Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Eu e a Louise desejamos a todos vocês um excelente Natal!

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O tema da tag do grupo do facebook “Chá com blog versão otaku” é o mangá Cat Street. Engraçado que eu sempre via esse mangá para baixar nos sites e blogs e nunca me interessei por ele, mas como a outra opção era Death Note eu fiquei desesperada pra ler “Cat Street”!

A história pode parecer um simples shoujo, mas tem um bom desenvolvimento ao longo do mangá. Keito é a protagonista da história, uma garota que quando criança fez muito sucesso como atriz, mas ao ser enganada por outra garota que achava que era sua amiga, Keito fica muda bem no dia de sua apresentação, um silencio formado pelo choque ao perceber quem era sua verdadeira amiga. Depois disso, Keito nunca mais se apresentou e se tornou bem diferente do que era antes, inclusive se tornou uma pessoa bem desanimada e distante. Porém, isso muda quando descobre um tipo de escola bem diferente com pessoas dispostas a ajudá-la, bom, no começo nem todos, mas Keito acaba fazendo novos amigos e descobrindo pessoas bem interessantes.



Deste ponto em diante a história começa a tomar um rumo diferente, Keito enfrenta novos desafios na sua vida, como pensar no seu futuro profissional, fazer novas amigas, resgatar antigos amigos e amadurecer como pessoa. Enfim, o mangá está muito mais focado no desenvolvimento dos personagens do que em qualquer outra coisa, mesmo porque não é só Keito que tem problemas, todos personagens apresentam de certa forma seus dilemas, algum problema ou complexidade. Claro que o romance também está presente no mangá, mas sem dúvida não exatamente o foco principal da história, mas ainda assim eu adorei o Kouichi com seu modo frio e preocupado ao mesmo tempo!

Por tudo isso, acabei gostando bastante de Cat Street, logo no começo a gente nem sabe quem poderia ser o verdadeiro amor de Keito e muito mesmo o desfecho que cada um poderia tomar. Além disso, o mangá aborda assuntos bem interessantes, como superar seus traumas e seguir em frente! Resumindo, é uma boa leitura, de apenas 8 volumes!

Blogs que também estão participando:

Mega Animes
Only Good Animes
Our Otaku Life
Animes do Japão

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Eu não vi a versão antiga dos Gatchaman, então essa resenha não é comparativa! Analisei apenas a obra moderna desse grupo de heróis.

Eu confesso que no começo eu quase desisti e só não fiz isso por dois motivos: eu sempre tento terminar o que eu vejo e a direção do anime é muito boa, fazendo que os finais de cada episódio me deixassem curiosa para saber sobre o próximo!

Gatchaman Crowds é um anime que fala de um grupo de heróis, liderados por Paiman, que mais parece um ursinho Panda, que recebem instruções de JJ, um alienígena que mal se comunica com eles. O grupo tem a função de proteger a terra, mas tudo muda quando a novata Hajime aparece! Hajime é uma garota extremamente enérgica e feliz, que antes de lutar com qualquer um, tenta entender antes o motivo da luta e da violência. Tanto que no começo consegue transformar o primeiro inimigo em um ser super inocente.



O grupo ainda é composto por mais duas pessoas estranhas, OD , um alienígena que não pode se transformar em Gatchaman porque seu poder é muito forte e destruiria a terra e Utsutsu, uma garota que diz que está sempre triste, mas que possui poderes surpreendentes. Além disso, temos Jou, um humano que trabalha no departamento de segurança da prefeitura local e Sugane Tachibana, um senpai da escola da Hajime.

No decorrer do anime descobrimos Rui, um garoto super inteligente que criou o GALAX, uma espécie de programa que faz com que as pessoas se conheçam e se ajudem. Para isso, ele usa o poder dos Crowds, que são criaturas poderosas, criadas por um alienígena que tenta destruir a terra. 



Gatchaman é um anime de super heróis extremamente diferente dos demais, não só por ter uma protagonista que prefere conversar e não lutar, mas também porque Hajime não se preocupa em nenhum momento em esconder sua identidade, algo bastante incomum em heróis. Hajime é irritantemente feliz, mas está sempre disposta a ajudar os outros. Já Sugane é sério demais, o oposto de Hajime. Devo dizer que ter um líder covarde como Paiman me surpreendeu, além de não entender por que diabos o Rui se veste de mulher! Enfim, é um anime com no mínimo personagens interessantes! Não chega a ser um super anime, uma história inesquecível ou algo do tipo, mas tem um enredo bem atraente que pode agradar a alguns. Entretanto, já vou avisando que o final é daqueles que quando termina você se pergunta: que negócio foi esse?

