Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



“Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” é um anime super curto de apenas 6 episódios que mostra a história de Yuichi Ezaki e Rika Akiba, ambos adolescentes hospitalizados, já que ele tem hepatite do tipo A e ela tem problemas no coração. 

A história mostra o começo da amizade entre eles e o surgimento do amor, mas nem tudo é muito simples, a começar pela personalidade dominadora de Rika! Ela manda e desmanda no pobre Yuichi que no fundo adora a companhia da moça por estar bastante entediado no hospital, mas também porque começa a gostar de vê-la sorrindo, já que Rika não é muito sociável. 



Logo no começo do anime os dois se envolvem e Yuichi leva Rika para o topo de uma montanha, lugar em que o pai da garota também a levou antes de morrer. Lá Yuichi faz sua confissão de maneira um tanto desastrosa. Porém, aparece o Doutor Natsume, que fica um pouco entre os dois, já que é evidente que ele sente bastante inveja de Yuichi, sendo um medico pessimista e inconveniente!



É engraçado como Yuichi fica sempre doente dentro do hospital, mesmo apenas tendo uma hepatite! É interessante também notar a ausência dos pais dos protagonistas, ainda que a mãe de Rika apareça, acho que o mais normal seria que ela estivesse o tempo todo por lá! Outra coisa que gostaria de destacar é a enfermeira do hospital que cuida do casal, ela é fantástica, inteligente, engraçada e nada convencional. 

               

O anime me parece um shounen, se não estou equivocada quanto ao gênero, já que tudo está relatado do ponto de vista do Yuichi. O fato de ser curto não é problema para desenvolverem a história, o que me pareceu um super ponto positivo. E como se isso não bastasse, “Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” também tem momentos de alívio cômico. Assim, me surpreendi com esse anime e recomendo para todos. 

               

Final: Acho que levando em conta o estado de saúde de Rika o final é feliz! Detalhe que o ending mostra cenas do que seria do futuro deles e achei isso bem bacana.

Pers


Comecei a ver a segunda temporada de “Kuroshitsuji”, que tem apenas 12 episódios, imediatamente depois de terminar a primeira, tamanha minha curiosidade pela história. 

Se depois de ver o final da primeira temporada a gente acha que o anime terminou de uma maneira conclusiva e só começar a ver a segunda para ter certeza que não! Agora, além de Ciel não ter sido devorado por Sebastian, ele ainda perde a memória! Porém, esse não é o único enigma que ronda a segunda temporada! 

Novos personagens surgem como Alois Trancy e seu demônio Claude e devo dizer que esse joguinho yaoi apresentado por Trancy não é tão divertido quanto o do Grell. Na verdade, Trancy é perturbador, um psicopata e ainda que ele tenha sido abusado, o que já deixaria uma pessoa normal um tanto perturbada, não justifica sua mentalidade doentia e sádica. Enfim, Trancy é o oposto de Ciel, que apesar de buscar vingança nunca maltratou seus servos, já Trancy arranca o olho de sua misteriosa empregada Hanna sem nem ao menos pestanejar. 



Se a família de Ciel é conhecida por ser o cão leal da Rainha, a família de Trancy é aranha da Rainha, o que gera uma certa competição entre eles. Novos mistérios aparecem, uma disputa acirrada pela alma de Ciel entra em jogo e por conta disso, podemos assistir a vários duelos entre os mordomos demônios! 



Infelizmente, os coadjuvantes nessa temporada perdem espaço, assim como a comédia, abrindo espaço para o drama. Acredito, sinceramente, que "Kuroshitsuji" poderia ter tido uma melhor segunda temporada ou ter sido finalizado na primeira mesmo, que terminou de uma maneira muito bem feita, bem de acordo com a história do anime. Enfim, a série é ótima de modo geral e os mistérios apresentados são todos solucionados, não deixando marcas para dúvidas. No entanto, seu término me deixou com um gostinho de decepção, já que "Kuroshitsuji" é bem mais do que foi apresentado na segunda temporada. 


                 

Final: Termina de maneira até que surpreendente, já que Ciel não é mais o mesmo do começo da história e eu diria que não foi um final feliz para o pobre Sebastian.


