Um pouco de Shoujo

Blog de resenhas de animes shoujo, comédias, romances, entre outros gêneros. Além de abordar também filmes, mangas e doramas.



Godou Kusanagi é um adolescente de 16 anos que ao viajar para a Itália muda completamente sua vida. Godou precisa devolver um objeto a uma amiga de seu avô, mas sem saber carrega um objeto poderoso que o faz se envolver na luta entre deuses! Com o apoio e a ajuda de Erica, uma amazona, Godou acaba matando o deus “Verethragna” e com isso se torna um Campione, ou seja, alguém que consegue matar os deuses. A partir de então, Godou acaba se envolvendo em muitas lutas contra seres poderosos. 

Por ter matado Verethragna, Godou obtém as habilidades do antigo deus, e com isso ganha poderes diferentes, que às vezes nem o próprio corpo de Godou aguenta. Por outro lado, ao se tornar um Campione, o rapaz começa a atrair mulheres poderosas, o que faz, infelizmente, do anime uma harém. E assim, além de Erica, aparecem na vida do protagonista a meiga Yuri, a forte Liliana e a engraçada Ena, transformando tudo numa enorme confusão. 


O anime tem alguns saltos temporais, fatos rapidamente explicados, algumas incoerências e histórias absurdas envolvendo deuses antigos. Até mesmo Rick Riordan (autor da série de Percy Jackson) ficaria incrédulo com a história! Eu, particularmente, não me importo em misturar fantasia com História, o problema é que o enredo e as explicações de “Campione” passam do absurdo e depois de um tempo eu desisti de tentar entender! E dessa vez nem vou citar o harém como outro ponto negativo, porque quando decidi assistir ao anime eu já sabia que era desse gênero. Porém, o fato de Erica ter mudado completamente de personalidade e passar a se rastejar por Godou me irritou bastante! Uma pena que conseguiram estragar uma personagem que poderia ser bem mais interessante. 



Resumindo a minha humilde opinião: “Campione” tem boas cenas de lutas e só. Não me agradou as confusões do enredo, as personagens femininas e muito menos a história apresentada. Sem contar o erotismo forçado! Assim, se tiver segunda temporada não assistirei!

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Taito é um adolescente que acha que sua vida é normal e simples, mas isso porque ele esqueceu que há nove anos ele conheceu uma vampira que deu à ele o poder da imortalidade, já que ambos se amavam. Depois de ser atropelado, Taito tem seu corpo recomposto, porque é imortal e então se lembra de que Saitohimea (ou somente Himea) ainda o esperava!

Himea foi aprisionada pela Igreja com a ajuda de Hinata, irmão gêmeo de Kurenai Gekkou, que estuda na mesma escola que Taito e é presente do conselho estudantil. Depois de aparentemente terem derrotado Hinata, com a ajuda de Gekkou, Taito se torna “escravo” do presente do conselho e acaba se envolvendo em várias confusões por conta disso, afinal, a escola é a união de vários portais com vários monstros, feiticeira e demônios!



Gekkou tem como objetivo de vida matar seu irmão, que matou seus pais e ainda o jurou de morte! Tarefa nada fácil, já que Hinata é bastante poderoso e quer aprisionar novamente Himea, que é uma personagem misteriosa com várias personalidades e que por conta de sua solidão pode, inclusive, acabar com o mundo.

O anime está repleto de ecchi, fanservice e eu só continuei até o final porque queria saber o fim da história maluca, já que o enredo apresenta alguns ministérios a serem revelados. Não gostei da protagonista Himea e muito menos da Haruka, a amiga de infância de Taito; todos são bem fraquinhos no quesito construção de personagem, mas torci pra que Himea tivesse um final feliz com o Taito. Acho que a única coisa que achei realmente interessante foi tentar entender a personalidade mais obscura da Himea, mas o anime não trabalhou essa questão de maneira satisfatória, uma pena.



Resumindo, não se pode esperar muito de “Itsuka Tenma no Kuro Usagi”, já que o anime não mostra nada que possa realmente fazer com que ele se destaque dos demais, mas apresenta algumas situações interessantes, uma vez seu enredo mistura vampiros, demônios, anjos com romance, ação e comédia.

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Acho que ando muito nostálgica ultimamente, já que logo depois de Yuyu Hakusho eu fiquei pensando nos animes da minha adolescência e claro, “Shurato” era um deles. 

Como já disse antes “Os cavaleiros dos Zodíacos” não era um anime que eu gostasse muito, essa coisa de armadura nunca me empolgou, mas com “Shurato” foi diferente e acho que o motivo era o enredo: dois amigos que se tornam inimigos. 



