Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Com tanta gente falando de “Suki-tte Ii Na Yo” eu resolvi ler o mangá antes de ver o anime, por isso nesta resenha não poderei fazer comparações. 


Particularmente eu não gostei muito dos traços do mangá e o enredo não é nada original: o garoto popular que se apaixona pela garota tímida, inclusive, já vimos isso em “Kimi ni Todoke”! Entretanto, apesar disso, afirmo que o mangá não é ruim! Mesmo porque adoro um clichê! E a protagonista tem uma personalidade fantástica, não é aquela garota super meiga que me dá nos nervos! Tudo bem que a Mei é insegura, mas possui uma personalidade bem forte! 



Mei Tachibana é uma garota que sofre bullying na escola, que nunca teve voz ativa para expressar seus sentimentos, achando que, por conta de sua má experiência com os amigos no passado, não vale mais a pena tentar se relacionar com as pessoas. No entanto, tudo muda quando Mei dá um belo chute no popular Yamato Kurosawa, já que seu amigo estava perturbando a coitada na escola. Yamato fica interessadíssimo na garota e resolve dar a ela seu número de telefone. Claro que Mei nunca se imaginou ligando para ninguém, mas um dia é perseguida e acaba chamando Yamato para ajudá-la. Para afugentar o perseguidor, o garoto beija Mei, o que faz com que ela fique bastante abalada. 

Eu particularmente não gosto muito do Yamato, acho que como diz um amigo dele (que também sofria bullying), ele é bastante negligente com a Mei, muitas vezes não percebe o quanto ela sofre com a sua popularidade, mas é inegável que o rapaz gosta bastante da moça. 



Eu não sei como é no anime (ainda), mas o mangá possui personagens secundários bem legais, com histórias bastante interessantes, penas que às vezes eles somem de cena. Destaque para a Asami, que também sofre bastante por ter seios grandes e Kai Takemura, o amigo do Yamato que sofria bullying na escola e que se apaixona por Mei. Como em qualquer mangá shoujo temos as vilãs e até o volume 6 a que mais ameaça perturbar a paz do casal protagonista é Megumi Kitagawa, que ao tentar agradar todo mundo, tenta roubar os amigos e o Yamato da Mei. 

Até agora só achei até o volume 6 pra baixar, mas estou no aguardo de novos capítulos e esperando o anime estar completamente legendado para poder assistir! 

Pers


Esses dias eu publique no Japanholic's Hyperdimension, no Facebook, uma resenha sobre os OVAS de “Mahou Tsukai Tai!”. Como eu gostei bastante da história acho justo publicar a resenha aqui também! 

“Mahou Tsukai Tai!” tem apenas 6 OVAs e 13 episódio para uma serie de TV. Até agora eu só vi os OVAs e é sobre eles que irei falar. 

Eu não gosto muito de ecchi, mas neste caso o ecchi não é o ponto principal do enredo, aparecendo apenas nos momentos de comédia ou em momentos mais sérios, quebrando o clímax e deixando as coisas mais leves. 



Na história os alienígenas, chamados de Bell, invadiram a terra, mas vivem pacificamente com os humanos. Porém, nem todos acreditam que isso durará para sempre. 

Sae Sawanoguchi é uma estudante que incentivada pelo seu senpai, Takakura, começa a usar magia, na tentativa de enfrentar os alienígenas. Sua amiga Nanaka, mesmo não gostando muito da ideia, acaba se juntando ao clube, que além desses três personagens é composto por Ayanojyo Aburatsubo (um garoto que sempre tentar flertar com Takakura) e Akane, a garota sensual da história, que é excelente em magia! 

Nos 6 ovas vemos o grupo escolar tentando aprender a fazer feitiços mais complexos, mas sempre acabam entrando em confusão, pois os Bells não são tolos e começam a investigar o uso de magia, enquanto dois jornalistas também começam a investigar o grupo escolar. 



