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Falaram tão bem de “Jinrui wa Suitai Shimashita” que não pude resistir por muito tempo, acabei assistindo e não me decepcionei!
No mundo do anime a raça humana está em decadência num futuro em que as fadas convivem com as pessoas. Shujinko é uma espécie de mediadora entre fadas e humanos, que trabalha na Comissão de conciliação das Nações Unidas, mas sofre com a falta de comida, energia, entre outras coisas, como todo mundo, já que na história a raça humana usou e abusou de tudo que tinha e agora sofre com isso.
Shujinko não tem muitos amigos e não gosta de se socializar muito com as pessoas, por vezes é irônica e sua honestidade é de matar qualquer um, principalmente por ter uma voz doce, nos dando uma falsa aparência de que é uma pessoa meiga! No decorrer do anime conhecemos seu avô, que trabalha com ela e um garotinho mudo. Também conhecemos sua amiga de infância viciada em mangás yaoi, duas sondas espaciais e um pouco melhor o mundo das fadas, que são umas fofas.
O anime gira em torno das missões de Shujinko e suas confusões, mas nada de maneira repetitiva ou óbvia, muitas vezes o anime me surpreendeu, principalmente quando começou a mostrar acontecimentos anteriores ao primeiro episódio, já possui uma cronologia ao contrário, ou seja, no fim na verdade vemos o que poderia ser o princípio da história.
“Jinrui wa Suitai Shimashita” me proporcionou boas risadas, confesso que chorei de rir em um episódio que uma das fadinhas usa uma planta como narcótico! Entretanto, nem todos poderão achar graça nas piadas, uma vez que o tom irônico predomina em boa parte da história. Aliás, a ironia é das mais sofisticadas que já vi em animes, que não é de uma comédia convencional e sim bastante inteligente. Toda a hipocrisia da humanidade de certa forma está presente, assim como uma critica à nossa sociedade. Por isso, posso afirmar que o anime é um dos mais originais que já vi, me deixando saudade depois que terminei de ver.
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“From Up on Poppy Hill” é mais um filme do Studio Ghibli, roteiro do nosso amado Hayao Miyazaki e direção de Goro Miyazaki.
O filme é uma adaptação do mangá “Kokuriko-Zaka Kara” e conta a história de Umi, uma adolescente que vive em uma cidade portuária na década de 60 no Japão. Depois do desaparecimento do seu pai na Guerra da Coreia, Umi passa a viver com sua avó e com sua irmã em um prédio antigo, que antes era um hospital. No entanto, o filme vai além de um drama familiar e mostra com muita delicadeza, própria de Hayao Miyazaki, um pouco da vida da protagonista.
Umi ajuda em todas as tarefas domésticas, parece ser uma boa aluna e acaba se envolvendo com Shun, um colega de escola, ajudando-o a salvar o velho edifício Quarter Latin, em que se encontram muitos clubes escolares. Ambos parecem ser mais maduros que a idade e é gostoso ver o amor ingênuo dos dois.
Além do relacionamento amoroso, o filme mostra também que família não é apenas aquela que temos ligação sanguínea e sim todos aqueles que gostam de nós e convivem com a gente. Também achei interessantíssima a discussão sobre Quater Latin, que queria ser destruído apenas por ser velho, já que as pessoas esquecem que destruir o velho também é destruir parte do seu passado.
O filme é leve e aborda o primeiro amor, mas também possui uma boa dose de drama, já que não sabemos nada sobre os pais de Shun. Também podemos ver em um determinado momento a Tóquio dos anos 60 e ouvir uma bonita trilha sonora.
Enfim, é mais uma brilhante obra do Studio Ghibli que deve ser conferida, sendo agora “From Up on Poppy Hill” uma das minhas animações preferidas!
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O tema desse mês da tag do nosso grupo do facebook, “Chá com blog versão otaku”, é mangá e o escolhido foi o shoujo “Akuma de Sourou”!
