Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.




Essa foi mais uma indicação do Eiti do blog Our Otaku life e como sempre ele acerta! Eu simplesmente amei o anime!

Yugo Hachiken é um garoto que não sabe o que fazer da vida e vai estudar num colégio interno no campo, totalmente diferente de sua vida na cidade. Não sabemos bem o motivo da radical mudança, apenas que ele possui problemas familiares e que não sabe o que fazer do seu futuro.



A adaptação à vida no campo não é fácil, novas matérias, novos amigos, uma nova vida que inclui levantar às 4 da manhã todos os dias e ser obrigado a participar de um clube. Porém, aos poucos Hachiken vai se adaptando e criando novas amizades, tantos que se apega a um porquinho muito fofo, passa as férias trabalhando na casa de uma amiga e até faz uma noite de pizza no campus! 

No entanto, o maior problema de Hachiken é com os animais, já que ele não encara a morte dos bichos com tanta facilidade e essa sensibilidade é problemática para sua sobrevivência, mesmo porque o rapaz não consegue ser vegetariano (nem eu!). O dilema percorre o anime, mas apesar de ter um fundo mais sério, “Gin no saji” é divertidíssimo e mesmo usando e abusando do anticlímax eu morri de rir todas as vezes que acontecia!



Tudo no anime me pareceu perfeito, o enredo, o bom desenvolvimento dos personagens, os coadjuvantes e seus problemas, abertura e encerramento, enfim, o anime acabou se tornando um dos meus favoritos, não só pela comédia, mas principalmente por conseguir levantar dilemas de forma simples, sem muito drama.

Pra quem quer se divertir ou acompanhar um anime no mínimo interessante eu super recomendo!

PS: tem segunda temporada que eu em breve assistirei!

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Já faz muito tempo que me torram a paciência pra ver “K-ON”! Acontece que eu não tenho muita calma para o Moe em sua essência, com aquelas garotas querendo ser fofas o tempo inteiro. Porém, devido a insistência do meu amigo Humberto, um dos criadores de conteúdos da Japanholic’s (pagina no facebook), eu comecei a assistir ao anime.

Yui é uma garota que resolve entrar para um clube de música da escola, apesar de não saber tocar nada! Logo a principio a gente vê que ela se dá bem com suas amigas que a apoiam até mesmo quando ela não tem dinheiro pra comprar uma guitarra! Pronto, esse é o enredo! A partir daí a história mostra a amizade das meninas e uma certa evolução delas em termos musicais.



Obviamente que como o Moe agrada a maioria dos otakus eu não me surpreendi com a popularidade de “K-ON”, que virou marca de diversos produtos! Para um anime que não tem foco algum ou plot consistente, “K-ON” é agradável, principalmente por ser leve e divertido, um puro produto de entretenimento.

Se eu disser que não gostei, estarei mentindo! O fato é que o Moe na sua forma mais excêntrica me irrita profundamente, principalmente por fazer de bons personagens no mínimo apelativos ou superficiais, mas eu entendo que isso é uma questão muito pessoal e que muitos não concordam comigo. Entretanto, apesar do anime não fazer meu gênero eu confesso que me diverti muito com as meninas e me peguei cantando suas músicas. A minha preferida das garotas é a Ritsu por ser a mais espontânea e engraçada, talvez até mesmo por ser a menos moe do grupo e por tocar bateria, que é um instrumento mais agressivo. Porém, para falar bem a verdade, não peguei birra com nenhuma delas, o que geralmente acontece quando vejo uma personagem moe, principalmente num harém. 



Enfim, “K-ON” é no mínimo agradável, daqueles animes que você assiste e nem percebe que está acabando, além disso, como brinde você ainda pode escutar boas músicas!


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Hoje estou aqui apenas para divulgar um post bastante interessante do blog OtomeGatari que fala sobre o termo “normalfag”. 

Bom, existem controvérsias em relação ao uso do termo, mas o post em si fala sobre aquele tipo de pessoa que acha que determinados animes, como SAO, por exemplo, são os melhores do mundo, ignorando propositalmente seus defeitos. A questão gira em torno do motivo pelo qual nos tornamos tão preconceituosos em relação a essas pessoas. Por que temos sempre que ver e analisar um anime muitas vezes pondo de lado a diversão? Qual o problema ver algo "just for fun" e gostar?

