Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Ryuu Yamada é um estudante do segundo ano meio briguento e preguiçoso, mas um dia ao tropeçar em uma escada, cai em cima da Urara Shiraishi, uma estudante bonita e super inteligente. Yamada e Shiraishi acabam trocando de corpos, por causa de um beijo ocorrido durante a queda. Depois de muitas tentativas para trocarem novamente de corpos e nos seguintes episódios, descobrimos que Urara é uma das sete bruxas da escola e Yamada tem o poder de copiar o poder delas.


Miyamura descobre o segredo de Urara logo no começo e ele, Itou, Urara e Yamada entram para o clube de assuntos sobrenaturais e começam a investigar sobre outras bruxas. No entanto, o interessante do anime é que eles não descobrem rapidamente que existem outras bruxas e, portanto, a gente vai acompanhando o desenrolar da história e com isso um pouco do desenvolvimento da relação de Urara com Yamada, como os dois se aproximam a cada episódio! Depois, quando se sabe que existem outras bruxas, a cada episódio uma delas é apresentada e com isso Yamada e o clube vão se envolvendo em algumas confusões. A primeira a aparecer depois de Urara e a Odagiri, uma garota que ao beijar deixa as pessoas apaixonadas por ela. Quando Odagiri beija Yamada, o poder de copiar dele faz com a moça se apaixone com por ele. Depois temos Ootsuka, uma garota que tem poderes telepáticos, Maria que consegue ver o futuro, Takigawa que vê o passado de quem beija, Asuka que consegue ficar invisível e por último Rika, a garota que consegue fazer com as memórias das pessoas sejam apagadas e é responsável pelo arco final do anime.

Além desses personagens, temos Tamaki que também tem o poder de copiar e o presidente do conselho estudantil, que sabe tudo sobre as bruxas! Entre ouros personagens secundários!

Eu diria que o arco de Maria, quando ela sabe que alguém vai colocar fogo em um dos prédios antigos da escola é o que mais nos dá agonia ao ver, isso porque eles passam o episódio todo tentando resolver a situação, mas o arco final foi bem mais tenso!



Apesar de algumas cenas de troca troca de beijos e das fujoshis se sentirem felizes em alguns momentos, Yamada-kun to 7-nin no Majo não é um anime apelativo com fanservice para enrolar quem assiste. Claro que em algumas cenas o apelo sexual é evidente, mas ele está lá apenas como alivio cômico, uma parte pequena do anime, nada que atrapalhe o desenvolvimento da história. Pelo contrario, Yamada-kun to 7-nin no Majo se desenvolve bem, principalmente por mostrar o desenvolvimento entre Yamada e Urara, não sendo assim um anime de harém, quando tinha tudo para ser! Cada bruxa tem seus problemas e Yamada acaba se envolvendo com eles! Quem leu o mangá vai dizer que lá as histórias são mais detalhadas, mas o anime não deixa pontas soltas, sendo tudo até que bem explicado e com um final decente!

Quem gosta de comédia com uma boa história eu recomendo o anime, você vai se divertir ao acompanhar um historia com tons sobrenaturais e com uma pitada de um bom romance!


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Matsuri é uma moça apaixonada pelo rapaz mais bonito da escola, Wataru, mas se senta ao lado de um garoto considerado um marginal e ainda por cima guarda um segredo de todos: ela é uma lutadora de luta livre (wrestling, na verdade)! Porém, Matsuri quer esconder isso a todo custo, já que o rapaz de quem ela gosta detesta mulheres musculosas, preferindo as mais meigas e dóceis, bom, no fundo ele é um idiota! No entanto, Matsuri não tem como fugir da luta livre, na verdade ela até tenta, mas é super conhecida no meio (ela usa uma máscara pra que ninguém saiba quem ela é) e seu pai a obriga a lutar, principalmente por causa das dívidas! Como se não bastasse, o tal garoto marginal, Shigematsu, não é um bad boy, na verdade é um fã da sua personagem lutadora!



Matsuri detesta ser quem ela é, sendo obrigada a lutar, por isso tenta desesperadamente mudar a si mesma, mas Shigematsu é o único que gosta dela como ela realmente é e isso conforta Matsuri, apesar dos dois viverem brigando! Matsuri quase não tem amigos na escola e nem muito tempo livre, assim, Shigematsu acaba sendo seu primeiro amigo do qual ela não guarda nenhum segredo. Claro que o relacionamento deles vai passando de amizade a algo mais, ao mesmo tempo em que Matsuri vai enfrentando novos desafios, tanto na sua vida pessoal como profissional. À medida que a história avança, a protagonista começa a se entender e se aceitar melhor.

O mangá tem romance, mas também tem cenas de lutas bem interessantes, apesar de engraçadas! Alguns personagens secundários como a Maru são bem interessantes, embora ela só apareça na metade do mangá, mas ela é importante para forçar Matsuri a ser quem ela realmente deve ser e também pra apimentar o romance dos protagonistas. Wataru também tem sua relevância no mangá, já que no começo ele era um idiota completo e aos poucos muda, se apaixonando pela personagem criada pela Matsuri.