Kayano é apaixonada por um colega de escola e um dia finalmente cria coragem de entregar uma carta a ele, só que ao invés de entregar a confissão ao garoto certo, Kayano acaba entregando a carta para Takeru, o encrenqueiro da escola! Como se isso não bastasse, Takeru se tornará seu meio irmão, já que seus pais irão se casar! Claro que a principio Kayano fica desesperada, pois Takeru não deixa de perturbá-la nem por um minuto! No entanto, a convivência mostra a Kayano que ele é um bom rapaz por trás da aparência malvada. E Takeru, é óbvio, se apaixona por Kayano, sendo justamente por isso que faz de tudo para atrapalhar qualquer tipo de relação amorosa que ela possa ter!
Eu particularmente não gosto muito do traço do mangá, sem contar no visual trash de Takeru, mas a história me convenceu e eu li até o final! Kayano é uma garota meiga, generosa e Takeru é um garoto gentil, apesar das aparências. Entretanto, devo dizer que nunca me conformei com ar muitas vezes indiferente de Takeru, mesmo quando ele e a Kayano já estavam juntos. Por conta disso, eu me arrisco a dizer que Takeru não chega a ser um protagonista carismático, pra falar a verdade, muita vezes cheguei a ficar morrendo de raiva das atitudes dele!
O mangá, apesar de estar repleto de clichês, aborda diversos temas adolescentes, como problemas com o relacionamento amoroso dos protagonistas, o fato de Takeru ter uma relação complicada com a família, em especial com a mãe, a aprovação do amor dos dois pelos pais (já que são meio irmãos), entre outras coisas.
“Akuma de Sourou” tem 11 volumes e teve também uma adaptação para um dorama Taiwanese; uma comédia romântica bem divertida, mas isso é assunto pra outro post!
Blogs participantes:
Our Otaku Life
Ipirados
Angel Girls
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"Maoyuu Maou Yuusha” conta a história de um jovem rapaz que, ao tentar matar o Rei demônio, acaba encontrando uma rainha e se unindo a ela!
No anime o povo do protagonista vive em guerra contra os demônios e por isso ele tenta a todo custo acabar com a guerra e como Rei deles. Acontece que como em toda guerra, os líderes políticos sempre ganham com alguma coisa e nesse caso, como a população é muito pobre, o povo do protagonista acaba ganhado doações e principalmente comida dos países vizinhos. Por conta disso, a guerra acaba sendo muito importante e difícil de terminar.
O Rei, que na verdade é uma Rainha, é uma garota que sempre esperou o protagonista, o Herói, como ela o chama, aparecer para matá-la, para assim, mostrar a ele que os demônios não são tão maus como parecem e que apenas lutam para sobreviver. A Rainha também explica como o fim da guerra pode trazer ainda mais problemas ao mundo, já que as pessoas só se uniram porque precisam lutar contra os demônios e que o povo do Herói passaria mais fome se a guerra acabasse. Pensando em trazer prosperidade para ambos o mundos, o Herói e a Rainha se unem para tentarem encontrar juntos uma solução.
Ao longo do anime outros personagens aparecem, temos a empregada que é o braço direito da Rainha, duas empregadas que antes eram escravas e também as antigas companheiras do Herói, pra dar aquele clima de harém, mas sem muita força nesse anime.
Muitos falaram que “Maoyuu Maou Yuusha” se parece com “Spice and Wolf”, já que une um demônio e um ser humano, além dos fatos dos seiyus serem os mesmos (com meu adorável Jun Fukuyama!). No entanto, eu acho que “Maoyuu Maou Yuusha” usa mais a agricultura e explora melhor a macroeconomia. Além disso, Horu é muito mais caprichosa e teimosa do que a Rainha e o Herói não é tão ingênuo quanto Kraft.
O anime tem algumas cenas de ação, estratégia de guerra, aulas de economia e agricultura, além de um bonito romance entre a Rainha demônio e o Herói humano. O único problema é o final, que ficou aberto demais, mau de muitos animes!
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Nossa, fazia tanto tempo que eu não assistia a um dorama! E o melhor de “Switch Girl” é que a duração dele é bem menor que os doramas comuns, o que facilitou muito a minha vida!