“Hanasaku Iroha” é um shoujo que mostra a vida de Ohana, uma garota que tem uma mãe nada confiável, já que desde sempre negligenciou a filha, dando mais valor ao trabalho. Entretanto, a situação fica um pouco pior quando sua mãe resolve partir para uma aventura com o namorado, deixando a filha na Kissuiso, uma pousada de estilo tradicional japonês, que pertence a sua avó. 

Ohana é obrigada a largar sua vida em Tokyo, justo quando recebe uma declaração de amor de seu melhor amigo, Kou e passa a viver com sua avó, uma Okami (gerente) bastante severa. Como se não bastasse ter mudado totalmente de vida, a garota, a princípio, tem muita dificuldade em se dar bem com os outros funcionários da pousada. 



O anime vai mostrando a nova vida de Ohana convivendo com os funcionários que aos poucos vão se tornando seus amigos; a mais resistente é Minko, uma garota tsundere, que trabalha na cozinha como ajudante e acha que Tohru, por quem é apaixonada, está interessado em Ohana. Além desses funcionários, temos o escritor frustrado, a arrumadeira super tímida, Nako, o tio de Ohana, o cozinheiro chefe, entre outros. Nako também frequenta a mesma escola que Ohana e Minko e lá também conhecemos outros personagens, como, por exemplo, a neta da dona de um grande hotel da cidade. No entanto, acho que a personagem mais complexa é a própria mãe da protagonista, que tem uma personalidade difícil e um difícil relacionamento com sua própria mãe, a gerente da Kissuiso. 

O anime é um shoujo com drama, romance e devo dizer que não gostei muito de um possível triângulo amoroso entre Minko, Tohru e Ohana, porque sempre achei que Tohru combinasse melhor com a Minko, apesar de às vezes ela ser bem chatinha. 



Com uma protagonista bastante persistente o anime me cativou desde o princípio e foi divertido assisti-lo e esperar pelo desenrolar da história, uma vez que cada episódio terminava de um modo a fazer com que você quisesse ver o próximo! 

Sinceramente, não esperava ver nenhum amadurecimento da protagonista, esperava apenas vê-la se relacionando com seus novos amigos em sua nova vida, mas é inegável que a mãe de Ohana, assim como muitos personagens, foi mudando ao longo da história, inclusive o próprio relacionamento de Ohana e Kou terminou bem diferente do começo do anime. Sendo assim, “Hanasaku Iroha” não foi uma decepção e de modo geral achei um anime bem legal, com situações cômicas e uma protagonista bem teimosa! 

                 

Final: Um pouco triste por conta da Kissuiso, mas teve um final feliz para os protagonistas. 

Pers


Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

Pers



Demorei tanto pra ver “Kuroshitsuji” que já até havia me esquecido desse anime, mas nada como olhar minha velha lista de indicações para me lembrar dos animes que ainda não vi! 

Ciel Phantomhive é um garoto misterioso de 12 anos de idade, chefe da família Phantomhive e vive em uma mansão na Inglaterra, durante a época Vitoriana, tendo ao seu lado seu fiel mordomo Sebastian Michaelis. No entanto, Sebastian não é um mero empregado, é alguém de linhagem demoníaca e que por conta de um contrato com Ciel o serve com perfeição, solucionado problemas de todo tipo, uma vez que seu amo é alguém muito importante, não só por pertencer a uma nobre família, como também servir a Rainha. Dessa forma, Sebastian vai desde um mero mordomo a um guarda-costa demoníaco. 



O anime mostra o dia a dia de Ciel resolvendo casos estranhos e com isso somos apresentamos a vários personagens, como os empregados da mansão que formam o núcleo cômico do anime (sendo que cada um esconde um passado misterioso), Elizabeth, noiva de Ciel, o estranho dono de funerárias, o ingênuo policial que tenta resolver alguns crimes, o divertido mestre Lau, o maluco ceifador Grell, entre outros. 