Enfim, é um texto pra ler e refletir, por isso, estou compartilhando-o aqui no blog!


Boa leitura!

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Faz tempo que vejo as pessoas comentando sobre esse anime, principalmente sobre “White Album 2”, e na esperança de ver um bom romance, comecei a assistir!

Toya é um rapaz que namora a cantora Yuki, eles se conhecem há muito tempo, mas agora que ela está fazendo mais sucesso o tempo para se encontrarem ficou bem menor! Toya é rodeado de mulheres e como todo harém que se preze ele é um tapado que não enxerga o sentimento das garotas ao se redor. Já Yuki tenta a todo custo conciliar o tempo do trabalho com o rapaz e começa ter a ajuda de sua grande ídolo, Rina. Para piorar um pouco a situação dos dois, quando Yuki está prestes a lançar seu CD sua empresária faz de tudo pra atrapalhar seu romance, flertando descaradamente com Toya, que como bom covarde não consegue se livrar da pressão da mulher.



O anime começou de uma maneira muito boa, mas depois o harém foi me irritando, já que eu detesto ver um bando de garotas carentes atrás de um cara que não tem nada demais e lesado pra burro pra perceber o interesse delas. Além da Yuki, da empresária e da relação ambígua com Rina, ainda temos uma estudante de vestibular, uma amiga mais velha e uma mais nova atrás do Toya! 

“White álbum” tem um enredo muito interessante, mas a construção dos personagens é péssima. Toya tem sérios problemas de personalidade, se deixando levar por todos a sua volta, ficando sem saber se corre atrás ou desiste da Yuki, prolongando essa situação até não poder mais, alimentando muitas vezes o interesse das outras garotas por ele, ficando assim, estagnado.



Toya é um personagem fraco e enrola todas as garotas que gostam dele com sua amizade. Ao menos as personagens femininas possuem mais personalidade ao lutar por ele, mesmo sabendo que ele ama a Yuki. Outro ponto positivo são as músicas e os diálogos internos do Toya, que aparecem escritos na tela.

Enfim, “White Album” é um anime que tinha tudo pra ser bom, mas não foi, deixou a desejar no quesito personagens e até mesmo no enredo ao não explorar de maneira satisfatória o ambiente artístico e muito menos o próprio ambiente em que Toya vive. Tudo numa narrativa arrastada e sem criatividade, uma pena porque poderia ter sido bem melhor.

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Eu esperei, esperei e esperei para que estivesse devidamente legendada a segunda temporada para eu poder assistir, não queria passar por muita ansiedade, tendo que esperar lançar o próximo episódio! E devo dizer, estava certíssima, porque a segunda temporada de “Chihayafuru” é tão boa quanto a primeira, fazendo a gente assistir a tudo quase de uma vez!

O anime começa da mesma forma que terminou a primeira temporada: o clube de Karuta procurando novos membros, mas deve vez a beleza de Taichi ajuda de alguma forma e uma nova garota aparece na trama, pronta pra conquistar o rapaz e não se importando muito com Karuta. O clube também ganha um novo integrante que está ansioso para ganhar umas partidas e orgulhar seus irmãos!


Ayase continua querendo fazer com que todos se apaixonem por Karuta e sem enxergar um palmo diante do nariz, mas devo dizer que eu acho que essa segunda temporada explora bem mais a evolução dos personagens, principalmente o de Taichi, que inúmeras vezes rouba a cena.

O anime continua mostrando o jogo de Karuta de maneira poética, inclusive em alguns diálogos, mas quando começa a competição por equipe a coisa muda completamente e lá está novamente a tensão que só um jogo de Karuta pode demonstrar! Cada integrante do grupo com suas próprias preocupações, seus próprios desafios a serem superados e o gosto amargo de cada derrota estampado em cada um, assim como a felicidade em conquistar cada carta. Além disso, devo dizer que as partidas finais são de tirar o fôlego, principalmente quando você nem respira pra ver a jogada e parece uma piadinha pra quebrar o clima!


Quanto ao Arata, ele aparece mais nessa temporada e de certa forma tenta se aproximar de seus amigos. Também conhecemos mais um pouco da personalidade da Rainha e novos competidores de Karuta aparecem com histórias interessantes!

