Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



“O Jardim das palavras” (Kotonoha no Niwa - The Garden of Words) foi produzido pela CoMix Wave e dirigido por Makoto Shinkai, que simplesmente conseguiu produzir uma obra de arte de apenas 45 minutos!

Takao é um jovem rapaz que sonha em ser designer de sapatos e Yukino é uma mulher mais madura, professora, que precisa superar o passado e sua melancolia, eu diria até que depressão. Ambos não possuem nada em comum a não ser seus próprios medos e batalhas internas, mas um dia o destino resolve juntá-los em um parque em um dia chuvoso. A partir de então surge uma bonita relação entre os dois em que a cada momento de chuva é ansiado por ambos.



Takao é um rapaz super responsável que cuida da casa, trabalha e estuda (apesar de cabular as aulas quando chove), tem um mãe que costuma beber com frequência e que o abandona para morar com o namorado. Já Yukino é uma mulher sozinha que sofreu no passado uma grande injustiça que destruiu sua vida profissional.

Eu diria que a cada encontro os protagonistas fazem um tipo de terapia, como se a chuva representasse um momento de choro, de desabafo e que quando ela passa o sol aparece para eles seguirem novamente suas vidas. Por isso, o elemento chuva não está na obra apenas para forçar o encontro dos protagonistas, mas também como um símbolo dos anseios de casa um. No entanto, as palavras de desabafo não são ditas, são sentidas porque o filme apesar do nome nos mostra toda a história muito mais de forma narrativa do que dialogada. Os diálogos aparecem apenas quando são estritamente necessários.



Em apenas 45 minutos Makoto Shinkai consegue desenvolver bem os personagens que evoluem ao longo do filme, de maneira simples e bem trabalhada. Obviamente, o casal é cativante, principalmente pela amizade que surge “do nada” e pelo cuidado que cada um tem pelo outro. Além disso, o cenário do parque em que Yukino e Takao se encontram é belíssimo, bastante agradável de ver.

“O Jardim de palavras” é filme admirável, não só com um enredo bonito e inteligente, que nos dá uma sensação de calma e recomeço, como também no seu aspecto estético e sua originalidade. Super recomendo.

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Enquanto eu ainda não assisto ao último filme do Hayao Miyazaki resolvi ver os filmes dele que eu ainda não vi, começando pelo “O Serviço de entrega da Kiki”, que foi baseado na novela de mesmo nome, publicada pela Fukuinkan Shoten em 1985. Aliás, o filme foi o primeiro que estúdio Studio Ghibli lançou em parceria com a Disney!

Kiki é uma garotinha filha de uma bruxa que vive feliz em sua cidade, rodeada de amigos e familiares, mas ao completar 13 anos precisa viajar e passar por treinamento de 1 ano, aprendendo a se virar sozinha. 

Eu achei muito bonito os pais da Kiki apoiarem seu treinamento, apesar de saberem que ela tem apenas 13 anos e ficarem preocupados com ela sozinha. Também achei interessante o fato dos amigos e familiares saberem que ela e a mãe são bruxas, como se isso fosse super normal, o que faz com que a magia do filme fique ainda mais intrigante e bonita.



Kiki é espontânea, divertida, ingênua e viaja na companhia de seu petulante gato preto, mas a viagem começa e termina rápido porque logo ela encontra uma cidade pra ficar, uma cidade grande com gente de todo tipo, pessoas que gostam dela e pessoas que a encaram com estranheza. Osoro é uma que adora a Kiki, dona de uma padaria, ela hospeda a bruxinha e a ajuda a realizar seu objetivo: ter um serviço de entrega. Osono e seu companheiro padeiro acabam se transformando em quase pais para Kiki, tanto que na primeira entrega dela o padeiro só sossega quando ela volta.



Além de ver a Kiki aprendendo a se virar sozinha, a cada entrega conhecemos um personagem novo, além do fato da bruxinha, apesar de não querer, ter um amigo bem interessado nela. Engraçado que a Kiki age com birra sempre que o garoto aparece, e o pobre é tão gentil com ela!

