Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Godou Kusanagi é um adolescente de 16 anos que ao viajar para a Itália muda completamente sua vida. Godou precisa devolver um objeto a uma amiga de seu avô, mas sem saber carrega um objeto poderoso que o faz se envolver na luta entre deuses! Com o apoio e a ajuda de Erica, uma amazona, Godou acaba matando o deus “Verethragna” e com isso se torna um Campione, ou seja, alguém que consegue matar os deuses. A partir de então, Godou acaba se envolvendo em muitas lutas contra seres poderosos. 

Por ter matado Verethragna, Godou obtém as habilidades do antigo deus, e com isso ganha poderes diferentes, que às vezes nem o próprio corpo de Godou aguenta. Por outro lado, ao se tornar um Campione, o rapaz começa a atrair mulheres poderosas, o que faz, infelizmente, do anime uma harém. E assim, além de Erica, aparecem na vida do protagonista a meiga Yuri, a forte Liliana e a engraçada Ena, transformando tudo numa enorme confusão. 


O anime tem alguns saltos temporais, fatos rapidamente explicados, algumas incoerências e histórias absurdas envolvendo deuses antigos. Até mesmo Rick Riordan (autor da série de Percy Jackson) ficaria incrédulo com a história! Eu, particularmente, não me importo em misturar fantasia com História, o problema é que o enredo e as explicações de “Campione” passam do absurdo e depois de um tempo eu desisti de tentar entender! E dessa vez nem vou citar o harém como outro ponto negativo, porque quando decidi assistir ao anime eu já sabia que era desse gênero. Porém, o fato de Erica ter mudado completamente de personalidade e passar a se rastejar por Godou me irritou bastante! Uma pena que conseguiram estragar uma personagem que poderia ser bem mais interessante. 



Resumindo a minha humilde opinião: “Campione” tem boas cenas de lutas e só. Não me agradou as confusões do enredo, as personagens femininas e muito menos a história apresentada. Sem contar o erotismo forçado! Assim, se tiver segunda temporada não assistirei!

Pers


“Kotoura-san” é um anime que quem assiste ao primeiro episódio deve pensar que se trata de um drama, já que é impossível não sentir pena da Kotoura ao ser abandonada pelos amigos e pelos próprios pais, simplesmente por ser uma garota que consegue ler a mente dos outros. Aliás, acho que muita gente se decepcionou com o anime justamente por esperar mais depois de assistir ao primeiro episódio e depois verificar que “Kotoura-san” é bem mais romântico e engraçado do que dramático. 

Kotoura, a protagonista, não só lê a mente das pessoas como conta a elas o que lê, o que faz com que todos a tratem como uma aberração, sentimento criado principalmente pelo fato das pessoas não conseguirem encarar a verdade de seus próprios pensamentos. 


Crescendo sozinha, Kotoura muda de escola e em seu primeiro dia conhece Manabe, uma rapaz gentil, mas que só pensa em coisas pervertidas. Manabe se torna amigo de Kotoura, dizendo que sempre estará ao lado dela. Por conta disso, Kotoura passa a confiar mais em Manabe e até entra para o clube que investiga atividades paranormais, criado por Yuriko. No entanto, a princípio, Yuriko convida a garota com péssimas intenções, mas acaba se tornando amiga de Kotoura. O mesmo acontece com Moritani, que no começo do anime não gosta nada da protagonista e até atrapalha bastante a vida dela, já que Moritani é amiga de infância de Manabe e é apaixonada por ele. 

Kotoura tem a péssima mania de achar que é culpada por toda a desgraça dos outros e com isso muitas vezes acaba afastando seus amigos e até tenta se afastar de Manabe, negando seus sentimentos por ele, mas o rapaz não desiste fácil da moça! Achava uma graça todas vezes que ele demonstrava seu afeto por ela! Aliás, gostei de todos os personagens da série, até mesmo de Moritani, que se depois se torna uma personagem bem interessante. Só não gostei da resolução do último arco, que foi finalizado sem explicar algumas coisas, apesar do final do anime ser bem conclusivo. 


Enfim, eu esperava que “Koutara-san” fosse mais dramático, principalmente por causa do primeiro episódio. No entanto, o anime é leve, divertido e acabou sendo uma boa comédia romântica de se assistir, só não esperem muito drama, apesar do enredo apresentado, esse não é enfoque do anime.