Eu estou lendo o mangá, mas incrível como o dorama me fez gostar ainda mais da história! Isso porque Tamiya Nika está muito mais hilária do que no mangá, principalmente quando começa a delirar em voz alta, com sua imaginação fértil. Já Arata continua o mesmo garoto frio e às vezes sem sal que nem no mangá!
Pra quem não conhece a história, SG fala de Nika, uma garota que no seu “modo on” é perfeita: linda, educada, com boa postura, uma perfeita dama. Porém, no seu modo off, Nika é destrambelhada, mal arrumada, mal educada e porca! Nika vai levando essa vida dupla até encontrar Arata que por morar no mesmo prédio que ela acaba descobrindo o seu segredo. No entanto, Arata também esconde um segredo, que é ser o oposto de Nika! Para espantar o assédio das garotas, Arata coloca óculos horríveis e tem um estilo desleixado! Assim, um acaba encobrindo o segredo do outro e se envolvendo emocionalmente.
O dorama é dividido em duas temporadas, mas por enquanto eu só assisti a primeira, mas quem quiser saber sobre a segunda é só acessar o blog Our Otaku Life!
Eu realmente achei que o dorama é tão engraçado quanto o mangá, mas tem aquele jeito extravagante das comédias japonesas. Nika faz caras e bocas o tempo todo e não tem como não achar graça em determinadas situações absurdas. Porém, o dorama também tem seus momentos mais sérios, já que Arata e Nika são bem diferentes, o que pode às vezes atrapalhar um relacionamento. Arata é mais calmo e não costuma mostrar muito seus sentimentos, já Nika é uma garota mais ansiosa e objetiva! Claro que sempre existem os vilões para atrapalhar o romance e, além disso, temos os problemas de pessoais de cada um: Nika com sua dupla personalidade e Arata com problemas familiares.
No quesito atuação, os atores principais são ótimos, a atriz Nishiuchi Mariya está perfeita no papel e o ator Kiriyama Renn (que foi um Kamen Rider) também, representando muito bem os personagens que são baseados no mangá! No entanto, não posso deixar de comentar que o drama às vezes chega a ser um pouco forçado, mas isso não tira a graça de “Switch Girl”, que tem todos os elementos que uma boa comédia romântica pede!
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Kraft Lawrence é um jovem comerciante que viaja vendendo vários produtos de cidade em cidade para ganhar a vida, já que seu sonho é ter sua própria loja. Um dia, em suas viagens, Kraft para na cidade Pasloe e encontra em sua carroça uma mulher lobo, uma espécie de divindade chamada Horo, que aparenta ser uma adolescente. Horo é a deusa da colheita e quer voltar a sua terra, além de também viajar e ver como o mundo mudou nos anos todos em que ela se manteve cuidando das colheitas. Por isso, Horo faz um acordo com Lawrence e passa a viajar com ele, ajudando-o com sua sabedoria.
O anime mostra bem as questões econômicas na era medieval, a opressão da igreja, principalmente nos aspectos econômicos e toda a estrutura social da época, sem deixar, claro, o romance de lado! No entanto, apesar da diferença entre os protagonistas ser gritante, a Igreja, Cloe (amiga de Lawrence) e a cobiça alheia é o que o realmente atrapalha os dois.
“Ookami to Koushinryou” tem seus momentos de tensão, mas é um anime com um ritmo lento. Pouco a pouco Horo vai se interessando como mulher por Lawrence e ele por ela, já eu não conseguia parar de pensar na verdadeira forma dela: uma loba gigante e poderosa.
O anime tem algumas cenas de ação, mas o mais interessante mesmo é ver como os dois protagonistas conseguem escapar de várias armadilhas que preparam para eles ao longo da história. O final não foi do jeito que eu gostaria que fosse, mas fiquei feliz em saber que tem uma segunda temporada! Quem sabe nessa a série tem um final mais digno!
PS: Quem faz a voz de Kraft Lawrence é o seiyuu Jun Fukuyama, o mesmo que faz o Watanuki de “xxxHolic”, entre outros excelente trabalhos!
