Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Eu fiquei mega feliz com a participação de tantas pessoas nesse sorteio! Se eu pudesse dava os mangás para todos que participaram! Mas, infelizmente, eu não tenho mangá para todos! 

Pra ficar claro, acho melhor explicar como foi feito sorteio: cada pessoa ganhou um número de acordo com a ordem dos comentários e depois a dona dos mangás, Pandora, realizou o sorteio no Radon Org.



Portanto, o sortudo foi Mero McLoli Desu, o de número 27, ironicamente o último a comentar! Esperemos que o ganhador responda meu email com o endereço, até o dia 25 de novembro. Caso não haja resposta realizaremos novamente o sorteio!

E mais uma vez obrigada a todos pela participação, quem sabe em breve mais sorteios aqui no blog!

Pers



Minha querida amiga Pandora (Jacilene Clemente) do blog Uma Pandora e sua Caixa é minha alma gêmea e assim como eu ela também curte mangás e animes! Em uma de suas compras, a Pandora adquiriu os 4 primeiros volumes do mangá Utena! 

Pra quem não conhece, Utena é um clássico dos anos 90, baseado em outro clássico, “A Rosa de Versalhes”, abordando temas mais sérios, como homossexualidade, complexo de inferioridade, ciúmes doentios e até romance entre irmãos! “Utena”, inclusive é inspiração até para animes mais modernos! Vale lembrar que quem dirigiu “Utena” foi Kunihiko Ikuhara, o diretor e criador de “Mawaru Penguindrum”, que começou a carreira na animação dirigindo episódios de “Sailor Moon”! Ou seja, é uma daqueles animes/mangás que ficaram pra história! E como minha amiga Pandora é muito generosa, ela está doando seus 4 volumes para Um pouco de shoujo fazer um sorteio!

O sorteio será feito pelo radom.org no dia 18 de novembro, todos os que quiserem participar comentem deixando um e-mail para contato! É super simples!



Pers



Este é mais um post da tag “Chá com blog versão otaku”! Eu confesso que não queria falar desse anime, mas a democracia ainda reina no grupo e a maioria venceu, para o meu desgosto! Mas por que eu não queria falar de “Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai”? Porque não gosto de falar sobre a morte e sabia que este seria um anime daqueles que sentiria vontade de chorar! No entanto, apesar de ter achado um anime bonito e triste, a vontade chorar não apareceu, somente no episódio final.

O anime conta a história de um grupo de amigos de infância que se separou depois da morte de Menma, uma das integrantes. O protagonista, Jintan, é o único que consegue ver o fantasma da moça e carrega um certo remorso sobre a morte de Menma, isso porque antes dela morrer ele mentiu ao ser pressionado quanto aos sentimentos dele por ela! Depois, ao poucos vamos descobrindo o que cada um sentia pela garotinha e os problemas que eles tiveram com a sua morte!



Menma diz que Jintan deve realizar um desejo dela e que talvez só assim pudesse alcançar o paraíso, mas Jintan não sabe qual é o desejo e acaba sendo ajudado pelos antigos amigos, assim, pouco a pouco o grupo vai enfrentado suas tristezas e remorsos em relação à morte da amiga. Eu diria que o grupo parece uma quadrilha amorosa, em que os pares nunca se encontram e apesar de algumas mágoas eles acabam se unindo novamente.

Eu acho que o lado positivo do anime é que os personagens de certa forma amadurecem e aprendem, mesmo depois de muito tempo, superar a morte de Menma. Além do fato do anime mostrar algumas referências do mundo Otaku como Pokemon e One Piece. Também devo admitir que gostei dos personagens, cada um bem diferente do outro. O ponto negativo é que a leveza do anime vai se perdendo aos poucos, se tornando mais denso e dramático à medida que a história é contada e eu preferia que continuasse leve. De todos, apesar de nunca mostrar, Poppo foi o mais afetado pela morte de Menma e é dele que senti mais pena, ao fazer sua confissão no episódio final. Episódio, inclusive, bastante emocionante! Outra coisa que não gostei foi que não ficamos sabemos sobre o desenlace amoroso de todos, embora seja cabível no anime, uma vez que mesmo seguindo em frente demoraria para cada um poder se apaixonar novamente.