Ciel e Sebastian vão resolvendo os problemas apresentados pela Rainha, entre eles o caso histórico do Jack, O estripador, o aparecimento de um cachorro demônio, entre outros casos horripilantes e bem misteriosos. No entanto, apesar de resolver os casos para Rainha, o objetivo principal de Ciel é se vingar pela morte de seus pais e por ter se torando um escravo logo depois do falecimento deles, sendo brutamente torturado durante esse período.



Apesar de achar algumas cenas estilo “yaoi meloso”, já que ás vezes aparece um certo sentimentalismo entre homens, eu gostei bastante do anime. De modo geral, “Kuroshitsuji” (que tem 26 episódios) é ótimo por saber dosar bem o drama com comédia e suspense, além de possuir personagens realmente cativantes como o próprio protagonista, um garoto aparentemente frio, mas que se preocupa bastante com as pessoas ao seu redor. Além disso, temos Sebastian que é um mordomo e tanto! 

Em breve assistirei a segunda temporada!

Final: De certa forma conclusivo, mas com gostinho de quero mais!

PS: As aberturas são bem legais, mas destaque para os encerramentos “I’m alive” de Becca e “Lacrimosa” da famosa banda Kalafina!

Pers


Ultimamente tenho recebido muitos selinhos e agradeço a TODOS pela indicação, mas a falta de tempo associada ao fato de já ter falado muito de mim por aqui, acabei não aceitando nenhum desafio. Porém, o blog Estórias e Reflexões me mandou um bem interessante que é sobre blogs, por isso resolvi aceitar o desafio! 

Regras:

* Postar o selo/ imagem.
* Indicar o blog que lhe passou o desafio – Estórias e Reflexões 
* Responder a todas as perguntas. 
* Repassar o desafio para no mínimo 5 e no máximo 8 pessoas 
* Avisar nos respectivos blogs indicados. 

Perguntas 

1- Quais os cinco blogs que mais te inspiram? 
Eu realmente gosto de ler tudo sobre animes, mangás e doramas, mas principalmente animes, por isso me inspiro muito no Gyaboo e no Shoujo Café.

2 - Quais os três blogs que mais costuma visitar? 
Eu visito todos os blogs parceiros quase que diariamente, mas costumo ler com mais frequência o Our Otaku Life, Ver e Ficar, Reino de Cogumelos, Tudo Asfixia, Uma Pandora e sua caixa, entre outros.

3 - De todos os blogs que visita qual o que mais te inspira? 
Todos me inspiram de alguma forma, mas espero um dia ter o conhecimento do Eiti do Our Otaku Life, conseguir falar sobre coisas variadas como a Selina do Ver e Ficar e a Migraziele do Tudo Asfixia, ter o público fiel e o carisma da Jaci do Uma Pandora e sua caixa e um dia consegui ter um blog/site como o Cantinho da Asia

4 - O que você mais gosta de ver ou ler em um blog? 
Resenha de animes. 

5 - Com que blog se identifica mais e por que? (Pode ser o seu). 
Não me identificar com o meu seria um pouco estranho, mas me identifico com os meninos do Our Otaku Life. 

6 - Quais os temas que mais gosta de ler nos blogs que visita? 
Gosto de ler resenhas sobre livros, doramas, filme, mangás, mas principalmente de animes. 

7 - Aproximadamente quantos blogs você visita por dia? 
Por dia visito mais ou menos 3. 

8 - O que te levou a fazer seu blog? 
Uma necessidade enorme de comentar os animes que assisto! 

9 - O que está fazendo nesse momento? 
Muitas coisas ao mesmo tempo 

10 - Gostou do desafio? 
Sim, achei bastante interessante, gosto de falar sobre blogs. 


Blogs indicados: 







Vale lembrar que ninguém é obrigado a fazer! 

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Najime é uma garota um tanto distraída que ao ser despedida de seu emprego vai ajudar uma amiga que faz Doujin (mangás independentes que usam personagens já conhecidos de outras histórias em situações ecchi, sendo a de Tsuyuri sobre estupro!). Na feira de vendas de mangás, Najime descobre que Doujin pode dar muito lucro se você conseguir ser popular e por isso, determinada a ganhar muito dinheiro, ela começa a desenhar também. 



