Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Este ano estou participando da campanha “Eu amo shoujo” e me indicaram o anime “Neo angelique abyss”, que é um harém invertido e tem como protagonista uma garota meiga, bondosa, mas que possui grandes poderes. 

Angelique é uma órfã que vive num colégio interno para moças quando um dia recebe a visita de Nyx, um homem que diz que ela possui poderes de purificação e que pode salvar a vida de muita gente. A princípio, Angelique não está muito certa dos seus poderes, até que a escola é atacada por Thanatos (uma espécie de monstros) e Angelique consegue purificá-los. Assim, a protagonista descobre que possui poderes extraordinários e passa a viver com Nyx e Rayne. À medida que a história avança, outros purificadores aparecem, todos querendo proteger Angelique e destruir os Thanatos.



Se fosse uns 10 anos atrás eu acho que iria gostar de “Neo angelique abyss”, mas hoje, depois de tantos haréns, invertidos ou não, o anime não me empolgou. Ando um tanto cansada de protagonistas bobinhas, ingênuas e que ficam repetindo tudo iguais a uma tonta. Em termos de enredo, nada de novo no anime, tudo muito igual aos outros. Porém, os personagens masculinos, apesar de ficarem babando pela abelha rainha (Angelique), são o ponto forte da história, uma vez que possuem personalidades diversas e segredos a serem revelados, principalmente Nyx. Além disso, um ponto que eu gostei, e talvez o diferencie um pouco dos outros animes do gênero, é a mistura com aspectos do século 19 e a modernidade, já que parte do mundo criado no anime também é moderno, possuindo carros e até imprensa!



Resumindo: “Neo angelique abyss” não foge dos clichês do gênero, mas com toda certeza cumpre com os pré-requisitos de um shoujo do tipo. Recomendo para puro divertimento e para quem gosta muito de harém invertido, mesmo porque os meninos purificadores são colírios para os olhos das meninas, tem pra todo gosto!

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Kaito Kirishima é um rapaz do colegial que quer produzir um filme com a ajuda de seus amigos, mas a chegada de uma nova aluna torna tudo um pouco mais misterioso!

Tudo começa quando um dia Kaito está gravando com sua câmera e Ichika Takatsuki chega a terra em sua espaçonave, mas ninguém sabe que ela é uma alienígena que está na terra. Ichika passa a morar na casa de Kaito, já que não tem para onde ir, o que deixa Kanna, amiga de infância do protagonista, bastante enciumada. Aliás, a chegada de Ichika mexe bastante com os sentimentos de todos os amigos de Kaito, que pouco a pouco vão se revelando, como em uma quadrilha amorosa. Assim, podemos ver melhor os sentimos de Tetsuro, Mio e conhecendo melhor quem é a Lemon, uma personagem bastante divertida!



O filme acaba ficando em segundo plano, enquanto as emoções dos personagens vão se tornando o foco do anime. A princípio vemos os sentimentos confusos de alguns e as decisões de outros. De todos, a Kanna me parece a mais ingênua ou talvez a mais cega do grupo, já que não só não percebe quem gosta verdadeiramente dela, como também dos sentimentos da própria melhor amiga. É como se para Kanna, apenas existisse Kaito e assim não consegue enxergar os sentimentos das pessoas ao seu redor. Justamente ao contrário da Lemon, que não só percebe os sentimentos de todos, como brinca com isso!

Aos poucos os sentimentos dos personagens vão se desenvolvendo, igualmente com eles e tudo vai ficando mais interessante com os desenrolar da quadrilha amorosa, principalmente depois que o segredo de Ichika é revelado. No entanto, se por um lado os sentimentos são explorados, me parece que faltou explorar mais Ichika como alienígena, como é sua vida no espaço e o que faz. O anime acaba e não temos quase nenhuma informação a esse respeito.