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Já tem algum tempo que nós do grupo “Chá com blog versão Otaku” estamos pensando em lançar uma tag e com muito esforço decidimos o tema: anime- “Tamako Market”
Eu adorei a escolha porque primeiro, eu não conhecia o anime e segundo, quando comecei a assistir dei muita risada.
Tamako é uma garota simples, filha de um dono de uma loja que vende mochi (bolinho feito de arroz moído em pasta e depois moldado). Seu pai vive brigando com o seu rival, pai de seu melhor amigo de infância Mochizou. O rapaz é apaixonado pela Tamako e ela nem sonha com isso. Como se já ter uma vida bem agitada tendo que ajudar seu pai na loja não fosse suficiente, a garota encontra um estranho pássaro que fala e que acredita que Tamako está apaixonada por ele. Dera, o pássaro, diz que está a procura de uma noiva para o príncipe da ilha em que mora, mas acaba ficando na casa de Tamako por comer muito mochi e não conseguir voar por causa de seu peso.
Dera é muito engraçado e é também um tipo de projetor que pode se comunicar com seu príncipe, mas só quando ele está inconsciente, ou seja, dessa forma ele nunca fala com seu dono! Dera, apesar de fanfarrão, tem seu lado mais sério e até ajuda Midori (amiga de Tamako) a entender seus sentimentos pela amiga, o que parece ser bem maduro partindo dele. Dera também se apaixona por Asagiri, uma garota fria e distante que estuda na mesma escola que Tamako, mas a menina não dá muita bola para ele, ainda que aos poucos ela vai se acostumando com o ambiente em que Tamako vive e acaba gostando de ter mais companhia, já que ela é bastante soltaria.
Além desses personagens, outros secundários também ajudam a dar um ar mais leve na série, como todos os comerciantes do Distrito Comercial, lugar em que a família de Tamako mora e trabalha. São todos quase como uma família e é difícil sai de lá sem receber alguma coisa deles!
“Tamako Market” é um anime que mostra bem o cotidiano de uma garota normal e por ter um tom mais leve deixa de abordar muitos temas mais sérios, como o sentimento amoroso de Midori por Tamako, assim como deixa de explorar muito personagens e não finaliza o triângulo amoroso da história. Apesar de Tamako ser a protagonista, acho que Dera e Midori roubam muitas vezes a cena, principalmente por Tamako ser uma personagem pouco desenvolvida, tornando-se apagada muitas vezes.
No entanto, apesar dos pontos negativos do animes, eu acho que “Tamako Market” é um slice of life bem engraçadinho e gostoso de assistir, só não espere dramas mais complexos, porque isso vocês não irão ver.
Outros blogs participando da tag:
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Prochosk
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Eu esperei ansiosamente o site “Heaven of Templation” terminar de traduzir o mangá “Hapi Mari”, para que eu pudesse ler por completo, já que a autora é a mesma de um dos meus mangás favoritos: “Private Prince”, a mangaká Enjouji Maki.
Obviamente por ser da mesma autora, os traços de “Hapi Mari” são muito parecidos com o do “Private Prince”, mas o enredo e a personalidade dos personagens são bem diferentes. Hokuto Mamiya é um cara bastante arrogante e frio, que administra uma parte das empresas da poderosa família Mamiya. Takanashi Chiwa é uma garota super dedicada a seu pai, que é um apostador e vive devendo para agiotas. Para ajudar a pagar as contas de casa, Chiwa trabalha num clube à noite, como anfitriã, até que um dia Hokuto vai até ela e a propõe em casamento, já que seu avó conhecia a avó da moça e quer que seu neto se case com ela.
No primeiro instante Chiwa rejeita completamente a ideia e a situação só piora quando ela descobre que Hokuto é o presidente da empresa em que trabalha! Porém, devido a situação financeira que vive, graças ao seu pai que está sempre devendo, a garota decide aceitar o pedido de Hokuto e ambos se casam. Claro que a relação dos dois a princípio é bastante conturbada, Chiwa se apaixona por Hokuto, mas não confia totalmente nele, mesmo porque ela acha que tudo que ele faz é porque ele foi “obrigado” a se casar com ela. Além disso, os dois não têm um contato mais íntimo e Chiwa ainda é virgem.
