Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

Pers



Demorei tanto pra ver “Kuroshitsuji” que já até havia me esquecido desse anime, mas nada como olhar minha velha lista de indicações para me lembrar dos animes que ainda não vi! 

Ciel Phantomhive é um garoto misterioso de 12 anos de idade, chefe da família Phantomhive e vive em uma mansão na Inglaterra, durante a época Vitoriana, tendo ao seu lado seu fiel mordomo Sebastian Michaelis. No entanto, Sebastian não é um mero empregado, é alguém de linhagem demoníaca e que por conta de um contrato com Ciel o serve com perfeição, solucionado problemas de todo tipo, uma vez que seu amo é alguém muito importante, não só por pertencer a uma nobre família, como também servir a Rainha. Dessa forma, Sebastian vai desde um mero mordomo a um guarda-costa demoníaco. 



O anime mostra o dia a dia de Ciel resolvendo casos estranhos e com isso somos apresentamos a vários personagens, como os empregados da mansão que formam o núcleo cômico do anime (sendo que cada um esconde um passado misterioso), Elizabeth, noiva de Ciel, o estranho dono de funerárias, o ingênuo policial que tenta resolver alguns crimes, o divertido mestre Lau, o maluco ceifador Grell, entre outros. 

Ciel e Sebastian vão resolvendo os problemas apresentados pela Rainha, entre eles o caso histórico do Jack, O estripador, o aparecimento de um cachorro demônio, entre outros casos horripilantes e bem misteriosos. No entanto, apesar de resolver os casos para Rainha, o objetivo principal de Ciel é se vingar pela morte de seus pais e por ter se torando um escravo logo depois do falecimento deles, sendo brutamente torturado durante esse período.



Apesar de achar algumas cenas estilo “yaoi meloso”, já que ás vezes aparece um certo sentimentalismo entre homens, eu gostei bastante do anime. De modo geral, “Kuroshitsuji” (que tem 26 episódios) é ótimo por saber dosar bem o drama com comédia e suspense, além de possuir personagens realmente cativantes como o próprio protagonista, um garoto aparentemente frio, mas que se preocupa bastante com as pessoas ao seu redor. Além disso, temos Sebastian que é um mordomo e tanto! 

Em breve assistirei a segunda temporada!

Final: De certa forma conclusivo, mas com gostinho de quero mais!

PS: As aberturas são bem legais, mas destaque para os encerramentos “I’m alive” de Becca e “Lacrimosa” da famosa banda Kalafina!

Pers


Ultimamente tenho recebido muitos selinhos e agradeço a TODOS pela indicação, mas a falta de tempo associada ao fato de já ter falado muito de mim por aqui, acabei não aceitando nenhum desafio. Porém, o blog Estórias e Reflexões me mandou um bem interessante que é sobre blogs, por isso resolvi aceitar o desafio! 

Regras:

* Postar o selo/ imagem.
* Indicar o blog que lhe passou o desafio – Estórias e Reflexões 
* Responder a todas as perguntas. 
* Repassar o desafio para no mínimo 5 e no máximo 8 pessoas 
* Avisar nos respectivos blogs indicados. 

Perguntas 

1- Quais os cinco blogs que mais te inspiram? 
Eu realmente gosto de ler tudo sobre animes, mangás e doramas, mas principalmente animes, por isso me inspiro muito no Gyaboo e no Shoujo Café.

2 - Quais os três blogs que mais costuma visitar? 
Eu visito todos os blogs parceiros quase que diariamente, mas costumo ler com mais frequência o Our Otaku Life, Ver e Ficar, Reino de Cogumelos, Tudo Asfixia, Uma Pandora e sua caixa, entre outros.

3 - De todos os blogs que visita qual o que mais te inspira? 
Todos me inspiram de alguma forma, mas espero um dia ter o conhecimento do Eiti do Our Otaku Life, conseguir falar sobre coisas variadas como a Selina do Ver e Ficar e a Migraziele do Tudo Asfixia, ter o público fiel e o carisma da Jaci do Uma Pandora e sua caixa e um dia consegui ter um blog/site como o Cantinho da Asia

4 - O que você mais gosta de ver ou ler em um blog? 
Resenha de animes. 

