Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.

Eu acredito que todos nós amamos o Studio Ghibli! Eu até hoje nunca assisti a nenhum filme deles que não gostei, sem falar do maravilhoso Hayao Miyazaki, que é sempre tão bom nos seus filmes! Por isso, como adoro uma lista, resolvi fazer um top 5 das animações que mais gostei produzidas pelos estúdio!

5. “O mundo secreto de Arrietty” – O meu menos preferido, vamos dizer assim. Talvez porque eu esperava mais da obra ou talvez porque me pareceu ter mais influência americana no filme.

4. “From Up on Poppy Hill” – Acho que tem o mesmo estilo que “Sussurros do coração”, mas mostra também um mistério em relação à família dos protagonistas, o que achei que bem legal.

3. “Sussurros do coração” – Talvez o mais fraco em relação ao enredo, mas por tratar de mostrar os sonhos profissionais de dois adolescentes, acabou me agradando e muito! Além da belíssima trilha sonora.

2. “A viagem de Chihiro” – O ganhador do Oscar de melhor animação em 2003, sempre foi um dos meus favoritos por me fazer sentir até um certo medo daquela bruxa!

1. “O castelo animado” – Tão romântico, tão lindo, quase um conto de fadas, ou melhor, bem mais legal que os contos de fadas da Disney!







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Tanta coisa acontecendo na minha vida pessoal e profissional que eu precisava relaxar e dar boas risadas! Por esse motivo eu comecei a assistir "Mayo Chiki", mas depois eu confesso que como sou uma romântica incorrigível, acabei me interessando por um possível romance entre os protagonistas, apesar do anime ser um harém.

Sakamachi Kinjirou é um garoto que não pode tocar em mulheres que seu nariz começa a sangrar, por isso ele acaba evitando o contato com todas e até seu amigo começa a pensar que ele é gay. Um dia ao entrar no banheiro masculino, Jirou descobre que o mordomo de sua colega de escola não é um garoto que faz as mulheres suspirarem, mas sim, na verdade, uma mulher! Konoe Subaru é mordomo de Kanade Suzutsuki, filha do diretor da escola, mas como é de uma família em que todos são mordomos, ela escolhe fingir ser homem para poder continuar com o trabalho da família.



Jirou e Subaru começam a conviver mais a mando da sadista Kanade e assim, o rapaz passa a esconder o segredo de Subaru e ao mesmo tempo tenta curar seu problema com sangramento nasal! Obviamente que o anime está repleto de ecchi, mas também possui muitas cenas engraçadas, principalmente quando todos acham que eles são gays!



Ao longo do anime conhecemos mais personagens femininas, umas apaixonadas por Subaru e outros por Jirou! Destaque para a família do protagonista, sua mãe é uma lutadora e sua irmã adora fazer o pobre de saco de pancada! No decorrer da história também percebemos que Subaru passa a gostar de Jirou mais do que se fosse uma amiga e que o anime é mais maluco do que se espera, já que Subaru às vezes até mostra os peitos vestida de mulher e todos ainda acreditam que ela é um homem! Inacreditável! 

Enfim, "Mayo Chiki" é mais um anime de comédia, mas bastante divertido e ótimo para distrair!


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Quem me conhece sabe que eu AMO Yu yu Hakusho! Eu assisti mais de 10 vezes cada episódio e quando passava na Manchete eu saia da escola correndo para não perder nenhum episódio! No entanto, apesar desse meu amor eu nunca tinha assistido ao OVA da série: Yu yu Hakusho: A Batalha de Meikai - Laços de Fogo. Acho que era uma forma de não ficar "doente" de novo pelo anime! Porém, esses dias eu resolvi quebrar essa barreira e baixei o filme. 

Obviamente que a sensação de nostalgia me dominou por completo, mas eu confesso que apesar de estar totalmente acostumada a ver animes legendados e com o original em japonês, eu estranhei a voz do Yusuke. Marco Ribeiro fez um trabalho tão bom com a dublagem do anime que todos que assistiam naquela época sabiam que a dublagem de Yu yu no português era uma das melhores. Frases como “Chupa cabra”, "Ah eu sou Toguro" ficaram hilárias, assim como "Tô mais quebrado que arroz de terceira". Por isso, ouvir a verdadeira voz dos personagens me causou certa estranheza, claro que isso não me impediu de continuar vendo o filme, mesmo porque depois de 30 minutos eu já havia me acostumado com a dublagem japonesa. 