Enfim, é difícil descrever minha opinião sobre este anime. A verdade é que não odiei, mas também não foi aquele espetáculo que muitos comentam! Eu realmente não gosto de comentar sobre a morte, dói e me deixa angustiada, então talvez por isso eu tenha visto o anime de modo a me distanciar dele, mas com toda certeza é um anime que comove, com uma excelente trilha sonora.

Blog que estão participando da Tag:



Pers

Ultimamente ando tão atolada de animes pra ver que nessa semana tive que pedir ajuda ao meu amigo e companheiro da página Japanholic's, do facebook, Humberto (Kujo), para disponibilizar sua excelente resenha do anime Shinsekai Yori aqui no blog! Aproveitem a leitura!



O review abaixo foi escrito algum tempo depois de terminar o anime (uma semana), então talvez não seja o mais exato. Antes de mais nada, quero deixar clara uma coisa (e escreverei de maneira ácida mesmo, porque fico indignado com a situação): se você deixou de ver ou dropou o anime pelo simples fato de ter visto personagens homossexuais, você é um idiota.

Análise: O futuro não é algo totalmente high-tech e com máquinas fazendo tudo como todos acham que será. Em vez disso, a humanidade descobriu a habilidade da telecinésia, Cantus, e criou um mundo onde o espírito faz parte do ser. Lendas sobre criaturas estranhas são comuns no mundo todo, como Almas de Gato, Minoshiros Falsos e Bakenezumis. Shinsekai Yori conta a história de Akizuki Maria, Aonuma Shun, Asahina Satoru, Itou Mamoru e Watanabe Saki, que aos 12 anos, acabam encontrando várias dessas criaturas e se chocam ao descobrir que por trás da paz espiritual, reside uma história manchada de vermelho-sangue e um mundo que pode entrar em colapso a qualquer momento, por qualquer descuido.

História: Sem dúvida, o anime possui uma das histórias mais interessantes que já vi. A trama começa um pouco devagar, mas a partir do episódio 4, o suspense, os mistérios e o desenvolvimento, todos espetaculares, são responsáveis por manter você assistindo vários episódios seguidos, sem sequer considerar parar: no meu caso, um total de quinze episódios foram assistidos consecutivamente. Para alguém que costuma assistir três por dia, isso é incrível. Dou um realce especial para a palavra "suspense", porque ele foi bom ao ponto de tirar meu sono e de me fazer dar pausas entre os episódios para respirar fundo e aliviar o nervosismo. Jamais um anime ou qualquer obra tinha me deixado assim. Por fim, o questionamento que a história passa é interessante: até que ponto o ser humano pode "brincar de Deus"?



Arte: A arte no anime evita o uso de cores "brilhantes" e é bem adequada para o cenário. Tivesse ela cores mais vívidas, o anime perderia boa parte de sua atmosfera e seu suspense. Sem mais comentários aqui porque não houve nenhum destaque positivo nem negativo.

Personagens: Individualmente, Shinsekai não tem destaque nos personagens humanos. Squealer e Kiroumaru possuem os melhores desenvolvimentos individuais, pelo fato de não serem humanos e terem sua interação com os mesmos bem explorada. Para o restante do elenco, o desenvolvimento das relações entre os personagens é o que realmente chama a atenção e dá força a eles no gosto de quem está assistindo. Nisso, sobressai-se Akizuki Maria, que é de longe a melhor personagem do anime. Também destaco Asahina Tomiko, que possui um passado no mínimo interessante.


