Eu esperei ansiosamente o site “Heaven of Templation” terminar de traduzir o mangá “Hapi Mari”, para que eu pudesse ler por completo, já que a autora é a mesma de um dos meus mangás favoritos: “Private Prince”, a mangaká Enjouji Maki.
Obviamente por ser da mesma autora, os traços de “Hapi Mari” são muito parecidos com o do “Private Prince”, mas o enredo e a personalidade dos personagens são bem diferentes. Hokuto Mamiya é um cara bastante arrogante e frio, que administra uma parte das empresas da poderosa família Mamiya. Takanashi Chiwa é uma garota super dedicada a seu pai, que é um apostador e vive devendo para agiotas. Para ajudar a pagar as contas de casa, Chiwa trabalha num clube à noite, como anfitriã, até que um dia Hokuto vai até ela e a propõe em casamento, já que seu avó conhecia a avó da moça e quer que seu neto se case com ela.
No primeiro instante Chiwa rejeita completamente a ideia e a situação só piora quando ela descobre que Hokuto é o presidente da empresa em que trabalha! Porém, devido a situação financeira que vive, graças ao seu pai que está sempre devendo, a garota decide aceitar o pedido de Hokuto e ambos se casam. Claro que a relação dos dois a princípio é bastante conturbada, Chiwa se apaixona por Hokuto, mas não confia totalmente nele, mesmo porque ela acha que tudo que ele faz é porque ele foi “obrigado” a se casar com ela. Além disso, os dois não têm um contato mais íntimo e Chiwa ainda é virgem.
Com o passar do tempo, Hokuto também se apaixona por Chiwa, mas a relação continua conturbada, pois Chiwa sente dificuldade em se adaptar a fazer parte de uma família rica, sem contar os problemas diários de um casamento. Hokuto tem muita dificuldade em mostrar seus sentimentos, mas passa a considerar Chiwa sua única família, já que guarda um enorme rancor de seu pai. Já Chiwa tenta a todo custo unir pai e filho.
A história do mangá é muito boa, mas senti falta de personagens secundários, já que toda a trama é centrada nos protagonistas, o que às vezes pode deixar a história cansativa. Entretanto, “Hapi Mari” é um bom josei e a evoluação dos personagens é o que mais agradou na obra, além, claro, do romance apresentado!
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