Quanto ao filme, imagino que os fãs já o devem ter assistido faz tempo, mas se você é fã da série como eu e ainda não viu, vale a pena ver e matar a saudade!

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Eu assisti a Sumomomo Momomo no ano passado e esqueci completamente de fazer uma resenha dele! Talvez seja pelo fato de não ser um anime que tenha me marcado muito, apesar de não ser tão ruim assim!

Kuzuryuu Momoko é uma adolescente que ama artes marciais, mais do que isso, ama lutar! Momoko vive com seu pai, um lendário lutador, nas montanhas, mas um dia, seu pai lhe diz que ela nunca conseguirá dominar a técnica suprema da família, por ser uma garota e a única solução é casar-se com um guerreiro mais forte e assim, ter um filho que possa ser mais forte do que ambos! Dessa forma, a garota conhece seu noivo, Inuzuka Koushi, o filho do melhor amigo e rival de seu pai, mas o garoto além de ser um covarde, odeia artes marciais e sonha em se tornar um promotor. Apesar de se recusar a casar com Momoko e até tratá-la mal muitas vezes, a garota se apaixona por ele, passando a morar com o rapaz!



Momoko é uma fofa, mas às vezes cheguei a ter raiva dela por ser tão idiota! Koushi não é uma má pessoa, mas muitas vezes maltrata a garota e ela continua se rastejando por ele. Além disso, outras personagens femininas acabam se apaixonando pelo rapaz, como Iroha Miyamoto, uma brilhante estudante, colega de sala dos protagonistas. Miyamoto é a responsável pelas cenas mais bizarras que já vi em animes, já que a garota também é uma lutadora, embora esconda isso, e usa uma roupa mais do que sensual, eu diria que dá vergonha alheia! Além dela, temos uma dupla dinâmica que tenta arquitetar o assassinato de Koushi, mas que depois acaba se aliando a ele. Aliás, o possível casamento de Momoko e Koushi faz com que muitos tentem matar o rapaz para impedir o matrimônio.



O anime mostra cenas de lutas nonsense, mas legais de ver, tem um tom de comédia o tempo todos e alguns pontos de romance, já que Momoko não desiste de se casar com o noivo, mas também tem ecchi, embora não tenha me incomodado muito

Resumindo: como disse anteriormente, não é um anime ruim, é engraçado e até desenvolve bem alguns personagens, mas talvez só agrade a aqueles que gostam de animes com artes marciais e comédia.

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“Faster than Kiss” é um mangá de 12 volumes, escrito pela mangaká Meca Tanaka. A história é super simples, mas eu tenho um fraco por aluna que se apaixona por professores, não que isso tenha acontecido comigo, só tive professor feio, infelizmente!

O enredo conta a história de Fumino e Teppei, dois irmão que depois da morte de seus pais ficam sem ter para onde irem, até que Kazuma Ojiro, professor de Fumino, os encontra e resolve se casar com ela, assim os irmãos passam a ter uma nova família. No entanto, Fumino e Kazuma não têm uma relação amorosa, para o desespero de Fumino, mas Kazuma a ama de verdade e tenta se controlar por achá-la jovem demais.


É isso, o mangá todo se resume praticamente ao parágrafo acima. O tempo todo Fumino questiona o amor de seu professor e ele fica o tempo todo provando a ela que o ama. Claro que a relação professor e aluna gera alguns conflitos, mas tudo de maneira muito leve. Em nenhum momento o leitor consegue acreditar que os dois ficarão separados ou que o fato de Fumino ser uma aluna possa prejudicar o relacionamento deles. Entretanto, é bem verdade que apesar do clichê e do enredo repetitivo, já que é sempre a mesma coisa (a Fumino e suas inseguranças), o relacionamento dos dois progride ao longo da série, assim como a maturidade de Fumino.



Devo dizer que o mangá possui situações bem malucas, eu achei que às vezes deixavam o Teppei feminino demais, ao colocarem o garotinho fazendo cosplay de menina. Tudo muito nonsense! Da mesma forma o avô dos dois que expulsou sem dó as duas crianças no enterro dos pais. Que avô é esse que faz uma coisa dessas e depois fica preocupado com a neta morando com um professor?