Tudo começa na final de um torneio de artes marciais, em que Shurato Hidaka e Gai Kuroki são subitamente transportados para um mundo paralelo, o Mundo Celestial, durante a luta deles. Shurato e Gai são dois melhores amigos de infância, mas são totalmente diferentes no quesito personalidade e no Mundo Celestial, (lugar em que as pessoas possuem Souma, uma forma de energia espiritual) Shurato descobre que ele é, na verdade, a reencarnação de um rei e um dos Hachibushu, um grupo de oito guardiões lendários com alta quantidade de Souma. Tanto ele como Gai foram levados para aquele mundo para lutar contra os deuses de Asura, uma legião de guerreiros destrutivos. Entretanto, por razões desconhecidas, Gai tenta matar Shurato repetidas vezes, confundindo Shurato, uma vez que o Gai real é um pacifista e a pessoa com mais compaixão que ele conhece.



No novo mundo Shurato conhece Rakesh, que se diz apaixonada por ele, mas é uma sacerdotisa de Vishnu. Ao longo da história conhecemos os oito guardiões, cada um com sua personalidade e Shurato vai ganhado, aos poucos, a confiança de cada um, unindo-se a eles. Juntamente com suas armaduras, Shurato e seus companheiros lutam para proteger o Mundo Celestial, sempre tentando descobrir porque Gai não o reconhece mais como amigo, sendo uma pessoa ruim. 

O anime tem um total de 38 episódios e um OVA que finaliza a história. Talvez para muitos “Shurato” tenha sido só mais um anime em que meninos usam armaduras, sem muita originalidade, mas eu gostava da história e tentava ignorar os exageros que grande parte dos animes que abordam ação e lutas tem! 

PS: Adoro a abertura original!

                

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“Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” é um anime super curto de apenas 6 episódios que mostra a história de Yuichi Ezaki e Rika Akiba, ambos adolescentes hospitalizados, já que ele tem hepatite do tipo A e ela tem problemas no coração. 

A história mostra o começo da amizade entre eles e o surgimento do amor, mas nem tudo é muito simples, a começar pela personalidade dominadora de Rika! Ela manda e desmanda no pobre Yuichi que no fundo adora a companhia da moça por estar bastante entediado no hospital, mas também porque começa a gostar de vê-la sorrindo, já que Rika não é muito sociável. 



Logo no começo do anime os dois se envolvem e Yuichi leva Rika para o topo de uma montanha, lugar em que o pai da garota também a levou antes de morrer. Lá Yuichi faz sua confissão de maneira um tanto desastrosa. Porém, aparece o Doutor Natsume, que fica um pouco entre os dois, já que é evidente que ele sente bastante inveja de Yuichi, sendo um medico pessimista e inconveniente!



É engraçado como Yuichi fica sempre doente dentro do hospital, mesmo apenas tendo uma hepatite! É interessante também notar a ausência dos pais dos protagonistas, ainda que a mãe de Rika apareça, acho que o mais normal seria que ela estivesse o tempo todo por lá! Outra coisa que gostaria de destacar é a enfermeira do hospital que cuida do casal, ela é fantástica, inteligente, engraçada e nada convencional. 

               

O anime me parece um shounen, se não estou equivocada quanto ao gênero, já que tudo está relatado do ponto de vista do Yuichi. O fato de ser curto não é problema para desenvolverem a história, o que me pareceu um super ponto positivo. E como se isso não bastasse, “Hanbun no Tsuki ga Noboru Sora” também tem momentos de alívio cômico. Assim, me surpreendi com esse anime e recomendo para todos. 

               

Final: Acho que levando em conta o estado de saúde de Rika o final é feliz! Detalhe que o ending mostra cenas do que seria do futuro deles e achei isso bem bacana.

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Eu tenho orgulho de dizer que sou da geração Manchete, mas confesso que “Os Cavaleiros dos Zodíacos” não era o meu desenho preferido e não conseguia entender a febre dos meninos em relação ao desenho. Até que em 1997 surge “Yu Yu Hakusho” que fez muito sucesso no Brasil, ainda que um pouco menos se comprarmos com a turma de Seiya. 

Eu realmente era viciada nesse anime, eu gostava da “Sailor Moon”, do “Shurato”, mas minha verdadeira paixão era mesmo “Yu Yu Hakusho”, tanto que gravava os episódios em fita cassete e às vezes as músicas de abertura e encerramento em um gravador que eu tinha! A paixão era tanta que não me importava em ver repetidas vezes o mesmo episódio! 



