isso, vale muito a pena conferir essa singular obra!

               
               


Final: Feliz

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Eu geralmente faço as minhas postagens dia de quarta-feira, mas não poderia deixar de desejar a todos um Feliz Natal! Espero que possam passar o Natal em paz e com as pessoas vocês amam de verdade!

FELIZ NATAL!
 
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“Toshokan Sensou” é um anime de 12 episódios que mostra a vida da protagonista Kasahara como membro da Tropa Bibliotecária, uma organização que protege as bibliotecas do país contra o Comitê de Purificação da Mídia, uma espécie de censura, que tenta impedir e controlar a leitura de livros, revistas ou qualquer uso da arte ou liberdade de expressão.

Kasahara decidiu entrar para a Tropa Bibliotecária depois que um “príncipe” a protegeu, quando ela estava com um livro em que o Comitê de Purificação da Mídia queria levá-lo. Kasahara é a primeira mulher a integrar a Tropa e passa proteger a biblioteca onde trabalha, o problema é que a moça é um tanto atrapalhada, algo que irrita o colega Tezuka, que é perfeito em quase tudo. No entanto, Dojo, o chefe dos dois, sempre dá seu apoio e é sempre justo com todos, o que nos faz lembrar a própria Kasahara, só que Dojo é muito mais responsável. Devo dizer que se eu tivesse um instrutor como ele até eu me juntaria a essa Tropa!


 O anime vai mostrando o dia-a-dia de Kasahara e como não é fácil para ela se adaptar a nova vida como membro da Tropa Bibliotecária, além do fato dela esconder sua verdadeira profissão dos próprios pais. Vários combates ocorrem entre a Tropa e o Comitê e somos transportados para uma verdadeira situação de Guerra, ainda que diariamente a Tropa apenas cuide mesmo da biblioteca, como se tudo fosse tranquilo e normal.



Além do instrutor Dojo e Tezuka, temos outros personagens interessantes no anime como Shibasaki, a colega de quarto de Kasahara, que é uma espécie de irmã mais velha, o inescrupuloso irmão de Tezuka, Komaki e o comandante Guenda.

Kasahara vai aos poucos melhorando sua postura e se esforçando para atingir suas metas, tentando encontrar seu suposto “príncipe”, alguém que esteja sempre disposto a ajudá-la, o problema é que nossa protagonista não vê que seu príncipe está mais perto do que ela imagina, que sempre a protege mesmo quando ela não quer.

              

“Toshokan Sensou” é um anime bem legal que mistura drama, ação e romance em um enredo que lembra bem uma sociedade que vive oprimida, mas sem cenas de tortura ou qualquer coisa mais forte.

PS: Adorei o encerramento com a banda Base Ball Bear

             

Final: Feliz

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Semana passada eu recebi o mesmo desafio dos blogs Crazy Otako e Angel Girl. Resolvi aceitar porque eu sou apaixonada por listas, adoro fazer uma, mas devo dizer que vou quebrar uma das regras dela, a de indicar outros blogs. Não queria mesmo quebrar a corrente, mas o blog é novo e não saberia quem indicar, então desde já peço desculpas!

Aqui vão as regras:

- Divulgar o blog que me passou esta tag: Crazy Otaku da Plafrese e Angel Girl da Onigiri-chan.

-Colocar imagens das coisas que menos gosta junto com a explicação.

- Indicar 10 pessoas que tem blogs para continuar essa tag – bom, quem quiser, sinta-se livre pra fazer!

A lista é sobre coisas que eu não gosto muito, mas devo dizer que é quase uma lista de coisas que eu realmente detesto!

1. Acordar cedo - Sofro de insônia, acordar cedo é uma tortura. 







2. Pegar ônibus lotado – Será que tem coisa pior do que ônibus lotado? Ah sim, ônibus lotado de manhã!





3. Personagens muito meigas e boazinhas – Não suporto os perfeitinhos, por isso não gosto muito de personagens femininas boazinhas demais, com vozes super meigas, isso porque geralmente elas são sonsas.