Enfim, algumas histórias começam e terminam no mesmo capítulo, sem apresentar grandes novidades, mas se vocês forem daqueles leitores nada exigentes, talvez se divirtam com o romance e com a comédia desse shoujo!

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“Sankarea” é um anime que eu fiquei muito na dúvida se veria ou não, eu até gosto do tema zumbis e as opiniões que escutei sobre o anime foram bastante divididas. Na dúvida resolvi ver e analisar eu mesma!

Furuya Chihiro é um garoto que adora qualquer coisa relacionada ao tema zumbis, a ponto de desejar beijar uma garota morta-viva. Um dia, seu gato morre e ele tenta ressuscitá-lo usando um manuscrito antigo, que descreve o processo de criação de uma poção para a ressurreição. Neste exato momento, ele encontra Rea e acabam tornando-se amigos. Porém, Rea sofre muito por ter um pai super protetor e doentio, por isso, tenta se matar tomando a poção, pensando que apenas é um veneno. Rea não morre, mas depois de brigar com seu pai acaba caindo de um penhasco e dessa vez a poção funciona, tornando-a um zumbi que come hortênsias!

Chihiro vive com seu pai, sua irmã mais nova e seu avô, uma vez que sua mãe já faleceu, o que gera um sério mistério sobre ela, já que tudo indica que ela também era uma zumbi. Já Rea, além de ter que suportar seu pai super abusivo (já que tira fotos da própria filha nua), ela também tem que aguentar a madrasta que a odeia.



O anime é um tanto sombrio, mas quando você vê um zumbi comendo hortênsia esse lado macabro perde toda a credibilidade, mesmo porque, humana ou não, Rea é uma garota gentil e meiga. Obviamente os problemas dela não terminam pelo fato de virar zumbi, apesar de por conta disso se sentir mais livre e independente. Na verdade, o corpo de Rea sofre decomposição e Chihiro sempre toma cuidado para sua querida garota morta-viva não apodrecer; algo super romântico!

Enfim, o anime é legal, mas não tem terror suficiente para colocar medo em ninguém, na realidade, está mais para uma comédia romântica com zumbis!

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Já que hoje é o dia dos namorados, resolvi postar uma foto de um dos meus casais favoritos!


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Falaram tão bem de “Jinrui wa Suitai Shimashita” que não pude resistir por muito tempo, acabei assistindo e não me decepcionei!

No mundo do anime a raça humana está em decadência num futuro em que as fadas convivem com as pessoas. Shujinko é uma espécie de mediadora entre fadas e humanos, que trabalha na Comissão de conciliação das Nações Unidas, mas sofre com a falta de comida, energia, entre outras coisas, como todo mundo, já que na história a raça humana usou e abusou de tudo que tinha e agora sofre com isso.



Shujinko não tem muitos amigos e não gosta de se socializar muito com as pessoas, por vezes é irônica e sua honestidade é de matar qualquer um, principalmente por ter uma voz doce, nos dando uma falsa aparência de que é uma pessoa meiga! No decorrer do anime conhecemos seu avô, que trabalha com ela e um garotinho mudo. Também conhecemos sua amiga de infância viciada em mangás yaoi, duas sondas espaciais e um pouco melhor o mundo das fadas, que são umas fofas.



O anime gira em torno das missões de Shujinko e suas confusões, mas nada de maneira repetitiva ou óbvia, muitas vezes o anime me surpreendeu, principalmente quando começou a mostrar acontecimentos anteriores ao primeiro episódio, já possui uma cronologia ao contrário, ou seja, no fim na verdade vemos o que poderia ser o princípio da história. 



“Jinrui wa Suitai Shimashita” me proporcionou boas risadas, confesso que chorei de rir em um episódio que uma das fadinhas usa uma planta como narcótico! Entretanto, nem todos poderão achar graça nas piadas, uma vez que o tom irônico predomina em boa parte da história. Aliás, a ironia é das mais sofisticadas que já vi em animes, que não é de uma comédia convencional e sim bastante inteligente. Toda a hipocrisia da humanidade de certa forma está presente, assim como uma critica à nossa sociedade. Por isso, posso afirmar que o anime é um dos mais originais que já vi, me deixando saudade depois que terminei de ver.