Resumindo, é um mangá (de 4 volumes) que foca no desenvolvimento dos personagens, no amadurecimento deles, com pitada de romance, drama e comédia. Lembrando que a mangaká é a mesma de Hana Yori Dango e Cat Street, Yoko Kamio!


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Hase é um rapaz que tenta a todo custo ser amigo de sua colega de escola Kaori Fujimiya, mas ela o rejeita veementemente, até que depois de um tempo, Kaori conta a Hase o motivo para rejeitá-lo tanto: depois de uma semana suas memórias se apagam e ela se esquece de tudo! Obviamente o enredo me lembrou do filme “Como se fosse pela primeira vez”, mas o desenrolar é bem diferente!

Hase é um garoto realmente persistente, pois decide que irá reconquistar a amizade de Kaori toda semana, pedindo para que ela anote tudo que eles fazem juntos em um diário, assim tudo que eles fazem fica registrado nas anotações. Ao longo do anime vamos conhecendo melhor os protagonistas, Hase sempre mais animado e generoso, Kaori tímida e meiga. Juntos, os dois vão construindo uma bonita relação, enfrentando os obstáculos que aparecem. 



O anime é mais intimista, por tanto, o todo o foco é na amizade dos protagonistas e em como Kaori precisa reaprender a ter amigos e quem sabe se tornar uma pessoa menos distante. Apesar disso, destaque para Shougo e Saki que servem como apoio para Hase e Kaori, apesar de também terem lá sua história. Embora a introspecção possa deixar o anime com uma carga dramática um pouco maior, a verdade é que “Isshuukan Friends” consegue ser bem leve e sensível, abordando um tema simples, mas com obstáculos bem difíceis: a construção de uma amizade e a construção de boas memórias no período escolar.



O anime tem um traço que não é bem o meu preferido, mas visualmente, de modo geral me agradou, assim como a trilha sonora. Alguns podem considera-lo lento, mas acho que isso é bastante plausível levando em consideração as características dos personagens e o desenvolvimento deles. Resumindo: “Isshuukan Friends” cumpre bem a proposta apresentada, sendo um excelente anime, com uma ótima história.



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“Zettai heiwa daisakusen” é um mangá curtinho de apenas 4 volumes da mangaká Akane Ogura. A história gira em torno da princesa do Sul, Euda e o príncipe do norte Johane, ambos em um mundo fictício em que seus reinos estão em guerra constante! Cansados de tanto sofrimento e tantas mortes o príncipe e a princesa resolvem fingir um relacionamento amoroso para por fim à guerra! O problema é que, na verdade, eles se odeiam!



Bom, devo dizer que no começo eles se odeiam, mas é claro que aos poucos eles se descobrem apaixonados e envoltos numa situação mais difícil ainda! Johane uma vez viu Euda na televisão e se apaixonou pela moça, por isso, ele não se incomoda nenhum pouco com a farsa, já que ele pode ficar perto de sua amada. Já Euda, à medida que vai se apaixonando por Johane vai se sentindo mais e mais culpada, uma vez que o príncipe é um vilão para o seu país. Os dois possuem personalidades diferentes, Euda não suporta luta ou violência e está sempre ajudando os feridos de guerra. Já Johane, se sente “em casa” no campo de batalha, sendo a tristeza de Euda que faz o príncipe mudar e querer o fim da guerra.

Como se não bastasse os problemas internos do casal, o irmão de Johane, o príncipe herdeiro, por ciúmes, atrapalha bastante sua vida, sem contar as famílias, que apesar de aceitarem o relacionando, não ficam nada satisfeitas com a situação.



Bom, nada é muito fácil na vida do casal, já que eles ficam no meio de muitos interesses, já que todos nós sabemos que muita gente se beneficia com a guerra, mas o mangá não é lá muito profundo, pendendo mais para superficialidade, o que, para ser bem sincera, não me desagradou. Talvez se tivesse mais volumes a mangaká poderia ter trabalhado melhor as situações, mas a química dos protagonistas é ótima e Euda é uma fofa! Super recomendado pra quem quiser ter uma leitura leve e um bom romance!

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Kaito Kirishima é um rapaz do colegial que quer produzir um filme com a ajuda de seus amigos, mas a chegada de uma nova aluna torna tudo um pouco mais misterioso!

Tudo começa quando um dia Kaito está gravando com sua câmera e Ichika Takatsuki chega a terra em sua espaçonave, mas ninguém sabe que ela é uma alienígena que está na terra. Ichika passa a morar na casa de Kaito, já que não tem para onde ir, o que deixa Kanna, amiga de infância do protagonista, bastante enciumada. Aliás, a chegada de Ichika mexe bastante com os sentimentos de todos os amigos de Kaito, que pouco a pouco vão se revelando, como em uma quadrilha amorosa. Assim, podemos ver melhor os sentimos de Tetsuro, Mio e conhecendo melhor quem é a Lemon, uma personagem bastante divertida!



O filme acaba ficando em segundo plano, enquanto as emoções dos personagens vão se tornando o foco do anime. A princípio vemos os sentimentos confusos de alguns e as decisões de outros. De todos, a Kanna me parece a mais ingênua ou talvez a mais cega do grupo, já que não só não percebe quem gosta verdadeiramente dela, como também dos sentimentos da própria melhor amiga. É como se para Kanna, apenas existisse Kaito e assim não consegue enxergar os sentimentos das pessoas ao seu redor. Justamente ao contrário da Lemon, que não só percebe os sentimentos de todos, como brinca com isso!