4. Pessoas egocêntricas – Só suporto a Haruhi (de Suzumiya Haruhi)!









5. Afazeres domésticos – Tenho orgulho dos meus não-dotes domésticos! Ou seja, jamais cozinharia para meu namorado, espero que ele faça comida pra mim!





6. Esperar por mangás e animes – Detesto ter que esperar os próximos volumes de um mangá que eu gosto ou a legendagem de um anime. Por isso, geralmente eu espero eles ficarem completinhos para eu poder acompanhar!





7. Ver filmes de terror – Sou muito medrosa para conseguir assistir!







8. De gente que fuma perto de mim – Vamos combinar que cigarro é uma coisa que só quem fuma gosta!






9. De animes com finais trágicos – Se bem que alguns animes são tão bons que nem os finais estragam.









10. Alface – Puxa, alface é tão sem gosto!











Desafio terminado, espero que entendam melhor meus gostos!



Pers


Sakura Mikan tem 10 anos e é amiga de Imai Hotaru. Um dia, Hotaru é transferida para uma escola em Tóquio o que faz com que Mikan fique desesperada, mas Hotaru promete voltar, coisa que não acontece. Mikan, então, descobre que sua amiga está estudando na Academia Alice, uma escola para gênios e é lá os alunos não podem sair de maneira alguma, por isso Hotaru não pode visitá-la. Indignada, Mikan resolve fugir para encontrar sua amiga, mas ao tentar entrar na escola, Mikan é encontrada pelo professo Narumi que faz com que a garotinha seja admitida lá também. No entanto, a “Academia Alice” é destina aos alunos que possuem uma Alice, ou seja, alguma habilidade especial, poderes surpreendes ou não tão surpreendentes assim, e segundo Narumi, Mikan possui uma Alice poderosíssimo.

Cada aluno possui uma Alice, mas eu acho que a Alice do professor Narumi é um dos mais estranhos: ele tem a capacidade de atrair as pessoas com seus feromônios! Hotaru tem a Alice da invenção, o representante da sala pode criar ilusões, Natsume do fogo, Luca atrai os animais.



Mikan depois de descobrir qual é o seu poder passa a viver na Academia e é impedida de falar com seu avô, logo Mikan percebe que a vida na escola não é nada fácil, ainda mais se você tem colegas de sala que não te suportam! Mikan sofre tanto na escola que não tem como você não sentir pena dela, mas mesmo assim, a garota não desiste e continua tentando se dar bem na Academia, que não é um lugar tão bom quanto parece.



Somos apresentados a diversos personagens ao longo do anime e eu confesso que eu ri com a personalidade da Hotaru e do Natsume! Aliás, Natsume é um personagem bem enigmático, com um passado misterioso, mas depois entendemos o motivo do rapaz parecer odiar a Academia e todos a sua volta, com exceção de seu amigo Luca!

             

“Gakue Alice” pode ser um pouco infantil e até me lembra a ingenuidade de “Yumeiro Pâtissière”, mas eu gostei por ser divertido, cheio de aventuras, magia, mistérios e uma pitada de romance, é claro! Infelizmente, achei que o final ficou a desejar, principalmente em relação a resolução do principal problema apresentado. Se não tiver segunda temporada o jeito é ler o mangá!

             

Final: Feliz, mas com algumas coisas não resolvidas

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Eu adoro qualquer coisa que Hayao Miyazaki esteja envolvido e nunca me arrependo de ver seus filmes, mesmo os mais antigos!

“Sussurros do Coração” (“Mimi Wo Sumaseba”, 1995) conta a história de Shizuku, uma adolescente que gosta de pegar livros na biblioteca e descobre que existe um garoto, Amasawa Seiji, que já leu os mesmo livros que ela, só que antes dela, o que faz com que Shizuku se interesse pelo rapaz.

O filme começa durante as férias de Shizuku, em que ela encontra sua melhor amiga para lhe mostra os versos de “Country Road”, mas acaba também encontrando um rapaz que a provoca por conta do poema. No entanto, Shizuku encontra esse rapaz novamente, quando um dia resolve seguir um gatinho e vai parar em uma loja bem diferente. O envolvimento de ambos é inevitável e é muito interessante ver o amor dos dois.