5 - Com que blog se identifica mais e por que? (Pode ser o seu). 
Não me identificar com o meu seria um pouco estranho, mas me identifico com os meninos do Our Otaku Life. 

6 - Quais os temas que mais gosta de ler nos blogs que visita? 
Gosto de ler resenhas sobre livros, doramas, filme, mangás, mas principalmente de animes. 

7 - Aproximadamente quantos blogs você visita por dia? 
Por dia visito mais ou menos 3. 

8 - O que te levou a fazer seu blog? 
Uma necessidade enorme de comentar os animes que assisto! 

9 - O que está fazendo nesse momento? 
Muitas coisas ao mesmo tempo 

10 - Gostou do desafio? 
Sim, achei bastante interessante, gosto de falar sobre blogs. 


Blogs indicados: 







Vale lembrar que ninguém é obrigado a fazer! 

Pers


Najime é uma garota um tanto distraída que ao ser despedida de seu emprego vai ajudar uma amiga que faz Doujin (mangás independentes que usam personagens já conhecidos de outras histórias em situações ecchi, sendo a de Tsuyuri sobre estupro!). Na feira de vendas de mangás, Najime descobre que Doujin pode dar muito lucro se você conseguir ser popular e por isso, determinada a ganhar muito dinheiro, ela começa a desenhar também. 



O mais engraçado da determinação de Najime em fazer Doujins é que além de não saber desenhar ela morre de vergonha dos temas eróticos! E por isso, sofre horrores ao ter que procurar mangás do gênero para ter uma base para suas próprias criações! No entanto, Najime tem a ajuda da irônica e sádica Tsuyuri, que já desenha mais profissionalmente e Justice, que também já é conhecido no mundo dos Doujins. Justice sempre está acompanhado de uma garotinha chamada Sora, numa relação muito estranha. Além desses personagens, temos Kaneru, uma amiga rival de Najime e Hoshi, um rapaz super bonzinho que compra os mangás de Najime, mas não porque gosta deles, mas sim por ter sentimentos por ela. Como Justice é um amigo de infância de Najime, automaticamente os dois não se dão bem, já que Justice age como um protetor da garota. 



Doujin Work tem apenas 12 episódios, sendo que cada um dura em média 13 minutos, o que faz com que seja um anime bem curto! Com um estilo bem non sense, com personagens peculiares e diálogos de duplo sentido, o anime não é espetacular, mas é agradável e muito divertido, uma vez que brinca bastante com o mundo do fanservice, o que me fez rir bastante! Apesar de ser de 2007 os traços parecem antigos, mas não acredito que isso o prejudique muito e por isso recomendo para aqueles que querem ver um anime simplesmente para se divertir! 

                

Final: Feliz 

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Quando eu li a resenha do Euller no blog Our Otaku Life notei que ele não quis dizer muito sobre o enredo e agora entendo o motivo: “Nazo no kanojo X” realmente tem enredo bizarro e é difícil de explicar sua bizarrice, mas vamos lá! 

Akira é um adolescente que mora com seu pai e sua irmã. Um dia o rapaz acaba provando a baba de sua nova colega de classe (NOJO), a estranha Urabe, por um motivo extremamente bizarro, algo como por se lembrar de sexo e assim, acaba ficando viciado nela (na baba), isso porque segundo Urabe, ele adquire a “doença do amor”. Vou dizer, se o Euller tivesse contado isso na resenha dele eu teria pensando umas três vezes antes de assistir ao anime! 



Depois que Akira prova a baba de Urabe e fica doente, a garota vai visitá-lo e acaba aceitando o pedido de namoro de Akira, no entanto, os dois não se comportam como namorados normais ou convencionais, afinal, o garoto é viciado na baba da moça! 



Akira é um garoto bom, um tanto ingênuo e Urabe tem um corte de cabelo super esquisito que impede a gente de ver seu rosto direito e vive dormindo nas aulas, não sendo nada social. Se não fosse por algumas cenas nojentas eu teria terminado de assistir ao anime, já que gostei bastante dos personagens, mas me desculpem, eu não consegui! No entanto, pra quem não se importa com bizarrices e não vê nenhum problema com a baba do enredo (e é muita mesmo) pode, quem sabe, gostar do anime! Afinal, gosto não se discute! 