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Mesmo sendo super fã do Hayao Miyazaki eu percebi que ainda não tinha postado a resenha do filme “Laputa, O castelo no céu” por aqui! Erro que estou corrigindo agora, publicando meu texto que fiz no blg “Notas de rodapé”:

Depois que de “A viagem de Chihiro” e “O castelo animado” eu virei fã de carteirinha do diretor e roteirista Hayao Miyazaki e eisque procurando outros filmes dele encontrei “Laputa, O castelo no céu”. Acho que Miyazaki deve ter algum tipo de fixação por castelos, porque além desses ainda tem “O castelo de Cagliostro”. 

O filme é bem antigo, de 1986, e os traços não são tão bons quanto o de “A viagem de Chihiro”, mas descobri que o filme é um clássico de Hayao Miyazaki. Sinceramente, nem teria dado importância aos contos de fada da Disney se tivesse visto só os filmes de Miyazaki quando criança. 



Sheeta, a protagonista, possui um colar misterioso e por causa disso precisa fugir de piratas e até mesmo do exército, pois todos estão à procura de seu precioso tesouro. Porém, em sua tentativa de fugir de um avião, Sheeta cai em uma comunidade mineira e encontra Pazu, que a ajuda a fugir. Durante a aventura os dois descobrem algumas coisas em comum: ambos são órfãos e o colar de Sheeta nada mais é do que uma pedra chamada Levistone, que foi fabricada em Laputa, uma ilha que flutua no céu, justamente a ilha que o pai de Pazu procurava quando morreu. Dessa forma, além de fugir daqueles que querem a sua pedra, Sheeta e Pazu resolvem também procurar por Laputa.

O filme tem um pouco mais de 2 horas, mas você não sente o tempo passar, pois a história é repleta de ação e aventura, mas também possui um romance inocente entre as crianças, o que torna o filme muito fofo. Enfim, acho que Miyazaki é um dos poucos que consegue unir, ação, aventura e romance de modo muito delicado e ao mesmo tempo empolgante.

Enfim, recomendo “Laputa, o castelo no céu” para aqueles que querem apreciar uma boa história, com rei e rainha, mas bem diferentes de um conto infantil convencional. 


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Quando eu assisti ao primeiro episódio de “Uchouten Kazoku” eu pensei em desistir, mas daí meu amigo Morimoto me disse que depois do quarto episódio o anime ficava muito bom, por isso resolvi arriscar e para falar bem a verdade, antes mesmo do quarto episódio eu já estava gostando da família de Guaxinim, ou melhor, Tanuki!

O protagonista da história é Yasaburo, um jovem Tanuki bastante despreocupado, mas o anime também mostra um pouco da história dos outros membros da família: Yaichirou, o irmão mais velho, Yajirou, que se transformou num sapo e não sabe mais como voltar a sua forma normal, Yashirou, o mais novo e mais fofo e por último a mãe, que tem o costume de se transformar em um homem que parece ser um príncipe. Aliás, falando em transformações, é extremamente estranho ver Yasaburo transformado em mulher, prefiro mil vezes quando ele se transforma em um garoto! Já o pai da família morreu de uma forma triste e ao mesmo tempo bizarra: virou nabe de um clube estranho, chamado sexta-feira, que come tanukis todo final de ano!



O anime nos mostra o cotidiano da família e suas relações pessoais, inclusive com os humanos, como no caso de Beten que é uma espécie de elo entre o mundo humanos, tengus e tanukis. Porém, o ser humano mais bizarro é o professor do Clube Sexta-feira que adora os tanukis e ainda assim quer comê-los, já que possui uma forte ligação com a comida, como se devorar uma espécie viva fosse uma homenagem a ela. Muito estranho!

Eu diria que é difícil definir o anime, ao mesmo tempo que “Uchouten Kazoku” tem momentos nonsense também tem momentos bonitos, emocionantes e tristes, principalmente a maneira como trata a morte. Chega a ser estranho como é narrado a morte do pai da família dos tanukis, pois é trágico, triste e ainda assim você consegue enxergar alguma beleza na história.