Pers


Ultimamente não estou com tempo para ver doramas por terem um tempo maior do que animes por episódios. Porém, meu caro amigo Eiti, anda vendo bem mais doramas do que eu. Por isso, com a permissão dele, vou postar sua resenha sobre o Dorama GTO, que eu morro de vontade de assistir! 

Abaixo a resenha do Eiti do blog Our OtakuLife 

Neste post vou falar sobre o remake em dorama do mangá de GTO. Lembrando que ele já teve outro dorama em 1998. 

Pers

GTO 2012 - Dorama





GTO é sobre um professor ex-delinquente que começa a das aulas numa classe que é conhecida por expulsar os professores fazendo várias pegadinhas e até fazendo bullying. O mangá original é shounen de comédia com slice of life e um pouco de drama. No dorama eles misturaram a versão original e pegou alguns casos do Shonan 14 days. 

Esta versão dá a impressão que o Onizuka perdeu um pouco o lugar para os alunos. O foco do dorama está mais voltado aos casos pessoais dos alunos e menos na caracterização do professor. Claro que o Onizuka continua sendo o personagem mais importante, mas comparando com as outras versões, ele ficou mais fraco. 

Os casos são basicamente iguais, mas se compararmos com o primeiro dorama, a ordem dos casos está diferente e adicionaram outros casos. A grande mudança está no fim do dorama. A atual pega mais influência do anime do GTO. Sim, esta versão virou uma mistureba. 


Nesta versão também colocaram mais cenas de lutas. Ao menos são divertidas, mas também não acrescenta muita coisa 

O ator que faz o Onizuka está mais puxado para o lado cômico do que ao cool, como era o antigo. Só com essa parte já dá para notar que o foco está diferente. Lembro que quando eu vi o primeiro GTO e outros doramas com um professor como protagonista, eles ti dão vontade de ser professores, já que o personagem é algo que quem assiste quer ser. O ator do atual é mais cômico e mais próximo do Onizuka em momentos cômicos do mangá. Não acho que a escolha seja ruim, mas o Onizuka fica menos cool e assim fica menos marcante. 

Resumindo Tudo: Esta versão do dorama é divertida, mas não me cativou tanto quanto o primeiro dorama e outros que trazem um professor como protagonista. Então é um dorama que indicaria para os fãs de GTO, mas que não deve ficar comparando com as outras versões. Agora se quiser conhecer este tipo de mangá, então é melhor dar pesquisada em outros. 

Comentários: Eu gosto desses mangás que tem um professor cool que resolve a vida dos alunos (será que já criaram um nome específico para isso?), mas ao mesmo tempo eu fico em dúvida se isso é realmente algo que eu quero. Não acho que os alunos realmente queiram professores tão calorosos quanto eles. Será que na verdade os alunos querem um professor mais próximo dos alunos? Na verdade acho que esses mangás servem para que os leitores fiquem com vontade de se tornar um professor, querendo ou não essa profissão não é tão almejada pelos alunos. O que vocês acham? (principalmente os que já são professores =)). 

Eiti



Taito é um adolescente que acha que sua vida é normal e simples, mas isso porque ele esqueceu que há nove anos ele conheceu uma vampira que deu à ele o poder da imortalidade, já que ambos se amavam. Depois de ser atropelado, Taito tem seu corpo recomposto, porque é imortal e então se lembra de que Saitohimea (ou somente Himea) ainda o esperava!

Himea foi aprisionada pela Igreja com a ajuda de Hinata, irmão gêmeo de Kurenai Gekkou, que estuda na mesma escola que Taito e é presente do conselho estudantil. Depois de aparentemente terem derrotado Hinata, com a ajuda de Gekkou, Taito se torna “escravo” do presente do conselho e acaba se envolvendo em várias confusões por conta disso, afinal, a escola é a união de vários portais com vários monstros, feiticeira e demônios!



Gekkou tem como objetivo de vida matar seu irmão, que matou seus pais e ainda o jurou de morte! Tarefa nada fácil, já que Hinata é bastante poderoso e quer aprisionar novamente Himea, que é uma personagem misteriosa com várias personalidades e que por conta de sua solidão pode, inclusive, acabar com o mundo.