Pers


Uta no Prince-Sama é um shoujo que mostra a vida de Nanami na Academia Saotome, a melhor academia de música que existe por ter como professores os ídolos do momento e está cheia de celebridades, mas Nanami não conhece nenhuma delas, pois na sua casa não tem televisão! No entanto, a menina possui um único ídolo, Hayato e é por causa dele que ela quer ser uma compositora. 

O anime começa com Nanami tentando fazer a prova, mas como chega atrasada os seguranças não a deixam entrar, mas Nanami recebe a ajuda de Otoya e Ren que tentam convencê-los a deixá-la entrar. Logo em seu primeiro dia na escola Nanami descobre que o sério Masato (outro colega de escola) e Ren são celebridades donos de produtoras famosas. Depois, Nanami também conhece Syo, Shinomiya e Ichinose, aparentemente o irmão gêmeo de Hayato, ídolo da garota. 



Ao longo do anime vamos conhecendo melhor cada personagem e como Nanami entra na vida deles. Além disso, vemos a protagonista superando suas limitações em busca de seu sonho. 

Eu não sou muito fã de animes com harém, mas quando ele é invertido, ou seja, muitos homens bonitos tentando conquistar uma única mulher, eu até tento assistir com um pouco mais de boa vontade! Nanami não é uma garota super bonita ou hiper talentosa, mas com seu carisma vai aos pouco conquistando a atenção de todos, principalmente dos meninos mais populares. 



De modo geral “Uta no Prince-sama” não mostra nenhuma novidade, o enredo é um pouco óbvio e tanto homem pra pouca mulher não me convence porque me parece uma falha no quesito romance. Os personagens podem ser lindos, mas possuem características já vistas antes: o sério, o revoltado, o gentil, o engraçado, o mulherengo e o animado. Como é um anime que fala de música, ele está repleto de canções e tem até um encerramento bem legal. 

                  

Enfim, o anime é um shoujo agradável, mas não se deve esperar muito dele. 

Final: Feliz

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"Chihayafuru" é um shoujo do tipo "slice of life" e começa com a protagonista Chihaya tendo um flashback da sua infância, ao encontrar seu amigo Taichi. Assim, logo nos primeiros capítulos descobrimos como Chihaya começou a gostar do jogo Karuta (um jogo tradicional de cartas) e dos motivos de Taichi nunca ter gostado muito do amigo Arata. 

Chihaya é uma garota bastante animada que não possui um sonho próprio, apenas quer que sua irmã tenha sucesso como modelo, mas ao se encontrar com Arata, um rapaz tímido que sofre bullying na escola, ela fica encantada com suas habilidades em Karuta  e passa a gostar muito do jogo! No entanto, Taichi começa a morrer de ciúmes dessa amizade. 



O tempo passa e os três amigos se separam, mas Chihaya e Taichi voltam a estudar juntos na mesma escola e quando Chihaya finalmente muda de nível no Karuta, resolve entrar em contato com Arata, que a atende de maneira fria, dizendo que não joga mais. Isso porque Arata tem sérios motivos para ter desistido de seu sonho, mas Chihaya e Taichi não se dão por vencidos e resolvem abrir um clube da Karuta na escola e entrar para o torneio nacional. 

Os episódios de modo geral mostram os integrantes do clube, Nishida, Komano, Kana, Chihaya e Taichi participando de torneios e treinando na escola. Com o passar do tempo eles vão ficando mais fortes, ao mesmo tempo em que as competições vão ficando mais difíceis. Já Arata continua aparecendo no anime, uma vez que a Chihaya não desiste do rapaz. 



É terrível ver o pobre Taichi apaixonado por Chihaya, já que a garota só quer saber de Karuta e manter contato com o Arata, não percebendo os sentimentos do amigo. Senti tanta pena por ele e tanta antipatia pelo Arata! Igualmente perturbador é ver a personalidade egoísta da irmã de Chihaya, extremamente diferente dela. Entretanto, acho que “Chihayafuru” não é bem um anime sobre romance e sim sobre determinação, por isso é interessante ver os personagens em busca de seus sonhos, como isso afeta a vida deles e o grande valor da amizade. 