Aos poucos os sentimentos dos personagens vão se desenvolvendo, igualmente com eles e tudo vai ficando mais interessante com os desenrolar da quadrilha amorosa, principalmente depois que o segredo de Ichika é revelado. No entanto, se por um lado os sentimentos são explorados, me parece que faltou explorar mais Ichika como alienígena, como é sua vida no espaço e o que faz. O anime acaba e não temos quase nenhuma informação a esse respeito.



É inevitável não comparar “Ano Natsu de Matteru” com “Onegai teacher”, mesmo porque ambos possuem o mesmo caracter design, Taraku Uon, e a mesma pessoa responsável pelo script, Yousuke Kuroda, sendo a série uma espécie de homenagem a “Onegai”, lembrando que “Ano Natsu de Matteru” estreou na data de aniversário de 10 anos de sua antecessora! Porém, é importante notar que existem muitas diferenças no enredo e devo dizer que o anime vai muito além de Onegai.

Para muitos “Ano Natsu de Matteru” ou foi um anime incrível ou foi mediano, para mim ele foi acima da média, justamente por explorar bem as relações amorosas dos personagens, não se detendo apenas no casal protagonista, criando expectativas até o último episódio. A verdade é que me emocionei com final da história e o drama aparece na dose certa, sem exageros, assim como a comédia, o ecchi e o romance. Entretanto, apesar de criar tensão e expectativa, o enredo acaba caindo no previsível, mas isso não me desagradou, por isso, super recomendo!



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Quando eu li “Uwasa No Midori-Kun” pela primeira vez eu não quis escrever sobre o mangá, eu tinha sentimentos muito confusos em respeito a ele. Hoje eu continuo tendo!

Midori Yamate é uma garota ingênua que mora numa pequena ilha. Um dia, Tsukasa Hino, um estudante escolar, jogador de futebol principal de sua escola, aparece e ensina Midori a jogar futebol. Logo a garota se apaixona por ele e perde sua virgindade. Porem, logo em seguida Midori descobre que Tsukasa não sentia nada por ela, apenas a usou por sexo. Jurando vingar-se, Midori deixa sua ilha e se inscreve, como menino, na escola rival de Tsukasa, e conhece Kazuma Shinbashi, que se torna seu melhor amigo (e um pouco mais do que isso).

Eu não gosto muito de mangás/animes com essa premissa: meninos que se vestem de meninas e meninas que se vestem de meninos, mas quando comecei a ler o mangá eu fui picada pelo bichinho da curiosidade e li até o final para saber o desfecho! Isso porque a história tem um incrível triângulo amoroso que você não consegue descobrir de forma alguma com quem Midori vai ficar até chegar no último capítulo!

Midori e Tsukasa

Agora, o motivo da minha confusão fica por conta da forma como a história é conduzida. Primeiramente a protagonista Midori: ingênua ou descarada? Não sei, por vezes achava ingênua, outras vezes descarada. Por ser “smut” eu já esperava cenas de sexo em que a garota diz não, mas o rapaz a força e ela aceita. Porém, a autora quer tratar o tema como se a Midori realmente odiasse o Tsukasa?! Acho difícil, ela não perde a oportunidade de aproveitar as cenas “calientes” com o garoto! Portanto, a protagonista não convence, de forma alguma.

Depois, mesmo sendo “smut” as cenas de sexo são irrelevantes demais, qualquer motivo é pra Midori aparecer pelada e transando. Isso porque ela está fingindo ser menino, imagina se não estivesse!

Midori e Kazuma

Acho o que realmente pode ser positivo é a personalidade complexa de Tsukasa, que fica entre vilão e mocinho o tempo todo! Às vezes você o odeia, às vezes você tem pena dele. Já Kazuma é tão bonzinho que às vezes agrada e outras vezes irrita! Ou seja, excluindo a protagonista, os personagens são até que intrigantes! Além disso, por ser um triângulo amoroso que não demonstra desde o principio quem vai ficar com quem, é possível que muita gente até se envolva com o mangá.

Resumindo: Pra quem gosta de romance pode gostar de “Uwasa No Midori-Kun”, mesmo odiando a protagonista, como eu, mas é melhor não torcer logo de cara por ninguém pra não se decepcionar.


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Faz tempo que vejo as pessoas comentando sobre esse anime, principalmente sobre “White Album 2”, e na esperança de ver um bom romance, comecei a assistir!

Toya é um rapaz que namora a cantora Yuki, eles se conhecem há muito tempo, mas agora que ela está fazendo mais sucesso o tempo para se encontrarem ficou bem menor! Toya é rodeado de mulheres e como todo harém que se preze ele é um tapado que não enxerga o sentimento das garotas ao se redor. Já Yuki tenta a todo custo conciliar o tempo do trabalho com o rapaz e começa ter a ajuda de sua grande ídolo, Rina. Para piorar um pouco a situação dos dois, quando Yuki está prestes a lançar seu CD sua empresária faz de tudo pra atrapalhar seu romance, flertando descaradamente com Toya, que como bom covarde não consegue se livrar da pressão da mulher.