Além de ser uma bela história, os últimos episódios nos tiram o fôlego com tanta ação, chega quase a ser desesperador, inclusive! E é por tudo isso que amei o anime! E apesar de ter um final redondinho, quando acabou eu fiquei torcendo por uma segunda temporada!

Resumindo: Um excelente anime pra assistir, bastante diferente e original!

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Eu fiquei mega feliz com a participação de tantas pessoas nesse sorteio! Se eu pudesse dava os mangás para todos que participaram! Mas, infelizmente, eu não tenho mangá para todos! 

Pra ficar claro, acho melhor explicar como foi feito sorteio: cada pessoa ganhou um número de acordo com a ordem dos comentários e depois a dona dos mangás, Pandora, realizou o sorteio no Radon Org.



Portanto, o sortudo foi Mero McLoli Desu, o de número 27, ironicamente o último a comentar! Esperemos que o ganhador responda meu email com o endereço, até o dia 25 de novembro. Caso não haja resposta realizaremos novamente o sorteio!

E mais uma vez obrigada a todos pela participação, quem sabe em breve mais sorteios aqui no blog!

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Minha querida amiga Pandora (Jacilene Clemente) do blog Uma Pandora e sua Caixa é minha alma gêmea e assim como eu ela também curte mangás e animes! Em uma de suas compras, a Pandora adquiriu os 4 primeiros volumes do mangá Utena! 

Pra quem não conhece, Utena é um clássico dos anos 90, baseado em outro clássico, “A Rosa de Versalhes”, abordando temas mais sérios, como homossexualidade, complexo de inferioridade, ciúmes doentios e até romance entre irmãos! “Utena”, inclusive é inspiração até para animes mais modernos! Vale lembrar que quem dirigiu “Utena” foi Kunihiko Ikuhara, o diretor e criador de “Mawaru Penguindrum”, que começou a carreira na animação dirigindo episódios de “Sailor Moon”! Ou seja, é uma daqueles animes/mangás que ficaram pra história! E como minha amiga Pandora é muito generosa, ela está doando seus 4 volumes para Um pouco de shoujo fazer um sorteio!

O sorteio será feito pelo radom.org no dia 18 de novembro, todos os que quiserem participar comentem deixando um e-mail para contato! É super simples!



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Este é mais um post da tag “Chá com blog versão otaku”! Eu confesso que não queria falar desse anime, mas a democracia ainda reina no grupo e a maioria venceu, para o meu desgosto! Mas por que eu não queria falar de “Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai”? Porque não gosto de falar sobre a morte e sabia que este seria um anime daqueles que sentiria vontade de chorar! No entanto, apesar de ter achado um anime bonito e triste, a vontade chorar não apareceu, somente no episódio final.

O anime conta a história de um grupo de amigos de infância que se separou depois da morte de Menma, uma das integrantes. O protagonista, Jintan, é o único que consegue ver o fantasma da moça e carrega um certo remorso sobre a morte de Menma, isso porque antes dela morrer ele mentiu ao ser pressionado quanto aos sentimentos dele por ela! Depois, ao poucos vamos descobrindo o que cada um sentia pela garotinha e os problemas que eles tiveram com a sua morte!



Menma diz que Jintan deve realizar um desejo dela e que talvez só assim pudesse alcançar o paraíso, mas Jintan não sabe qual é o desejo e acaba sendo ajudado pelos antigos amigos, assim, pouco a pouco o grupo vai enfrentado suas tristezas e remorsos em relação à morte da amiga. Eu diria que o grupo parece uma quadrilha amorosa, em que os pares nunca se encontram e apesar de algumas mágoas eles acabam se unindo novamente.

Eu acho que o lado positivo do anime é que os personagens de certa forma amadurecem e aprendem, mesmo depois de muito tempo, superar a morte de Menma. Além do fato do anime mostrar algumas referências do mundo Otaku como Pokemon e One Piece. Também devo admitir que gostei dos personagens, cada um bem diferente do outro. O ponto negativo é que a leveza do anime vai se perdendo aos poucos, se tornando mais denso e dramático à medida que a história é contada e eu preferia que continuasse leve. De todos, apesar de nunca mostrar, Poppo foi o mais afetado pela morte de Menma e é dele que senti mais pena, ao fazer sua confissão no episódio final. Episódio, inclusive, bastante emocionante! Outra coisa que não gostei foi que não ficamos sabemos sobre o desenlace amoroso de todos, embora seja cabível no anime, uma vez que mesmo seguindo em frente demoraria para cada um poder se apaixonar novamente.