Eu realmente não entendo porque algumas pessoas acham o anime parado, eu quase morro de tensão em cada jogada, uma vez que “Chihayafuru” não é previsível e você nunca sabe quem vai ganhar as partidas! E é por isso mesmo um dos animes preferidos, fico agora torcendo por uma terceira temporada!


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“O Jardim das palavras” (Kotonoha no Niwa - The Garden of Words) foi produzido pela CoMix Wave e dirigido por Makoto Shinkai, que simplesmente conseguiu produzir uma obra de arte de apenas 45 minutos!

Takao é um jovem rapaz que sonha em ser designer de sapatos e Yukino é uma mulher mais madura, professora, que precisa superar o passado e sua melancolia, eu diria até que depressão. Ambos não possuem nada em comum a não ser seus próprios medos e batalhas internas, mas um dia o destino resolve juntá-los em um parque em um dia chuvoso. A partir de então surge uma bonita relação entre os dois em que a cada momento de chuva é ansiado por ambos.



Takao é um rapaz super responsável que cuida da casa, trabalha e estuda (apesar de cabular as aulas quando chove), tem um mãe que costuma beber com frequência e que o abandona para morar com o namorado. Já Yukino é uma mulher sozinha que sofreu no passado uma grande injustiça que destruiu sua vida profissional.

Eu diria que a cada encontro os protagonistas fazem um tipo de terapia, como se a chuva representasse um momento de choro, de desabafo e que quando ela passa o sol aparece para eles seguirem novamente suas vidas. Por isso, o elemento chuva não está na obra apenas para forçar o encontro dos protagonistas, mas também como um símbolo dos anseios de casa um. No entanto, as palavras de desabafo não são ditas, são sentidas porque o filme apesar do nome nos mostra toda a história muito mais de forma narrativa do que dialogada. Os diálogos aparecem apenas quando são estritamente necessários.



Em apenas 45 minutos Makoto Shinkai consegue desenvolver bem os personagens que evoluem ao longo do filme, de maneira simples e bem trabalhada. Obviamente, o casal é cativante, principalmente pela amizade que surge “do nada” e pelo cuidado que cada um tem pelo outro. Além disso, o cenário do parque em que Yukino e Takao se encontram é belíssimo, bastante agradável de ver.

“O Jardim de palavras” é filme admirável, não só com um enredo bonito e inteligente, que nos dá uma sensação de calma e recomeço, como também no seu aspecto estético e sua originalidade. Super recomendo.

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Enquanto eu ainda não assisto ao último filme do Hayao Miyazaki resolvi ver os filmes dele que eu ainda não vi, começando pelo “O Serviço de entrega da Kiki”, que foi baseado na novela de mesmo nome, publicada pela Fukuinkan Shoten em 1985. Aliás, o filme foi o primeiro que estúdio Studio Ghibli lançou em parceria com a Disney!

Kiki é uma garotinha filha de uma bruxa que vive feliz em sua cidade, rodeada de amigos e familiares, mas ao completar 13 anos precisa viajar e passar por treinamento de 1 ano, aprendendo a se virar sozinha. 

Eu achei muito bonito os pais da Kiki apoiarem seu treinamento, apesar de saberem que ela tem apenas 13 anos e ficarem preocupados com ela sozinha. Também achei interessante o fato dos amigos e familiares saberem que ela e a mãe são bruxas, como se isso fosse super normal, o que faz com que a magia do filme fique ainda mais intrigante e bonita.



Kiki é espontânea, divertida, ingênua e viaja na companhia de seu petulante gato preto, mas a viagem começa e termina rápido porque logo ela encontra uma cidade pra ficar, uma cidade grande com gente de todo tipo, pessoas que gostam dela e pessoas que a encaram com estranheza. Osoro é uma que adora a Kiki, dona de uma padaria, ela hospeda a bruxinha e a ajuda a realizar seu objetivo: ter um serviço de entrega. Osono e seu companheiro padeiro acabam se transformando em quase pais para Kiki, tanto que na primeira entrega dela o padeiro só sossega quando ela volta.



Além de ver a Kiki aprendendo a se virar sozinha, a cada entrega conhecemos um personagem novo, além do fato da bruxinha, apesar de não querer, ter um amigo bem interessado nela. Engraçado que a Kiki age com birra sempre que o garoto aparece, e o pobre é tão gentil com ela!