É inevitável não comparar “Ano Natsu de Matteru” com “Onegai teacher”, mesmo porque ambos possuem o mesmo caracter design, Taraku Uon, e a mesma pessoa responsável pelo script, Yousuke Kuroda, sendo a série uma espécie de homenagem a “Onegai”, lembrando que “Ano Natsu de Matteru” estreou na data de aniversário de 10 anos de sua antecessora! Porém, é importante notar que existem muitas diferenças no enredo e devo dizer que o anime vai muito além de Onegai.

Para muitos “Ano Natsu de Matteru” ou foi um anime incrível ou foi mediano, para mim ele foi acima da média, justamente por explorar bem as relações amorosas dos personagens, não se detendo apenas no casal protagonista, criando expectativas até o último episódio. A verdade é que me emocionei com final da história e o drama aparece na dose certa, sem exageros, assim como a comédia, o ecchi e o romance. Entretanto, apesar de criar tensão e expectativa, o enredo acaba caindo no previsível, mas isso não me desagradou, por isso, super recomendo!



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Esses dias eu estava pensando quais seriam as minhas personagens preferidas no mundo dos animes, a lista é longa, mas selecionei 5:

5. Yuuko – Eu adoro “XXXHolic”, mas acho que o anime sem a Yuuko não seria nada! Tão misteriosa, tão inteligente, tão malvada às vezes! E guarda tantos segredos incríveis que só poderia ser um personagem da CLAMP.


4. Risa – “Lovely Complex” foi um dos animes que eu mais ri na vida e que eu mais torci pela protagonista também! Risa não desiste do que quer só por causa da sua altura e nem se torna amarga com as decepções, uma garota pra lá de divertida!


3. Kotoko – Falando de protagonistas persistentes, quem já viu “Itazura na Kiss” sabe que Kototo também é uma personagem persistente e insistente, porque só assim pra aguentar aquele Naoki. Mesmo depois de adulta a pobre continua batalhando pelo amor dele e para conseguir uma carreira ao seu lado.


2. Miaka – Se o assunto é batalhar, protagonista mais guerreira não existe. Luta pela vida, luta pelos amigos, luta pelo seu grande amor. Miaka sofre quase um drama mexicano em Fushigi Yuugi, mas vale a pela, pelo Tamahome até a pobre achou que havia sido estuprada!




1. Makino – Eu diria que o codinome da Makino é sofrimento! E ela não achou que havia sido estuprada, ela quase foi mesmo! E isso não é nada comparado ao que ela passa nas mãos do Doumyouji e depois com a mãe dele. Miaka sofre o pão que o diabo amassou e às vezes nem esse pão ela tinha pra comer! Não é à toa que o anime teve várias adaptações e não é à toa que Makino sempre faz sucesso!




Eu sei que muitas ficaram de fora, já que tem muita personagem roubando a cena nos animes, mas quem sabe elas aparecem numa próxima vez!

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Esses dias estava organizando minhas pastas de mangás e separando os que são mais inocentes dos mais picantes, pois nunca se sabe quando os sobrinhos podem invadir seu notebook! 

Daí me deparei com "Beast Master" que é um mangá que os sobrinhos podem ler sem nenhum problema! A história, escrita pela mangaká Kyousuke Motomi, fala da protagonista Yuiko, uma garota que adora animais, mas os animais não gostam dela! Até que ela conhece Leo Aoi, um aluno que veio da África, que por conta de seu aspecto selvagem todos têm medo dele, mesmo porque quando o rapaz resolve brigar ele realmente parece uma fera demoníaca. Porém, os animais adoram o garoto e por causa disso Yuiko passa a se interessar por ele e Leo vai aos pouco se tornando mais civilizado. Nem preciso dizer que eles se apaixona, né?




"Beast Master" é um anime com apenas 2 volumes, super simples, com um enredo até que previsível, mesmo debatendo questões interessantes, como as aparências, e a protagonista não é daquelas com frescuras, o que a faz ganhar pontos comigo! Além do mais, o casal protagonista é adorável e deve agradar o público que gosta de shoujo.