Com o passar do tempo, Hokuto também se apaixona por Chiwa, mas a relação continua conturbada, pois Chiwa sente dificuldade em se adaptar a fazer parte de uma família rica, sem contar os problemas diários de um casamento. Hokuto tem muita dificuldade em mostrar seus sentimentos, mas passa a considerar Chiwa sua única família, já que guarda um enorme rancor de seu pai. Já Chiwa tenta a todo custo unir pai e filho.
A história do mangá é muito boa, mas senti falta de personagens secundários, já que toda a trama é centrada nos protagonistas, o que às vezes pode deixar a história cansativa. Entretanto, “Hapi Mari” é um bom josei e a evoluação dos personagens é o que mais agradou na obra, além, claro, do romance apresentado!
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Godou Kusanagi é um adolescente de 16 anos que ao viajar para a Itália muda completamente sua vida. Godou precisa devolver um objeto a uma amiga de seu avô, mas sem saber carrega um objeto poderoso que o faz se envolver na luta entre deuses! Com o apoio e a ajuda de Erica, uma amazona, Godou acaba matando o deus “Verethragna” e com isso se torna um Campione, ou seja, alguém que consegue matar os deuses. A partir de então, Godou acaba se envolvendo em muitas lutas contra seres poderosos.
Por ter matado Verethragna, Godou obtém as habilidades do antigo deus, e com isso ganha poderes diferentes, que às vezes nem o próprio corpo de Godou aguenta. Por outro lado, ao se tornar um Campione, o rapaz começa a atrair mulheres poderosas, o que faz, infelizmente, do anime uma harém. E assim, além de Erica, aparecem na vida do protagonista a meiga Yuri, a forte Liliana e a engraçada Ena, transformando tudo numa enorme confusão.
O anime tem alguns saltos temporais, fatos rapidamente explicados, algumas incoerências e histórias absurdas envolvendo deuses antigos. Até mesmo Rick Riordan (autor da série de Percy Jackson) ficaria incrédulo com a história! Eu, particularmente, não me importo em misturar fantasia com História, o problema é que o enredo e as explicações de “Campione” passam do absurdo e depois de um tempo eu desisti de tentar entender! E dessa vez nem vou citar o harém como outro ponto negativo, porque quando decidi assistir ao anime eu já sabia que era desse gênero. Porém, o fato de Erica ter mudado completamente de personalidade e passar a se rastejar por Godou me irritou bastante! Uma pena que conseguiram estragar uma personagem que poderia ser bem mais interessante.
Resumindo a minha humilde opinião: “Campione” tem boas cenas de lutas e só. Não me agradou as confusões do enredo, as personagens femininas e muito menos a história apresentada. Sem contar o erotismo forçado! Assim, se tiver segunda temporada não assistirei!
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“Kotoura-san” é um anime que quem assiste ao primeiro episódio deve pensar que se trata de um drama, já que é impossível não sentir pena da Kotoura ao ser abandonada pelos amigos e pelos próprios pais, simplesmente por ser uma garota que consegue ler a mente dos outros. Aliás, acho que muita gente se decepcionou com o anime justamente por esperar mais depois de assistir ao primeiro episódio e depois verificar que “Kotoura-san” é bem mais romântico e engraçado do que dramático.
Kotoura, a protagonista, não só lê a mente das pessoas como conta a elas o que lê, o que faz com que todos a tratem como uma aberração, sentimento criado principalmente pelo fato das pessoas não conseguirem encarar a verdade de seus próprios pensamentos.
Crescendo sozinha, Kotoura muda de escola e em seu primeiro dia conhece Manabe, uma rapaz gentil, mas que só pensa em coisas pervertidas. Manabe se torna amigo de Kotoura, dizendo que sempre estará ao lado dela. Por conta disso, Kotoura passa a confiar mais em Manabe e até entra para o clube que investiga atividades paranormais, criado por Yuriko. No entanto, a princípio, Yuriko convida a garota com péssimas intenções, mas acaba se tornando amiga de Kotoura. O mesmo acontece com Moritani, que no começo do anime não gosta nada da protagonista e até atrapalha bastante a vida dela, já que Moritani é amiga de infância de Manabe e é apaixonada por ele.