O mais engraçado da determinação de Najime em fazer Doujins é que além de não saber desenhar ela morre de vergonha dos temas eróticos! E por isso, sofre horrores ao ter que procurar mangás do gênero para ter uma base para suas próprias criações! No entanto, Najime tem a ajuda da irônica e sádica Tsuyuri, que já desenha mais profissionalmente e Justice, que também já é conhecido no mundo dos Doujins. Justice sempre está acompanhado de uma garotinha chamada Sora, numa relação muito estranha. Além desses personagens, temos Kaneru, uma amiga rival de Najime e Hoshi, um rapaz super bonzinho que compra os mangás de Najime, mas não porque gosta deles, mas sim por ter sentimentos por ela. Como Justice é um amigo de infância de Najime, automaticamente os dois não se dão bem, já que Justice age como um protetor da garota. 



Doujin Work tem apenas 12 episódios, sendo que cada um dura em média 13 minutos, o que faz com que seja um anime bem curto! Com um estilo bem non sense, com personagens peculiares e diálogos de duplo sentido, o anime não é espetacular, mas é agradável e muito divertido, uma vez que brinca bastante com o mundo do fanservice, o que me fez rir bastante! Apesar de ser de 2007 os traços parecem antigos, mas não acredito que isso o prejudique muito e por isso recomendo para aqueles que querem ver um anime simplesmente para se divertir! 

                

Final: Feliz 

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Quando eu li a resenha do Euller no blog Our Otaku Life notei que ele não quis dizer muito sobre o enredo e agora entendo o motivo: “Nazo no kanojo X” realmente tem enredo bizarro e é difícil de explicar sua bizarrice, mas vamos lá! 

Akira é um adolescente que mora com seu pai e sua irmã. Um dia o rapaz acaba provando a baba de sua nova colega de classe (NOJO), a estranha Urabe, por um motivo extremamente bizarro, algo como por se lembrar de sexo e assim, acaba ficando viciado nela (na baba), isso porque segundo Urabe, ele adquire a “doença do amor”. Vou dizer, se o Euller tivesse contado isso na resenha dele eu teria pensando umas três vezes antes de assistir ao anime! 



Depois que Akira prova a baba de Urabe e fica doente, a garota vai visitá-lo e acaba aceitando o pedido de namoro de Akira, no entanto, os dois não se comportam como namorados normais ou convencionais, afinal, o garoto é viciado na baba da moça! 



Akira é um garoto bom, um tanto ingênuo e Urabe tem um corte de cabelo super esquisito que impede a gente de ver seu rosto direito e vive dormindo nas aulas, não sendo nada social. Se não fosse por algumas cenas nojentas eu teria terminado de assistir ao anime, já que gostei bastante dos personagens, mas me desculpem, eu não consegui! No entanto, pra quem não se importa com bizarrices e não vê nenhum problema com a baba do enredo (e é muita mesmo) pode, quem sabe, gostar do anime! Afinal, gosto não se discute! 


Pers


Uta no Prince-Sama é um shoujo que mostra a vida de Nanami na Academia Saotome, a melhor academia de música que existe por ter como professores os ídolos do momento e está cheia de celebridades, mas Nanami não conhece nenhuma delas, pois na sua casa não tem televisão! No entanto, a menina possui um único ídolo, Hayato e é por causa dele que ela quer ser uma compositora. 

O anime começa com Nanami tentando fazer a prova, mas como chega atrasada os seguranças não a deixam entrar, mas Nanami recebe a ajuda de Otoya e Ren que tentam convencê-los a deixá-la entrar. Logo em seu primeiro dia na escola Nanami descobre que o sério Masato (outro colega de escola) e Ren são celebridades donos de produtoras famosas. Depois, Nanami também conhece Syo, Shinomiya e Ichinose, aparentemente o irmão gêmeo de Hayato, ídolo da garota. 



Ao longo do anime vamos conhecendo melhor cada personagem e como Nanami entra na vida deles. Além disso, vemos a protagonista superando suas limitações em busca de seu sonho. 

Eu não sou muito fã de animes com harém, mas quando ele é invertido, ou seja, muitos homens bonitos tentando conquistar uma única mulher, eu até tento assistir com um pouco mais de boa vontade! Nanami não é uma garota super bonita ou hiper talentosa, mas com seu carisma vai aos pouco conquistando a atenção de todos, principalmente dos meninos mais populares. 