Como todo o filme do Miyazaki, “O serviço de Entrega da Kiki” é um filme lindo, bonito e mostra bem a passagem da pré-adolescência para a adolescência, embora às vezes Kiki se comporte como uma verdadeira adulta, passando pelo entusiasmo da nova vida, a depressão por estar em um lugar desconhecido e sentindo novamente confortável com os desafios. Enfim, um excelente filme, repleto de aprendizado e personagens cativantes.

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Esses dias eu vi no blog Anime Shoujo um Top 10 de personagens que eu me casaria! Achei a ideia bem legal, mas como já sou casada meu top 10 se refere a personagens que eu me casaria em outra realidade, em que não existisse meu marido, claro, porque ele existindo eu sempre me casaria com ele! <3

10. Usui - Kaichou wa Maid-sama – Ah o Usui é superprotetor, meigo, esperto, inteligente, um homem apaixonado, não tem como não amar! 



9. TaichiChihayafuru – O Taichi sem dúvida é o personagem mais persistente de todos os tempos, já que a Chihaya não enxerga um palmo diante do nariz e não percebe o quanto ele a ama! Por conta dessa persistência amorosa ele tinha que estar nessa lista!

8. Zero - Vampire Knight - Apesar de ter começado a odiar Vampire Knight ao longo dos anos, o Zero continua sendo o meu preferido! Lindo e leal!


7. RenSkip Beat – Está certo que o Ren tem seu lado sério e rabugento, mas é lindo, inteligente, amigo fiel e leal! Além de rico e famoso, claro!







6. Dojo - Toshokan Sensou – Eu diria que o Dojo não tem a devida atenção que merece das meninas! Ele é um chefe sério, responsável, um pouco rabugento, mas um verdadeiro príncipe, capaz de arriscar à vida para te salvar!


5. Sebastian - Kuroshitsuji – Eu sei que o Sebastian sempre vai preferir o Ciel, mas se um dia ele olhasse pra mim eu nunca mais teria que me preocupar com nada!



4. Miketsukami - Inu x Boku SS - Ainda na linha dos mordomos, Miketsukami é maravilhoso e persistente, igual ao Taichi e ao Usui! Só que bem mais poderoso já que é um demônio! rs






3. TomoeKamisama Hajimemashita - Saindo dos mordomos, mas continuando na linguagem demoníaca, o Tomoe é um servo maravilhoso, teimoso, mas lindo e ainda faz a linha do coração partido! <3







2. Tsukasa DoumyoujiHana Yori Dango –Tudo bem que no começo do anime/mangá o Doumyouji era um ser horrível, mas mudou por amor e se tornou em um príncipe encantado, bonito, rico, leal e destemido!







1. Tamahome - Fushigi Yuugi – Tamahome atravessa céus e terras e mundos diferentes pra ficar com a Miaka! Até reencarna só pra isso! Além de ser lindo e um excelente guerreiro! Quem não gostaria de um homem desses pra casar!







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Como estava morrendo de saudade da Nanami eu resolvi assistir ao OVA de “Kamisama Hajimemashita”, mesmo porque o mangá está parado no site espanhol que costumo ler, então a vontade de ver os personagens só aumentou nestes últimos dias!

Logo no inicio temos um breve resumo do anime, já que o OVA continua logo depois da cena do beijo do Tomoe em Nanami e mesmo sendo apenas um beijo para selar o acordo entre servo e Deusa, Nanami continua nas nuvens! Porém, como sempre, insegura! Depois de perceber que sempre deu muito trabalho para o Tomoe e que ele sempre faz as coisas por ela, Nanami tem a brilhante ideia de passar um dia em um hotel com águas termais com Tomoe, deixando o pobre Mizuki cuidando do templo. Lá, Nanami tenta a qualquer custo não dar trabalho ao Tomoe, para ele não se cansar muito dela. Bom, nem preciso dizer que isso não dá muito certo, né?


O OVA tem apenas um pouco mais de 28 minutos, infelizmente, pouco demais pra matar a saudade! Entretanto, ao menos foi bom pra dar boas risadas, porque o humor continua ótimo! E o Tomoe continua lindo e a Nanami continua uma fofa, sem sombras de dúvidas uma das minhas protagonistas preferidas, com seu modo ingênuo e engraçado!