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Hachiman Hikigaya é um rapaz com sérios problemas sociais e ao escrever uma redação que mostrava bem seu estado de espirito, sua professora, daquelas bem malucas, resolve colocá-lo no clube de “serviços voluntários”. Composto inicialmente apenas por Yukino Yukinoshita.

Yukino é uma moça muito bonita e super inteligente, mas por ter sofrido muito no passado por conta de sua beleza, se isola por completo. Logo em seguida conhecemos Yui Yuigahama, que também passa a integrar o grupo, só que ao contrário de Yukino, Yui é bastante comunicativa, porém, muito insegura, daquelas que se deixa ser capacho dos outros só pra não ficar sozinha.



Ao longo da série, o clube vai ajudando outras pessoas da escola: como um garoto que tem a síndrome da oitava série, outro que precisa ajudar o clube de tênis, Saika Totsuka (responsável pelas apelações estilo shotacon e yaoi), e até mesmo um dos mais populares da escola precisa da ajuda do clube. No entanto, Hachiman continua sendo um rapaz desconfiado, acreditando que é um urso solitário sem amigos, sendo bastante conformista com a situação. Aliás, um ponto positivo na série é a complexidade dos personagens, bem escondida e bem exposta em determinados momentos do anime.

“Yahari Ore no Seishun Love Come wa Machigatteiru” é bastante agradável, com personagens que vão se desenvolvendo ao longo da série e quando digo desenvolver não significa que eles mudam de personalidade e resolvem seus problemas, apenas aprendem com as circunstâncias. Talvez o anime não agrade a todos, mas eu gostei principalmente pelo tema abordado: a dificuldade em interagir que muitos adolescentes e até mesmo adultos possuem. A solidão, inclusive, pode acompanhar quase a vida inteira de uma pessoa, começando na adolescência e nós sabemos que os adolescentes podem ser bem cruéis quando querem! 



Enfim, “Yahari Ore no Seishun Love Come wa Machigatteiru” me agradou bastante, mas não esperem comédia de morrer de rir (a não ser pelo teatrinho yaoi no episódio 11), mas sim um anime bem sarcástico, irônico, com diálogos bem elaborados e personagens não tão superficiais.

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Quando eu li “Uwasa No Midori-Kun” pela primeira vez eu não quis escrever sobre o mangá, eu tinha sentimentos muito confusos em respeito a ele. Hoje eu continuo tendo!

Midori Yamate é uma garota ingênua que mora numa pequena ilha. Um dia, Tsukasa Hino, um estudante escolar, jogador de futebol principal de sua escola, aparece e ensina Midori a jogar futebol. Logo a garota se apaixona por ele e perde sua virgindade. Porem, logo em seguida Midori descobre que Tsukasa não sentia nada por ela, apenas a usou por sexo. Jurando vingar-se, Midori deixa sua ilha e se inscreve, como menino, na escola rival de Tsukasa, e conhece Kazuma Shinbashi, que se torna seu melhor amigo (e um pouco mais do que isso).

Eu não gosto muito de mangás/animes com essa premissa: meninos que se vestem de meninas e meninas que se vestem de meninos, mas quando comecei a ler o mangá eu fui picada pelo bichinho da curiosidade e li até o final para saber o desfecho! Isso porque a história tem um incrível triângulo amoroso que você não consegue descobrir de forma alguma com quem Midori vai ficar até chegar no último capítulo!

Midori e Tsukasa

Agora, o motivo da minha confusão fica por conta da forma como a história é conduzida. Primeiramente a protagonista Midori: ingênua ou descarada? Não sei, por vezes achava ingênua, outras vezes descarada. Por ser “smut” eu já esperava cenas de sexo em que a garota diz não, mas o rapaz a força e ela aceita. Porém, a autora quer tratar o tema como se a Midori realmente odiasse o Tsukasa?! Acho difícil, ela não perde a oportunidade de aproveitar as cenas “calientes” com o garoto! Portanto, a protagonista não convence, de forma alguma.

Depois, mesmo sendo “smut” as cenas de sexo são irrelevantes demais, qualquer motivo é pra Midori aparecer pelada e transando. Isso porque ela está fingindo ser menino, imagina se não estivesse!