O anime está repleto de ecchi, fanservice e eu só continuei até o final porque queria saber o fim da história maluca, já que o enredo apresenta alguns ministérios a serem revelados. Não gostei da protagonista Himea e muito menos da Haruka, a amiga de infância de Taito; todos são bem fraquinhos no quesito construção de personagem, mas torci pra que Himea tivesse um final feliz com o Taito. Acho que a única coisa que achei realmente interessante foi tentar entender a personalidade mais obscura da Himea, mas o anime não trabalhou essa questão de maneira satisfatória, uma pena.



Resumindo, não se pode esperar muito de “Itsuka Tenma no Kuro Usagi”, já que o anime não mostra nada que possa realmente fazer com que ele se destaque dos demais, mas apresenta algumas situações interessantes, uma vez seu enredo mistura vampiros, demônios, anjos com romance, ação e comédia.

Pers



“Strobe Edge” é um mangá shoujo de 10 volumes da autora lo Sakisaka e que por ter uma história central bem interessante me fisgou logo de primeira. 

Ninako Kinoshita é uma garota simples, generosa e modesta que acaba se apaixonando por Ren Ichinose, um dos garotos mais bonitos da escola. Acontece que Ren tem namorada, Mayuka, e inevitavelmente acaba dispensando Ninako! Quando eu li isso achei a ideia sensacional, porque foge dos clichês shoujo, em que geralmente o rapaz larga a namorada para ficar com a protagonista, por ter uma paixão arrebatadora por ela de maneira inexplicável! Não, Ren gosta mesmo da sua namorada e ela não é nenhuma vilã que atrapalha o romance dos protagonistas. Pelo contrário, Mayuka é legal, não é nenhuma megera e encara de maneira madura a aproximação de Ninako e Ren. 


Ninako acaba se conformando com o fora que levou, mas continua amiga de Ren e com isso aos poucos a situação pra ela vai ficando insuportável. Não é fácil ser amiga de quem você está apaixonada, sendo que o rapaz ainda tem uma namorada! Claro que os sentimentos de Ren vão mudando, uma vez que Ninako muda um pouco a vida dele também, tornando-a até mesmo mais agradável e leve. Ren começa a se preocupar com Ninako e com os sentimentos dela, o que o deixa com remorso. 

Um ponto positivo do mangá é que nos extras sempre tem uma história paralela relacionada à trama principal, assim sabemos como Ren conheceu sua namorada e porque ele é tão relutante em assumir seus sentimentos por Ninako! Também somos apresentados às histórias dos personagens secundários, que são igualmente atraentes! Destaque para Daiki (irmão de Mayuka), melhor amigo de infância da Ninako que nutre uma paixão por ela, assim como Takumi (que chega a ser quase um rival de Ren) e Sayuri amiga da Ninako que gosta do Daiki. 


Eu realmente acho que Strobe Edge é um pouco diferente dos outros mangás shoujo, talvez não no quesito romance, mas na sua estrutura em si. Apesar de ter uma aparência simples e um romance que pode até ser classificado como óbvio, a forma com que a história se desenvolve é bastante atraente, além disso, as tramas e os personagens secundários chamam bastante a atenção do leitor! Por isso, gostei e recomendo! 


Pers


“Tonari no Kaibutsu-kun” foi lançado ao mesmo tempo que “Suki-tte Ii na yo” e muito se falou a respeito de qual anime era melhor! Pra mim, agora que vi os dois, ambos são bons e tão diferentes que fica difícil dizer qual é o melhor, mas eu diria que “Suki-tte Ii na yo” tem mais drama e romance e “Tonari no Kaibutsu-kun” mais comédia e romance, carregando as situações mais pesadas de maneira mais leve. 

Shizuku Mizutani é uma garota nerd que só pensa em estudar e não tem nenhum amigo! Haru Yoshida é um selvagem de bom coração que por ser bastante rude também tem poucos amigos, aliás, quando alguém o chama de amigo até dinheiro ele dá pra pessoa, tamanha carência! Haru foi suspenso da escola logo no seu primeiro dia, já que se envolveu em uma briga e com isso ficou um mês sem ir para escola. Preocupada com sua educação, uma professora pede para Shizuku lhe entregar algumas anotações e mesmo sem querer ela acaba indo. Por conta disso, Haru acha que Shizuku é sua amiga e passa a ficar grudado na garota, além de se apaixonar por ela! 



