Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



“Tonari no Kaibutsu-kun” foi lançado ao mesmo tempo que “Suki-tte Ii na yo” e muito se falou a respeito de qual anime era melhor! Pra mim, agora que vi os dois, ambos são bons e tão diferentes que fica difícil dizer qual é o melhor, mas eu diria que “Suki-tte Ii na yo” tem mais drama e romance e “Tonari no Kaibutsu-kun” mais comédia e romance, carregando as situações mais pesadas de maneira mais leve. 

Shizuku Mizutani é uma garota nerd que só pensa em estudar e não tem nenhum amigo! Haru Yoshida é um selvagem de bom coração que por ser bastante rude também tem poucos amigos, aliás, quando alguém o chama de amigo até dinheiro ele dá pra pessoa, tamanha carência! Haru foi suspenso da escola logo no seu primeiro dia, já que se envolveu em uma briga e com isso ficou um mês sem ir para escola. Preocupada com sua educação, uma professora pede para Shizuku lhe entregar algumas anotações e mesmo sem querer ela acaba indo. Por conta disso, Haru acha que Shizuku é sua amiga e passa a ficar grudado na garota, além de se apaixonar por ela! 



Shizuku é fria e pouco entende dos sentimentos humanos, mas Haru a faz sentir coisas que antes nunca havia experimentado. Já Haru é mais sentimental, chora com mais facilidade e é mais sincero com seus sentimentos, além de ter melhores notas para o desespero de Shizuku! Ao longo do anime os protagonistas vão amadurecendo e se conhecendo melhor, Shizuku acaba se apaixonando por Haru, mas o namoro não acontece facilmente! Outros personagens entram na história e os protagonistas acabam se tornam amigos de outras pessoas, como Natsume, que é super fora, mas antissocial, Sasahara um garoto legal que joga baseball, Kenji, um antigo amigo de Haru que se apaixona por Shizuku e Chizuru, uma garota super tímida, que se apaixona por Haru. Além desses personagens, vale destacar Yuzan e Mitsuyoshi, o primeiro é irmão do protagonista e o segundo é que quase uma figura paterna para Haru. 


Fica evidente no anime que “Tonari no Kaibutsu-kun” tem mais história pra contar, mas infelizmente, muitas pontas ficam soltas sem serem resolvidas. No entanto, sempre nos resta a esperança de uma segunda temporada e quem sabe a leitura do mangá! De qualquer forma, o anime é leve, romântico e engraçado, além de ser bastante diferente, por ter personagens pouco explorados em animes shoujo. Estamos bastante acostumados com as tsundere, mas Shizuku, na verdade, tem sérios problemas para se relacionar socialmente. Além disso, Haru é rude, selvagem, bate na Shizuku sem querer com seu jeito destrambelhado, mas ao mesmo tempo é meigo e sensível. 

O romance do anime é ótimo e confesso que assisti quase sem parar de tanto me apaixonei pela história! Super recomendo pra quem gosta de um bom shoujo! 

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Quando eu comecei a baixar mangá na internet eu logo percebi que não era fácil encontrar mangás de animes shoujo mais famosos e quando encontrava nunca estavam traduzidos, ou porque não tinha quem fizesse o trabalho ou porque eles ainda não estavam terminados. Porém, logo descobri que havia uma gama enorme de um determinado tipo de mangá sempre traduzido e com um monte de fãs! Foi assim que conheci Mayu Shinjo. 

Mayu Shinjo é uma autora de mangá shoujo classificado às vezes como “hot”, “adulto” ou “picante”, mas pra mim a nomenclatura é um eufemismo para pornografia! E se vocês acham que vou tecer um texto criticando esse tipo de coisa estão enganados! Eu realmente acho uma pena que os Fansubbers acabem dando mais ênfase a esse tipo de mangá deixando às vezes de lado outros com histórias bem mais interessantes, mas não vou criticar nem a autora e nem as leitoras. Afinal, por que mulher não pode ler pornografia?



Eu acho doentias as relações de possessividade em que a mulher é submissa ao homem, por isso, detestei o protagonista de Haou Airen do mangá da Mayu Shinjo. Eu não consigo entender como as mulheres podem desejar esse tipo de relação e se encantarem com esse tipo de homem: Hakuron até estupra a protagonista! Depois de muito pensar e não chegar a lugar nenhum, conclui apenas que cada um tem suas manias e fantasias! Claro, eu realmente espero que as meninas que curtem esse tipo de leitura prefiram apenas ler a procurar na vida real homens assim! Meninas, esse tipo de relação não é saudável, podem acreditar!