Apesar de ser um drama, o anime também possui pitadas de romance (com o triângulo Arata, Chihaya e Taichi) e cenas de alívio cômico com a personalidade maluquinha de Chihaya. Em suma, “Chihayafuru” me agradou bastante, pena que o final não teve muita conclusão, mas esperamos por uma segunda temporada.

Eu tinha decidido não colocar mais opening e ending no blog, já que toda hora o Youtube tira os vídeos do ar, mas no caso de "Chihayafuru” vale a pena. Porém, só achei a abertura do anime.

             



Final: Terminou mais ou menos da maneira que começou, além de pedir desesperadamente por uma segunda temporada! 

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“To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma animação do diretor Shindo Jun, (de “Saiunkoku Monogatari”) e do roteirista Okudera Satoko (de “Summer Wars”). O filme não é do meu amado Hayao Miyazaki, mas achei bom mesmo assim! 

Fana del Moral está prometida ao príncipe herdeiro do trono de Levamme, mas não mostra nenhuma paixão nesse relacionamento, apenas está conformada com seu destino. Já o príncipe Carlo está verdadeiramente apaixonado pela moça e promete se casar com ela dentro de 1 ano, prazo estipulado por ele mesmo para acabar com a guerra que está destruindo seu reino. 



No entanto, com a proximidade do prazo, o reino de Fana sobre um terrível ataque que culmina na morte de seu pai. Como o alvo era mesmo a futura imperatriz, o príncipe resolve mandar buscá-la e é assim que Fana parte com o piloto Charles em uma perigosa missão. 

Charles Karino é piloto de avião mercenário do império de Levamme, apesar de ser considerado um simples bastardo pelos pilotos oficiais, Charles é um excelente piloto e por isso recebe a missão de atravessar o oceano, em plena guerra, para levar Fana ao príncipe. 



Obviamente os dois encontram grandes problemas durante a viagem e passam a se conhecer melhor, o que os aproxima bastante. Fana tenta ajudar Charles o máximo possível e é evidente que o rapaz a admira, tratando-a sempre gentilmente, mostrando ternura. No entanto, a trama pode frustrar os mais românticos, por não apresentar um romance de verdade, apesar de existir um certo interesse amoroso, principalmente por parte de Fana. Aliás, acho que Charles representa para a futura imperatriz uma fuga, um refúgio, pois afinal é com ele que ela vive uma grande aventura e enxerga uma possibilidade verdadeira de fugir de seu status. 

De modo geral “To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma ótima animação, com boas sequências de ação. Particularmente, eu gostei do filme e apesar de desejar um final diferente acho que ele foi condizente com o enredo, já que um grande amor pode mudar nossas vidas de muitas maneiras, mas nem sempre pode mudar o nosso destino.


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Esses dias eu fiz minha lista de aberturas preferidas, então, agora faço minha lista de encerramentos favoritos e confesso que muitas vezes eu gosto mais dos encerramentos do que das aberturas! 

10. Vampire Knight – Still doll - É um ending tão sombrio e dramático! A cara do anime! 

                     

9. Kaichou wa Maid Sama – Loop – Eu nem acho a música muito boa, mas eu gosto do segundo encerramento porque mostra um pouco da vida do Usui, algo que fica a desejar no anime.

                   

 8. Kare Kano - Yume no Nakae – Acho que eu gosto desse encerramento principalmente pelo fato de não ser uma animação, isso me pareceu na época bastante original. E é claro, eu gosto da música!

                  

7. Zoku Natsume Yuujinchou – Aishiteru – Eu sinceramente acho que a trilha sonora da série “Natsume” possui músicas muito parecidas umas com as outras, mas “Aishiteru” é bem diferente das demais e por isso, eu gostei bastante!

                 

6. Kimi ni Todoke – “Kimi ni Todoke” - O encerramento da segunda temporada não é melhor do que o da primeira, a meu ver, mas me emocionou também!

               

5. Kimi ni Todoke – Kataomoi – Vamos combinar que a voz da cantora Chara é extremamente fofa! Assim como tudo relacionado a Kimi ni Todoke! Lindo encerramento da primeira temporada, pena que não encontrei nenhum vídeo dele! Mas fiquem com a música....