Shizuku é fria e pouco entende dos sentimentos humanos, mas Haru a faz sentir coisas que antes nunca havia experimentado. Já Haru é mais sentimental, chora com mais facilidade e é mais sincero com seus sentimentos, além de ter melhores notas para o desespero de Shizuku! Ao longo do anime os protagonistas vão amadurecendo e se conhecendo melhor, Shizuku acaba se apaixonando por Haru, mas o namoro não acontece facilmente! Outros personagens entram na história e os protagonistas acabam se tornam amigos de outras pessoas, como Natsume, que é super fora, mas antissocial, Sasahara um garoto legal que joga baseball, Kenji, um antigo amigo de Haru que se apaixona por Shizuku e Chizuru, uma garota super tímida, que se apaixona por Haru. Além desses personagens, vale destacar Yuzan e Mitsuyoshi, o primeiro é irmão do protagonista e o segundo é que quase uma figura paterna para Haru. 


Fica evidente no anime que “Tonari no Kaibutsu-kun” tem mais história pra contar, mas infelizmente, muitas pontas ficam soltas sem serem resolvidas. No entanto, sempre nos resta a esperança de uma segunda temporada e quem sabe a leitura do mangá! De qualquer forma, o anime é leve, romântico e engraçado, além de ser bastante diferente, por ter personagens pouco explorados em animes shoujo. Estamos bastante acostumados com as tsundere, mas Shizuku, na verdade, tem sérios problemas para se relacionar socialmente. Além disso, Haru é rude, selvagem, bate na Shizuku sem querer com seu jeito destrambelhado, mas ao mesmo tempo é meigo e sensível. 

O romance do anime é ótimo e confesso que assisti quase sem parar de tanto me apaixonei pela história! Super recomendo pra quem gosta de um bom shoujo! 

Pers


Quando eu comecei a baixar mangá na internet eu logo percebi que não era fácil encontrar mangás de animes shoujo mais famosos e quando encontrava nunca estavam traduzidos, ou porque não tinha quem fizesse o trabalho ou porque eles ainda não estavam terminados. Porém, logo descobri que havia uma gama enorme de um determinado tipo de mangá sempre traduzido e com um monte de fãs! Foi assim que conheci Mayu Shinjo. 

Mayu Shinjo é uma autora de mangá shoujo classificado às vezes como “hot”, “adulto” ou “picante”, mas pra mim a nomenclatura é um eufemismo para pornografia! E se vocês acham que vou tecer um texto criticando esse tipo de coisa estão enganados! Eu realmente acho uma pena que os Fansubbers acabem dando mais ênfase a esse tipo de mangá deixando às vezes de lado outros com histórias bem mais interessantes, mas não vou criticar nem a autora e nem as leitoras. Afinal, por que mulher não pode ler pornografia?



Eu acho doentias as relações de possessividade em que a mulher é submissa ao homem, por isso, detestei o protagonista de Haou Airen do mangá da Mayu Shinjo. Eu não consigo entender como as mulheres podem desejar esse tipo de relação e se encantarem com esse tipo de homem: Hakuron até estupra a protagonista! Depois de muito pensar e não chegar a lugar nenhum, conclui apenas que cada um tem suas manias e fantasias! Claro, eu realmente espero que as meninas que curtem esse tipo de leitura prefiram apenas ler a procurar na vida real homens assim! Meninas, esse tipo de relação não é saudável, podem acreditar!

No entanto, mesmo não gostando dessas histórias, foi um comentário de um rapaz que me fez escrever esse texto. Ele estava criticando esse tipo de shoujo não por conta do aspecto doentio e sim porque, segundo ele, esses mangás são pornográficos e sem história. Sim, eu concordo, mas espera um pouco, e o ecchi voltado para o público masculino?



Eu escuto muitos garotos reclamando desses “shoujo adulto” quando eles mesmos possuem uma pilha de mangás ecchi e filmes pornôs guardados no armário! Quer dizer que pornografia para homem pode, mas para mulher é porcaria? Oras, são tipos de insinuações diferentes, com um estilo pornográfico diferente, porque somos diferentes. Muitas mulheres gostam de fantasias seus príncipes bem diferentes daquelas da Disney, ainda que não me pareça muito saudável querer ser submissa, mas os homens também têm lá seus fetiches.