Enfim, é difícil descrever minha opinião sobre este anime. A verdade é que não odiei, mas também não foi aquele espetáculo que muitos comentam! Eu realmente não gosto de comentar sobre a morte, dói e me deixa angustiada, então talvez por isso eu tenha visto o anime de modo a me distanciar dele, mas com toda certeza é um anime que comove, com uma excelente trilha sonora.

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Ultimamente ando tão atolada de animes pra ver que nessa semana tive que pedir ajuda ao meu amigo e companheiro da página Japanholic's, do facebook, Humberto (Kujo), para disponibilizar sua excelente resenha do anime Shinsekai Yori aqui no blog! Aproveitem a leitura!



O review abaixo foi escrito algum tempo depois de terminar o anime (uma semana), então talvez não seja o mais exato. Antes de mais nada, quero deixar clara uma coisa (e escreverei de maneira ácida mesmo, porque fico indignado com a situação): se você deixou de ver ou dropou o anime pelo simples fato de ter visto personagens homossexuais, você é um idiota.

Análise: O futuro não é algo totalmente high-tech e com máquinas fazendo tudo como todos acham que será. Em vez disso, a humanidade descobriu a habilidade da telecinésia, Cantus, e criou um mundo onde o espírito faz parte do ser. Lendas sobre criaturas estranhas são comuns no mundo todo, como Almas de Gato, Minoshiros Falsos e Bakenezumis. Shinsekai Yori conta a história de Akizuki Maria, Aonuma Shun, Asahina Satoru, Itou Mamoru e Watanabe Saki, que aos 12 anos, acabam encontrando várias dessas criaturas e se chocam ao descobrir que por trás da paz espiritual, reside uma história manchada de vermelho-sangue e um mundo que pode entrar em colapso a qualquer momento, por qualquer descuido.

História: Sem dúvida, o anime possui uma das histórias mais interessantes que já vi. A trama começa um pouco devagar, mas a partir do episódio 4, o suspense, os mistérios e o desenvolvimento, todos espetaculares, são responsáveis por manter você assistindo vários episódios seguidos, sem sequer considerar parar: no meu caso, um total de quinze episódios foram assistidos consecutivamente. Para alguém que costuma assistir três por dia, isso é incrível. Dou um realce especial para a palavra "suspense", porque ele foi bom ao ponto de tirar meu sono e de me fazer dar pausas entre os episódios para respirar fundo e aliviar o nervosismo. Jamais um anime ou qualquer obra tinha me deixado assim. Por fim, o questionamento que a história passa é interessante: até que ponto o ser humano pode "brincar de Deus"?



Arte: A arte no anime evita o uso de cores "brilhantes" e é bem adequada para o cenário. Tivesse ela cores mais vívidas, o anime perderia boa parte de sua atmosfera e seu suspense. Sem mais comentários aqui porque não houve nenhum destaque positivo nem negativo.

Personagens: Individualmente, Shinsekai não tem destaque nos personagens humanos. Squealer e Kiroumaru possuem os melhores desenvolvimentos individuais, pelo fato de não serem humanos e terem sua interação com os mesmos bem explorada. Para o restante do elenco, o desenvolvimento das relações entre os personagens é o que realmente chama a atenção e dá força a eles no gosto de quem está assistindo. Nisso, sobressai-se Akizuki Maria, que é de longe a melhor personagem do anime. Também destaco Asahina Tomiko, que possui um passado no mínimo interessante.


Trilha Sonora: A trilha sonora tem uma ótima qualidade e aplicação, principalmente para os eventos do segundo e último arco da história. Shinsekai tem a peculiar característica de não possuir temas de abertura, coisa que eu sequer tinha ouvido falar em algum anime com mais de 6 episódios. O primeiro tema de encerramento, "Wareta Ringo", é acima da média. "Yuki ni Saku Hana", em minha opinião, caiu bem como ending do terceiro arco, mas não do quarto. Algo similar ao estilo do Kalafina faria um excelente encerramento para esse arco.