Trilha Sonora: A trilha sonora tem uma ótima qualidade e aplicação, principalmente para os eventos do segundo e último arco da história. Shinsekai tem a peculiar característica de não possuir temas de abertura, coisa que eu sequer tinha ouvido falar em algum anime com mais de 6 episódios. O primeiro tema de encerramento, "Wareta Ringo", é acima da média. "Yuki ni Saku Hana", em minha opinião, caiu bem como ending do terceiro arco, mas não do quarto. Algo similar ao estilo do Kalafina faria um excelente encerramento para esse arco.

Geral: Da primeira vez que eu ouvi falar de Shinsekai Yori, achei que ia gostar do anime, mas que não entraria no meu top 10 com facilidade. Do quinto episódio pra frente, porém, eu simplesmente não consegui parar de ver. Acordei cedo para maratonar o resto, fiquei chocado com as viradas de enredo, triste com o fim trágico de alguns personagens e pensativo sobre certas questões. Admito que sou muito bonzinho dando notas, usando 8,0 como média e adorando distribuir noves, mas isso não significa que muitos animes que eu assisto possuem um nível de excelência. Shinsekai Yori é, indiscutivelmente, uma obra-prima e empata com Code Geass: Hangyaku no Lelouch em primeiro lugar no ranking de melhores animes que eu já vi ou estou vendo.

Nota Final: 10/10.

Por fim, digo que eu mantinha Code Geass em primeiro lugar no meu top animes não por julgá-lo como "um anime insuperável", mas porque continuo vendo animes buscando algo tão bom quanto, ou até melhor. Shinsekai Yori foi o primeiro anime que me deu a certeza de que está nesse nível.

Até!

Humberto Mansur (Kujo Kazuya)



Saindo do formo a segunda metade do Podcast da Japanholic's Hyperdimension, onde debatemos durante 80 minutos sobre as séries "N.H.K. ni Youkoso e Monogatari"! Pra quem gosta dos animes tenho certeza que vai apreciar nossa discussão!

                 

 Pers



Como eu gosto de ver animes de comédia! E sem harém é melhor ainda! E começo a achar que o Karino Takatsu é meu autor preferido de comédias! Isso porque eu adorei “Working” e posso dizer o mesmo de “Servant x Service”

Lucy, Yutaka Hasebe e Saya Miyoshi, são três novos funcionários públicos que são bem recebidos no departamento. Cada um tem uma característica diferente: Lucy tem um nome enorme e escolheu trabalhar lá para impedir que outras crianças tenham o mesmo azar que o dela. Hasebe é um mulherengo preguiçoso e Miyoshi é uma moça que está trabalhando pela primeira vez, apesar de não ser tão jovem.

Miyoshi no começo é bem tímida e nunca consegue enfrentar os clientes, principalmente uma senhora que não para de falar da vida pessoal dela. Já Hasebe pega o email de todo mundo, mas nunca consegue o de Lucy, já que a garota não cai nas suas cantadas. No entanto, o rapaz é sempre gentil com ela e a ajuda sempre quando é necessário. É bastante engraçado ver Hasebe se envolver nos assuntos de Lucy de uma forma que mostra seus sinceros sentimentos.

O departamento também tem o chefe veterano, que apesar de simpático, não é tão eficiente, a funcionária temporária que sempre ajuda Lucy e o diretor que se usa um ursinho para se comunicar com seus subordinados. Aliás, os três acabam ganhando mais destaque ao longo da série.

A comédia é inteligentíssima e mostra a rotina dos funcionários públicos, o que a gente pode perceber, não é tão diferente do nosso, já que Hasebe é um funcionário bem vagabundo! Se bem que Lucy é super séria e todos de modo geral parecem ser bens gentis! O que a gente não pode dizer o mesmo do nosso serviço público! Outro ponto positivo do anime é que ao passar dos episódios vamos descobrindo mais sobre todos os personagens e seus segredos.