É certo que esses mangás não têm histórias decentes e quando tem alguma é só pra mostrar cenas de sexo, mas acho que o ecchi masculino não é muito diferente. Eu gosto de alguns mangás com cenas mais hot (smut, por exemplo), mas puro hentai eu não tenho paciência, porém, quem sou eu para criticar o gosto dos outros? É por isso que eu fiz esse texto, porque por mais espantada que eu fique ao ver meninas gostando cada vez mais de ler histórias um tanto doentias, mais me espanta é ver gente criticando esse tipo de mangá shoujo (pornográfico), sendo que são os mesmo que acham engraçado quando um menino diz que lê ecchi! É espantoso ver que a liberdade sexual feminina ainda é um tabu no mundo otaku! Simplesmente espantoso!

Pers


Finalmente eu terminei de ver o anime “Sukitte li na yo” e, inevitavelmente, acabei comparando-o com o mangá! 

Pra quem não conhece a história, Mei Tachibana é uma garota com sérios problemas sociais, sem amigos e que sofre bullying na escola. Mei nunca teve voz ativa para expressar seus sentimentos, achando que, por conta de sua má experiência com os amigos no passado, não vale mais a pena tentar se relacionar com as pessoas. No entanto, um dia Mei dá um belo chute no popular Yamato Kurosawa, já que seu amigo (que é um verdadeiro idiota) estava perturbando a coitada na escola. Yamato fica interessadíssimo e mesmo sem querer Mei acaba se apaixonando, mudando completamente sua vida.



Eu continuo achando Yamato um cara muito egoísta, apesar de que a princípio ele pareça perfeito. Na verdade, eu acho que o anime suavizou o Yamato que muitas vezes é negligente com os sentimentos da Mei e bastante possessivo! No mangá até cheguei a torcer para o Kai Takemura, amigo do Yamato, que parecia entender a Mei perfeitamente, estando ao seu lado sempre que ela precisava. No entanto, no anime a imagem do Yamato não é tão arranhada, o que me faz entender porque as meninas o consideram um príncipe encantado. 

Agora se no mangá Megumi Kitagawa é uma vilã de dá nos nervos, no anime ela consegue ser bem pior, apesar de no final a gente entender seus motivos! Destaque para Asami que é uma excelente amiga, pena que nem sempre aparece. A Aiko também não aparece muito, mas adoro a perspicácia dela, dando um chega pra lá na Megumi e abrindo os olhos do Yamato. 



Agora que eu assisti ao anime entendo o sucesso que fez, já que nos nossos queridos shoujo a escassez de beijo é tão grande quanto a enrolação nos romance e “Sukitte li na yo” supera todos esses problemas, por isso ganhou tantos fãs! Com um romance direto e com beijos, a história se tornou um shoujo pra poucos colarem defeito! Eu, particularmente, espero que ele tenha uma segunda temporada em breve e que a autora do mangá não enrole muito nas suas publicações, para não matar a gente de ansiedade! 

Pers


Eu li o mangá “Koukou Debut” (de 13 volumes) em pouquíssimo tempo porque me empolguei com a história logo ao princípio, apesar de ser um clichê: o garoto popular que se apaixona pela garota desajeitada. Acontece que Haruna não é qualquer garota e Yoh não é qualquer popular! Yoh odeia a popularidade e acho que é mais antissocial que Haruna, que é super fofa e acaba atraindo até a atenção de outros garotos ao longo da história. Porém, os protagonistas não se apaixonam à primeira vista. Na verdade, Haruna pede a Yoh que a ajude a se vestir e se tornar mais atraente, já que antes ela só pensava em jogar softball, sendo um pouco masculina. 

Com isso, Haruna acaba conhecendo os amigos e a irmã de Yoh e dessa forma se apaixona por Tamura Fumiya, melhor amigo do protagonista. No entanto, o rapaz só tem olhos para a irmã do amigo, Asami. Aliás, no filme a personalidade má dela não aparece muito, mas no mangá Asami é insuportável, egoísta, mimada e tem complexo de irmão, para piorar a situação. 