De modo geral “Mahou Tsukai Tai!” é um excelente anime para descontrair e dar risada, as situações absurdas, muitas vezes misturadas com Ecchi, são ótimas e ainda tem romance, trabalhado melhor no anime, entre Sae e Takakura. Além disso, devo dizer que adorei o "não casal" Aburatsubo e Nanaka, já que mesmo gostando de Takakura, Aburatsubo demonstra carinho e afeto por Nanaka. 

Como são apenas 6 OVAs e bastante divertido, Mahou Tsukai Tai! fica como dica para quem não tem muito tempo livre! 

Final: Feliz 

Pers 



Eu já disse anteriormente em “Hakuouki Shinsengumi Kitan”, que animes históricos não me atraem muito, mas eu li muitos comentários positivos sobre “Oda Nobuna no Yabou” e resolvi encarar o anime. 

Tenho que dizer logo de cara que uma das coisas que me fizeram ter dúvidas sobre o anime é o enredo. Como assim os samurais são mulheres? Que inversão histórica é essa? Parece muito bizarro e não vou mentir é bizarro e nonsense. 

Sagara Yoshiharu é um garoto de 17 anos que adora jogar vídeos games e um dia acaba voltando no tempo para o período das guerras civis (Sengoku), mas ao invés de encontrar os famosos samurais acostumados a ver seus jogos, Sagara encontra belas samurais e uma delas, a líder, é Oda Nobuna, a versão feminina do samurai Oda Nobunaga. Sagara não sabe o que fazer para voltar no tempo e para seu mundo, então fica no bando de Oda, servindo-a no lugar de Kinoshita Toukichirou, que faleceu em suas mãos no campo de batalha. 



Além de Sagara e Oda, a equipe da líder é composta por outras mulheres: Katsuie Shibata, também conhecida como Riku, é a encarregada das batalhas, sendo uma das guerreiras mais fortes; Nagahide Niwa é a mais inteligente de todas e por isso uma das melhores estrategistas de Oda; Goemon, uma garotinha, serva de Sagara, que corta as palavras ao falar, mas uma excelente ninja, líder de alguns bandidos; Hisahide Matsunaga é a “feiticeira” do grupo e também serva de Sagara, Akechi Mitsuhide (ou somente Jubei), uma estrategista um tanto cruel, que morre de inveja de Sagara, entre outras guerreiras e aliados que Oda faz ao longo do anime. 

Eu imagino que quem gosta de História de verdade e principalmente de História sobre o Japão, deve ter achado um ultraje Oda ser mulher! Confesso que eu mesma achei muito forçado, principalmente por conta de algumas cenas ecchi. Sem contar que a história do anime deturpa de todas as formas a história real! No entanto, se você for capaz de deixar esse detalhe de lado é possível apreciar a obra e dar boas risadas com as situações apresentadas. 



Além da comédia, o anime apresenta cenas de ação, lutas com espadas e um suspense por conta das estratégias tomadas pelos grupos inimigos e pelo próprio grupo de Oda. Muitas vezes me sentia dentro de um jogo de vídeo game, já que Sagara usa suas estratégias de jogo para conquistar territórios. Por isso, apesar de algumas bizarrices acredito que “Oda Nobuna no Yabou” tem mais aspectos positivos do que negativos e para quem gosta de ação com comédia essa é uma boa indicação de anime.

Pers


"Allison & Lilian” é um anime bem diferente por mostrar duas histórias em uma, já que se divide em duas partes: a primeira conta a história de Allison e Will e a segunda de Lillia e Treize. 

Na primeira fase temos a história dos primeiros protagonistas. Allison é uma jovem loira, espontânea e aventureira, que trabalha na aviação do seu reino, Roxche, que após muitos anos de guerra, está em trégua com outro reino, Sou Beil. Enquanto Allison sonha em pilotar um caça, Will é um jovem mais tranquilo, muito inteligente, com uma excelente memória, além de ser um bom atirador. Apesar de ser bastante calmo, Allison sempre o leva para alguma aventura.



Depois de algumas dessas aventuras envolvendo a guerra entre os reinos e o descobrimento da Princesa Fi, os dois protagonistas passam a morar juntos e Allison fica grávida. Porém, Will acaba se tornando um agente duplo, deixando Allison sozinha com a filha. Entretanto, Will não some por completo, volta como um novo nome, como se fosse outra pessoa e ele e Allison voltam a namorar. 