Midori e Kazuma

Acho o que realmente pode ser positivo é a personalidade complexa de Tsukasa, que fica entre vilão e mocinho o tempo todo! Às vezes você o odeia, às vezes você tem pena dele. Já Kazuma é tão bonzinho que às vezes agrada e outras vezes irrita! Ou seja, excluindo a protagonista, os personagens são até que intrigantes! Além disso, por ser um triângulo amoroso que não demonstra desde o principio quem vai ficar com quem, é possível que muita gente até se envolva com o mangá.

Resumindo: Pra quem gosta de romance pode gostar de “Uwasa No Midori-Kun”, mesmo odiando a protagonista, como eu, mas é melhor não torcer logo de cara por ninguém pra não se decepcionar.


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Princesa Mononoke (1997), de Hayao Miyazaki, é o tema da TAG do grupo do facebook Chá com blog versão Otaku! E confesso que adorei a escolha, fazia tempo que eu queria mesmo ver esse filme!

Ashitaka é um príncipe em sua aldeia, um bom rapaz, que ao salvar sua tribo de um demônio acaba sendo amaldiçoado por ele. Pra tentar se livrar da maldição, Ashitaka viaja até outra aldeia, a fim de encontrar o deus da montanha, para assim pedir que ele o cure. No caminho, perto da floresta poderosa que abriga o espírito, Ashitaka conhece San, uma moça guerreira, filha adotiva de um deus Lobo que está a todo custo tentando salvar a floresta. Ashitaka também encontra uma fortaleza de ferro comandada por uma chefe poderosa, Lady Eboshi, que está tentando matar os espíritos, para assim conseguir explorar a floresta e seus poderes.



Ashitaka descobre que foi a poderosa chefe da fortaleza que expulsou o demônio javali que vivia lá e por conta disso ele ficou carregado de ódio e quis matar a todos. Porém, uma dos aspectos mais interessantes do filme é que a chefe não é exatamente uma total vilã. Lady Eboshi abriga todas as prostitutas, dando emprego a elas e tem como empregados leprosos que fabricam armas. Quando ninguém mais queria ficar perto deles, por conta da doença, ela foi a única que os acolheu.

No entanto, os deuses estão enfurecidos com os humanos que tentam destruí-los e uma guerra é eminente, no meio dela está Ashitaka, San e mais alguns interessados nos poderes da floresta!



Sabe-se que Ashitaka é uma boa pessoa, mas pouco se conhece sobre San até metade do filme! Porém, sem sombras de dúvidas é Lady Eboshi a personagem mais intrigante e complexa da história. Já o alívio cômico fica pelas mulheres da fortaleza, que praticamente comandam tudo e possuem os homens como submissos, quase como uma sociedade matriarcal!

“Princessa Mononoke” expõe com clareza a dicotomia entre homem e natureza, trabalhando o tema da forma que somente o Hayao Miyazaki consegue, ou seja, apesar da violência exposta (muito sangue, morte e mutilação) é ao mesmo tempo um filme sensível, inteligente, com uma ótima trilha sonora!

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“Noragami” é um anime de 12 episódios que envolve sobrenatural, drama e comédia, que me cativou logo no primeiro episódio.

Hiyori é uma colegial comum que um dia ao salvar um rapaz de ser atropelado quase morre! Na verdade, além de quase morrer muda completamente o rumo da sua vida, isso porque o rapaz em questão é Yato, um antigo deus da calamidade. Atualmente Yato é um deus pobre, sem templo, sem ter dinheiro nem pra comer, que vive de trabalhos esporádicos, os mais bizarros possíveis, diga-se de passagem. Como se tudo isso não bastasse, Yato também está sem um instrumento divino, que é um espirito de humano que já morreu, mas que se transforma em arma na mão de um deus.