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“From Up on Poppy Hill” é mais um filme do Studio Ghibli, roteiro do nosso amado Hayao Miyazaki e direção de Goro Miyazaki.

O filme é uma adaptação do mangá “Kokuriko-Zaka Kara” e conta a história de Umi, uma adolescente que vive em uma cidade portuária na década de 60 no Japão. Depois do desaparecimento do seu pai na Guerra da Coreia, Umi passa a viver com sua avó e com sua irmã em um prédio antigo, que antes era um hospital. No entanto, o filme vai além de um drama familiar e mostra com muita delicadeza, própria de Hayao Miyazaki, um pouco da vida da protagonista.




Umi ajuda em todas as tarefas domésticas, parece ser uma boa aluna e acaba se envolvendo com Shun, um colega de escola, ajudando-o a salvar o velho edifício Quarter Latin, em que se encontram muitos clubes escolares. Ambos parecem ser mais maduros que a idade e é gostoso ver o amor ingênuo dos dois.

Além do relacionamento amoroso, o filme mostra também que família não é apenas aquela que temos ligação sanguínea e sim todos aqueles que gostam de nós e convivem com a gente. Também achei interessantíssima a discussão sobre Quater Latin, que queria ser destruído apenas por ser velho, já que as pessoas esquecem que destruir o velho também é destruir parte do seu passado.




O filme é leve e aborda o primeiro amor, mas também possui uma boa dose de drama, já que não sabemos nada sobre os pais de Shun. Também podemos ver em um determinado momento a Tóquio dos anos 60 e ouvir uma bonita trilha sonora.

Enfim, é mais uma brilhante obra do Studio Ghibli que deve ser conferida, sendo agora “From Up on Poppy Hill” uma das minhas animações preferidas!

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O tema desse mês da tag do nosso grupo do facebook, “Chá com blog versão otaku”, é mangá e o escolhido foi o shoujo “Akuma de Sourou”! 

Kayano é apaixonada por um colega de escola e um dia finalmente cria coragem de entregar uma carta a ele, só que ao invés de entregar a confissão ao garoto certo, Kayano acaba entregando a carta para Takeru, o encrenqueiro da escola! Como se isso não bastasse, Takeru se tornará seu meio irmão, já que seus pais irão se casar! Claro que a principio Kayano fica desesperada, pois Takeru não deixa de perturbá-la nem por um minuto! No entanto, a convivência mostra a Kayano que ele é um bom rapaz por trás da aparência malvada. E Takeru, é óbvio, se apaixona por Kayano, sendo justamente por isso que faz de tudo para atrapalhar qualquer tipo de relação amorosa que ela possa ter! 



Eu particularmente não gosto muito do traço do mangá, sem contar no visual trash de Takeru, mas a história me convenceu e eu li até o final! Kayano é uma garota meiga, generosa e Takeru é um garoto gentil, apesar das aparências. Entretanto, devo dizer que nunca me conformei com ar muitas vezes indiferente de Takeru, mesmo quando ele e a Kayano já estavam juntos. Por conta disso, eu me arrisco a dizer que Takeru não chega a ser um protagonista carismático, pra falar a verdade, muita vezes cheguei a ficar morrendo de raiva das atitudes dele! 



O mangá, apesar de estar repleto de clichês, aborda diversos temas adolescentes, como problemas com o relacionamento amoroso dos protagonistas, o fato de Takeru ter uma relação complicada com a família, em especial com a mãe, a aprovação do amor dos dois pelos pais (já que são meio irmãos), entre outras coisas. 

“Akuma de Sourou” tem 11 volumes e teve também uma adaptação para um dorama Taiwanese; uma comédia romântica bem divertida, mas isso é assunto pra outro post!

Blogs participantes:

Our Otaku Life
Ipirados
Angel Girls

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"Maoyuu Maou Yuusha” conta a história de um jovem rapaz que, ao tentar matar o Rei demônio, acaba encontrando uma rainha e se unindo a ela! 