Eu acho que não dá pra comparar muito com “Working” por terem temas diferentes, mas existem muitas semelhanças como a comédia nonsense, mas devo dizer que o romance tem um tom mais maduro em “Servant x Service”, bem diferente de “Working”. 

Enfim, ótimo anime para se divertir com uma comédia boa e bem desenvolvida, pena que só teve 13 episódios!

Pers


Semana passada eu gravei a segunda edição do Podcast da Japanholic's Hyperdimension com alguns membros da equipe e com a participação especial do Eiti, do blog Our Otaku Life! O resultado foi mais de duas horas de gravação!

Na Parte A, de 56 minutos, falamos sobre os animes K-On!, C: The Money of Soul and Possibility Control e Jinrui wa Suitai Shimashita. A gravação foi bastante divertida e com algumas polêmicas! Confira:

Link para Download/Ouvir no MediaFire:

                 


Michele Lima


Eu comecei a ver “The Money of Soul and Possibility Control” quase como uma obrigação, já que os membros da página Japanholic's Hyperdimension terão que comentar sobre esse anime em um podcast. Confesso que não estava com muita vontade de ver e me senti muito confusa logo no primeiro episódio, mas o segundo foi bastante explicativo e o terceiro foi quando comecei a me empolgar um pouquinho mais.

Kimimaro é um rapaz que precisa trabalhar muito para conseguir dinheiro, isso porque o mundo está mergulhado em uma terrível crise financeira! Porém, um dia, uma pessoa muito estranha, Masakaki, aparece lhe oferecendo muito dinheiro e Kimimaro só precisa lutar com outras pessoas no Distrito Financeiro para conseguir uma boa quantia. Lá ele encontra outros na mesma situação e a cada negociação Kimimaro deve lutar usando sua propriedade, no caso dele uma menina chamada Msyu. Em troca Kimimaro dá seu futuro para essa organização misteriosa.



Kimimaro não quer lutar e foi praticamente obrigado a entrar no Distrito Financeiro, mas lá ele descobre mais sobre o passado de seu pai e sobre a própria organização que comanda o mundo! Inclusive, todos que entraram no Distrito Financeiro conseguem ver o dinheiro de lá, o dinheiro preto, Midas, que circula normalmente no mundo real, uma vez que outras pessoas não conseguem diferenciá-lo do dinheiro normal. 

É no Distrito Financeiro também que Kimimaro conhece Mikuni e sua organização estranha. Mikuni controla muito dinheiro no mundo real e tem um papel importante dentro do Distrito Financeiro, impedindo que a falência de alguns membros cause um grande impacto na economia, mas você fica pensando o tempo todo durante o anime se ele é uma pessoa confiável ou não. 



O que mais gostei no sentido estético é que o Distrito Financeiro parece um mundo surreal, uma espécie de sonho barroco e ao mesmo tempo um pesadelo sombrio. Gostei da relação da Msyu com o Kimimaro, mas detestei a forma como terminou o anime. Na verdade, eles até tentam explicar todo o enredo, tem até um final digamos conclusivo, mas fica muita coisa sem resposta, já que tudo termina de forma muito rápido. Por conta disso, considero “The Money of Soul and Possibility Control” um anime mediano que tem um bom enredo e justamente por isso que poderia ter sido um anime melhor desenvolvido.

Pers



Esse fim de semana eu recebi duas amigas em casa, uma do Rio de Janeiro e outra do Recife e as duas só me pediram uma única coisa: queriam conhecer a Liberdade!

Bom, fazia tempo que eu não andava por lá porque passear na Liberdade me faz sentir frustrada! São tantas coisas que quero comprar e tão pouco dinheiro! No entanto, não podia deixar de realizar esse desejo delas!

Logo na primeira parada meu bolso doeu! Isso porque eu encontrei a coleção de “Zero no Tsukaima” em DVD. Eu baixei as primeiras temporadas do anime, mas não havia baixado as últimas, comprar os Dvds seria a solução perfeita e então eu comprei e aproveitei para comprar também “O Castelo animado”, dando a cópia que eu tinha para a minha amiga. 