Como todo o filme do Miyazaki, “O serviço de Entrega da Kiki” é um filme lindo, bonito e mostra bem a passagem da pré-adolescência para a adolescência, embora às vezes Kiki se comporte como uma verdadeira adulta, passando pelo entusiasmo da nova vida, a depressão por estar em um lugar desconhecido e sentindo novamente confortável com os desafios. Enfim, um excelente filme, repleto de aprendizado e personagens cativantes.

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Esses dias eu vi no blog Anime Shoujo um Top 10 de personagens que eu me casaria! Achei a ideia bem legal, mas como já sou casada meu top 10 se refere a personagens que eu me casaria em outra realidade, em que não existisse meu marido, claro, porque ele existindo eu sempre me casaria com ele! <3

10. Usui - Kaichou wa Maid-sama – Ah o Usui é superprotetor, meigo, esperto, inteligente, um homem apaixonado, não tem como não amar! 



9. TaichiChihayafuru – O Taichi sem dúvida é o personagem mais persistente de todos os tempos, já que a Chihaya não enxerga um palmo diante do nariz e não percebe o quanto ele a ama! Por conta dessa persistência amorosa ele tinha que estar nessa lista!

8. Zero - Vampire Knight - Apesar de ter começado a odiar Vampire Knight ao longo dos anos, o Zero continua sendo o meu preferido! Lindo e leal!


7. RenSkip Beat – Está certo que o Ren tem seu lado sério e rabugento, mas é lindo, inteligente, amigo fiel e leal! Além de rico e famoso, claro!







6. Dojo - Toshokan Sensou – Eu diria que o Dojo não tem a devida atenção que merece das meninas! Ele é um chefe sério, responsável, um pouco rabugento, mas um verdadeiro príncipe, capaz de arriscar à vida para te salvar!


5. Sebastian - Kuroshitsuji – Eu sei que o Sebastian sempre vai preferir o Ciel, mas se um dia ele olhasse pra mim eu nunca mais teria que me preocupar com nada!



4. Miketsukami - Inu x Boku SS - Ainda na linha dos mordomos, Miketsukami é maravilhoso e persistente, igual ao Taichi e ao Usui! Só que bem mais poderoso já que é um demônio! rs






3. TomoeKamisama Hajimemashita - Saindo dos mordomos, mas continuando na linguagem demoníaca, o Tomoe é um servo maravilhoso, teimoso, mas lindo e ainda faz a linha do coração partido! <3







2. Tsukasa DoumyoujiHana Yori Dango –Tudo bem que no começo do anime/mangá o Doumyouji era um ser horrível, mas mudou por amor e se tornou em um príncipe encantado, bonito, rico, leal e destemido!







1. Tamahome - Fushigi Yuugi – Tamahome atravessa céus e terras e mundos diferentes pra ficar com a Miaka! Até reencarna só pra isso! Além de ser lindo e um excelente guerreiro! Quem não gostaria de um homem desses pra casar!







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Como estava morrendo de saudade da Nanami eu resolvi assistir ao OVA de “Kamisama Hajimemashita”, mesmo porque o mangá está parado no site espanhol que costumo ler, então a vontade de ver os personagens só aumentou nestes últimos dias!

Logo no inicio temos um breve resumo do anime, já que o OVA continua logo depois da cena do beijo do Tomoe em Nanami e mesmo sendo apenas um beijo para selar o acordo entre servo e Deusa, Nanami continua nas nuvens! Porém, como sempre, insegura! Depois de perceber que sempre deu muito trabalho para o Tomoe e que ele sempre faz as coisas por ela, Nanami tem a brilhante ideia de passar um dia em um hotel com águas termais com Tomoe, deixando o pobre Mizuki cuidando do templo. Lá, Nanami tenta a qualquer custo não dar trabalho ao Tomoe, para ele não se cansar muito dela. Bom, nem preciso dizer que isso não dá muito certo, né?


O OVA tem apenas um pouco mais de 28 minutos, infelizmente, pouco demais pra matar a saudade! Entretanto, ao menos foi bom pra dar boas risadas, porque o humor continua ótimo! E o Tomoe continua lindo e a Nanami continua uma fofa, sem sombras de dúvidas uma das minhas protagonistas preferidas, com seu modo ingênuo e engraçado!



Resumindo: O Ova não mostra novos elementos, apesar de deixar claro no final que algo maior está por aparecer!