O anime começou de uma maneira muito boa, mas depois o harém foi me irritando, já que eu detesto ver um bando de garotas carentes atrás de um cara que não tem nada demais e lesado pra burro pra perceber o interesse delas. Além da Yuki, da empresária e da relação ambígua com Rina, ainda temos uma estudante de vestibular, uma amiga mais velha e uma mais nova atrás do Toya! 

“White álbum” tem um enredo muito interessante, mas a construção dos personagens é péssima. Toya tem sérios problemas de personalidade, se deixando levar por todos a sua volta, ficando sem saber se corre atrás ou desiste da Yuki, prolongando essa situação até não poder mais, alimentando muitas vezes o interesse das outras garotas por ele, ficando assim, estagnado.



Toya é um personagem fraco e enrola todas as garotas que gostam dele com sua amizade. Ao menos as personagens femininas possuem mais personalidade ao lutar por ele, mesmo sabendo que ele ama a Yuki. Outro ponto positivo são as músicas e os diálogos internos do Toya, que aparecem escritos na tela.

Enfim, “White Album” é um anime que tinha tudo pra ser bom, mas não foi, deixou a desejar no quesito personagens e até mesmo no enredo ao não explorar de maneira satisfatória o ambiente artístico e muito menos o próprio ambiente em que Toya vive. Tudo numa narrativa arrastada e sem criatividade, uma pena porque poderia ter sido bem melhor.

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“O Jardim das palavras” (Kotonoha no Niwa - The Garden of Words) foi produzido pela CoMix Wave e dirigido por Makoto Shinkai, que simplesmente conseguiu produzir uma obra de arte de apenas 45 minutos!

Takao é um jovem rapaz que sonha em ser designer de sapatos e Yukino é uma mulher mais madura, professora, que precisa superar o passado e sua melancolia, eu diria até que depressão. Ambos não possuem nada em comum a não ser seus próprios medos e batalhas internas, mas um dia o destino resolve juntá-los em um parque em um dia chuvoso. A partir de então surge uma bonita relação entre os dois em que a cada momento de chuva é ansiado por ambos.



Takao é um rapaz super responsável que cuida da casa, trabalha e estuda (apesar de cabular as aulas quando chove), tem um mãe que costuma beber com frequência e que o abandona para morar com o namorado. Já Yukino é uma mulher sozinha que sofreu no passado uma grande injustiça que destruiu sua vida profissional.

Eu diria que a cada encontro os protagonistas fazem um tipo de terapia, como se a chuva representasse um momento de choro, de desabafo e que quando ela passa o sol aparece para eles seguirem novamente suas vidas. Por isso, o elemento chuva não está na obra apenas para forçar o encontro dos protagonistas, mas também como um símbolo dos anseios de casa um. No entanto, as palavras de desabafo não são ditas, são sentidas porque o filme apesar do nome nos mostra toda a história muito mais de forma narrativa do que dialogada. Os diálogos aparecem apenas quando são estritamente necessários.



Em apenas 45 minutos Makoto Shinkai consegue desenvolver bem os personagens que evoluem ao longo do filme, de maneira simples e bem trabalhada. Obviamente, o casal é cativante, principalmente pela amizade que surge “do nada” e pelo cuidado que cada um tem pelo outro. Além disso, o cenário do parque em que Yukino e Takao se encontram é belíssimo, bastante agradável de ver.

“O Jardim de palavras” é filme admirável, não só com um enredo bonito e inteligente, que nos dá uma sensação de calma e recomeço, como também no seu aspecto estético e sua originalidade. Super recomendo.

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Como estava morrendo de saudade da Nanami eu resolvi assistir ao OVA de “Kamisama Hajimemashita”, mesmo porque o mangá está parado no site espanhol que costumo ler, então a vontade de ver os personagens só aumentou nestes últimos dias!

Logo no inicio temos um breve resumo do anime, já que o OVA continua logo depois da cena do beijo do Tomoe em Nanami e mesmo sendo apenas um beijo para selar o acordo entre servo e Deusa, Nanami continua nas nuvens! Porém, como sempre, insegura! Depois de perceber que sempre deu muito trabalho para o Tomoe e que ele sempre faz as coisas por ela, Nanami tem a brilhante ideia de passar um dia em um hotel com águas termais com Tomoe, deixando o pobre Mizuki cuidando do templo. Lá, Nanami tenta a qualquer custo não dar trabalho ao Tomoe, para ele não se cansar muito dela. Bom, nem preciso dizer que isso não dá muito certo, né?


O OVA tem apenas um pouco mais de 28 minutos, infelizmente, pouco demais pra matar a saudade! Entretanto, ao menos foi bom pra dar boas risadas, porque o humor continua ótimo! E o Tomoe continua lindo e a Nanami continua uma fofa, sem sombras de dúvidas uma das minhas protagonistas preferidas, com seu modo ingênuo e engraçado!



Resumindo: O Ova não mostra novos elementos, apesar de deixar claro no final que algo maior está por aparecer!