No entanto, mesmo não gostando dessas histórias, foi um comentário de um rapaz que me fez escrever esse texto. Ele estava criticando esse tipo de shoujo não por conta do aspecto doentio e sim porque, segundo ele, esses mangás são pornográficos e sem história. Sim, eu concordo, mas espera um pouco, e o ecchi voltado para o público masculino?



Eu escuto muitos garotos reclamando desses “shoujo adulto” quando eles mesmos possuem uma pilha de mangás ecchi e filmes pornôs guardados no armário! Quer dizer que pornografia para homem pode, mas para mulher é porcaria? Oras, são tipos de insinuações diferentes, com um estilo pornográfico diferente, porque somos diferentes. Muitas mulheres gostam de fantasias seus príncipes bem diferentes daquelas da Disney, ainda que não me pareça muito saudável querer ser submissa, mas os homens também têm lá seus fetiches.

É certo que esses mangás não têm histórias decentes e quando tem alguma é só pra mostrar cenas de sexo, mas acho que o ecchi masculino não é muito diferente. Eu gosto de alguns mangás com cenas mais hot (smut, por exemplo), mas puro hentai eu não tenho paciência, porém, quem sou eu para criticar o gosto dos outros? É por isso que eu fiz esse texto, porque por mais espantada que eu fique ao ver meninas gostando cada vez mais de ler histórias um tanto doentias, mais me espanta é ver gente criticando esse tipo de mangá shoujo (pornográfico), sendo que são os mesmo que acham engraçado quando um menino diz que lê ecchi! É espantoso ver que a liberdade sexual feminina ainda é um tabu no mundo otaku! Simplesmente espantoso!

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Finalmente eu terminei de ver o anime “Sukitte li na yo” e, inevitavelmente, acabei comparando-o com o mangá! 

Pra quem não conhece a história, Mei Tachibana é uma garota com sérios problemas sociais, sem amigos e que sofre bullying na escola. Mei nunca teve voz ativa para expressar seus sentimentos, achando que, por conta de sua má experiência com os amigos no passado, não vale mais a pena tentar se relacionar com as pessoas. No entanto, um dia Mei dá um belo chute no popular Yamato Kurosawa, já que seu amigo (que é um verdadeiro idiota) estava perturbando a coitada na escola. Yamato fica interessadíssimo e mesmo sem querer Mei acaba se apaixonando, mudando completamente sua vida.



Eu continuo achando Yamato um cara muito egoísta, apesar de que a princípio ele pareça perfeito. Na verdade, eu acho que o anime suavizou o Yamato que muitas vezes é negligente com os sentimentos da Mei e bastante possessivo! No mangá até cheguei a torcer para o Kai Takemura, amigo do Yamato, que parecia entender a Mei perfeitamente, estando ao seu lado sempre que ela precisava. No entanto, no anime a imagem do Yamato não é tão arranhada, o que me faz entender porque as meninas o consideram um príncipe encantado. 

Agora se no mangá Megumi Kitagawa é uma vilã de dá nos nervos, no anime ela consegue ser bem pior, apesar de no final a gente entender seus motivos! Destaque para Asami que é uma excelente amiga, pena que nem sempre aparece. A Aiko também não aparece muito, mas adoro a perspicácia dela, dando um chega pra lá na Megumi e abrindo os olhos do Yamato. 



Agora que eu assisti ao anime entendo o sucesso que fez, já que nos nossos queridos shoujo a escassez de beijo é tão grande quanto a enrolação nos romance e “Sukitte li na yo” supera todos esses problemas, por isso ganhou tantos fãs! Com um romance direto e com beijos, a história se tornou um shoujo pra poucos colarem defeito! Eu, particularmente, espero que ele tenha uma segunda temporada em breve e que a autora do mangá não enrole muito nas suas publicações, para não matar a gente de ansiedade! 