Hiyori depois do acidente começa a se envolver com o Yato, já que seu espirito sai constantemente de seu corpo e assim ela o acompanha, buscando um modo de voltar ao normal, tanto que está com ele quando o deus encontra um novo instrumento divino: Yukine, um adolescente que a princípio parece ser meigo, mas que esconde muita complexidade e problemas.

Ao longo do anime os três acabam se tornando grandes amigos, mesmo porque Hiyori é fundamental quando Yukine começa a fazer coisas erradas e atinge quase que fatalmente Yato. Porém, o mais interessante é saber mais sobre o passado do Yato, que já foi um deus realmente odioso e possui inimigos muito fortes. Outro ponto intrigante do anime é a Nora, uma garota que já foi instrumento divino do Yato e que hoje em dia é instrumento divino de vários deuses ao mesmo tempo, o que é considerado vergonhoso. Nora é a verdadeira vilã da história e o motivo disso está intrinsecamente relacionado com o passado do Yato.



Quanto aos personagens, Hiyori não é uma protagonista chata ou Moe (o que poderia me irritar), Yukine carrega a parte mais dramática e Yato sem dúvida é o responsável pelo alivio cômico! 

Noragami não é um anime pra ser levado muito a sério, embora possua uma carga dramática considerável, mas ao mesmo tempo é um anime leve e descontraído, com situações bem engraçadas, pena que só teve 12 episódios.

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Essa foi mais uma indicação do Eiti do blog Our Otaku life e como sempre ele acerta! Eu simplesmente amei o anime!

Yugo Hachiken é um garoto que não sabe o que fazer da vida e vai estudar num colégio interno no campo, totalmente diferente de sua vida na cidade. Não sabemos bem o motivo da radical mudança, apenas que ele possui problemas familiares e que não sabe o que fazer do seu futuro.



A adaptação à vida no campo não é fácil, novas matérias, novos amigos, uma nova vida que inclui levantar às 4 da manhã todos os dias e ser obrigado a participar de um clube. Porém, aos poucos Hachiken vai se adaptando e criando novas amizades, tantos que se apega a um porquinho muito fofo, passa as férias trabalhando na casa de uma amiga e até faz uma noite de pizza no campus! 

No entanto, o maior problema de Hachiken é com os animais, já que ele não encara a morte dos bichos com tanta facilidade e essa sensibilidade é problemática para sua sobrevivência, mesmo porque o rapaz não consegue ser vegetariano (nem eu!). O dilema percorre o anime, mas apesar de ter um fundo mais sério, “Gin no saji” é divertidíssimo e mesmo usando e abusando do anticlímax eu morri de rir todas as vezes que acontecia!



Tudo no anime me pareceu perfeito, o enredo, o bom desenvolvimento dos personagens, os coadjuvantes e seus problemas, abertura e encerramento, enfim, o anime acabou se tornando um dos meus favoritos, não só pela comédia, mas principalmente por conseguir levantar dilemas de forma simples, sem muito drama.

Pra quem quer se divertir ou acompanhar um anime no mínimo interessante eu super recomendo!

PS: tem segunda temporada que eu em breve assistirei!

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Já faz muito tempo que me torram a paciência pra ver “K-ON”! Acontece que eu não tenho muita calma para o Moe em sua essência, com aquelas garotas querendo ser fofas o tempo inteiro. Porém, devido a insistência do meu amigo Humberto, um dos criadores de conteúdos da Japanholic’s (pagina no facebook), eu comecei a assistir ao anime.

Yui é uma garota que resolve entrar para um clube de música da escola, apesar de não saber tocar nada! Logo a principio a gente vê que ela se dá bem com suas amigas que a apoiam até mesmo quando ela não tem dinheiro pra comprar uma guitarra! Pronto, esse é o enredo! A partir daí a história mostra a amizade das meninas e uma certa evolução delas em termos musicais.



Obviamente que como o Moe agrada a maioria dos otakus eu não me surpreendi com a popularidade de “K-ON”, que virou marca de diversos produtos! Para um anime que não tem foco algum ou plot consistente, “K-ON” é agradável, principalmente por ser leve e divertido, um puro produto de entretenimento.