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O tema da tag do grupo do facebook “Chá com blog versão otaku” é o mangá Cat Street. Engraçado que eu sempre via esse mangá para baixar nos sites e blogs e nunca me interessei por ele, mas como a outra opção era Death Note eu fiquei desesperada pra ler “Cat Street”!

A história pode parecer um simples shoujo, mas tem um bom desenvolvimento ao longo do mangá. Keito é a protagonista da história, uma garota que quando criança fez muito sucesso como atriz, mas ao ser enganada por outra garota que achava que era sua amiga, Keito fica muda bem no dia de sua apresentação, um silencio formado pelo choque ao perceber quem era sua verdadeira amiga. Depois disso, Keito nunca mais se apresentou e se tornou bem diferente do que era antes, inclusive se tornou uma pessoa bem desanimada e distante. Porém, isso muda quando descobre um tipo de escola bem diferente com pessoas dispostas a ajudá-la, bom, no começo nem todos, mas Keito acaba fazendo novos amigos e descobrindo pessoas bem interessantes.



Deste ponto em diante a história começa a tomar um rumo diferente, Keito enfrenta novos desafios na sua vida, como pensar no seu futuro profissional, fazer novas amigas, resgatar antigos amigos e amadurecer como pessoa. Enfim, o mangá está muito mais focado no desenvolvimento dos personagens do que em qualquer outra coisa, mesmo porque não é só Keito que tem problemas, todos personagens apresentam de certa forma seus dilemas, algum problema ou complexidade. Claro que o romance também está presente no mangá, mas sem dúvida não exatamente o foco principal da história, mas ainda assim eu adorei o Kouichi com seu modo frio e preocupado ao mesmo tempo!

Por tudo isso, acabei gostando bastante de Cat Street, logo no começo a gente nem sabe quem poderia ser o verdadeiro amor de Keito e muito mesmo o desfecho que cada um poderia tomar. Além disso, o mangá aborda assuntos bem interessantes, como superar seus traumas e seguir em frente! Resumindo, é uma boa leitura, de apenas 8 volumes!

Blogs que também estão participando:

Mega Animes
Only Good Animes
Our Otaku Life
Animes do Japão

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Este é mais um post da tag “Chá com blog versão otaku”! Eu confesso que não queria falar desse anime, mas a democracia ainda reina no grupo e a maioria venceu, para o meu desgosto! Mas por que eu não queria falar de “Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai”? Porque não gosto de falar sobre a morte e sabia que este seria um anime daqueles que sentiria vontade de chorar! No entanto, apesar de ter achado um anime bonito e triste, a vontade chorar não apareceu, somente no episódio final.

O anime conta a história de um grupo de amigos de infância que se separou depois da morte de Menma, uma das integrantes. O protagonista, Jintan, é o único que consegue ver o fantasma da moça e carrega um certo remorso sobre a morte de Menma, isso porque antes dela morrer ele mentiu ao ser pressionado quanto aos sentimentos dele por ela! Depois, ao poucos vamos descobrindo o que cada um sentia pela garotinha e os problemas que eles tiveram com a sua morte!



Menma diz que Jintan deve realizar um desejo dela e que talvez só assim pudesse alcançar o paraíso, mas Jintan não sabe qual é o desejo e acaba sendo ajudado pelos antigos amigos, assim, pouco a pouco o grupo vai enfrentado suas tristezas e remorsos em relação à morte da amiga. Eu diria que o grupo parece uma quadrilha amorosa, em que os pares nunca se encontram e apesar de algumas mágoas eles acabam se unindo novamente.

Eu acho que o lado positivo do anime é que os personagens de certa forma amadurecem e aprendem, mesmo depois de muito tempo, superar a morte de Menma. Além do fato do anime mostrar algumas referências do mundo Otaku como Pokemon e One Piece. Também devo admitir que gostei dos personagens, cada um bem diferente do outro. O ponto negativo é que a leveza do anime vai se perdendo aos poucos, se tornando mais denso e dramático à medida que a história é contada e eu preferia que continuasse leve. De todos, apesar de nunca mostrar, Poppo foi o mais afetado pela morte de Menma e é dele que senti mais pena, ao fazer sua confissão no episódio final. Episódio, inclusive, bastante emocionante! Outra coisa que não gostei foi que não ficamos sabemos sobre o desenlace amoroso de todos, embora seja cabível no anime, uma vez que mesmo seguindo em frente demoraria para cada um poder se apaixonar novamente.



Enfim, é difícil descrever minha opinião sobre este anime. A verdade é que não odiei, mas também não foi aquele espetáculo que muitos comentam! Eu realmente não gosto de comentar sobre a morte, dói e me deixa angustiada, então talvez por isso eu tenha visto o anime de modo a me distanciar dele, mas com toda certeza é um anime que comove, com uma excelente trilha sonora.

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Ultimamente ando tão atolada de animes pra ver que nessa semana tive que pedir ajuda ao meu amigo e companheiro da página Japanholic's, do facebook, Humberto (Kujo), para disponibilizar sua excelente resenha do anime Shinsekai Yori aqui no blog! Aproveitem a leitura!



O review abaixo foi escrito algum tempo depois de terminar o anime (uma semana), então talvez não seja o mais exato. Antes de mais nada, quero deixar clara uma coisa (e escreverei de maneira ácida mesmo, porque fico indignado com a situação): se você deixou de ver ou dropou o anime pelo simples fato de ter visto personagens homossexuais, você é um idiota.