De modo geral “Uta no Prince-sama” não mostra nenhuma novidade, o enredo é um pouco óbvio e tanto homem pra pouca mulher não me convence porque me parece uma falha no quesito romance. Os personagens podem ser lindos, mas possuem características já vistas antes: o sério, o revoltado, o gentil, o engraçado, o mulherengo e o animado. Como é um anime que fala de música, ele está repleto de canções e tem até um encerramento bem legal. 

                  

Enfim, o anime é um shoujo agradável, mas não se deve esperar muito dele. 

Final: Feliz

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"Chihayafuru" é um shoujo do tipo "slice of life" e começa com a protagonista Chihaya tendo um flashback da sua infância, ao encontrar seu amigo Taichi. Assim, logo nos primeiros capítulos descobrimos como Chihaya começou a gostar do jogo Karuta (um jogo tradicional de cartas) e dos motivos de Taichi nunca ter gostado muito do amigo Arata. 

Chihaya é uma garota bastante animada que não possui um sonho próprio, apenas quer que sua irmã tenha sucesso como modelo, mas ao se encontrar com Arata, um rapaz tímido que sofre bullying na escola, ela fica encantada com suas habilidades em Karuta  e passa a gostar muito do jogo! No entanto, Taichi começa a morrer de ciúmes dessa amizade. 



O tempo passa e os três amigos se separam, mas Chihaya e Taichi voltam a estudar juntos na mesma escola e quando Chihaya finalmente muda de nível no Karuta, resolve entrar em contato com Arata, que a atende de maneira fria, dizendo que não joga mais. Isso porque Arata tem sérios motivos para ter desistido de seu sonho, mas Chihaya e Taichi não se dão por vencidos e resolvem abrir um clube da Karuta na escola e entrar para o torneio nacional. 

Os episódios de modo geral mostram os integrantes do clube, Nishida, Komano, Kana, Chihaya e Taichi participando de torneios e treinando na escola. Com o passar do tempo eles vão ficando mais fortes, ao mesmo tempo em que as competições vão ficando mais difíceis. Já Arata continua aparecendo no anime, uma vez que a Chihaya não desiste do rapaz. 



É terrível ver o pobre Taichi apaixonado por Chihaya, já que a garota só quer saber de Karuta e manter contato com o Arata, não percebendo os sentimentos do amigo. Senti tanta pena por ele e tanta antipatia pelo Arata! Igualmente perturbador é ver a personalidade egoísta da irmã de Chihaya, extremamente diferente dela. Entretanto, acho que “Chihayafuru” não é bem um anime sobre romance e sim sobre determinação, por isso é interessante ver os personagens em busca de seus sonhos, como isso afeta a vida deles e o grande valor da amizade. 



Apesar de ser um drama, o anime também possui pitadas de romance (com o triângulo Arata, Chihaya e Taichi) e cenas de alívio cômico com a personalidade maluquinha de Chihaya. Em suma, “Chihayafuru” me agradou bastante, pena que o final não teve muita conclusão, mas esperamos por uma segunda temporada.

Eu tinha decidido não colocar mais opening e ending no blog, já que toda hora o Youtube tira os vídeos do ar, mas no caso de "Chihayafuru” vale a pena. Porém, só achei a abertura do anime.

             



Final: Terminou mais ou menos da maneira que começou, além de pedir desesperadamente por uma segunda temporada! 

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“To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma animação do diretor Shindo Jun, (de “Saiunkoku Monogatari”) e do roteirista Okudera Satoko (de “Summer Wars”). O filme não é do meu amado Hayao Miyazaki, mas achei bom mesmo assim! 

Fana del Moral está prometida ao príncipe herdeiro do trono de Levamme, mas não mostra nenhuma paixão nesse relacionamento, apenas está conformada com seu destino. Já o príncipe Carlo está verdadeiramente apaixonado pela moça e promete se casar com ela dentro de 1 ano, prazo estipulado por ele mesmo para acabar com a guerra que está destruindo seu reino. 