               

4. Toshokan Sensou – Changes. O som da guitarra do ending desse anime é viciante! Sem contar que acho a banda Base Ball Bear ótima!

             

3. Fushigi Yuugi – Tokimeki na Doukasen - O encerramento em si não tem nada demais, mas confesso que gostava muito de escutar a voz da cantora e assim que comecei a ver o anime já sabia cantar toda a música!

           

2. Bakemonogatari – Kimi No Shiranai Monogatari – Este é um ending maravilhoso! Fiquei bastante surpresa por descobrir que Supercell é uma banda com 11 membros e que eles usavam vocaloid! Enfim, é um encerramento lindo, com uma música ótima que, aliás, nunca mais saiu da minha cabeça!

           

1. Nodame Cantabile – Konna ni Chikaku de..." - O ending é o primeiro da primeira temporada e nenhum outro conseguiu superar este! Só de ouvir o violino eu começo a me lembrar de todo o anime!

           

Por enquanto este é o meu top 10, mas à medida que assisto aos animes minhas preferências vão mudando, por isso, não se assustem se um dia eu fizer uma nova lista bem diferente dessa!

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Como podem ver pelo banner do blog eu amo “Nodame Cantabile” e faz tempo que quero ver seu live-action, o problema é que ele foi produzido pelos japoneses e eu sempre tive muito receio de doramas japoneses pelo pouco que vi deles. No entanto, devo dizer que paguei a língua. 

Tudo bem que as interpretações são bem exageradas e quase caricatas, mas o live-action de “Nodame Cantabile” me divertiu muito e o que mais gostei nele foi que conseguiram passar bem para a adaptação a personalidade dos personagens. Chiaki é bastante arrogante, prepotente e Nodame é adoravelmente maluquinha! Além disso, Masumi e Ryutaro são bem parecidos com os personagens do anime, mas Stresemann, além de parecer forçado demais, não era um ocidental! Será que não tinha nenhum estrangeiro para fazer o papel dele na história? No entanto, sua personalidade pervertida ficou igual. 



A adaptação mostra bem o enredo original e acho que quem não conhece a história pode gostar bastante do live-action, mesmo sem conhecer o mangá e o anime; isso porque é visível o esforço dos atores em serem bem parecidos com os personagens originais. A adaptação possui a mesma história que o anime e tudo começa com Chiaki bêbado na porta do apartamento de sua vizinha, Nodame, e depois que ela se apaixona por ele assistimos a divertidas cenas em que ela o persegue, tornando-se dependente dele para qualquer serviço doméstico. Assim como no anime, Chiaki possui um medo enorme de viajar de avião o que o impossibilita de seguir uma carreira como maestro no exterior. No entanto, no Japão, Nodame, com seu modo egocêntrico de tocar piano, acaba influenciando a vida do metido Chiaki. 



“Nodame Cantabile” é uma história fantástica de dois protagonistas bem diferentes, mas com algo em comum: a música. O enredo tem drama, comédia e romance tudo misturado na medida certa! É com muito prazer que digo que dessa vez eu realmente amei uma produção japonesa e vou começar a deixar esse medo de lado e passar a assistir a outras adaptações! 


Final: O live-action mostra a história da primeira temporada do anime e assim o final é feliz, mas inconclusivo. Sei que a série possui um filme que conclui melhor a história e em breve eu o verei! Vale dizer que no final me emocionei com as lágrimas do Chiaki regendo pela última vez sua orquestra! 


Pers


Kodaka é um garoto que após ser transferido de escola não consegue arrumar nenhum amigo, já que por conta de um mal entendido, em seu primeiro dia de aula, todos acham que ele é uma espécie de bad boy, um yankee! No entanto, tudo muda quando um dia Kodoka vê Yozora falando sozinha com sua amiga imaginária e depois de conversar com o rapaz sobre a dificuldade de se conseguir amigos, a garota resolve montar um clube, “O clube da Aproximação”, na tentativa de ajudar as pessoas a fazerem amizades. 