Além da história principal, somos apresentados a sua amiga Yuuku que está apaixona por um colega de sala e também conhecemos a família de Shizuru, uma família simples que mora em um minúsculo apartamento. Gostei bastante da serenidade dos pais de Shizuku que não a pressionam quanto aos estudos, diferente de sua irmã mais velha que parece mais ser a própria mãe da garota! Gostei também do gato Lua que vive onde quer e até pega trem como carona!

Acho que o mais interessante do filme está na dificuldade de se descobrir o que você quer ser em seu futuro e claro, a descoberta também do amor. “Sussurros do coração” mostra o dia-a-dia de Shizuku, como ela é com as amigas, sua fixação por ler livros e ir à biblioteca, sua dificuldade em sua escolha profissional, seus sentimentos em relação ao garoto que gosta e o amadurecimento, tudo de forma sensível e bonita, como todos os filmes de Miyazaki. Aliás, os filmes de Miyazaki são geralmente longos, mas ele tem a proeza de nos fazer esquecer do tempo enquanto assistimos aos seus filmes! Destaque também para trilha sonora com “Country Road” na voz de Olivia Newton-John.

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Faz tempo que “Rec” está na minha lista de animes e estou sempre o empurrando para depois, já que parecia apelar para o Ecchi, algo que não acontece!

A primeira coisa que me surpreendeu no anime foi a duração dos episódios: 13 minutos! Super curto, por um lado é bom porque assim o anime é mais dinâmico, sem muito tempo para enrolações, por outro lado é tão curto que enfraquece a história.

Um dia Matsumaru Fumihiko, que trabalha em uma empresa de lanches, está esperando uma colega de trabalho para ir ao cinema, mas ela não aparece. Irritado com o fora, Fumihiko resolve jogar fora os ingressos, mas eis que aparece Onda Aka e pede para assistir ao filme com ele. Aka é uma garota simpática que se tornar uma seiyuu famosa, ou seja, uma dubladora. Fã de Audrey Hepburn, Aka sabe de cor as falas do filme que estão assistindo, o que impressiona Fumihiko.


Os dois poderiam nunca mais se ver depois do cinema, se não fosse o fato do local onde Aka mora pegar fogo e a garota não ter para onde ir. Tentando ajudar, Fumihiko convida AKa para morar com ele, até que as coisas se resolvam. No entanto, talvez por conta do momento ou quem sabe por algum sentimento escondido em ambos, os dois acabam transando. No dia seguinte Fumihiko é surpreendido no trabalho, pois um dos seus projetos é aprovado e o rapaz terá que escolher uma dubladora para a propaganda do produto que a empresa quer comercializar. Novamente Aka aparece, é uma das candidatas e é selecionada. Como moram juntos e isso pode prejudicá-los, os dois preferem fingir que não se conhecem no trabalho.

Apesar de terem dormido juntos Aka e Fumihiko passam a viver apenas como amigos, não que Fumihiko não quisesse ter algo a mais, mas Aka faz a linha dura.

           

Cada episódio tem uma referência a algum filme de Audrey Hepburn e mostra bem a dificuldade de alguém se tornar uma seiyuu no Japão. “Rec” é divertido e ainda tem romance, coisa que eu adoro, só que se fosse um pouquinho mais longo os personagens poderiam ser desenvolvidos melhor, mas fora esse detalhe eu gostei do anime!

             

Final: Feliz

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Geralmente não assisto muito aos animes que falam sobre o Japão feudal, era Meiji e os samurais, isso por conta do tom dramático e da sensação de que tudo vai acabar mal, no entanto, apesar disso, “Hakuouki Shinsengumi Kitan” me convenceu com um enredo um pouco diferente.

Yukimura Chizuru busca em Kyoto seu pai, um médico desaparecido, capaz de inventar um poderoso remédio que transforma as pessoas em um tipo de vampiro. Na cidade, Chizuru ao presenciar uma luta envolvendo um Shinsengumi, Hijikata, acabando sendo levada presa pelo grupo. Entretanto, ao descobrirem que a garota é filha do médico que procuram, resolvem deixar Chizuru no bando para ajudar na busca pelo seu pai. 