Na segunda parte do anime somos apresentados a Lillia, uma garota que se parece muito com a mãe, principalmente por ser sempre bastante enérgica. Nessa fase da história, 15 anos depois do nascimento de Lillia, ela e Treize, que na verdade é um príncipe, tornam-se protagonistas da história. 

O anime é completo no sentido de mostrar bem o desenvolvimento dos personagens, Allison muda quando se torna mãe, apesar de continuar bastante impulsiva e gostei muito de ver a passagem de tempo, mostrando bem a vida dos personagens. No entanto, as coisas sempre se resolvem de maneira muito rápida, sem muita complexidade.



Apesar de ter muitas aventuras e ação, o anime possui um toque de romance e é divertido ver Allison tentando conquistar Will na primeira fase, assim como é interessante ver o relacionamento de Treize e Lillia, que é uma garota bastante teimosa, principalmente em admitir seus sentimentos. 

De modo geral “Allison & Lillia” me agradou e por conta da falta de complexidade em alguns pontos o anime acaba sendo leve e agradável de assistir. 

                

Final: Feliz, mas poderia ter tido um final mais detalhado.

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Acho que ando muito nostálgica ultimamente, já que logo depois de Yuyu Hakusho eu fiquei pensando nos animes da minha adolescência e claro, “Shurato” era um deles. 

Como já disse antes “Os cavaleiros dos Zodíacos” não era um anime que eu gostasse muito, essa coisa de armadura nunca me empolgou, mas com “Shurato” foi diferente e acho que o motivo era o enredo: dois amigos que se tornam inimigos. 



Tudo começa na final de um torneio de artes marciais, em que Shurato Hidaka e Gai Kuroki são subitamente transportados para um mundo paralelo, o Mundo Celestial, durante a luta deles. Shurato e Gai são dois melhores amigos de infância, mas são totalmente diferentes no quesito personalidade e no Mundo Celestial, (lugar em que as pessoas possuem Souma, uma forma de energia espiritual) Shurato descobre que ele é, na verdade, a reencarnação de um rei e um dos Hachibushu, um grupo de oito guardiões lendários com alta quantidade de Souma. Tanto ele como Gai foram levados para aquele mundo para lutar contra os deuses de Asura, uma legião de guerreiros destrutivos. Entretanto, por razões desconhecidas, Gai tenta matar Shurato repetidas vezes, confundindo Shurato, uma vez que o Gai real é um pacifista e a pessoa com mais compaixão que ele conhece.



No novo mundo Shurato conhece Rakesh, que se diz apaixonada por ele, mas é uma sacerdotisa de Vishnu. Ao longo da história conhecemos os oito guardiões, cada um com sua personalidade e Shurato vai ganhado, aos poucos, a confiança de cada um, unindo-se a eles. Juntamente com suas armaduras, Shurato e seus companheiros lutam para proteger o Mundo Celestial, sempre tentando descobrir porque Gai não o reconhece mais como amigo, sendo uma pessoa ruim. 

O anime tem um total de 38 episódios e um OVA que finaliza a história. Talvez para muitos “Shurato” tenha sido só mais um anime em que meninos usam armaduras, sem muita originalidade, mas eu gostava da história e tentava ignorar os exageros que grande parte dos animes que abordam ação e lutas tem! 

PS: Adoro a abertura original!

                

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Finalmente voltei a assistir a um dorama, indicação da Jéssica do blog Estórias e Reflexões

“Proposal Daisakusen” é um J-Drama que mostra a história de Ken Iwase, um rapaz que é apaixonado por sua melhor amiga, Rei Yoshida, mas nunca confessou seu amor por ela. Resultado disso: ele acaba assistindo o casamento da moça com outro! Cheio de remorsos e arrependimentos, Ken ganha uma nova oportunidade na vida: a de mudar seu passado! Isso porque um “fado madrinho” ficou com pena dele e resolveu ajudar o pobre moço! Assim, a cada foto apresentada no slide no casamento de Rei, Ken volta ao passado e tenta mudar sua história. 