Geral: Da primeira vez que eu ouvi falar de Shinsekai Yori, achei que ia gostar do anime, mas que não entraria no meu top 10 com facilidade. Do quinto episódio pra frente, porém, eu simplesmente não consegui parar de ver. Acordei cedo para maratonar o resto, fiquei chocado com as viradas de enredo, triste com o fim trágico de alguns personagens e pensativo sobre certas questões. Admito que sou muito bonzinho dando notas, usando 8,0 como média e adorando distribuir noves, mas isso não significa que muitos animes que eu assisto possuem um nível de excelência. Shinsekai Yori é, indiscutivelmente, uma obra-prima e empata com Code Geass: Hangyaku no Lelouch em primeiro lugar no ranking de melhores animes que eu já vi ou estou vendo.

Nota Final: 10/10.

Por fim, digo que eu mantinha Code Geass em primeiro lugar no meu top animes não por julgá-lo como "um anime insuperável", mas porque continuo vendo animes buscando algo tão bom quanto, ou até melhor. Shinsekai Yori foi o primeiro anime que me deu a certeza de que está nesse nível.

Até!

Humberto Mansur (Kujo Kazuya)



Saindo do formo a segunda metade do Podcast da Japanholic's Hyperdimension, onde debatemos durante 80 minutos sobre as séries "N.H.K. ni Youkoso e Monogatari"! Pra quem gosta dos animes tenho certeza que vai apreciar nossa discussão!

                 

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Como eu gosto de ver animes de comédia! E sem harém é melhor ainda! E começo a achar que o Karino Takatsu é meu autor preferido de comédias! Isso porque eu adorei “Working” e posso dizer o mesmo de “Servant x Service”

Lucy, Yutaka Hasebe e Saya Miyoshi, são três novos funcionários públicos que são bem recebidos no departamento. Cada um tem uma característica diferente: Lucy tem um nome enorme e escolheu trabalhar lá para impedir que outras crianças tenham o mesmo azar que o dela. Hasebe é um mulherengo preguiçoso e Miyoshi é uma moça que está trabalhando pela primeira vez, apesar de não ser tão jovem.

Miyoshi no começo é bem tímida e nunca consegue enfrentar os clientes, principalmente uma senhora que não para de falar da vida pessoal dela. Já Hasebe pega o email de todo mundo, mas nunca consegue o de Lucy, já que a garota não cai nas suas cantadas. No entanto, o rapaz é sempre gentil com ela e a ajuda sempre quando é necessário. É bastante engraçado ver Hasebe se envolver nos assuntos de Lucy de uma forma que mostra seus sinceros sentimentos.

O departamento também tem o chefe veterano, que apesar de simpático, não é tão eficiente, a funcionária temporária que sempre ajuda Lucy e o diretor que se usa um ursinho para se comunicar com seus subordinados. Aliás, os três acabam ganhando mais destaque ao longo da série.

A comédia é inteligentíssima e mostra a rotina dos funcionários públicos, o que a gente pode perceber, não é tão diferente do nosso, já que Hasebe é um funcionário bem vagabundo! Se bem que Lucy é super séria e todos de modo geral parecem ser bens gentis! O que a gente não pode dizer o mesmo do nosso serviço público! Outro ponto positivo do anime é que ao passar dos episódios vamos descobrindo mais sobre todos os personagens e seus segredos.

Eu acho que não dá pra comparar muito com “Working” por terem temas diferentes, mas existem muitas semelhanças como a comédia nonsense, mas devo dizer que o romance tem um tom mais maduro em “Servant x Service”, bem diferente de “Working”. 

Enfim, ótimo anime para se divertir com uma comédia boa e bem desenvolvida, pena que só teve 13 episódios!

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Semana passada eu gravei a segunda edição do Podcast da Japanholic's Hyperdimension com alguns membros da equipe e com a participação especial do Eiti, do blog Our Otaku Life! O resultado foi mais de duas horas de gravação!

Na Parte A, de 56 minutos, falamos sobre os animes K-On!, C: The Money of Soul and Possibility Control e Jinrui wa Suitai Shimashita. A gravação foi bastante divertida e com algumas polêmicas! Confira:

Link para Download/Ouvir no MediaFire:

                 


Michele Lima