Se eu disser que não gostei, estarei mentindo! O fato é que o Moe na sua forma mais excêntrica me irrita profundamente, principalmente por fazer de bons personagens no mínimo apelativos ou superficiais, mas eu entendo que isso é uma questão muito pessoal e que muitos não concordam comigo. Entretanto, apesar do anime não fazer meu gênero eu confesso que me diverti muito com as meninas e me peguei cantando suas músicas. A minha preferida das garotas é a Ritsu por ser a mais espontânea e engraçada, talvez até mesmo por ser a menos moe do grupo e por tocar bateria, que é um instrumento mais agressivo. Porém, para falar bem a verdade, não peguei birra com nenhuma delas, o que geralmente acontece quando vejo uma personagem moe, principalmente num harém. 



Enfim, “K-ON” é no mínimo agradável, daqueles animes que você assiste e nem percebe que está acabando, além disso, como brinde você ainda pode escutar boas músicas!


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Hoje estou aqui apenas para divulgar um post bastante interessante do blog OtomeGatari que fala sobre o termo “normalfag”. 

Bom, existem controvérsias em relação ao uso do termo, mas o post em si fala sobre aquele tipo de pessoa que acha que determinados animes, como SAO, por exemplo, são os melhores do mundo, ignorando propositalmente seus defeitos. A questão gira em torno do motivo pelo qual nos tornamos tão preconceituosos em relação a essas pessoas. Por que temos sempre que ver e analisar um anime muitas vezes pondo de lado a diversão? Qual o problema ver algo "just for fun" e gostar?

Enfim, é um texto pra ler e refletir, por isso, estou compartilhando-o aqui no blog!


Boa leitura!

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Faz tempo que vejo as pessoas comentando sobre esse anime, principalmente sobre “White Album 2”, e na esperança de ver um bom romance, comecei a assistir!

Toya é um rapaz que namora a cantora Yuki, eles se conhecem há muito tempo, mas agora que ela está fazendo mais sucesso o tempo para se encontrarem ficou bem menor! Toya é rodeado de mulheres e como todo harém que se preze ele é um tapado que não enxerga o sentimento das garotas ao se redor. Já Yuki tenta a todo custo conciliar o tempo do trabalho com o rapaz e começa ter a ajuda de sua grande ídolo, Rina. Para piorar um pouco a situação dos dois, quando Yuki está prestes a lançar seu CD sua empresária faz de tudo pra atrapalhar seu romance, flertando descaradamente com Toya, que como bom covarde não consegue se livrar da pressão da mulher.



O anime começou de uma maneira muito boa, mas depois o harém foi me irritando, já que eu detesto ver um bando de garotas carentes atrás de um cara que não tem nada demais e lesado pra burro pra perceber o interesse delas. Além da Yuki, da empresária e da relação ambígua com Rina, ainda temos uma estudante de vestibular, uma amiga mais velha e uma mais nova atrás do Toya! 

“White álbum” tem um enredo muito interessante, mas a construção dos personagens é péssima. Toya tem sérios problemas de personalidade, se deixando levar por todos a sua volta, ficando sem saber se corre atrás ou desiste da Yuki, prolongando essa situação até não poder mais, alimentando muitas vezes o interesse das outras garotas por ele, ficando assim, estagnado.



Toya é um personagem fraco e enrola todas as garotas que gostam dele com sua amizade. Ao menos as personagens femininas possuem mais personalidade ao lutar por ele, mesmo sabendo que ele ama a Yuki. Outro ponto positivo são as músicas e os diálogos internos do Toya, que aparecem escritos na tela.

Enfim, “White Album” é um anime que tinha tudo pra ser bom, mas não foi, deixou a desejar no quesito personagens e até mesmo no enredo ao não explorar de maneira satisfatória o ambiente artístico e muito menos o próprio ambiente em que Toya vive. Tudo numa narrativa arrastada e sem criatividade, uma pena porque poderia ter sido bem melhor.

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