Análise: O futuro não é algo totalmente high-tech e com máquinas fazendo tudo como todos acham que será. Em vez disso, a humanidade descobriu a habilidade da telecinésia, Cantus, e criou um mundo onde o espírito faz parte do ser. Lendas sobre criaturas estranhas são comuns no mundo todo, como Almas de Gato, Minoshiros Falsos e Bakenezumis. Shinsekai Yori conta a história de Akizuki Maria, Aonuma Shun, Asahina Satoru, Itou Mamoru e Watanabe Saki, que aos 12 anos, acabam encontrando várias dessas criaturas e se chocam ao descobrir que por trás da paz espiritual, reside uma história manchada de vermelho-sangue e um mundo que pode entrar em colapso a qualquer momento, por qualquer descuido.

História: Sem dúvida, o anime possui uma das histórias mais interessantes que já vi. A trama começa um pouco devagar, mas a partir do episódio 4, o suspense, os mistérios e o desenvolvimento, todos espetaculares, são responsáveis por manter você assistindo vários episódios seguidos, sem sequer considerar parar: no meu caso, um total de quinze episódios foram assistidos consecutivamente. Para alguém que costuma assistir três por dia, isso é incrível. Dou um realce especial para a palavra "suspense", porque ele foi bom ao ponto de tirar meu sono e de me fazer dar pausas entre os episódios para respirar fundo e aliviar o nervosismo. Jamais um anime ou qualquer obra tinha me deixado assim. Por fim, o questionamento que a história passa é interessante: até que ponto o ser humano pode "brincar de Deus"?



Arte: A arte no anime evita o uso de cores "brilhantes" e é bem adequada para o cenário. Tivesse ela cores mais vívidas, o anime perderia boa parte de sua atmosfera e seu suspense. Sem mais comentários aqui porque não houve nenhum destaque positivo nem negativo.

Personagens: Individualmente, Shinsekai não tem destaque nos personagens humanos. Squealer e Kiroumaru possuem os melhores desenvolvimentos individuais, pelo fato de não serem humanos e terem sua interação com os mesmos bem explorada. Para o restante do elenco, o desenvolvimento das relações entre os personagens é o que realmente chama a atenção e dá força a eles no gosto de quem está assistindo. Nisso, sobressai-se Akizuki Maria, que é de longe a melhor personagem do anime. Também destaco Asahina Tomiko, que possui um passado no mínimo interessante.


Trilha Sonora: A trilha sonora tem uma ótima qualidade e aplicação, principalmente para os eventos do segundo e último arco da história. Shinsekai tem a peculiar característica de não possuir temas de abertura, coisa que eu sequer tinha ouvido falar em algum anime com mais de 6 episódios. O primeiro tema de encerramento, "Wareta Ringo", é acima da média. "Yuki ni Saku Hana", em minha opinião, caiu bem como ending do terceiro arco, mas não do quarto. Algo similar ao estilo do Kalafina faria um excelente encerramento para esse arco.

Geral: Da primeira vez que eu ouvi falar de Shinsekai Yori, achei que ia gostar do anime, mas que não entraria no meu top 10 com facilidade. Do quinto episódio pra frente, porém, eu simplesmente não consegui parar de ver. Acordei cedo para maratonar o resto, fiquei chocado com as viradas de enredo, triste com o fim trágico de alguns personagens e pensativo sobre certas questões. Admito que sou muito bonzinho dando notas, usando 8,0 como média e adorando distribuir noves, mas isso não significa que muitos animes que eu assisto possuem um nível de excelência. Shinsekai Yori é, indiscutivelmente, uma obra-prima e empata com Code Geass: Hangyaku no Lelouch em primeiro lugar no ranking de melhores animes que eu já vi ou estou vendo.

Nota Final: 10/10.

Por fim, digo que eu mantinha Code Geass em primeiro lugar no meu top animes não por julgá-lo como "um anime insuperável", mas porque continuo vendo animes buscando algo tão bom quanto, ou até melhor. Shinsekai Yori foi o primeiro anime que me deu a certeza de que está nesse nível.

Até!

Humberto Mansur (Kujo Kazuya)



“O Castelo Animado” (2004) é uma adaptação do romance de fantasia da escritora britânica Diana Wynne Jones, tendo Hayao Miyazaki como roteirista e diretor. Aliás, essa tag do grupo do facebook acabou se tornando uma homenagem, já que Miyazaki anunciou sua aposentadoria recentemente. Agora o que será da minha vida sem seus filmes eu ainda não sei!

Antes de começar a falar do filme eu preciso fazer uma ressalva: eu ainda não li o livro, pois continua esgotado em todas as livrarias, por isso, não farei nenhuma comparação com o romance de Jones, mas eu tenho certeza que o livro deve ser magnífico e deve ter suas diferenças com o filme. No entanto, estarei aqui analisando a obra de Miyazaki unicamente.



Falando do filme, tudo começa com a chegada de um castelo muito estranho, na verdade nem se parece um castelo e sim uma bugiganga, na cidade de Sophie, uma moça bem simples que trabalha na chapelaria de seu falecido pai.