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Um dia, estava eu passeando pelo facebook quando me deparo com o post de uma amiga, Juliana Moraes, indicando o filme “Meu namorado é um estrangeiro”, de cara já me identifiquei com o filme e fiquei ainda mais feliz quando soube que dava pra ver por completo no You Tube!

O filme é baseado no mangá “Darling wa Gaikokujin”, que fala sobre o relacionamento da própria autora, Saori Oguri com um estrangeiro, Tony László. O filme todo faz referências às diferenças culturais, mostrando a dificuldade de um japonês em se relacionar com uma pessoa de uma diferente cultura e também da dificuldade do estrangeiro em se adaptar a cultura japonesa. Há momentos muito engraçados no filme, assim como depoimentos de casais formados com estrangeiros e japoneses!

Logo do começo eu achei interessantíssimo um americano falar para a Saori (Inoue Maou), que mangá era coisa de criança! Uma típica afirmação de quem desconhece por completo a cultura oriental! Além disso, ele ainda diz que ela precisa aprender inglês, mas espere ele está no Japão, é ele que tem que aprender japonês e não o contrário, oras!



O fato de ser baseado em fatos em reais deixa o filme mais interessante, a gente consegue acompanhar a dificuldade de Tony em se adaptar a uma nova cultura e a de Saori em aprender inglês, além do fato dela não desistir de se tornar uma mangaká! O filme tem seu lado romântico, mas eu diria que o principal é a diversidade entre as culturas, com foco na comédia, com situações bem engraçadas e a dificuldade de um relacionamento de modo geral também está presente.

Eu achei o ator que faz o Tony bem feinho, mas o personagem é tão fofo que não desagrada! Ele se sente muito fora do ambiente japonês e faz de tudo para se integrar na cultura! Já a Saori é interpretada por Maou uma atriz já experiente, que fez muito sucesso com Hana Yori Dango! Enfim, é um ótimo filme pra se divertir, vale a pena!



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Eu e a Louise desejamos a todos vocês um excelente Natal!

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O tema da tag do grupo do facebook “Chá com blog versão otaku” é o mangá Cat Street. Engraçado que eu sempre via esse mangá para baixar nos sites e blogs e nunca me interessei por ele, mas como a outra opção era Death Note eu fiquei desesperada pra ler “Cat Street”!

A história pode parecer um simples shoujo, mas tem um bom desenvolvimento ao longo do mangá. Keito é a protagonista da história, uma garota que quando criança fez muito sucesso como atriz, mas ao ser enganada por outra garota que achava que era sua amiga, Keito fica muda bem no dia de sua apresentação, um silencio formado pelo choque ao perceber quem era sua verdadeira amiga. Depois disso, Keito nunca mais se apresentou e se tornou bem diferente do que era antes, inclusive se tornou uma pessoa bem desanimada e distante. Porém, isso muda quando descobre um tipo de escola bem diferente com pessoas dispostas a ajudá-la, bom, no começo nem todos, mas Keito acaba fazendo novos amigos e descobrindo pessoas bem interessantes.



Deste ponto em diante a história começa a tomar um rumo diferente, Keito enfrenta novos desafios na sua vida, como pensar no seu futuro profissional, fazer novas amigas, resgatar antigos amigos e amadurecer como pessoa. Enfim, o mangá está muito mais focado no desenvolvimento dos personagens do que em qualquer outra coisa, mesmo porque não é só Keito que tem problemas, todos personagens apresentam de certa forma seus dilemas, algum problema ou complexidade. Claro que o romance também está presente no mangá, mas sem dúvida não exatamente o foco principal da história, mas ainda assim eu adorei o Kouichi com seu modo frio e preocupado ao mesmo tempo!

Por tudo isso, acabei gostando bastante de Cat Street, logo no começo a gente nem sabe quem poderia ser o verdadeiro amor de Keito e muito mesmo o desfecho que cada um poderia tomar. Além disso, o mangá aborda assuntos bem interessantes, como superar seus traumas e seguir em frente! Resumindo, é uma boa leitura, de apenas 8 volumes!

Blogs que também estão participando:

Mega Animes
Only Good Animes
Our Otaku Life
Animes do Japão

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Eu não vi a versão antiga dos Gatchaman, então essa resenha não é comparativa! Analisei apenas a obra moderna desse grupo de heróis.