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Eu li o mangá “Koukou Debut” (de 13 volumes) em pouquíssimo tempo porque me empolguei com a história logo ao princípio, apesar de ser um clichê: o garoto popular que se apaixona pela garota desajeitada. Acontece que Haruna não é qualquer garota e Yoh não é qualquer popular! Yoh odeia a popularidade e acho que é mais antissocial que Haruna, que é super fofa e acaba atraindo até a atenção de outros garotos ao longo da história. Porém, os protagonistas não se apaixonam à primeira vista. Na verdade, Haruna pede a Yoh que a ajude a se vestir e se tornar mais atraente, já que antes ela só pensava em jogar softball, sendo um pouco masculina. 

Com isso, Haruna acaba conhecendo os amigos e a irmã de Yoh e dessa forma se apaixona por Tamura Fumiya, melhor amigo do protagonista. No entanto, o rapaz só tem olhos para a irmã do amigo, Asami. Aliás, no filme a personalidade má dela não aparece muito, mas no mangá Asami é insuportável, egoísta, mimada e tem complexo de irmão, para piorar a situação. 



Com o primeiro amor destruído, Haruna se aproxima mais de Yoh e os dois acabam se apaixonando. Eu diria que o único problema do mangá é que com o tempo a história fica um tanto enrolada com situações que me parecem existir só porque a autora, Kazune Kawahara, queria esticar a história. Já o filme corta o que é desnecessário e foca apenas no principal do mangá, o que faz com que ele fique muito bom. 

No filme Haruna se veste muito pior do que no mangá, o que me fez rir bastante, mas é exatamente ingênua como a original e bastante generosa. Já Yoh é incrivelmente frio e demora bastante para admitir seus sentimentos por Haruna, exatamente como no original. Além disso, a escolha dos atores foi ótima, eles realmente estão parecidos com os personagens do mangá! 



É claro que o filme tem suas falhas, quando, por exemplo, Haruna e Yoh quase morrem de frio dentro do ginásio da escola, mas quando Haruna sai as pessoas estão com roupa de calor! Porém, de qualquer forma, eu adorei “High School Debut! Também recomendo a leitura do mangá, que é mais completa e também porque romance e comédia estão garantidos nessa história! 

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Eu não jogo mais vídeo games como antes, pra falar a verdade quase não jogo e nem sou fã de realidade virtual, mas falaram tanto de “Sword Art Online” (SAO) que eu resolvi conferir e gostei do que vi, até um determinado ponto. 

Em 2022 a humanidade conseguiu criar um ambiente completamente virtual e é neste ambiente chamado de “Sword Art Online”, que é na verdade um jogo, que 6 mil pessoas vivem atualmente tentando sobreviver. Milhões de pessoas foram aprisionadas nesse misterioso game, mas nem tudo por lá é realmente virtual, exemplo: a morte. Quando alguém morre no jogo, morre também na vida real. Os jogadores têm os cincos sentidos ativados e sentem tudo que se passa na realidade virtual, mas só poderão sai de lá se conseguirem chegar ao 100º andar da torre do jogo e derrotar o chefe final. 



O anime mostra a vida de Kirito como jogador, como ele se esforça pra sair de lá e junto com ele somos apresentados a Asuna, uma excelente heroína, diga-se de passagem, entre outros tantos personagens. Asuna e Kirito formam o casal de protagonistas da série, apesar do relacionamento deles não começar de imediato. 

No começo do anime eu fiquei com a impressão que Kirito tinha problemas para se relacionar, já que ele diz que se sentia mais vivo no jogo do que na vida real. Achei isso um pouco clichê, já que todo mundo tem essa ideia: nerds com problemas sociais gostam de vídeo games, RPG, mas depois gostei do fato de Kirito decidir sair do jogo, pois ele poderia passar a vida toda lá, mas o amor e amizade o fazem querer uma vida de verdade! Talvez a vida real seja assim mesmo, muitas pessoas só começam a querer viver quando acham que não podem mais! 



Eu diria que SAO é um excelente anime até o primeiro arco da história, do segundo arco pra frente é uma tristeza! Parece que trocaram de personagens no meio do caminho porque a Asuna vira objeto sexual e quase é estuprada, desaparecendo quase por completo a grande heroína do começo da série! E ainda tem a história da irmã do Kirito (que não é irmã, é prima) que é apaixonada por ele! Não sei o que aconteceu, só sei que SAO se tornou uma das minhas maiores frustrações, já que é um anime tão bom, tão original, com personagens tão cativantes, não deveria ter ficado ruim no meio do caminho! Não deveria! 