Pra quem não sabe, o anime conta a história de Yusuke Urameshi, um garoto briguento, preguiçoso e folgado que morreu inesperadamente tentando salvar a vida de um garotinho, que morreria atropelado. Como ninguém no Mundo Espiritual esperava por sua morte, Koenma, filho do Deus Enma, dá uma nova oportunidade para Yusuke voltar a vida. No entanto, até voltar a viver de fato, Yusuke tem que esperar que nasça um bom monstro de um ovo dado a ele! Depois de alguns problemas, mas solucionados com a ajuda da Deusa da Morte, Botan, Yusuke volta a viver, só que agora como detetive espiritual, ajudando a banir os demônios que fogem de Mundo das Trevas e vão para a terra. 

A saga de Yusuke é longa e é dividida em quatro temporadas: a primeira termina antes do começo do torneio em que Yusuke é obrigado a participar, juntamente com uma equipe de amigos, para poder impedir Toguro de ser o campeão. A segunda termina juntamente com o torneiro, a terceira seria a saga de Sensui e a quarta e última é quando Yusuke, Hiei e Kurama vão para o Mundo das Trevas, participar de um novo torneio. 

                   

Minha temporada preferida é a segunda, já que adoro ver uma competição. O mais legal que é as pessoas próximas ao Yusuke, como sua namoradinha Keiko, vão assistir as lutas. No torneio conhecemos melhor os poderes do Hiei, Kurama e o chatinho do Kuwabara ganha um pouco mais de força. É nessa temporada que também descobrimos um pouco mais sobre a mestra Genkai e sua relação com o inimigo Toguro.

As últimas duas temporadas também são boas, mas assisti a última com gostinho de nostalgia, por saber que já estava acabando o anime. Fiquei muito triste com o fim de “Yu Yu Hakusho”, mas ao mesmo tempo gostei do final dado a série, uma vez que foi de fato um final digno e concluso. 



Na época a internet era algo inalcançável, por isso era obrigada a comprar as revistas que falassem sobre animes e assim, acabei fazendo uma coleção delas! 

                        Eu amo TODOS os encerramentos da séria, mas o ending da segunda temporada (tanto em português quanto em japonês) é o meu preferido! 
                  

O anime tinha muitos personagens interessantes com boas histórias para contar, tinha seu lado cômico, tinha drama, muita luta e pouco romance, é verdade. Muitos consideravam “Yu Yu Hakusho” um anime violento, o que é pura besteira, mesmo porque se anime violento influenciasse alguma criança a ser violenta o Japão teria altos índices de criminalidade infantil! 



“Yu Yu Hakusho” marcou minha adolescência, graças a ele conheci outros animes e um pouco mais da cultura japonesa. Acredito que também foi graças a ele que comecei meu vicio, aliás, vicio que persiste até hoje, já que não fico nenhum um só dia sem ver ao menos um episódio de anime! 

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“Ga Rei Zero” é um anime shounen baseado no mangá “Ga Rei”, com bastante ação envolvendo o sobrenatural.

Demorei três episódios para entender bem o enredo, isso porque alguns sites contavam a sinopse do mangá que é diferente do anime e a sinopse do anime mesmo demorou bastante para ser mostrada! No entanto, deu para entender bem que o anime mostra o surgimento da primeira inimiga que aparece no mangá: Yomi.

Yomi e Kagura são amigas quase irmãs e pertencem a famílias de exorcistas famosas, ainda que Yomi seja adotada. A mãe de Kagura morreu quando ela ainda era uma criança e como seu pai precisa selar o Ga-rei Byakuei (um tipo de espírito que ajuda exorcizar os espíritos ruins), Kagura acaba morando com a família de Yomi e se apega demais a garota. Acho que como Yomi foi adotada, ela acaba também adotando a Kagura, tornando-se uma mãe para ela. Yomi gosta tanto de Kagura que muitas vezes negligencia seu próprio noivo, Noriyuki Izuna. Porém, ainda que seja um noivado arranjado é visível que Yomi se esforça para que o casamento seja realizado e os dois apesar das brigas se gostam bastante.



Com o passar do tempo, Kagura começa a trabalhar para o governo, assim como Yomi sempre fez. Juntas, as duas acabam com os espíritos vingativos que tentam destruir os humanos. No entanto, infelizmente, Yomi é transformada em um espírito maligno, graças a uma sesshouseki, uma pedra espiritual poderosa, deixando assim de ser humana, tornando-se uma inimiga poderosa. Entretanto, a maior parte dos episódios de “Ga Rei Zero” mostra o passado das protagonistas e só vemos Yomi como inimiga no começo e no fim do anime.

“Ga-Rei-Zero” é repleto de cenas de lutas, com diversos tipos de armas, inclusive espadas e demônios, isso porque Yomi possui uma besta controlada por sua espada e aprecem vários espíritos malignos durante o anime. 
 