Eu confesso que no começo eu quase desisti e só não fiz isso por dois motivos: eu sempre tento terminar o que eu vejo e a direção do anime é muito boa, fazendo que os finais de cada episódio me deixassem curiosa para saber sobre o próximo!

Gatchaman Crowds é um anime que fala de um grupo de heróis, liderados por Paiman, que mais parece um ursinho Panda, que recebem instruções de JJ, um alienígena que mal se comunica com eles. O grupo tem a função de proteger a terra, mas tudo muda quando a novata Hajime aparece! Hajime é uma garota extremamente enérgica e feliz, que antes de lutar com qualquer um, tenta entender antes o motivo da luta e da violência. Tanto que no começo consegue transformar o primeiro inimigo em um ser super inocente.



O grupo ainda é composto por mais duas pessoas estranhas, OD , um alienígena que não pode se transformar em Gatchaman porque seu poder é muito forte e destruiria a terra e Utsutsu, uma garota que diz que está sempre triste, mas que possui poderes surpreendentes. Além disso, temos Jou, um humano que trabalha no departamento de segurança da prefeitura local e Sugane Tachibana, um senpai da escola da Hajime.

No decorrer do anime descobrimos Rui, um garoto super inteligente que criou o GALAX, uma espécie de programa que faz com que as pessoas se conheçam e se ajudem. Para isso, ele usa o poder dos Crowds, que são criaturas poderosas, criadas por um alienígena que tenta destruir a terra. 



Gatchaman é um anime de super heróis extremamente diferente dos demais, não só por ter uma protagonista que prefere conversar e não lutar, mas também porque Hajime não se preocupa em nenhum momento em esconder sua identidade, algo bastante incomum em heróis. Hajime é irritantemente feliz, mas está sempre disposta a ajudar os outros. Já Sugane é sério demais, o oposto de Hajime. Devo dizer que ter um líder covarde como Paiman me surpreendeu, além de não entender por que diabos o Rui se veste de mulher! Enfim, é um anime com no mínimo personagens interessantes! Não chega a ser um super anime, uma história inesquecível ou algo do tipo, mas tem um enredo bem atraente que pode agradar a alguns. Entretanto, já vou avisando que o final é daqueles que quando termina você se pergunta: que negócio foi esse?

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Mesmo sendo super fã do Hayao Miyazaki eu percebi que ainda não tinha postado a resenha do filme “Laputa, O castelo no céu” por aqui! Erro que estou corrigindo agora, publicando meu texto que fiz no blg “Notas de rodapé”:

Depois que de “A viagem de Chihiro” e “O castelo animado” eu virei fã de carteirinha do diretor e roteirista Hayao Miyazaki e eisque procurando outros filmes dele encontrei “Laputa, O castelo no céu”. Acho que Miyazaki deve ter algum tipo de fixação por castelos, porque além desses ainda tem “O castelo de Cagliostro”. 

O filme é bem antigo, de 1986, e os traços não são tão bons quanto o de “A viagem de Chihiro”, mas descobri que o filme é um clássico de Hayao Miyazaki. Sinceramente, nem teria dado importância aos contos de fada da Disney se tivesse visto só os filmes de Miyazaki quando criança. 



Sheeta, a protagonista, possui um colar misterioso e por causa disso precisa fugir de piratas e até mesmo do exército, pois todos estão à procura de seu precioso tesouro. Porém, em sua tentativa de fugir de um avião, Sheeta cai em uma comunidade mineira e encontra Pazu, que a ajuda a fugir. Durante a aventura os dois descobrem algumas coisas em comum: ambos são órfãos e o colar de Sheeta nada mais é do que uma pedra chamada Levistone, que foi fabricada em Laputa, uma ilha que flutua no céu, justamente a ilha que o pai de Pazu procurava quando morreu. Dessa forma, além de fugir daqueles que querem a sua pedra, Sheeta e Pazu resolvem também procurar por Laputa.

O filme tem um pouco mais de 2 horas, mas você não sente o tempo passar, pois a história é repleta de ação e aventura, mas também possui um romance inocente entre as crianças, o que torna o filme muito fofo. Enfim, acho que Miyazaki é um dos poucos que consegue unir, ação, aventura e romance de modo muito delicado e ao mesmo tempo empolgante.