Com o primeiro amor destruído, Haruna se aproxima mais de Yoh e os dois acabam se apaixonando. Eu diria que o único problema do mangá é que com o tempo a história fica um tanto enrolada com situações que me parecem existir só porque a autora, Kazune Kawahara, queria esticar a história. Já o filme corta o que é desnecessário e foca apenas no principal do mangá, o que faz com que ele fique muito bom. 

No filme Haruna se veste muito pior do que no mangá, o que me fez rir bastante, mas é exatamente ingênua como a original e bastante generosa. Já Yoh é incrivelmente frio e demora bastante para admitir seus sentimentos por Haruna, exatamente como no original. Além disso, a escolha dos atores foi ótima, eles realmente estão parecidos com os personagens do mangá! 



É claro que o filme tem suas falhas, quando, por exemplo, Haruna e Yoh quase morrem de frio dentro do ginásio da escola, mas quando Haruna sai as pessoas estão com roupa de calor! Porém, de qualquer forma, eu adorei “High School Debut! Também recomendo a leitura do mangá, que é mais completa e também porque romance e comédia estão garantidos nessa história! 

Pers



Eu não jogo mais vídeo games como antes, pra falar a verdade quase não jogo e nem sou fã de realidade virtual, mas falaram tanto de “Sword Art Online” (SAO) que eu resolvi conferir e gostei do que vi, até um determinado ponto. 

Em 2022 a humanidade conseguiu criar um ambiente completamente virtual e é neste ambiente chamado de “Sword Art Online”, que é na verdade um jogo, que 6 mil pessoas vivem atualmente tentando sobreviver. Milhões de pessoas foram aprisionadas nesse misterioso game, mas nem tudo por lá é realmente virtual, exemplo: a morte. Quando alguém morre no jogo, morre também na vida real. Os jogadores têm os cincos sentidos ativados e sentem tudo que se passa na realidade virtual, mas só poderão sai de lá se conseguirem chegar ao 100º andar da torre do jogo e derrotar o chefe final. 



O anime mostra a vida de Kirito como jogador, como ele se esforça pra sair de lá e junto com ele somos apresentados a Asuna, uma excelente heroína, diga-se de passagem, entre outros tantos personagens. Asuna e Kirito formam o casal de protagonistas da série, apesar do relacionamento deles não começar de imediato. 

No começo do anime eu fiquei com a impressão que Kirito tinha problemas para se relacionar, já que ele diz que se sentia mais vivo no jogo do que na vida real. Achei isso um pouco clichê, já que todo mundo tem essa ideia: nerds com problemas sociais gostam de vídeo games, RPG, mas depois gostei do fato de Kirito decidir sair do jogo, pois ele poderia passar a vida toda lá, mas o amor e amizade o fazem querer uma vida de verdade! Talvez a vida real seja assim mesmo, muitas pessoas só começam a querer viver quando acham que não podem mais! 



Eu diria que SAO é um excelente anime até o primeiro arco da história, do segundo arco pra frente é uma tristeza! Parece que trocaram de personagens no meio do caminho porque a Asuna vira objeto sexual e quase é estuprada, desaparecendo quase por completo a grande heroína do começo da série! E ainda tem a história da irmã do Kirito (que não é irmã, é prima) que é apaixonada por ele! Não sei o que aconteceu, só sei que SAO se tornou uma das minhas maiores frustrações, já que é um anime tão bom, tão original, com personagens tão cativantes, não deveria ter ficado ruim no meio do caminho! Não deveria! 

Enfim, se você for fisgado como eu fui, você pode ter estômago para ver até o final, mas com toda certeza poderá se decepcionar. 

Pers 




Eu esperei ansiosamente “Natsuyuki Rendezvous” estar devidamente legendado para eu pode baixar, afinal não é sempre que a gente escuta falar bem de um Josei! Aliás, Josei não são tão frequentes como os animes Shoujo, então, sempre que aparece um eu preciso conferir.


Ryuuseke Hazuki é um jovem apaixonado pela dona da floricultura que fica perto de sua casa, com um amor platônico o rapaz passa todos os dias para comprar um vaso de flores e assim poder ver Rokka Shimao. Um dia, porém, Hazuki tem a oportunidade que precisava para se aproximar de Rokka e se torna seu ajudante na loja. Entretanto, o que poderia ser um simples romance acaba sendo um pouco mais complicado com a presença do ex - marido falecido, Atsushi Shimao! Isso mesmo, Hazuki descobre que Rokka é viúva e que seu falecido marido ainda a protege, permanecendo ao seu lado, o problema é que Hazuki é o único que consegue vê-lo. 