Devo dizer que Ken era realmente um tapado e continua sendo, como é que alguém demora tanto pra se confessar para uma pessoa? Eu até entendo que a Rei tenha desistido de esperar por ele, embora eu também entenda que na adolescência não é tão simples assim expressar seus sentimentos. Com a lerdeza de Ken, Tada, o noivo de Rei, se aproxima dela e aos pouco se envolvem. Não é culpa de Tada que Rei e Ken não tenham ficado juntos, acho que a culpa mesmo é dos protagonistas por nunca terem sido sinceros com seus sentimentos. 

Quantos aos personagens do dorama, destaque para a paciência do “fado”, que ajudou o Ken a voltar várias vezes no tempo e para os amigos dos protagonistas, que juntos formam um excelente grupo, responsáveis pela parte nostálgica vivida por Ken, afinal eles são amigos de infância. 



Para ser bem sincera, não esperava muito de “Proposal Daisakusen”, mas a história acabou me surpreendendo e me envolvendo bastante por ter um enredo divertido, romântico e engraçado! Impossível você não se desesperar com o Ken e não torcer por ele! E digo mais, até o momento é meu o J-drama favorito, por isso, apesar da dificuldade em achar downloads legendados em português eu recomendo o dorama! Se você gosta de comédia romântica assista, nem que seja legendado em espanhol! 

Final: O final do dorama tem mais do que um gostinho de quero mais, porque quando acabou eu pensei: “E o resto”? É, o resto está no especial (um filme) que conta a finalização da história de maneira mais conclusiva e igualmente divertida. 

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Recentemente a Jéssyca do blog Rei dos Cogumelos me convidou para participar de um grupo no facebook, o “Chá com blog versão Otaku”! Achei a ideia maravilhosa por ser uma oportunidade das pessoas divulgarem seus blogs e comentarem sobre animes. 

Além de me tornar administradora desse grupo, o Japanholic's Hyperdimension também me propôs parceria e me convidou para ser uma administradora deles também! Nem preciso dizer que me senti super lisonjeada! 

Assim, peço, por favor, para os blogueiros entrarem no grupo “Chá com blog” e divulgarem seus trabalhos. Peço também que todos aqueles que gostam de animes curtam a página do "Japanholic's" no facebook, que tem um conteúdo bastante diferenciado (principalmente por abordar animes menos conhecidos) e discussões bem legais sobre o mundo otaku!! 

Outro ponto que eu gostaria de comentar é sobre os links do blog, Recentemente recebi uma mensagem do blogger avisando que um dos meus posts, especificamente o Gakuen Alice, havia sido movido para a pasta de rascunhos por conta de uma denúncia por infringir algum direito autoral. Bom, só posso deduzir que seja por conta do link para download e sendo assim, resolvi não colocar mais os links no blog. É uma pena, mas é melhor do que ter problemas com justiça! 

Na próxima semana, novas resenhas no blog. Prometo!

Pers


“Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” é um anime super curto de apenas 6 episódios que mostra a história de Yuichi Ezaki e Rika Akiba, ambos adolescentes hospitalizados, já que ele tem hepatite do tipo A e ela tem problemas no coração. 

A história mostra o começo da amizade entre eles e o surgimento do amor, mas nem tudo é muito simples, a começar pela personalidade dominadora de Rika! Ela manda e desmanda no pobre Yuichi que no fundo adora a companhia da moça por estar bastante entediado no hospital, mas também porque começa a gostar de vê-la sorrindo, já que Rika não é muito sociável. 



Logo no começo do anime os dois se envolvem e Yuichi leva Rika para o topo de uma montanha, lugar em que o pai da garota também a levou antes de morrer. Lá Yuichi faz sua confissão de maneira um tanto desastrosa. Porém, aparece o Doutor Natsume, que fica um pouco entre os dois, já que é evidente que ele sente bastante inveja de Yuichi, sendo um medico pessimista e inconveniente!