No anime o povo do protagonista vive em guerra contra os demônios e por isso ele tenta a todo custo acabar com a guerra e como Rei deles. Acontece que como em toda guerra, os líderes políticos sempre ganham com alguma coisa e nesse caso, como a população é muito pobre, o povo do protagonista acaba ganhado doações e principalmente comida dos países vizinhos. Por conta disso, a guerra acaba sendo muito importante e difícil de terminar. 


O Rei, que na verdade é uma Rainha, é uma garota que sempre esperou o protagonista, o Herói, como ela o chama, aparecer para matá-la, para assim, mostrar a ele que os demônios não são tão maus como parecem e que apenas lutam para sobreviver. A Rainha também explica como o fim da guerra pode trazer ainda mais problemas ao mundo, já que as pessoas só se uniram porque precisam lutar contra os demônios e que o povo do Herói passaria mais fome se a guerra acabasse. Pensando em trazer prosperidade para ambos o mundos, o Herói e a Rainha se unem para tentarem encontrar juntos uma solução. 

Ao longo do anime outros personagens aparecem, temos a empregada que é o braço direito da Rainha, duas empregadas que antes eram escravas e também as antigas companheiras do Herói, pra dar aquele clima de harém, mas sem muita força nesse anime. 


Muitos falaram que “Maoyuu Maou Yuusha” se parece com “Spice and Wolf”, já que une um demônio e um ser humano, além dos fatos dos seiyus serem os mesmos (com meu adorável Jun Fukuyama!). No entanto, eu acho que “Maoyuu Maou Yuusha” usa mais a agricultura e explora melhor a macroeconomia. Além disso, Horu é muito mais caprichosa e teimosa do que a Rainha e o Herói não é tão ingênuo quanto Kraft. 

O anime tem algumas cenas de ação, estratégia de guerra, aulas de economia e agricultura, além de um bonito romance entre a Rainha demônio e o Herói humano. O único problema é o final, que ficou aberto demais, mau de muitos animes! 

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Nossa, fazia tanto tempo que eu não assistia a um dorama! E o melhor de “Switch Girl” é que a duração dele é bem menor que os doramas comuns, o que facilitou muito a minha vida! 

Eu estou lendo o mangá, mas incrível como o dorama me fez gostar ainda mais da história! Isso porque Tamiya Nika está muito mais hilária do que no mangá, principalmente quando começa a delirar em voz alta, com sua imaginação fértil. Já Arata continua o mesmo garoto frio e às vezes sem sal que nem no mangá! 

Pra quem não conhece a história, SG fala de Nika, uma garota que no seu “modo on” é perfeita: linda, educada, com boa postura, uma perfeita dama. Porém, no seu modo off, Nika é destrambelhada, mal arrumada, mal educada e porca! Nika vai levando essa vida dupla até encontrar Arata que por morar no mesmo prédio que ela acaba descobrindo o seu segredo. No entanto, Arata também esconde um segredo, que é ser o oposto de Nika! Para espantar o assédio das garotas, Arata coloca óculos horríveis e tem um estilo desleixado! Assim, um acaba encobrindo o segredo do outro e se envolvendo emocionalmente. 



O dorama é dividido em duas temporadas, mas por enquanto eu só assisti a primeira, mas quem quiser saber sobre a segunda é só acessar o blog Our Otaku Life

Eu realmente achei que o dorama é tão engraçado quanto o mangá, mas tem aquele jeito extravagante das comédias japonesas. Nika faz caras e bocas o tempo todo e não tem como não achar graça em determinadas situações absurdas. Porém, o dorama também tem seus momentos mais sérios, já que Arata e Nika são bem diferentes, o que pode às vezes atrapalhar um relacionamento. Arata é mais calmo e não costuma mostrar muito seus sentimentos, já Nika é uma garota mais ansiosa e objetiva! Claro que sempre existem os vilões para atrapalhar o romance e, além disso, temos os problemas de pessoais de cada um: Nika com sua dupla personalidade e Arata com problemas familiares. 



No quesito atuação, os atores principais são ótimos, a atriz Nishiuchi Mariya está perfeita no papel e o ator Kiriyama Renn (que foi um Kamen Rider) também, representando muito bem os personagens que são baseados no mangá! No entanto, não posso deixar de comentar que o drama às vezes chega a ser um pouco forçado, mas isso não tira a graça de “Switch Girl”, que tem todos os elementos que uma boa comédia romântica pede! 

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