Kotoura tem a péssima mania de achar que é culpada por toda a desgraça dos outros e com isso muitas vezes acaba afastando seus amigos e até tenta se afastar de Manabe, negando seus sentimentos por ele, mas o rapaz não desiste fácil da moça! Achava uma graça todas vezes que ele demonstrava seu afeto por ela! Aliás, gostei de todos os personagens da série, até mesmo de Moritani, que se depois se torna uma personagem bem interessante. Só não gostei da resolução do último arco, que foi finalizado sem explicar algumas coisas, apesar do final do anime ser bem conclusivo.
Enfim, eu esperava que “Koutara-san” fosse mais dramático, principalmente por causa do primeiro episódio. No entanto, o anime é leve, divertido e acabou sendo uma boa comédia romântica de se assistir, só não esperem muito drama, apesar do enredo apresentado, esse não é enfoque do anime.
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Ultimamente não estou com tempo para ver doramas por terem um tempo maior do que animes por episódios. Porém, meu caro amigo Eiti, anda vendo bem mais doramas do que eu. Por isso, com a permissão dele, vou postar sua resenha sobre o Dorama GTO, que eu morro de vontade de assistir!
Abaixo a resenha do Eiti do blog Our OtakuLife
Neste post vou falar sobre o remake em dorama do mangá de GTO. Lembrando que ele já teve outro dorama em 1998.
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GTO é sobre um professor ex-delinquente que começa a das aulas numa classe que é conhecida por expulsar os professores fazendo várias pegadinhas e até fazendo bullying. O mangá original é shounen de comédia com slice of life e um pouco de drama. No dorama eles misturaram a versão original e pegou alguns casos do Shonan 14 days.
Esta versão dá a impressão que o Onizuka perdeu um pouco o lugar para os alunos. O foco do dorama está mais voltado aos casos pessoais dos alunos e menos na caracterização do professor. Claro que o Onizuka continua sendo o personagem mais importante, mas comparando com as outras versões, ele ficou mais fraco.
Os casos são basicamente iguais, mas se compararmos com o primeiro dorama, a ordem dos casos está diferente e adicionaram outros casos. A grande mudança está no fim do dorama. A atual pega mais influência do anime do GTO. Sim, esta versão virou uma mistureba.
Nesta versão também colocaram mais cenas de lutas. Ao menos são divertidas, mas também não acrescenta muita coisa
O ator que faz o Onizuka está mais puxado para o lado cômico do que ao cool, como era o antigo. Só com essa parte já dá para notar que o foco está diferente. Lembro que quando eu vi o primeiro GTO e outros doramas com um professor como protagonista, eles ti dão vontade de ser professores, já que o personagem é algo que quem assiste quer ser. O ator do atual é mais cômico e mais próximo do Onizuka em momentos cômicos do mangá. Não acho que a escolha seja ruim, mas o Onizuka fica menos cool e assim fica menos marcante.
Resumindo Tudo: Esta versão do dorama é divertida, mas não me cativou tanto quanto o primeiro dorama e outros que trazem um professor como protagonista. Então é um dorama que indicaria para os fãs de GTO, mas que não deve ficar comparando com as outras versões. Agora se quiser conhecer este tipo de mangá, então é melhor dar pesquisada em outros.
Comentários: Eu gosto desses mangás que tem um professor cool que resolve a vida dos alunos (será que já criaram um nome específico para isso?), mas ao mesmo tempo eu fico em dúvida se isso é realmente algo que eu quero. Não acho que os alunos realmente queiram professores tão calorosos quanto eles. Será que na verdade os alunos querem um professor mais próximo dos alunos? Na verdade acho que esses mangás servem para que os leitores fiquem com vontade de se tornar um professor, querendo ou não essa profissão não é tão almejada pelos alunos. O que vocês acham? (principalmente os que já são professores =)).
Eiti

