Enfim, recomendo “Laputa, o castelo no céu” para aqueles que querem apreciar uma boa história, com rei e rainha, mas bem diferentes de um conto infantil convencional. 


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Quando eu assisti ao primeiro episódio de “Uchouten Kazoku” eu pensei em desistir, mas daí meu amigo Morimoto me disse que depois do quarto episódio o anime ficava muito bom, por isso resolvi arriscar e para falar bem a verdade, antes mesmo do quarto episódio eu já estava gostando da família de Guaxinim, ou melhor, Tanuki!

O protagonista da história é Yasaburo, um jovem Tanuki bastante despreocupado, mas o anime também mostra um pouco da história dos outros membros da família: Yaichirou, o irmão mais velho, Yajirou, que se transformou num sapo e não sabe mais como voltar a sua forma normal, Yashirou, o mais novo e mais fofo e por último a mãe, que tem o costume de se transformar em um homem que parece ser um príncipe. Aliás, falando em transformações, é extremamente estranho ver Yasaburo transformado em mulher, prefiro mil vezes quando ele se transforma em um garoto! Já o pai da família morreu de uma forma triste e ao mesmo tempo bizarra: virou nabe de um clube estranho, chamado sexta-feira, que come tanukis todo final de ano!



O anime nos mostra o cotidiano da família e suas relações pessoais, inclusive com os humanos, como no caso de Beten que é uma espécie de elo entre o mundo humanos, tengus e tanukis. Porém, o ser humano mais bizarro é o professor do Clube Sexta-feira que adora os tanukis e ainda assim quer comê-los, já que possui uma forte ligação com a comida, como se devorar uma espécie viva fosse uma homenagem a ela. Muito estranho!

Eu diria que é difícil definir o anime, ao mesmo tempo que “Uchouten Kazoku” tem momentos nonsense também tem momentos bonitos, emocionantes e tristes, principalmente a maneira como trata a morte. Chega a ser estranho como é narrado a morte do pai da família dos tanukis, pois é trágico, triste e ainda assim você consegue enxergar alguma beleza na história.



Além de ser uma bela história, os últimos episódios nos tiram o fôlego com tanta ação, chega quase a ser desesperador, inclusive! E é por tudo isso que amei o anime! E apesar de ter um final redondinho, quando acabou eu fiquei torcendo por uma segunda temporada!

Resumindo: Um excelente anime pra assistir, bastante diferente e original!

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Eu fiquei mega feliz com a participação de tantas pessoas nesse sorteio! Se eu pudesse dava os mangás para todos que participaram! Mas, infelizmente, eu não tenho mangá para todos! 

Pra ficar claro, acho melhor explicar como foi feito sorteio: cada pessoa ganhou um número de acordo com a ordem dos comentários e depois a dona dos mangás, Pandora, realizou o sorteio no Radon Org.



Portanto, o sortudo foi Mero McLoli Desu, o de número 27, ironicamente o último a comentar! Esperemos que o ganhador responda meu email com o endereço, até o dia 25 de novembro. Caso não haja resposta realizaremos novamente o sorteio!

E mais uma vez obrigada a todos pela participação, quem sabe em breve mais sorteios aqui no blog!

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Minha querida amiga Pandora (Jacilene Clemente) do blog Uma Pandora e sua Caixa é minha alma gêmea e assim como eu ela também curte mangás e animes! Em uma de suas compras, a Pandora adquiriu os 4 primeiros volumes do mangá Utena! 

Pra quem não conhece, Utena é um clássico dos anos 90, baseado em outro clássico, “A Rosa de Versalhes”, abordando temas mais sérios, como homossexualidade, complexo de inferioridade, ciúmes doentios e até romance entre irmãos! “Utena”, inclusive é inspiração até para animes mais modernos! Vale lembrar que quem dirigiu “Utena” foi Kunihiko Ikuhara, o diretor e criador de “Mawaru Penguindrum”, que começou a carreira na animação dirigindo episódios de “Sailor Moon”! Ou seja, é uma daqueles animes/mangás que ficaram pra história! E como minha amiga Pandora é muito generosa, ela está doando seus 4 volumes para Um pouco de shoujo fazer um sorteio!

O sorteio será feito pelo radom.org no dia 18 de novembro, todos os que quiserem participar comentem deixando um e-mail para contato! É super simples!



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