É engraçado como Yuichi fica sempre doente dentro do hospital, mesmo apenas tendo uma hepatite! É interessante também notar a ausência dos pais dos protagonistas, ainda que a mãe de Rika apareça, acho que o mais normal seria que ela estivesse o tempo todo por lá! Outra coisa que gostaria de destacar é a enfermeira do hospital que cuida do casal, ela é fantástica, inteligente, engraçada e nada convencional. 

               

O anime me parece um shounen, se não estou equivocada quanto ao gênero, já que tudo está relatado do ponto de vista do Yuichi. O fato de ser curto não é problema para desenvolverem a história, o que me pareceu um super ponto positivo. E como se isso não bastasse, “Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” também tem momentos de alívio cômico. Assim, me surpreendi com esse anime e recomendo para todos. 

               

Final: Acho que levando em conta o estado de saúde de Rika o final é feliz! Detalhe que o ending mostra cenas do que seria do futuro deles e achei isso bem bacana.

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Comecei a ver a segunda temporada de “Kuroshitsuji”, que tem apenas 12 episódios, imediatamente depois de terminar a primeira, tamanha minha curiosidade pela história. 

Se depois de ver o final da primeira temporada a gente acha que o anime terminou de uma maneira conclusiva e só começar a ver a segunda para ter certeza que não! Agora, além de Ciel não ter sido devorado por Sebastian, ele ainda perde a memória! Porém, esse não é o único enigma que ronda a segunda temporada! 

Novos personagens surgem como Alois Trancy e seu demônio Claude e devo dizer que esse joguinho yaoi apresentado por Trancy não é tão divertido quanto o do Grell. Na verdade, Trancy é perturbador, um psicopata e ainda que ele tenha sido abusado, o que já deixaria uma pessoa normal um tanto perturbada, não justifica sua mentalidade doentia e sádica. Enfim, Trancy é o oposto de Ciel, que apesar de buscar vingança nunca maltratou seus servos, já Trancy arranca o olho de sua misteriosa empregada Hanna sem nem ao menos pestanejar. 



Se a família de Ciel é conhecida por ser o cão leal da Rainha, a família de Trancy é aranha da Rainha, o que gera uma certa competição entre eles. Novos mistérios aparecem, uma disputa acirrada pela alma de Ciel entra em jogo e por conta disso, podemos assistir a vários duelos entre os mordomos demônios! 



Infelizmente, os coadjuvantes nessa temporada perdem espaço, assim como a comédia, abrindo espaço para o drama. Acredito, sinceramente, que "Kuroshitsuji" poderia ter tido uma melhor segunda temporada ou ter sido finalizado na primeira mesmo, que terminou de uma maneira muito bem feita, bem de acordo com a história do anime. Enfim, a série é ótima de modo geral e os mistérios apresentados são todos solucionados, não deixando marcas para dúvidas. No entanto, seu término me deixou com um gostinho de decepção, já que "Kuroshitsuji" é bem mais do que foi apresentado na segunda temporada. 


                 

Final: Termina de maneira até que surpreendente, já que Ciel não é mais o mesmo do começo da história e eu diria que não foi um final feliz para o pobre Sebastian.


“Hanasaku Iroha” é um shoujo que mostra a vida de Ohana, uma garota que tem uma mãe nada confiável, já que desde sempre negligenciou a filha, dando mais valor ao trabalho. Entretanto, a situação fica um pouco pior quando sua mãe resolve partir para uma aventura com o namorado, deixando a filha na Kissuiso, uma pousada de estilo tradicional japonês, que pertence a sua avó. 

Ohana é obrigada a largar sua vida em Tokyo, justo quando recebe uma declaração de amor de seu melhor amigo, Kou e passa a viver com sua avó, uma Okami (gerente) bastante severa. Como se não bastasse ter mudado totalmente de vida, a garota, a princípio, tem muita dificuldade em se dar bem com os outros funcionários da pousada. 