Enfim, se você for fisgado como eu fui, você pode ter estômago para ver até o final, mas com toda certeza poderá se decepcionar. 

Pers 




Eu esperei ansiosamente “Natsuyuki Rendezvous” estar devidamente legendado para eu pode baixar, afinal não é sempre que a gente escuta falar bem de um Josei! Aliás, Josei não são tão frequentes como os animes Shoujo, então, sempre que aparece um eu preciso conferir.


Ryuuseke Hazuki é um jovem apaixonado pela dona da floricultura que fica perto de sua casa, com um amor platônico o rapaz passa todos os dias para comprar um vaso de flores e assim poder ver Rokka Shimao. Um dia, porém, Hazuki tem a oportunidade que precisava para se aproximar de Rokka e se torna seu ajudante na loja. Entretanto, o que poderia ser um simples romance acaba sendo um pouco mais complicado com a presença do ex - marido falecido, Atsushi Shimao! Isso mesmo, Hazuki descobre que Rokka é viúva e que seu falecido marido ainda a protege, permanecendo ao seu lado, o problema é que Hazuki é o único que consegue vê-lo. 


Apesar de quando vivo querer que sua esposa, ao ficar viúva, seguisse em frente, agora como fantasma Shimao já não acha o mesmo, na verdade, ele oscila em deixar Hazuki conquistar Rokka ou impedi-lo. Ao longo do anime vamos vemos Shimao ganhar força como fantasma e Hazuki enfrentando-o para conseguir ficar com Rokka. Um aspecto positivo do anime é que Hazuki não enrola para demonstrar seus sentimentos e tentar conquistar a mulher que gosta. O problema mesmo fica por conta de Rokka que não sabe se aceita Hazuki, que é bem mais jovem que ela, ou continua como viúva. 



De modo geral, “Natsuyuki Rendezvous” é um anime muito bonito, principalmente no aspecto visual, mas mesmo amando um romance achei a história um pouco triste, já que conhecemos bem mais como Rokka e Shimao se conheceram do que o relacionamento dela com Hazuki. Acho que talvez tenha faltado um pouco mais de leveza na história, algum alívio cômico ou talvez o problema seja meu, por ter dificuldade em aceitar a morte. Enfim, eu gostei do final, que foi bem conclusivo, menos para o Shimao, e o anime me agradou relativamente em seus 12 episódios. 

Final: Feliz 

Pers 



Sabe quando você gosta de um anime e simplesmente o devora em poucos dias? Então, isso aconteceu comigo vendo “Kamisama Hajimemashita”. Claro que não é um anime que eu indicaria para qualquer um, somente pra aqueles que adoram um romance shoujo envolvendo humanos e youkais. 

Eu já tinha vistos animes do mesmo gênero, como “Inu x Boku SS” e “Otome Youkai Zakuro”, mas “Kamisama Hajimemmashita” se tornou o meu favorito por ter uma protagonista que apesar de não ser uma tsundere, como no caso das outras, é bastante enérgica, decidida e confesso que gostei de ver uma heroína mais honesta com seus sentimentos. 



Um dos motivos para não indicar para qualquer um é que o anime mais parece um mangá do tipo shoujo daqueles que só o relacionamento importa, mas não é um drama e no fundo a gente sempre sabe que tudo vai acabar bem, o herói vai aparecer para salvar a mocinha e acredito que isso nem sempre agrada! No entanto, eu adoro, mesmo porque o anime é bastante engraçado, leve e descontraído. 

Nanami é uma pobre coitada que ficou sem casa depois que seu pai sumiu por conta de suas dívidas. Desesperada, Nanami fica vagando na rua até salvar um rapaz chamado Mikage, que morre de medo de cachorros e como agradecimento a presenteia com o seu cargo, o de deus da Terra. Mikage está longe do seu templo por mais de 20 anos e encontrou em Nanami a solução perfeita para não poder voltar mais, já que a garota não tendo onde morar acaba ficando no cargo do templo, transformando-se em deusa da Terra. O problema é que a deusa precisa de um familiar, um youkai, que no caso é Tomoe, que servia Mikage. Tomoe demora muito para acreditar que Nanami poderá ser uma boa deusa da Terra, mas aos poucos acaba se envolvendo com ela. 