 Aos poucos Chizuru se enturma com os samurais e aos poucos também deixa de ser uma mera prisioneira, já que após um incidente logo no início do anime, faz com que Chizuru se torne mensageira e assistente do grupo. Com o passar dos episódios vamos compreendendo mais a personalidade de alguns membros do Shinsengumi e percebemos que Hijikata é um vice-capitão até que democrático, apesar de ser bastante ranzinza. Além disso, todos acabam gostando da presença de Chizuru e passam a se preocupar com sua proteção.

Embora o remédio do pai de Chizuru seja realmente poderoso e transformar as pessoas em uma espécie de vampiro, o anime não é exatamente sobre vampirismo e sim sobre a vida de Chizuru com os samurais, sendo ela a única mulher do bando.

“Hakuouki Shinsengumi Kitan” mostra vários grupos de samurais e soldados, alguns como rebeldes e outros tentando proteger o imperador, além de mostrar o sentimento de amizade entre os membros do Shinsengumi e também os ideais do grupo e de cada um.

Apesar do anime possuir um pouco de ação, com várias lutas com espadas e sangue, o desenvolvimento do enredo é lento e as ações demoram um pouco a serem desenvolvidas. Além disso, o fato de Chizuru narrar os acontecimentos da guerra e alguns personagens terem existido de verdade (só que bem mais sanguinolentos e perversos), faz com que o anime pareça ainda mais histórico, aumentando o tom da carga dramática. No entanto, “Hakuouki Shinsengumi Kitan” é um harém invertido, cheio de homens bishounen, para a alegria geral de muitos!

           

O anime tem 12 episódios e possui uma segunda temporada que em breve assistirei! 
Final: Com continuação

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Nicoletta é a filha de Olga, a mulher do dono do restaurante Casetta dell’orso, que está em Roma para contar ao marido de sua mãe que esta tem uma filha! No entanto, Olga quer esconder Nicoletta de qualquer maneira, pois segundo ela, seu marido não gosta de viúvas, quanto mais com filhos! Apesar do desespero de Olga, Nicoletta resolve ficar em Roma e trabalhar no restaurante como ajudante de cozinha, uma vez que a garota gosta muito de cozinhar e se apaixona por Claudio, um dos garçons do local.

Entretanto, Claudio não quer saber de compromisso, uma vez que usa um anel de casado para evitar que as mulheres o assediem. Cláudio, na verdade já foi casado e não sabe muito como lidar com as investidas de Nicoletta, que é muito mais nova do que ele.


Nicoletta vai aos poucos se enturmando com os outros funcionários do restaurante, todos homens de meia idade e que usam óculos de leitura, uma espécie de fetiche de Olga! Aliás, Olga é uma mãe um tanto negligente, mas se preocupa com a sua filha, principalmente pelo fato de Nicoletta estar apaixonada por um homem divorciado, que ainda usa o anel de casamento e ainda por cima é bem mais velho! No entanto, quando Olga percebe que Nicoletta realmente gosta de Claudio, começa a apoiar a filha.


O anime mostra a cada episódio, principalmente usando flasbacks, um pouco de cada um dos funcionários do restaurante: Gigi, Luciano, Furio, Cláudio, Teo, Vitto (que tem uma esposa extremamente mais nova do que ele) e inclusive, um pouquinho sobre a ex-mulher de Cláudio, Gabriella. Particularmente, gosto de animes assim, que nos mostra a vida dos personagens coadjuvantes. Outra coisa que gostei foi o fato da maioria dos personagens serem mais velhos. Ideia bastante original, já que geralmente o foco está nas pessoas mais jovens. Também achei interessante o anime ser ambientado em Roma, o que deixa tudo mais romântico.

          


“Ristorante Paradiso” é um romance super leve, gostoso de assistir, que mostra através de Nicoletta a história de um restaurante e das pessoas que trabalham e que já trabalharam nele. O único problema do anime é o fato de só ter 11 episódios! Eu queria mais, muito mais!

            

Final: Feliz

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