Apesar de quando vivo querer que sua esposa, ao ficar viúva, seguisse em frente, agora como fantasma Shimao já não acha o mesmo, na verdade, ele oscila em deixar Hazuki conquistar Rokka ou impedi-lo. Ao longo do anime vamos vemos Shimao ganhar força como fantasma e Hazuki enfrentando-o para conseguir ficar com Rokka. Um aspecto positivo do anime é que Hazuki não enrola para demonstrar seus sentimentos e tentar conquistar a mulher que gosta. O problema mesmo fica por conta de Rokka que não sabe se aceita Hazuki, que é bem mais jovem que ela, ou continua como viúva. 



De modo geral, “Natsuyuki Rendezvous” é um anime muito bonito, principalmente no aspecto visual, mas mesmo amando um romance achei a história um pouco triste, já que conhecemos bem mais como Rokka e Shimao se conheceram do que o relacionamento dela com Hazuki. Acho que talvez tenha faltado um pouco mais de leveza na história, algum alívio cômico ou talvez o problema seja meu, por ter dificuldade em aceitar a morte. Enfim, eu gostei do final, que foi bem conclusivo, menos para o Shimao, e o anime me agradou relativamente em seus 12 episódios. 

Final: Feliz 

Pers 



Sabe quando você gosta de um anime e simplesmente o devora em poucos dias? Então, isso aconteceu comigo vendo “Kamisama Hajimemashita”. Claro que não é um anime que eu indicaria para qualquer um, somente pra aqueles que adoram um romance shoujo envolvendo humanos e youkais. 

Eu já tinha vistos animes do mesmo gênero, como “Inu x Boku SS” e “Otome Youkai Zakuro”, mas “Kamisama Hajimemmashita” se tornou o meu favorito por ter uma protagonista que apesar de não ser uma tsundere, como no caso das outras, é bastante enérgica, decidida e confesso que gostei de ver uma heroína mais honesta com seus sentimentos. 



Um dos motivos para não indicar para qualquer um é que o anime mais parece um mangá do tipo shoujo daqueles que só o relacionamento importa, mas não é um drama e no fundo a gente sempre sabe que tudo vai acabar bem, o herói vai aparecer para salvar a mocinha e acredito que isso nem sempre agrada! No entanto, eu adoro, mesmo porque o anime é bastante engraçado, leve e descontraído. 

Nanami é uma pobre coitada que ficou sem casa depois que seu pai sumiu por conta de suas dívidas. Desesperada, Nanami fica vagando na rua até salvar um rapaz chamado Mikage, que morre de medo de cachorros e como agradecimento a presenteia com o seu cargo, o de deus da Terra. Mikage está longe do seu templo por mais de 20 anos e encontrou em Nanami a solução perfeita para não poder voltar mais, já que a garota não tendo onde morar acaba ficando no cargo do templo, transformando-se em deusa da Terra. O problema é que a deusa precisa de um familiar, um youkai, que no caso é Tomoe, que servia Mikage. Tomoe demora muito para acreditar que Nanami poderá ser uma boa deusa da Terra, mas aos poucos acaba se envolvendo com ela. 



O anime mostra o dia a dia da protagonista como uma deusa, mas na verdade pouco é mostrado do que ela faz, aparecendo sempre um demônio que a coloca em perigo, motivo pelo qual Tomoe está sempre salvando a moça. Na verdade, Nanami até aumenta seus poderes, mas eu diria que o foco está mais na mudança de Tomoe em relação a ela, já que no princípio ele a detesta. Vários personagens aparecem no anime como Kurama, um demônio corvo, colega de sala de Nanami, e Mizuki um demônio cobra que se apaixona por ela, entre outros. 

               

De modo geral o anime é leve, divertidíssimo, tendo apenas 12 episódios. Eu também estou lendo o mangá, mas este ainda está incompleto, por isso, não sei se o anime terá uma segunda temporada. 

Final: Feliz, mas com algumas coisas sem ter a explicação devida. 

Pers