O anime vai mostrando a nova vida de Ohana convivendo com os funcionários que aos poucos vão se tornando seus amigos; a mais resistente é Minko, uma garota tsundere, que trabalha na cozinha como ajudante e acha que Tohru, por quem é apaixonada, está interessado em Ohana. Além desses funcionários, temos o escritor frustrado, a arrumadeira super tímida, Nako, o tio de Ohana, o cozinheiro chefe, entre outros. Nako também frequenta a mesma escola que Ohana e Minko e lá também conhecemos outros personagens, como, por exemplo, a neta da dona de um grande hotel da cidade. No entanto, acho que a personagem mais complexa é a própria mãe da protagonista, que tem uma personalidade difícil e um difícil relacionamento com sua própria mãe, a gerente da Kissuiso. 

O anime é um shoujo com drama, romance e devo dizer que não gostei muito de um possível triângulo amoroso entre Minko, Tohru e Ohana, porque sempre achei que Tohru combinasse melhor com a Minko, apesar de às vezes ela ser bem chatinha. 



Com uma protagonista bastante persistente o anime me cativou desde o princípio e foi divertido assisti-lo e esperar pelo desenrolar da história, uma vez que cada episódio terminava de um modo a fazer com que você quisesse ver o próximo! 

Sinceramente, não esperava ver nenhum amadurecimento da protagonista, esperava apenas vê-la se relacionando com seus novos amigos em sua nova vida, mas é inegável que a mãe de Ohana, assim como muitos personagens, foi mudando ao longo da história, inclusive o próprio relacionamento de Ohana e Kou terminou bem diferente do começo do anime. Sendo assim, “Hanasaku Iroha” não foi uma decepção e de modo geral achei um anime bem legal, com situações cômicas e uma protagonista bem teimosa! 

                 

Final: Um pouco triste por conta da Kissuiso, mas teve um final feliz para os protagonistas. 

Pers


Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

Pers



Demorei tanto pra ver “Kuroshitsuji” que já até havia me esquecido desse anime, mas nada como olhar minha velha lista de indicações para me lembrar dos animes que ainda não vi! 

Ciel Phantomhive é um garoto misterioso de 12 anos de idade, chefe da família Phantomhive e vive em uma mansão na Inglaterra, durante a época Vitoriana, tendo ao seu lado seu fiel mordomo Sebastian Michaelis. No entanto, Sebastian não é um mero empregado, é alguém de linhagem demoníaca e que por conta de um contrato com Ciel o serve com perfeição, solucionado problemas de todo tipo, uma vez que seu amo é alguém muito importante, não só por pertencer a uma nobre família, como também servir a Rainha. Dessa forma, Sebastian vai desde um mero mordomo a um guarda-costa demoníaco. 



O anime mostra o dia a dia de Ciel resolvendo casos estranhos e com isso somos apresentamos a vários personagens, como os empregados da mansão que formam o núcleo cômico do anime (sendo que cada um esconde um passado misterioso), Elizabeth, noiva de Ciel, o estranho dono de funerárias, o ingênuo policial que tenta resolver alguns crimes, o divertido mestre Lau, o maluco ceifador Grell, entre outros. 

Ciel e Sebastian vão resolvendo os problemas apresentados pela Rainha, entre eles o caso histórico do Jack, O estripador, o aparecimento de um cachorro demônio, entre outros casos horripilantes e bem misteriosos. No entanto, apesar de resolver os casos para Rainha, o objetivo principal de Ciel é se vingar pela morte de seus pais e por ter se torando um escravo logo depois do falecimento deles, sendo brutamente torturado durante esse período.



Apesar de achar algumas cenas estilo “yaoi meloso”, já que ás vezes aparece um certo sentimentalismo entre homens, eu gostei bastante do anime. De modo geral, “Kuroshitsuji” (que tem 26 episódios) é ótimo por saber dosar bem o drama com comédia e suspense, além de possuir personagens realmente cativantes como o próprio protagonista, um garoto aparentemente frio, mas que se preocupa bastante com as pessoas ao seu redor. Além disso, temos Sebastian que é um mordomo e tanto! 

Em breve assistirei a segunda temporada!

Final: De certa forma conclusivo, mas com gostinho de quero mais!

PS: As aberturas são bem legais, mas destaque para os encerramentos “I’m alive” de Becca e “Lacrimosa” da famosa banda Kalafina!

Pers