No entanto, com a proximidade do prazo, o reino de Fana sobre um terrível ataque que culmina na morte de seu pai. Como o alvo era mesmo a futura imperatriz, o príncipe resolve mandar buscá-la e é assim que Fana parte com o piloto Charles em uma perigosa missão. 

Charles Karino é piloto de avião mercenário do império de Levamme, apesar de ser considerado um simples bastardo pelos pilotos oficiais, Charles é um excelente piloto e por isso recebe a missão de atravessar o oceano, em plena guerra, para levar Fana ao príncipe. 



Obviamente os dois encontram grandes problemas durante a viagem e passam a se conhecer melhor, o que os aproxima bastante. Fana tenta ajudar Charles o máximo possível e é evidente que o rapaz a admira, tratando-a sempre gentilmente, mostrando ternura. No entanto, a trama pode frustrar os mais românticos, por não apresentar um romance de verdade, apesar de existir um certo interesse amoroso, principalmente por parte de Fana. Aliás, acho que Charles representa para a futura imperatriz uma fuga, um refúgio, pois afinal é com ele que ela vive uma grande aventura e enxerga uma possibilidade verdadeira de fugir de seu status. 

De modo geral “To aru Hikuushi e no Tsuioku” é uma ótima animação, com boas sequências de ação. Particularmente, eu gostei do filme e apesar de desejar um final diferente acho que ele foi condizente com o enredo, já que um grande amor pode mudar nossas vidas de muitas maneiras, mas nem sempre pode mudar o nosso destino.


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Esses dias eu fiz minha lista de aberturas preferidas, então, agora faço minha lista de encerramentos favoritos e confesso que muitas vezes eu gosto mais dos encerramentos do que das aberturas! 

10. Vampire Knight – Still doll - É um ending tão sombrio e dramático! A cara do anime! 

                     

9. Kaichou wa Maid Sama – Loop – Eu nem acho a música muito boa, mas eu gosto do segundo encerramento porque mostra um pouco da vida do Usui, algo que fica a desejar no anime.

                   

 8. Kare Kano - Yume no Nakae – Acho que eu gosto desse encerramento principalmente pelo fato de não ser uma animação, isso me pareceu na época bastante original. E é claro, eu gosto da música!

                  

7. Zoku Natsume Yuujinchou – Aishiteru – Eu sinceramente acho que a trilha sonora da série “Natsume” possui músicas muito parecidas umas com as outras, mas “Aishiteru” é bem diferente das demais e por isso, eu gostei bastante!

                 

6. Kimi ni Todoke – “Kimi ni Todoke” - O encerramento da segunda temporada não é melhor do que o da primeira, a meu ver, mas me emocionou também!

               

5. Kimi ni Todoke – Kataomoi – Vamos combinar que a voz da cantora Chara é extremamente fofa! Assim como tudo relacionado a Kimi ni Todoke! Lindo encerramento da primeira temporada, pena que não encontrei nenhum vídeo dele! Mas fiquem com a música....

               

4. Toshokan Sensou – Changes. O som da guitarra do ending desse anime é viciante! Sem contar que acho a banda Base Ball Bear ótima!

             

3. Fushigi Yuugi – Tokimeki na Doukasen - O encerramento em si não tem nada demais, mas confesso que gostava muito de escutar a voz da cantora e assim que comecei a ver o anime já sabia cantar toda a música!

           

2. Bakemonogatari – Kimi No Shiranai Monogatari – Este é um ending maravilhoso! Fiquei bastante surpresa por descobrir que Supercell é uma banda com 11 membros e que eles usavam vocaloid! Enfim, é um encerramento lindo, com uma música ótima que, aliás, nunca mais saiu da minha cabeça!

           

1. Nodame Cantabile – Konna ni Chikaku de..." - O ending é o primeiro da primeira temporada e nenhum outro conseguiu superar este! Só de ouvir o violino eu começo a me lembrar de todo o anime!

           

Por enquanto este é o meu top 10, mas à medida que assisto aos animes minhas preferências vão mudando, por isso, não se assustem se um dia eu fizer uma nova lista bem diferente dessa!

Pers