Com a chegada do castelo, que pertence a um poderoso feiticeiro, Howl, a cidade que já estava agitada por conta da guerra, fica eufórica. A única que não dá bola para isso é Sophie. Porém, ao caminhar pelas ruas, dois guardas tentam assediá-la e a protagonista é salva pelo temido feiticeiro. A partir disso, a vida da pobre Sophie muda completamente. Howl é perseguido por muita gente, todos os reis querem sua ajuda, uma feiticeira poderosa o quer como aliado e uma bruxa egoísta quer roubar seu coração. Por ciúmes e por pura maldade, a bruxa joga um feitiço logo no começo do filme em Sophie. Deste ponto em diante passamos a ver a bela protagonista transformada em uma senhora de idade bem avançada. Como se não bastasse a maldição, Sophie não pode contar a ninguém o que está acontecendo com ela.



Dessa forma, a protagonista abandona sua casa em busca de alguém que possa reverter o feitiço, caminhando pelas Terras Abandonadas e com a ajuda de um simpático espantalho, Sophie encontra o castelo animado de Howl. O castelo é movido por um simpático demônio do fogo, Calcifer, que tem uma relação profunda com o feiticeiro. Eles não vivem sozinhos, tem a companhia de um garotinho aprendiz, Markl. Sophie, apesar de ser uma senhorinha, mostra bastante energia, tornando-se faxineira do local e pouco a pouco se torna parte daquela pequena família maluca. A relação de Howl com ela é linda, pois Sophie continua sendo uma mulher incrível, apensar de sua aparência.

O enredo tem algumas reviravoltas na história, mostrando que nem todos que aparentemente são ruins são verdadeiramente os vilões. Aliás, se existe um vilão neste filme é a guerra! 

“O Castelo Animado” me parece um novo tipo de contos de fadas, mostrando redenção, perdão, a importância da liberdade e que ser velho pode ser apenas um detalhe. Lindo filme, com romance, fantasia e aventura, ótima fotografia; uma animação para adultos e crianças e não é em 3D! 



O tema da TAG dessa vez do nosso grupo no facebook, “Chá com blog –Versão Otaku” é dorama, mas especificamente “My Girlfriend is a Gumiho”.

Eu tentei, eu juro que tentei, mas o drama é enrolado demais em determinados momentos e acabei desistindo de ver, mesmo o protagonista sendo Lee Seung Ki, um ator que eu adoro.

Então, já que estou me sentindo super culpada por não participar da TAG dessa vez, resolvi ao menos deixar o link do blog Our Otaku Life, já que o Eiti, autor do blog, não só fez sua resenha, como tem uma opinião bem parecida com a minha!



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“Faster than Kiss” é um mangá de 12 volumes, escrito pela mangaká Meca Tanaka. A história é super simples, mas eu tenho um fraco por aluna que se apaixona por professores, não que isso tenha acontecido comigo, só tive professor feio, infelizmente!

O enredo conta a história de Fumino e Teppei, dois irmão que depois da morte de seus pais ficam sem ter para onde irem, até que Kazuma Ojiro, professor de Fumino, os encontra e resolve se casar com ela, assim os irmãos passam a ter uma nova família. No entanto, Fumino e Kazuma não têm uma relação amorosa, para o desespero de Fumino, mas Kazuma a ama de verdade e tenta se controlar por achá-la jovem demais.


É isso, o mangá todo se resume praticamente ao parágrafo acima. O tempo todo Fumino questiona o amor de seu professor e ele fica o tempo todo provando a ela que o ama. Claro que a relação professor e aluna gera alguns conflitos, mas tudo de maneira muito leve. Em nenhum momento o leitor consegue acreditar que os dois ficarão separados ou que o fato de Fumino ser uma aluna possa prejudicar o relacionamento deles. Entretanto, é bem verdade que apesar do clichê e do enredo repetitivo, já que é sempre a mesma coisa (a Fumino e suas inseguranças), o relacionamento dos dois progride ao longo da série, assim como a maturidade de Fumino.



Devo dizer que o mangá possui situações bem malucas, eu achei que às vezes deixavam o Teppei feminino demais, ao colocarem o garotinho fazendo cosplay de menina. Tudo muito nonsense! Da mesma forma o avô dos dois que expulsou sem dó as duas crianças no enterro dos pais. Que avô é esse que faz uma coisa dessas e depois fica preocupado com a neta morando com um professor?

Enfim, algumas histórias começam e terminam no mesmo capítulo, sem apresentar grandes novidades, mas se vocês forem daqueles leitores nada exigentes, talvez se divirtam com o romance e com a comédia desse shoujo!

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“Sankarea” é um anime que eu fiquei muito na dúvida se veria ou não, eu até gosto do tema zumbis e as opiniões que escutei sobre o anime foram bastante divididas. Na dúvida resolvi ver e analisar eu mesma!