Quem for ler o mangá vai perceber várias diferenças, por exemplo, o personagem principal é Kensuke Nimura, um rapaz que vê espíritos e ao ser perseguido por eles tromba com Kagura e a beija sem querer. No outro dia Kagura aparece como aluna transferida para sua escola e ele já interessado nela, passa a trabalhar para o governo. No entanto, no anime Kensuke aparece somente alguns segundo no episódio final.


 Apesar de saber o que acontece com Yomi logo no segundo episódio, os próximos que contam a história dela nos prendem, nos envolvem e nos enchem de expectativas para saber como ela se tornou o que se tornou. Além disso, a cada passo dado por Yomi e Kagura para estreitar a amizade e a cada movimento de Yomi em seu relacionamento com Noriyuki, meus sentimentos de pena por ela aumentavam. Tanto que em um determinado episódio (que precisei de lencinhos) me perguntei se estava realmente assistindo a um shounen!

              

 Enfim, “Ga Rei Zero” tem bastante ação e emoção e eu que, particularmente, não sou muito fã de animes do gênero, adorei!

               

Final: O anime tem um final até que conclusivo e apesar do que acontece com Yomi, é de certa forma feliz.  

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“Boys Be...” é mais uma indicação do Euller do blog Our Otaku Life, mas confesso que a princípio fiquei receosa quanto ao anime, isso porque me pareceria envolver muita carga dramática e de fato o drama está presente, mas de modo super leve!

O anime conta as histórias de vários adolescentes que se apaixonam, suas alegrias e tristezas ao decorrer da juventude, por meio de pontos de vistas distintos. Acredito que Kyoichi e Chiharu são os que mais se aproximam como protagonistas, mas também temos a história de Makoto Kurumizawa (mulherengo e fofoqueiro), que se apaixona pela enfermeira de um hospital; Kenjo que se apaixona por uma colega de escola de maneira peculiar (minha história favorita) e que também acaba se envolvendo com uma amiga do clube de Baseball; Aki e seu ex-namorado; Yumi e um amor inesperado, entre outras histórias.


Com o decorrer do anime o relacionamento de Kyoichi e Chiharu, que a principio são apenas amigos de infância, evolui e juntos eles descobrem o amor, as decepções, frustrações e traições. Aliás, como Kyoichi lida com a decepção é uma mostra de seu amadurecimento, se comparado ao início da história. Já Chiharu, me parece uma personagem mais complexa e por vezes egoísta.


Particularmente, adoro animes que mostram a evolução dos personagens e é o que acontece em “Boys Be...”. Com apenas 13 episódios o anime mostra com sensibilidade e até com humor o sentimento do amor, a solidão, a primeira paixão e até a traição em seus personagens. Como o anime é um shounen, as histórias são contadas muitas vezes pelo ponto de vista masculino e conseguimos ver como são os sentimentos de um garoto apaixonado pela primeira vez. Aliás, como eu sempre prefiro shoujo e não shounen, devo dizer que “Boys Be...” foi uma agradável surpresa!

              

              

Final: De certa forma feliz, mas eu queria que tivesse sido melhor concluído.


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Às vezes eu gosto de assistir animes bem leves para distrair um pouco, por isso dessa vez eu escolhi “Kamisama Kazoku”, que tem apenas 13 episódios. Dizem que o anime é um shounen, mas me parece um shoujo!

Samatarou é o filho do meio de uma família de deuses, que está na terra para aprender mais sobre os humanos. Samatarou não controla bem seus poderes, mas usa a forma chibi para falar telepaticamente com os outros membros de sua família e com a Tenko, sua anja. Tenko é uma garota ingênua que nem ao menos sabe como os bebês são feitos! Quando está nervosa ou envergonhada começa a sair fumaça de sua cabeça. Tenko não tem família e sempre viveu ao lado de Samatarou, por isso ela é fortemente ligada a ele.



Um dia, Samatarou se apaixona por Kumiko, uma garota transferida que passará pouco tempo na escola. Samatarou quer conquistar Kumiko sem a ajuda dos deuses, o que é um pouco difícil, já que sua família interfere o tempo todo. Tenko, apesar de seus sentimentos por Samatarou, está sempre o apoiando.

Quanto à família de Samatarou, ela composta pelos seus pais que são deuses pervertidos e suas duas irmãs, sendo que a mais nova tem aquele estilo “indiferente a tudo” e a mais velha é a mandona intrometida. 


O anime além de focar no triângulo amoroso entre a Tenko, Samatarou e Kumiko, também mostra outras histórias, como a chegada de um bebê misterioso, ainda que tudo esteja ligado ao enredo principal do anime.

               

“Kamisama Kazoku” possui um traço do qual eu não gosto muito, mas é uma comédia romântica bem leve, divertida e recomendada para quem gosta de animes do gênero.

                 

Final: Feliz

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