Resumindo: O Ova não mostra novos elementos, apesar de deixar claro no final que algo maior está por aparecer!

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Um dia, estava eu passeando pelo facebook quando me deparo com o post de uma amiga, Juliana Moraes, indicando o filme “Meu namorado é um estrangeiro”, de cara já me identifiquei com o filme e fiquei ainda mais feliz quando soube que dava pra ver por completo no You Tube!

O filme é baseado no mangá “Darling wa Gaikokujin”, que fala sobre o relacionamento da própria autora, Saori Oguri com um estrangeiro, Tony László. O filme todo faz referências às diferenças culturais, mostrando a dificuldade de um japonês em se relacionar com uma pessoa de uma diferente cultura e também da dificuldade do estrangeiro em se adaptar a cultura japonesa. Há momentos muito engraçados no filme, assim como depoimentos de casais formados com estrangeiros e japoneses!

Logo do começo eu achei interessantíssimo um americano falar para a Saori (Inoue Maou), que mangá era coisa de criança! Uma típica afirmação de quem desconhece por completo a cultura oriental! Além disso, ele ainda diz que ela precisa aprender inglês, mas espere ele está no Japão, é ele que tem que aprender japonês e não o contrário, oras!



O fato de ser baseado em fatos em reais deixa o filme mais interessante, a gente consegue acompanhar a dificuldade de Tony em se adaptar a uma nova cultura e a de Saori em aprender inglês, além do fato dela não desistir de se tornar uma mangaká! O filme tem seu lado romântico, mas eu diria que o principal é a diversidade entre as culturas, com foco na comédia, com situações bem engraçadas e a dificuldade de um relacionamento de modo geral também está presente.

Eu achei o ator que faz o Tony bem feinho, mas o personagem é tão fofo que não desagrada! Ele se sente muito fora do ambiente japonês e faz de tudo para se integrar na cultura! Já a Saori é interpretada por Maou uma atriz já experiente, que fez muito sucesso com Hana Yori Dango! Enfim, é um ótimo filme pra se divertir, vale a pena!



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Eu e a Louise desejamos a todos vocês um excelente Natal!

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O tema da tag do grupo do facebook “Chá com blog versão otaku” é o mangá Cat Street. Engraçado que eu sempre via esse mangá para baixar nos sites e blogs e nunca me interessei por ele, mas como a outra opção era Death Note eu fiquei desesperada pra ler “Cat Street”!

A história pode parecer um simples shoujo, mas tem um bom desenvolvimento ao longo do mangá. Keito é a protagonista da história, uma garota que quando criança fez muito sucesso como atriz, mas ao ser enganada por outra garota que achava que era sua amiga, Keito fica muda bem no dia de sua apresentação, um silencio formado pelo choque ao perceber quem era sua verdadeira amiga. Depois disso, Keito nunca mais se apresentou e se tornou bem diferente do que era antes, inclusive se tornou uma pessoa bem desanimada e distante. Porém, isso muda quando descobre um tipo de escola bem diferente com pessoas dispostas a ajudá-la, bom, no começo nem todos, mas Keito acaba fazendo novos amigos e descobrindo pessoas bem interessantes.



Deste ponto em diante a história começa a tomar um rumo diferente, Keito enfrenta novos desafios na sua vida, como pensar no seu futuro profissional, fazer novas amigas, resgatar antigos amigos e amadurecer como pessoa. Enfim, o mangá está muito mais focado no desenvolvimento dos personagens do que em qualquer outra coisa, mesmo porque não é só Keito que tem problemas, todos personagens apresentam de certa forma seus dilemas, algum problema ou complexidade. Claro que o romance também está presente no mangá, mas sem dúvida não exatamente o foco principal da história, mas ainda assim eu adorei o Kouichi com seu modo frio e preocupado ao mesmo tempo!

Por tudo isso, acabei gostando bastante de Cat Street, logo no começo a gente nem sabe quem poderia ser o verdadeiro amor de Keito e muito mesmo o desfecho que cada um poderia tomar. Além disso, o mangá aborda assuntos bem interessantes, como superar seus traumas e seguir em frente! Resumindo, é uma boa leitura, de apenas 8 volumes!

Blogs que também estão participando:

Mega Animes
Only Good Animes
Our Otaku Life
Animes do Japão

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