O anime mostra o dia a dia da protagonista como uma deusa, mas na verdade pouco é mostrado do que ela faz, aparecendo sempre um demônio que a coloca em perigo, motivo pelo qual Tomoe está sempre salvando a moça. Na verdade, Nanami até aumenta seus poderes, mas eu diria que o foco está mais na mudança de Tomoe em relação a ela, já que no princípio ele a detesta. Vários personagens aparecem no anime como Kurama, um demônio corvo, colega de sala de Nanami, e Mizuki um demônio cobra que se apaixona por ela, entre outros. 

               

De modo geral o anime é leve, divertidíssimo, tendo apenas 12 episódios. Eu também estou lendo o mangá, mas este ainda está incompleto, por isso, não sei se o anime terá uma segunda temporada. 

Final: Feliz, mas com algumas coisas sem ter a explicação devida. 

Pers


Eu fiquei na dúvida se iria gostar ou não de MM!, mas resolvi seguir o conselho do Eiti (do blog Our Otaku Life) e ignorei os absurdos do anime e fui me divertir! Às vezes animes non sense são os melhores pra fazerem a gente rir e esquecer os problemas! 

Sado Tarou é um rapaz masoquista que quer curar sua “doença” por acreditar estar apaixonado por uma moça bem misteriosa. Por isso, depois que sua colega de sala, Yuuno Arashiko, que sofre de androfobia, bate nele na frente dos outros e ele adora o fato, Tarou recorre ao Segundo Clube de Voluntariado, para os integrantes o ajudarem. Porém, Tarou descobre que Yuuno faz parte do clube e a presidente Isurugi Mio é na verdade uma sádica, o que só piora sua situação. 



O anime é muito engraçado e nada nele faz muito sentido. Mio não diz, mas é evidente que assim como Yuuno ela gosta do Tarou. Sendo uma personagem Tsundere eu passei a torcer por ela tempo todo. Já Yuuno é super meiga e delicada, mas como não consegue ficar perto dos homens acaba sempre batendo em Tarou. No decorrer da história surgem outros personagens como Onigawara Michiru, enfermeira da escola, que adora tirar fotos de meninas, Mamiya Yumi, que não suporta Tarou e Hiiragi Noa, uma gênia que se apaixona por ele. Sem contar Hayama Tatsukichi, melhor amigo do protagonista que esconde um grande segredo. 



Além da comédia, outro fato que eu gostei do anime foi a paródia ao Dragon Ball Z. Em um momento da história Tarou praticamente se torna um super Saiyajin da perversão! O ponto negativo é que o anime só tem 12 episódios e não possui continuação, já que o autor Akinari Matsuno faleceu. Uma pena porque o anime é realmente muito bom, ótimo para nos fazer rir com as situações bizarras apresentadas.

Pers
Desejo a todos um ótimo 2013 e que neste próximo ano a gente possa ver mais animes, filmes, doramas e ler mangás!!




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Às vezes eu tenho medo de assistir animes que todo mundo vê e fala bem, isso porque é bem possível eu não gostar da história. No entanto, eu tenho que concordar com os críticos de plantão sobre “Hyouka”, já que o anime é realmente bom, embora essa crítica positiva em relação ao anime possa não ser unanime. 

Houtarou Oreki é um rapaz tranquilo, melhor dizendo, clamo até demais, que prefere manter-se anônimo, não participando de nenhum clube na escola, já que seu lema é: “Não faço nada que não preciso fazer. E o que preciso fazer, faço rapidamente”. Entretanto, sua irmã lhe manda uma carta e o obriga a participar do Clube de Literatura, uma vez que ela era uma antiga participante e não quer que o clube encerre suas atividades por não ter ninguém participando dele. 



Logo no seu primeiro dia no clube, Oreki se depara com uma garota no local, que se chama Chitanda Eru, também uma nova integrante do Clube de Literatura Clássica, o que deixa Houtarou um tanto frustrado já que o garoto queria ser o único no local. Porém, Chitanda não deixa Oreki ir embora tão facilmente, dizendo a ele que ela não tinha a chave do local e que quando chegou a porta estava aberta. O problema em questão é que quando Houtarou chega a porta está trancada, sendo que ele a abriu com a chave que pegou na sala dos professores e se Chitanda não a havia fechado a porta, quem fechou? Esse é o primeiro mistério que o Clube tenta desvendar e logo já consegue mais um membro, Satoshi Fukube, amigo de Houtarou que o ajuda a resolver esse mistério. 