Além disso, no dia anterior na banca da Avenida Paulista eu comprei mais um volume de “Kaichou wa Maid-sama”, que está cada vez melhor!

Obviamente que me senti frustrada porque tinha tanto mangá e DVD na Liberdade que eu queria comprar, mas não podia! Entretanto, não fui embora sem antes fazer minhas amigas provarem um Melona e ir a um mercadinho comprar besteiras como o Pocky de chocolate! Uma delícia!!!


Pers


“O Castelo Animado” (2004) é uma adaptação do romance de fantasia da escritora britânica Diana Wynne Jones, tendo Hayao Miyazaki como roteirista e diretor. Aliás, essa tag do grupo do facebook acabou se tornando uma homenagem, já que Miyazaki anunciou sua aposentadoria recentemente. Agora o que será da minha vida sem seus filmes eu ainda não sei!

Antes de começar a falar do filme eu preciso fazer uma ressalva: eu ainda não li o livro, pois continua esgotado em todas as livrarias, por isso, não farei nenhuma comparação com o romance de Jones, mas eu tenho certeza que o livro deve ser magnífico e deve ter suas diferenças com o filme. No entanto, estarei aqui analisando a obra de Miyazaki unicamente.



Falando do filme, tudo começa com a chegada de um castelo muito estranho, na verdade nem se parece um castelo e sim uma bugiganga, na cidade de Sophie, uma moça bem simples que trabalha na chapelaria de seu falecido pai.

Com a chegada do castelo, que pertence a um poderoso feiticeiro, Howl, a cidade que já estava agitada por conta da guerra, fica eufórica. A única que não dá bola para isso é Sophie. Porém, ao caminhar pelas ruas, dois guardas tentam assediá-la e a protagonista é salva pelo temido feiticeiro. A partir disso, a vida da pobre Sophie muda completamente. Howl é perseguido por muita gente, todos os reis querem sua ajuda, uma feiticeira poderosa o quer como aliado e uma bruxa egoísta quer roubar seu coração. Por ciúmes e por pura maldade, a bruxa joga um feitiço logo no começo do filme em Sophie. Deste ponto em diante passamos a ver a bela protagonista transformada em uma senhora de idade bem avançada. Como se não bastasse a maldição, Sophie não pode contar a ninguém o que está acontecendo com ela.



Dessa forma, a protagonista abandona sua casa em busca de alguém que possa reverter o feitiço, caminhando pelas Terras Abandonadas e com a ajuda de um simpático espantalho, Sophie encontra o castelo animado de Howl. O castelo é movido por um simpático demônio do fogo, Calcifer, que tem uma relação profunda com o feiticeiro. Eles não vivem sozinhos, tem a companhia de um garotinho aprendiz, Markl. Sophie, apesar de ser uma senhorinha, mostra bastante energia, tornando-se faxineira do local e pouco a pouco se torna parte daquela pequena família maluca. A relação de Howl com ela é linda, pois Sophie continua sendo uma mulher incrível, apensar de sua aparência.

O enredo tem algumas reviravoltas na história, mostrando que nem todos que aparentemente são ruins são verdadeiramente os vilões. Aliás, se existe um vilão neste filme é a guerra! 

“O Castelo Animado” me parece um novo tipo de contos de fadas, mostrando redenção, perdão, a importância da liberdade e que ser velho pode ser apenas um detalhe. Lindo filme, com romance, fantasia e aventura, ótima fotografia; uma animação para adultos e crianças e não é em 3D! 



Ledo é um piloto de maquinas de calibre da Aliança Galáctica da Humanidade, que luta por muitos anos contra os Hideous no espaço. No entanto, sua vida muda completamente ao cair com seu robô, Chamber, numa Terra habitada por humanos que possui uma tecnologia mais atrasada que a de Ledo!