Aos poucos o clube vai ganhando novos integrantes, quase todos do sexo feminino, sendo então o anime do tipo harém, o que mais me irrita! Entretanto, a comédia é boa e por isso assisti até o final! A primeira integrante do clube que aparece é Sena, uma garota loira, peituda e super popular, mas não possui amigos de verdade. Claro que Sena e Yozora não se dão nada bem, mas é divertido vê-las brigando porque as falas de Yozora são bem ácidas, sem papas na língua. Logo em seguida temos Yukimura, que mais parece uma menina, mas é um rapaz que quer se tornar um homem igual a Kodaka, pois ele acredita que o rapaz é mesmo um delinquente. No final das contas, Yozora faz o pobre do Yukimura se vestir de empregada para servi-la. Alguns episódios depois conhecemos a pervertida Rika, uma menina super inteligente com dificuldade de arrumar amigos, mas é super pervertida, assediando sempre que pode Kodoka. Além dos integrantes do grupo, Maria, uma garotinha de 10 anos é a orientadora do clube e Kobato é a irmã de Kodoka; ambas lutam pela atenção do rapaz para ser a irmã ideal dele. 

O clube não tem muitas atividades, apenas jogam vídeo games, às vezes até do tipo erótico, já que Sena é viciada neles. Eles também tentam parecer normais e vão ao karaokê, à praia, etc. No entanto, todos permanecem com dificuldades em conseguir um amigo de verdade. 



De todos os personagens, Yozora é minha preferida por ter uma personalidade bastante egocêntrica. A menina também guarda um grande segredo que envolve Kodoka, mas confesso que esperava mais do final do anime, quando o segredo foi revelado. 

Enfim, “Boku wa Tomodachi ga Sukunai” é um anime de comédia bem tranquilo, sem grandes novidades, mostrando muitos peitos e bundas, mas me divertiu em seus 12 episódios. 

                 

Final: Esperava mais e é um tanto aberto no quesito relacionamento. 

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Kazuya Kujo está estudando na Academia Santa Margarida, lugar onde as lendas urbanas e histórias de terror são assuntos bem comuns. Lá, Kujo conhece Victorique, uma garota misteriosa que nunca frequenta as aulas, passando todo o tempo na biblioteca lendo livros e resolvendo mistérios que os detetives não conseguem resolver. 



O enredo do anime, que se passa em 1924, em um país fictício, Saubure, se concentra a princípio em Kujo e Victorique resolvendo casos misteriosos. Kujo é filho de um militar japonês bastante rigoroso e vive nas sombras dos feitos de seus irmãos. Como ele chega à escola na primavera, acaba ganhando o apelido de “Cefeitador negro”, já que na Academia Santa Margarida existe a lenda que diz que quem chega na primavera traz a morte com ele. No entanto, o rapaz é bem diferente do resto da sua família, sendo bastante gentil e se preocupando bastante com Victorique, por isso, não é à toa que a garota acaba se envolvendo com ele. 


“Gosick” é um shoujo que envolve mistérios e ao longo dos 24 episódios acompanhamos Victorique desvendando vários casos e às vezes se envolvendo neles, ficando em perigo. O anime também se foca bastante no passado de Victorique, do tanto que sofreu por estar sempre isolada dos demais, sua importância em questões políticas do país e por causa disso, os últimos episódios do anime são bastante dramáticos. Além disso, vale destacar, além dos protagonistas, outros personagens do anime, como por exemplo, o detetive irmão de Victorique, Grevil, que leva toda a fama dos casos resolvidos por ela, o que irrita profundamente Kujo. Avril, uma garota que acaba se tornando amiga de Kujo, pois claro, sempre tem que existir uma rival, e a professora maluquinha que sempre ajuda Victorique. 

                  

Apesar dos culpados serem um tanto óbvios e eu adivinhar quem eram antes de Victorique dizer, eu nunca conseguia explicar nada, muito mesmo da maneira tão lógica que ela usa! De qualquer forma, achei “Gosick” bastante interessante, às vezes me fez rir e outras vezes me deixou apreensiva por conta dos mistérios e suspense, por isso, acredito que o anime pode agradar a todos de modo geral! 

               O anime teve dois encerramentos, mas eu prefiro o segundo
                

Final: Pode arrancar algumas lágrimas, mas é feliz. 

Pers