No entanto, quem assiste ao anime pensando que o clube vai ficar resolvendo grandes mistérios acaba se decepcionado. Os mistérios apresentados no anime às vezes são fracos, mas o que segura mesmo a obra são seus personagens e a relação entre eles. Obviamente Oreki passa a ser influenciado por Chitanda, deixando de lado sua eterna preguiça e sendo envolvido pelo entusiasmo da garota, que, aliás, sempre está animada quando se trata de resolver algum mistério, para o desespero de Oreki. Outro casal também bastante interessante é Satoshi e Mayaka, já que a garota nunca escondeu seus sentimentos pelo rapaz, mas Satoshi tem seus motivos para fugir dela. 



A parte estética é ótima e a obra parece trabalhar de uma maneira um tanto surrealista, transpondo imagens e mesclando cores nos momentos em que Oreki está refletindo sobre alguma coisa. Como eu disse anteriormente, o mistério não é o único ponto forte da história e o anime não é daqueles que quando a gente começa a ver quer terminar logo pra saber o final. “Hyouka” tem um ritmo lento, episódios que se passam apenas com os protagonistas em uma sala fazendo suposições e tudo isso pode nos fazer ver um episódio hoje e outro uma semana depois. Porém, nada disso me fez achar o anime ruim, pelo contrário, achei uma obra interessantíssima, rica em detalhes! 

O anime tem 22 episódios, sendo um Slice of Life, atualmente um dos meus gêneros preferidos e fica como dica pra quem está de férias! 

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Infelizmente essa semana não poderei publicar nenhum post! Meu marido está operado e eu sou sua enfermeira! Mas eu prometo que na próxima semana publicarei uma resenha de "Hyouka"! A última do ano!


Um feliz Natal a todos! Espero que aproveitem para descansar e quem sabe assistir a algum anime, dorama ou ler um mangá!

Pers


Com tanta gente falando de “Suki-tte Ii Na Yo” eu resolvi ler o mangá antes de ver o anime, por isso nesta resenha não poderei fazer comparações. 


Particularmente eu não gostei muito dos traços do mangá e o enredo não é nada original: o garoto popular que se apaixona pela garota tímida, inclusive, já vimos isso em “Kimi ni Todoke”! Entretanto, apesar disso, afirmo que o mangá não é ruim! Mesmo porque adoro um clichê! E a protagonista tem uma personalidade fantástica, não é aquela garota super meiga que me dá nos nervos! Tudo bem que a Mei é insegura, mas possui uma personalidade bem forte! 



Mei Tachibana é uma garota que sofre bullying na escola, que nunca teve voz ativa para expressar seus sentimentos, achando que, por conta de sua má experiência com os amigos no passado, não vale mais a pena tentar se relacionar com as pessoas. No entanto, tudo muda quando Mei dá um belo chute no popular Yamato Kurosawa, já que seu amigo estava perturbando a coitada na escola. Yamato fica interessadíssimo na garota e resolve dar a ela seu número de telefone. Claro que Mei nunca se imaginou ligando para ninguém, mas um dia é perseguida e acaba chamando Yamato para ajudá-la. Para afugentar o perseguidor, o garoto beija Mei, o que faz com que ela fique bastante abalada. 

Eu particularmente não gosto muito do Yamato, acho que como diz um amigo dele (que também sofria bullying), ele é bastante negligente com a Mei, muitas vezes não percebe o quanto ela sofre com a sua popularidade, mas é inegável que o rapaz gosta bastante da moça. 



Eu não sei como é no anime (ainda), mas o mangá possui personagens secundários bem legais, com histórias bastante interessantes, penas que às vezes eles somem de cena. Destaque para a Asami, que também sofre bastante por ter seios grandes e Kai Takemura, o amigo do Yamato que sofria bullying na escola e que se apaixona por Mei. Como em qualquer mangá shoujo temos as vilãs e até o volume 6 a que mais ameaça perturbar a paz do casal protagonista é Megumi Kitagawa, que ao tentar agradar todo mundo, tenta roubar os amigos e o Yamato da Mei. 

Até agora só achei até o volume 6 pra baixar, mas estou no aguardo de novos capítulos e esperando o anime estar completamente legendado para poder assistir! 

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