Por muitos anos a Terra ficou congelada e os humanos fugiram para o espaço, mas isso hoje é lenda na Terra, até a chegada de Ledo comprovar que tudo que parecia ser apenas contos era pura verdade!

Ledo a princípio tem muita dificuldade, primeiro porque todos o consideram inimigo e depois precisa se adaptar a essa nova sociedade, bem diferente da dele. Ledo não entende muito de sentimentos e nem sabe o que é uma família, mas Amy que se dá bem com ele desde o começo, explica pouco a pouco como é ser novamente um humano, já que Ledo mais parece uma máquina. Aos poucos o protagonista vai se envolvendo com Gangantia, a frota de navios em que ele está, já que agora a Terra é só mar. Porém, Ledo acaba entendendo melhor aqui na Terra o motivo da Aliança Galáctica lutar contra os Hideous e percebe que seu antigo modo de vida não era tão perfeito como imaginava.



“Suisei no Gargantia” tem personagens bem trabalhados e complexos, desenvolvidos em uma trama que aparentemente é simples e leve, mas que aos poucos vai se tornando mais complicada. Talvez a única falha seja não ter mostrado mais sobre o passado de Ledo, mas é interessante ver sua mudança e seu envolvimento com Amy, já que a garota consegue influenciá-lo positivamente. Aliás, Amy merece destaque, já que como pode uma garotinha com atos tão puros dançar uma dança do ventre do modo que ela dança?



Além de tudo isso, o anime tem excelentes cenas de lutas e outros personagens cativantes, como o Pinion, que aparentemente é um personagem bobo, mas que ganha destaque depois na série. E de todos, claro, destaco Chamber, que não é um simples robô, apenas o melhor herói de todos!

Resumindo pra quem gosta de ação, ficção futurista e drama super recomendo!

Pers


Puxa, fazia tempo que eu não via um anime de mais 13 episódios! Isso mesmo “Robotics;Notes” é um anime de 22 episódios e fala de ficção científica!

O protagonista é Kaito Yashio, um garoto que ama jogos de luta de robôs e que chega a ser um dos melhores no Japão. Kaito faz parte do clube de robótica de sua escola, assim como Akiho Senomiya. No entanto, o garoto não tem tanto interesse pelo clube como sua amiga que é completamente viciada em robôs! Depois surgem outros membros como o antissocial Subaru Hidaka, Junna Daitoku, que é neta do senhor que ajuda o clube de robótica e Frau Koujiro, uma Hikikomori tarada!



A princípio o anime parece contar apenas a história dos membros dos clubes e até mostra um torneio em que eles participam, mas o enredo não é tão simples assim. Akiho e Kaito sofreram um incidente estranho ainda quando pequenos, eles e várias crianças em um navio tiveram um desmaio coletivo e desde então às vezes Kaito sente o tempo desacelerar e Akiho sente o tempo acelerar. Isso é só o princípio, porque “Robotics;Notes” é realmente um anime de pura ficção científica, que envolve inclusive conspirações!

Quando Kaito acha Airi, aparentemente uma simples personagem que aparece em seu tablet, ele também descobre vários relatório que envolve o fim do mundo. Por conta disso, apesar do tom leve, aos poucos vamos descobrindo que o anime tem lá seus mistérios, inclusive conspiração com direito a rebeldia de robôs e tempestades solares! Por tudo isso, o suspense do anime pode surpreender os leitores menos desavisados, apesar de ter muitas cenas clichês como, por exemplo, o protagonista ter que salvar o mundo com um robô! No entanto, eu acho que para um simples clube de robótica, os membros do grupo passam por problemas bem sérios!



Destaque para Frau e seu modo engraçado de falar e ver as coisas, destque também para Misaki Senomiya, irmã de Akiho, que passa por um drama por todo o anime, mas só quase ao final descobrimos todos os detalhes!

Enfim, pra quem gosta de ficção científica, com boa dose de drama e humor, talvez goste de “Robotics; Notes”.

Pers