Furuya Chihiro é um garoto que adora qualquer coisa relacionada ao tema zumbis, a ponto de desejar beijar uma garota morta-viva. Um dia, seu gato morre e ele tenta ressuscitá-lo usando um manuscrito antigo, que descreve o processo de criação de uma poção para a ressurreição. Neste exato momento, ele encontra Rea e acabam tornando-se amigos. Porém, Rea sofre muito por ter um pai super protetor e doentio, por isso, tenta se matar tomando a poção, pensando que apenas é um veneno. Rea não morre, mas depois de brigar com seu pai acaba caindo de um penhasco e dessa vez a poção funciona, tornando-a um zumbi que come hortênsias!

Chihiro vive com seu pai, sua irmã mais nova e seu avô, uma vez que sua mãe já faleceu, o que gera um sério mistério sobre ela, já que tudo indica que ela também era uma zumbi. Já Rea, além de ter que suportar seu pai super abusivo (já que tira fotos da própria filha nua), ela também tem que aguentar a madrasta que a odeia.



O anime é um tanto sombrio, mas quando você vê um zumbi comendo hortênsia esse lado macabro perde toda a credibilidade, mesmo porque, humana ou não, Rea é uma garota gentil e meiga. Obviamente os problemas dela não terminam pelo fato de virar zumbi, apesar de por conta disso se sentir mais livre e independente. Na verdade, o corpo de Rea sofre decomposição e Chihiro sempre toma cuidado para sua querida garota morta-viva não apodrecer; algo super romântico!

Enfim, o anime é legal, mas não tem terror suficiente para colocar medo em ninguém, na realidade, está mais para uma comédia romântica com zumbis!

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Já que hoje é o dia dos namorados, resolvi postar uma foto de um dos meus casais favoritos!


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“From Up on Poppy Hill” é mais um filme do Studio Ghibli, roteiro do nosso amado Hayao Miyazaki e direção de Goro Miyazaki.

O filme é uma adaptação do mangá “Kokuriko-Zaka Kara” e conta a história de Umi, uma adolescente que vive em uma cidade portuária na década de 60 no Japão. Depois do desaparecimento do seu pai na Guerra da Coreia, Umi passa a viver com sua avó e com sua irmã em um prédio antigo, que antes era um hospital. No entanto, o filme vai além de um drama familiar e mostra com muita delicadeza, própria de Hayao Miyazaki, um pouco da vida da protagonista.




Umi ajuda em todas as tarefas domésticas, parece ser uma boa aluna e acaba se envolvendo com Shun, um colega de escola, ajudando-o a salvar o velho edifício Quarter Latin, em que se encontram muitos clubes escolares. Ambos parecem ser mais maduros que a idade e é gostoso ver o amor ingênuo dos dois.

Além do relacionamento amoroso, o filme mostra também que família não é apenas aquela que temos ligação sanguínea e sim todos aqueles que gostam de nós e convivem com a gente. Também achei interessantíssima a discussão sobre Quater Latin, que queria ser destruído apenas por ser velho, já que as pessoas esquecem que destruir o velho também é destruir parte do seu passado.




O filme é leve e aborda o primeiro amor, mas também possui uma boa dose de drama, já que não sabemos nada sobre os pais de Shun. Também podemos ver em um determinado momento a Tóquio dos anos 60 e ouvir uma bonita trilha sonora.

Enfim, é mais uma brilhante obra do Studio Ghibli que deve ser conferida, sendo agora “From Up on Poppy Hill” uma das minhas animações preferidas!

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O tema desse mês da tag do nosso grupo do facebook, “Chá com blog versão otaku”, é mangá e o escolhido foi o shoujo “Akuma de Sourou”! 

Kayano é apaixonada por um colega de escola e um dia finalmente cria coragem de entregar uma carta a ele, só que ao invés de entregar a confissão ao garoto certo, Kayano acaba entregando a carta para Takeru, o encrenqueiro da escola! Como se isso não bastasse, Takeru se tornará seu meio irmão, já que seus pais irão se casar! Claro que a principio Kayano fica desesperada, pois Takeru não deixa de perturbá-la nem por um minuto! No entanto, a convivência mostra a Kayano que ele é um bom rapaz por trás da aparência malvada. E Takeru, é óbvio, se apaixona por Kayano, sendo justamente por isso que faz de tudo para atrapalhar qualquer tipo de relação amorosa que ela possa ter! 



Eu particularmente não gosto muito do traço do mangá, sem contar no visual trash de Takeru, mas a história me convenceu e eu li até o final! Kayano é uma garota meiga, generosa e Takeru é um garoto gentil, apesar das aparências. Entretanto, devo dizer que nunca me conformei com ar muitas vezes indiferente de Takeru, mesmo quando ele e a Kayano já estavam juntos. Por conta disso, eu me arrisco a dizer que Takeru não chega a ser um protagonista carismático, pra falar a verdade, muita vezes cheguei a ficar morrendo de raiva das atitudes dele! 



O mangá, apesar de estar repleto de clichês, aborda diversos temas adolescentes, como problemas com o relacionamento amoroso dos protagonistas, o fato de Takeru ter uma relação complicada com a família, em especial com a mãe, a aprovação do amor dos dois pelos pais (já que são meio irmãos), entre outras coisas. 

“Akuma de Sourou” tem 11 volumes e teve também uma adaptação para um dorama Taiwanese; uma comédia romântica bem divertida, mas isso é assunto pra outro post!

Blogs participantes:

Our Otaku Life
Ipirados
Angel Girls

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